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“El Príncipe” – Temporada 2 - Episódio 11

por Francisco Carita Mata, em 27.09.16

 

Série Espanhola - RTP2

 

(2ª feira – 26 de Setembro 2016)

 

Vou iniciar este texto pelo que abordei no final do último post, frisando que a série continua ainda na 2ª Temporada, no episódio 11.

 

E sobre a dúvida com que ficáramos sobre quem teria sido morto, naquele duelo à sombra, entre paredes de edifício abandonado, e para que não fiquemos mais na expectativa, informamos que o nosso herói, Morey, matou a “assassina” contratada, Laura Hidalgo, em legítima defesa.

 

Grande frustração foi a de Serra, apesar de bem disfarçada.

Mas não durou muito esse disfarce que, Morey e Fran, através de um estratagema inteligente, confirmaram convincentemente as suspeitas, quase certezas, que já tinham.

 

Aliás, Hidalgo, antes do tiro de misericórdia, disparado por Morey, ainda teve tempo de avisá-lo que Serra era um traidor e que haveria de acabar com ele.

Confrontado com esta afirmação, Serra bem resfolegou, negando, que a agente os queria virar um contra o outro.

 

Constatamos que, de momento, e até novidades, dos agentes do CNI, em Ceuta, restam apenas os dois referidos. Se todas as instituições assim funcionassem era uma verdadeira razia.

No final do episódio, Serra, ao regressar a casa, para junto dos filhos e da mulher, teve mais uma visita de todo inesperada.

Na sequência da confirmação das suas suspeitas, Morey pespega-se-lhe na própria casa madrilena e irá confrontá-lo da sua traição e de se ter vendido aos franceses, perante a própria esposa.

Mas esta parte apenas veremos no episódio que será transmitido hoje.

A temática associada às ações do CNI foram um dos assuntos que estruturaram o desenrolar do enredo neste episódio.

Fixei o nome do chefão que “dá ordens” a Serra. Chama-se Robledo.                 

 

Trio Principe in. vertele.com

 

Neste contexto e enquadramento, constatamos que Morey na sua ação, apenas pode verdadeiramente contar com Fran, que lhe reafirmou o seu apoio, para além de Fátima, esta em permanente perigo, já que vive no covil do lobo, o seu marido Khaled. (Perdoem-me os lobos esta analogia ancestral!)

No decurso do episódio, o nosso super agente resolveu recrutar mais uma colaboradora. A imprevisível Mati, que se tem revelado como uma leal e perspicaz investigadora, apesar daqueles comportamentos por vezes paralisantes.

Desde logo, e mal chegou à esquadra, pôs o colega Samy no devido lugar e confrontou Fran sobre as suas sonegações informativas.

Veremos no que vai dar a sua atuação.               

 

Um dos fios condutores da narrativa, neste décimo primeiro episódio, só podia ter sido a busca das raparigas que acorreram à “chamada”, do jovem louro e ex cristão, Sérgio, convertido em islamita e renomeado Mohamed.

Nessa busca e antes que as moçoilas “viúvas” fossem retiradas de Tânger, em Marrocos e enviadas para a Síria, intervieram, em aliança estratégica, e diferentes campos de ação, personagens contraditórios.

Para além dos elementos da esquadra, Fran e Morey, também Serra, do CNI, que já sabemos se ter vendido e também Faruq, pois a sua irmã Nayat compunha o elenco de meninas destinadas a “servas”.

Uma cena, bem à americana, de que resultou a morte de vários sequestradores, a ameaça de morte a uma das meninas, por um dos que escapara ao tiroteio inicial, que quase paralisou os nossos agentes, mas que Morey e Fran, com a sua argúcia, e Faruq com o seu sentido de oportunidade, conseguiram neutralizar e mais um que enviaram para o cangalheiro, ou para as águas do Estreito, como é costume na região. Que tudo acaba em água salgada!

Destapado o rosto da menina, julgaríamos ser Nayat, e era outra rapariga!

 

Nayat também não estava entre as restantes. Nem Nasirah, que nunca apareceu.

À miúda caçula dos Ben Barek valeu a esperteza do cunhado Khaled, que já se apresentara com ela sã e salva à Família que ele tanto preza e que se lhe rendeu agradecidíssima. Enquanto os outros se digladiavam aos tiros com os sequestradores, apresentara-se ele, como salvador da menina, junto da sogra, cunhada e mulher.

Só esta percebeu o embuste e confirmou o que já sabe. Que Khaled é o xeque, chefe local da Akrab, em Ceuta.

O irmão, Faruq, no findar da refrega, receberia uma mensagem telemóvel, com a selfie de Nayat e Fátima.

Querem melhor modernidade?! Tudo à distância de um clique!!

Também este sabe até demais quem é o cunhado, a ponto de lamentar que tivesse pugnado pelo casamento da irmã com tal personagem e estar a pensar, muito seriamente, em retirar a família toda para outro lugar, onde possam viver de forma mais segura e até aceitar a possível ajuda de Morey, com quem também se aliou tática e estrategicamente.

Aliás, Faruq alia-se com quem lhe convém!

Como todos os outros, diga-se!

 

E, queiramos ou não, falar de “El Príncipe” é também e sempre abordar a temática da droga.

Sabemos que Faruq, agora, é o rei do narcotráfico no Bairro.

Mas o primo, de nome Paco, tem mais ambições do que parece, não pretende apenas ser subchefe e braço destro de Faruq, destronando El Tripas.

Apareceu um novo personagem, julgo que chamado Paquito, que lhe veio pedir contas sobre os projetos que lhe haviam encomendado, que estão a abarrotar de coca… Apareceu El Tripas e, mal este se descuidou, estava com uns tirázios no buxo e estrebuchando no chão.

Esta cena foi presenciada pela cozinheira de Fátima, que, por esse facto, Paquito também a queria mandar para o outro mundo!

Discordando, Paco passou-lhe a ele a guia de embarque e Paquito haverá de ser enviado para as profundezas do mar, que será essa a ordem do chefe Faruq.

A este, Paco contou apenas uma parte da estória, o seu conto.

Que quem conta um conto…

Já retirado Paquito e apenas El Tripas estendido no chão, chamariam a polícia, acorrendo Fran, Mati e Morey, aos quais foi contada outra versão, ainda mais parcial e parcelar, da estória.

E ficaram os agentes investigando, tentando conjeturar sobre a nulidade do direito à reforma do adjunto de Faruq.

Que se cuide este ou também não terá direito a ela.

(Também não sabemos se esse pessoal desconta ou não para a Segurança Social!)

 

A cena foi também mais uma oportunidade para os criminosos passarem a perna aos policiais e para estes serem invetivados pela sua inoperância!

 

E este meu conto também fica por aqui, com muito ainda por contar.

Que pouco já falta para ser transmitido o 12º episódio!

 

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publicado às 20:53



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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