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“El Príncipe” – Episódio 9

por Francisco Carita Mata, em 06.09.16

Série Espanhola na RTP2

(2ª feira – 05/09/16)

 

“La noche más larga”

“A noite mais longa”

 

 

Questões que levantei na narração do episódio oito:

- Fátima vai ou não colaborar com o CNI?

- E retoma o namoro com Javier?

- E qual o papel de Khaled?

- E Morey vai continuar a trabalhar com o CNI?

- E Quilez e Fran, como se vão entender?

- E como se aguentará, ou não, Quilez com o remorso?

- E qual a função real de Omar?

- Recrutará ou não o jovem desamparado Driss?!

(…)

 

Fátima e Javier in. www.hotel-r.net.jpg

 

E vou tentar responder a algumas questões levantadas na última análise, sobre o oitavo episódio.

Se Fátima vai colaborar com o C.N.I.?

Claro que vai. Convencida por Morey, que entre ambos há toda uma química que já não os permite separar. Nem séculos de desentendimentos e convenções estereotipadas, nem o medo de represálias do irmão tradicionalista e belicoso, talvez apenas o possível desgosto provocado à mãe e ao pai, a fizesse recuar. E há sempre, e também, a secreta esperança de encontrar vivo o irmão “Abdu”.

Fátima acedeu a colaborar e foi uma longa noite, título do episódio, em que Morey, Javier, lhe esteve a ensinar como clonar o telemóvel de Omar, o recrutador, no Centro Cívico, de jovens para o Paraíso!

Clonagem que será efetuada numa próxima reunião a realizar na manhã seguinte, pelas nove horas, no Centro Cívico, a que Omar também comparecerá.

Reunião supostamente convocada superiormente sobre um pedido de subsídio efetuado e que contará com a presença de uma técnica superior da União Europeia, que se deslocará propositadamente a Ceuta, para analisar a candidatura proposta.

Nem mais nem menos que Carvajal, a técnica do CNI, que está a substituir Morey.

 

Se Fátima retoma o namoro com Javier?

Esse enlevo e ligação está por demais destinado.

E ninguém foge ao Destino!

 

Com o que já referimos anteriormente, constata-se que Morey vai continuar a trabalhar no CNI. Nem o Centro poderia passar sem ele, dados todos os conhecimentos que obteve. Nem ele sem o trabalho.

 

E lembremos o que lhe disse o pai, no episódio anterior, quando ele, hipoteticamente despedido, foi visitar o progenitor, aproveitando a ida a Madrid.

Aquele, viúvo desde os seis anos de Morey, lamentou que este poucas vezes o visitasse.

Não lhe passou despercebido que o filho não estaria bem, insistiu se seria alguma mulher…

“… a vida, sozinho, custa mais…”

Se seria o trabalho…

“… se não fazes alguma coisa depressa, esse trabalho vai levar-te à condenação!”

Um pouco mais tarde, entregar-lhe-ia o anel que ele próprio ofereceu à esposa, quando nasceu Javier.

“- Para dares à Mãe dos teus filhos!”

 

E foi nesse anel que Morey pegou, nas vezes que abriu a gaveta das papeladas confidenciais, nessa noite mais longa.

Virá a ofertá-lo a Fátima?

(…)

 

E nessa noite de ausência de Fátima, no apartamento de Morey, muito procurada ela foi. Pelo irmão Faruq, insistentemente, e pelo namorado Khaled.

Que estava no hospital com um miúdo do Centro Cívico, lhes dissera.

 

Faruq, raposa matreira, não se deixou convencer e, após contactos e mais contactos, dirigiu-se ao hospital onde constatou ausência de suposto doente, cujo pai também já apalpara. Um coitado, transido de medo e subserviência, face ao barão local da droga.

Aproveitando uma momentânea ligação do telemóvel da irmã, Faruq, juntamente com o guarda-costas, plantou-se no apartamento de Morey, ou não fora ele especialista no crime.

 

Valeu aos amados também a vigilância do CNI e respetiva agente Carvajal.

 

E, na manhã seguinte, também os do Centro providenciaram uma proverbial saída dos amantes, sem se terem amado nessa longa noite, frise-se.

Fátima não podia faltar à reunião.

E, providencialmente, nessa manhã, um corpanzil, supostamente bêbedo, surgiu na rua a interpelar o guarda-costas que ficara de plantão à entrada do prédio, por ordem do patrão Faruq.

Que queria os cem euros que o outro lhe devia e torna e deixa, envolveram-se à pancada, aproveitando o casalinho para sair e comparecer na reunião.

 

E a reunião realizou-se e Fátima conseguiu o pretendido, na sequência de variadas peripécias, que só vendo!

Teve a ajuda e colaboração providencial de Fran, que acedeu ao pedido e ordem de Morey, para estar presente nessa reunião e cujo papel foi marcante para o desfecho pretendido.

 

E com essa falsificação no telemóvel de Omar puderam aceder a múltiplas e preocupantes informações!

 

Outra questão levantada referia-se ao relacionamento entre Fran e Quilez, após aquele ter conhecimento que fora o filho deste, Jota, que matara o seu filho, Alberto.

 

Foram cenas marcantes, que envolveram ambos os policiais, o delinquente Jota, a mãe deste e mulher de Quilez, que desconhecia que fora o filho que matara Alberto!

 

E relevante também, trágica(?), a despedida de Raquel, mulher de Fran, que abalará para Málaga, desconhecedora de todas as novas descobertas, que o marido não conseguiu contar-lhe a verdade.

Compareceram todos, Quilez, inclusive, que Fran o foi buscar em momento providencial, quando aquele se preparava para meter um balázio na boca.

“…

- Não te passe pela cabeça matares-te. Era demasiado fácil!

…”

(Fácil, no sentido de enfrentar o remorso, a culpa e as agruras da vida e aturar um filho mimado, desobediente e aprendiz de criminoso…

Que tarde demais o pai lhe deu uns tabefes!)

 

E sobre jovens perdidos…

Omar recebeu ordens de preparar Driss para o sacrifício, que o chefão chegará amanhã, que será hoje, na apresentação do décimo episódio.

 

E ainda no nono, Fátima e Morey, no carro, falavam na cabana, na montanha coberta de neve.

(Não será a cabana do J. Cid, que essa é junto à praia.)

Cada um tem as suas bizarrias. E a de Morey envolve neve, que Fátima nunca viu!

“- É branca, brilhante e, quando lhe tocas, queima.” Contou Morey.

E beijaram-se.

E Faruq, feito bisbilhoteiro, a ver!

 

E muita coisa fica por contar!

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publicado às 17:56



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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