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"El Príncipe" - Temporada 2 – Episódio 1

por Francisco Carita Mata, em 13.09.16

Série  Espanhola

RTP2

(2ª feira – 12/09/2016)

 

Iniciou-se, ontem, 2ª feira, 12 de Setembro, a 2ª Temporada da Série.

 

E eu, que andava entusiamado para observar como se ia desenrolar e iniciar esta segunda temporada, quase não vi o primeiro episódio. Haverá, portanto, lacunas na minha narração. Como aliás é costume, dir-me-á, mesmo quando visualizo a totalidade dos episódios.

 

Do que vi e que retevi de memória, parece, talvez seja impressão minha, que não surgiram assim, grandes, grandes surpresas.

 

artistas el principe in. pt.klear.com

 

A “nossa querida Fatucha” passou a ser a Srª Ben Barek, que se casou com o primo, agora marido. Vive numa “bruta vivenda”, é assim que se diz em gíria, na cidade de Ceuta, com vistas para a cidade e para o mar. Tem duas empregadas às suas ordens, ou do marido, que veremos. Uma será a criada de dentro e a outra a de fora. Ou eu me engano ou uma fala francês, não sei se toca piano!

 

Khaled é dono de uma grande construtora, para além de chefão do Akhrab e também barão da droga, cujo dinheiro usa para financiar as operações terroristas.

Estruturou um conjunto de operações no âmbito da droga, que provocaram a guerra entre os dois bandos de narcotraficantes existentes: o de Faruq e o de Aníbal.

 

O que traz toda a gente em polvorosa no Bairro, confunde os polícias, agora chefiados pelo personagem do polícia "betinho", de fato e gravata, cismado na prisão e confissão de Faruq, sobre os assassinatos ocorridos. Personagem fora do contexto ambiental do bairro, sem quaisquer simpatias na esquadra e alvo do ódio de estimação de Fran, que discorda dos seus métodos e modos de ser.

Acabará por sair de cena, tal como na primeira temporada e para isso contribuiu a ação de Morey, que, para ter a colaboração de Fran, logo lhe prometeu que removeria tal impecilho. O que ao acontecer lhe deu direito a um murrázio de Fran, pois que ao analisar as mortes ocorridas no bairro, cismara que eram de criminosos diferentes e fizera insinuações sobre a idoneidade de Fran, que sabemos ser incorruptível.

Ao provar-se que, afinal, eram provocadas pelo mesmo tipo de bala e arma, logo a mesma autoria, ganhou o prémio, que foi  a agressão de Fran, com aplauso de toda a esquadra.

 

A chefia da esquadra e consequente investigação dos crimes e da sua ligação com o terrorismo será o leit-motiv dos próximos episódios, digo eu. A chefia, repito, voltou a ser de Morey. O que também não nos traz surpresas.

 

Este voltou a pedir a colaboração de Fátima e, esta, apesar de casada e vigiada, não resistiu e foi-se encontrar com o ex-amado, nas muralhas da Cidade.

E, aí, disse-lhe o que era esperado, face ao facto de ele ter morto o irmão “Abdu”. E que Khaled era uma boa pessoa.

Morey respondeu-lhe que não deixara de a mar nem um segundo.

Nada de inovações, portanto.

 

Todavia, Fátima não deixou de testar o marido, ao contar-lhe que, contrariamente ao que lhe dissera que iria ao velório da jovem assassinada, se fora encontrar com Morey e o que este lhe contara sobre o próprio. Khaled disfarçou o melhor que pôde e abraçou-a, mas ficou algo apreensivo.

 

Estes enredos irão certamente desenvolver-se na narrativa e Fátima continuará a ter um papel principal, sendo que Khaled também ganhará protagonismo.

 

No CNI, Serra continua a chefiar. Talvez nos traga surpresas!

 

Nesse enquadramento, pareceu-me ver uma nova agente, que, julgo, irá incendiar brasas.

 

Uma outra ou a mesma personagem, que não pude ver muito bem, como já frisei, parece-me ser a atriz galega que, na série “Hospital Real”, desempenhou o papel de filha do fidalgo e da fidalga, Dona Elvira, irmã do herói e médico jovem; cujo marido lhe batia e que amava um oficial do exército, que esteve algum tempo hospitalizado e que também nutria simpatias pela nossa Ollala!

(Desculpe-me este modo de contar, mas é o que me lembro assim de cor, sem recurso a qualquer pesquisa. Se, de facto for, hei-de informar-me melhor!)

 

Outra personagem nova, agora apresentada, é a mãe do traficante Aníbal, Mamã Tere (?), que talvez traga algum colorido à narrativa e que, perante as mortes e crimes ocorridos no Bairro, se referiu à suposição de que algum peixe mais graúdo quer comer os peixes mais pequenos. Metáfora corrente nestes casos e que sabemos ser verdadeira e quem constitui e chefia esse terceiro peixe, graúdo.

E quem é o homem de mão, um ruivo, às ordens de um capanga de Khaled.

 

E estes foram alguns tópicos que observei neste primeiro episódio desta segunda temporada e que poderão estruturar e orientar a narrativa.

Muito incompletos…

 

Outros factos surgirão dando “pica” ao enredo, para não defraudar as nossas expetativas!

 

Um dos aspetos que me falhou, talvez por não ter visualizado tudo, foi o hiato temporal que separa a narrativa entre as duas temporadas.

Terá sido algum tempo, pelo menos o suficiente para Khaled construir a mansão, com todos os effes e erres, não acha?! 

 

Aguardemos!

 

 

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publicado às 12:05



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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