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“El Príncipe” – Episódio 10

por Francisco Carita Mata, em 08.09.16

Série Espanhola na RTP2

(3ª feira – 06/09/16)

 

Logotipo El Principe In. planoaplano.es.jpg

 

“El Elegido”

“O Escolhido”

 

Trágica e desgraçada “escolha”, a que recaiu sobre o ingénuo, inocente e “puro”, Driss!

Apanhado na rede do traficante Faruq, pior ainda na que lhe foi armada por Omar, qual  passarinheiro malvado, o jovem, sem eira nem beira, está condenado ao sacrifício, qual cordeiro a ser imolado a um deus algoz, às mãos de uns carrascos que se fazem passar por salvadores e clérigos divinos, apregoando princípios e valores, tal como Fouad, incarnação da morte, na promessa de paraísos celestiais.

Nem o trabalho e persistência da professora Fátima que, no Centro Cívico, se entrega de alma e coração a tentar salvar jovens perdidos dum bairro problemático, em que as hipóteses que se lhes oferecem são os gangues dos narcotraficantes Faruq e Aníbal.

Nesse combate ideal, mas tantas vezes inglório, a jovem tenta o encaminhamento e recuperação através dos estudos e da Educação integrada e inclusiva.

Mas até o irmão “Abdu” se lhe perderá, que nele ela já não tem mão, nem aos seus gritos lhe acorre, que o vimos fugir de mota, da "casa isolada", chamemos-lhe assim, pelos atalhos dos campos de Ceuta, a caminho de um destino, que não será outro que o que espera Driss!

 

Este, transido de medo, foi tomando consciência da armação que Omar, lobo disfarçado de cordeiro, lhe foi montando, de cuja boca o jovem ouviu as palavras fatais, a sentença final, em conversa daquele com Fouad.

Apesar desse medo paralisante, acedeu a colaborar com o CNI, que lhe instalou uma câmara na camisa, para terem acesso a tudo o que se passava nas reuniões entre os vários envolvidos: Omar, Fouad, Abdu e mais dois personagens de igual calibre, chamemos as coisas pelos nomes - criminosos.

Foi essa câmara que lhe foi fatal.

Ao abraçá-lo, que iriam despedir-se, Omar sentiu algo no peito do pupilo – vítima, e precipitou-se o desfecho.

Fouad, com outro capanga, abandonou o refúgio num carro, levando o mártir, que sacrificariam no caminho, atirando-o borda fora, como se de lixo se tratasse.

Os polícias, dirigidos por Fran, apanha-lo-ão, providenciando os conformes nos casos: socorro imediato, chamar ambulância e médicos, diligenciar perseguição aos assassinos, que veremos, na sinopse do capítulo seguinte, o facínora e cínico do Fouad a ser apanhado.

Na “casa isolada”, aonde ficaram Omar, Abdu e o outro homem de mão do imã, intervieram Morey e Carvajal, e em cena de faroeste, Omar seria preso, o capanga morto e Abdu fugiu na motorizada, apesar dos apelos, choro, gritos e histeria da irmã Fátima, agora também “agente” recrutada pelo CNI.

Este organismo também perderia Carvajal, agente ao serviço de missão espinhosa.

E, segundo Serra, em avaliação crítica, apesar das perdas e danos, a missão pode considerar-se positiva!

 

E poderíamos ficar por aqui!

Mas não, ainda se abordam mais alguns tópicos.

 

Na esquadra as desconfianças avolumam-se.

Fran desconfia cada vez mais de Quílez, que há poucos dias ainda considerava o melhor amigo, mas sobre que vai descobrindo cada vez mais podres e cheiro a dinheiro mal ganho e mal gasto, cuja origem procura.

Akim cada vez se arma mais em santinho…

Outra arma desaparece sem rasto.

O telemóvel, recetor habitual de chamada às dezassete horas, não há meio de ser localizado.

Um telelé suspeito é achado por Fran, numa gaveta fechada de Quílez.

E muito fica por contar.

Mas ainda direi que Mati terá um papel importante no achamento do infiltrado na esquadra!

 

Na família Ben Barek as tensões acentuam-se, conflitos parentais, ideias diferentes e opostos, um mesmo objetivo: todos querem saber do filho perdido, ovelha tresmalhada, receando o sacrifício do cordeiro.

 

(…) (…)

 

E muita narrativa fica por narrar nesta minha narração!

 

E já ocorreu a transmissão do episódio onze, que não vi, nem irei visualizar na net.

Também não me lembro se o vi na primeira transmissão da série.

Que esperemos que nos proporcionem a visão da 2ª temporada.

 

 

 

 

 

 

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publicado às 10:46


3 comentários

De poetaporkedeusker a 09.09.2016 às 11:26

Não tenho acompanhado a série, infelizmente...

Ao trabalho de produção poética - infindo... - juntaram-se as dificuldades de saúde - sobretudo ao nível da mobilidade, o que confere uma imensa lentidão a tudo o que faço... - e o triste facto de adormecer, sempre que decido parar e descansar um pouco no sofá que fica frente ao pequeno ecrã...

Fraterno abraço!

De Francisco Carita Mata a 17.09.2016 às 11:51

Olá, bom dia!
A série é interessante, mas gostei mais da primeira temporada.
Os problemas de saúde só quem os padece sabe avaliar devidamente. Desejo-lhe boas melhoras.
Continue a escrever e trabalhar a sua escrita.
Aprecio ler os seus poemas.
Peço desculpa por só agora responder.
Saudações amistosas e poéticas.
Francisco Carita Mata

De poetaporkedeusker a 18.09.2016 às 09:16

Saudações poéticas amigo Francisco!

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Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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