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“El Príncipe” - Temporada 2 - Episódio 14

por Francisco Carita Mata, em 03.10.16

 Série Espanhola – RTP2

(5ª feira - 29/09/2016)

Caríssimo/a leitor/a

 

Tarde, porque “mais vale tarde que nunca”, mas ainda em boa hora, aventuro-me, narrando sobre a série.

Apenas sobre o décimo quarto episódio, que o décimo quinto não vi e já sabe que funciono à moda antiga. Não volto aos programas gravados automaticamente, como se essa funcionalidade não existisse.

Tentarei abordar sinteticamente alguns dos planos em que se move a narrativa:

CNI, esquadra, bairro, Akrad, tráfico, família, romance.

 

Os media divulgaram a notícia de que o modo de travessia do Estreito será através de um túnel, que foi essa a proposta que a União Europeia decidiu financiar.

 

Khaled, que já ganhara através dos franceses, às escondidas, muito ou pouco que não o contei, jogou, a descoberto, nas duas frentes e também se candidatou a um centro comercial à boca do túnel, em Marrocos!

Por baixo da mesa, mantem o móbil do crime, ainda que os franceses e os espanhóis vendidos achem que os atentados da Akrad irão terminar.

Mas não é isso que os chefes da organização terrorista projetam.

Com a mulher decidiu dar-lhe aparentemente mais liberdade: a de sair, mas na sua companhia!

De mão dada, visitam a família, aproveitando para se despedirem de Nayat, que irá para colégio interno em Sevilha, mas com telemóvel oferecido pelo cunhado.

 

Morey, como bom profissional e herói com valores, ajudou a mulher de Serra, que não tem culpa das falcatruas do marido, a procurar uma conta onde ele guardava dinheiro.

Pelo meio, ela ainda se questionou sobre a respetiva origem, que também não sabemos o destino que terá, pois igualmente desconhecemos se lhe conseguirão deitar a mão. De qualquer modo, Morey teve acesso aos registos e assim pôde aceder à possibilidade de descortinar como Robledo e eventualmente outros chefões fariam as respetivas transferências para um banco nas Ilhas Caimão. Nem mais e sempre os famigerados “paraísos fiscais”.

Isto, se no CNI não bloquearem os respetivos acessos ou fecharem, entretanto, as contas.

 

Bloqueando ou não, no CNI, Robledo resolve golpear Morey de forma mais vil, que matá-lo seria dar muito nas vistas e os heróis não podem morrer. Senão como continuaria o seriado?! Engendrou um plano artificioso.

Resolveram difamar Morey, como um vendido, fornecedor de informações aos terroristas e divulgaram essa notícia em todos os canais televisivos!

Queimaram-no, a melhor forma de o matar, continuando vivo, mas sem poder trabalhar e investigar.

Teve ordem imediata de regressar a Madrid. Mas antes ainda induziu Faruq a ir buscar os explosivos que estão em casa de Khaled.

 

Mas até lá terem chegado, os ditos explosivos deram muitas voltas…

Hazam, que já roubara uma vez, já aprendera a mentir, já estava integrado e aceite no meio e no modo de vida do Bairro, conforme queria, estava incumbido de localizar os explosivos na obra, mudados de sítio, após esse primeiro roubo.

Após localizá-los, nem mais nem menos, à vista de toda a gente, isto é, num contentor do lixo das obras; recebeu ordens de Faruq e Morey, dupla estranha a trabalhar em conjunto, digo, recebeu ordem deste duo improvável, de fotografá-los e lhes colocar um localizador.

Esta segunda tarefa foi executada, mas o rapaz, na pressa, esqueceu-se da primeira. Para esse fim, voltou novamente ao contentor, fotografou e enviou mensagem, recebida por Morey.

 

Só que, entretanto, há sempre um entretanto, Ismail e o outro servente voltaram e apanharam-no com a mão na massa e não houve perdão, que ele já era reincidente.

O outro rapaz, um corpanzil de urso, deu-lhe quantos pontapés quis, por tudo quanto é sítio, especialmente na cabeça. Deixou-o morto ou quase, e levaram-no para um arrabalde da cidade, escondendo-o no cano de saída das águas pluviais para uma barragem.

Supostamente aí apodreceria e, quando chovesse, seria arrastado para a água.

 

Toda esta cena final, da deposição do corpo, aparentemente morto, no cano da água, foi presenciada por Fran e Mati, que os haviam perseguido à distância, dado que eles também levaram os explosivos, onde Hazam conseguira acoplar o localizador.

Mal Ismail e o servente abalaram, os polícias foram retirar o corpo de Hazam e, após várias tentativas de reanimação, o rapaz recuperou, sendo levado para o hospital, onde deu entrada com identidade falsa.

 

Como pelos vistos os explosivos na obra estavam sempre a desaparecer, Ismail achou por bem guardá-los em casa do xeque Khaled.

Mas nem aí eles estavam sossegados, que, como vimos, foi ao cofre da casa do cunhado que Faruq os foi buscar, mas não teve sorte nenhuma, pois foi apanhado e, pelos vistos, irá para a prisão.

 

E com tudo isto estou a encurtar a narração, que me desculpe a narrativa!

 

Também soubemos que Khaled já oferecera a Paco trinta mil, para este matar Faruq.

 

in. melty.es.jpg

 

E ainda que Fati e Khaled foram dialogar com Javier, na própria esquadra, que não havia melhor local para essa conversa e aí ficou selado que a mocinha ficaria não com o herói, mas sim com o vilão.

E você acha bem?!

 

E dir-me-á, caro/a leitor/a, que sabe muito mais que eu, porque viu o décimo quinto episódio e eu não!

 

O que é inteiramente verdade.

 

Mas, hoje, vou-me esforçar por ver o décimo sexto episódio!

 

Até breve, que não esqueci o “Serão Alentejano”!

 

 

 

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publicado às 19:26



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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