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Cais da Saudade

por Francisco Carita Mata, em 16.03.15

Antologia Poética VOL III Mensageiro da Poesia 2004

Cais da Saudade

 

Tanta água, tanto mar

                                e  tantos cais

Onde o marinheiro embarcar.

Tanta mágoa, tanto choro

                                   e tantos ais

Se o marinheiro não voltar.

 

Tantas esperanças, anseios

                                          levais

Marinheiros ao partir.

Tantas dúvidas e receios

                                      deixais

Em quem se fica a despedir.

 

Tantos sonhos e projetos que tais

Na bagagem, no porão, ao navegar

Tantas saudades nos amores, nos amigos

                                                   e nos pais

Em terra ficando, de lenços à’cenar.

 

 

 

Escrito em  2003.

Publicado em:

Boletim Cultural Nº 67 do Círculo Nacional D’Arte e Poesia, Março 2004.

Antologia Poética Vol. III - Mensageiro da Poesia –Associação Cultural Poética -2004

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publicado às 12:40



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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