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“El Princípe” - Temporada 2 – Episódio 5

por Francisco Carita Mata, em 19.09.16

Série Espanhola

RTP2

 

el principe In. www.telecinco.es.jpg

 

Nesta segunda temporada já decorreram cinco episódios.

 

Globalmente poderemos dizer que o enredo se desenrola fundamentalmente em função do terrorismo e dos seus mentores, a organização Akrab.

 

A “Missão” principal de Morey, integrado na estrutura do CNI, é precisamente essa: combater o terrorismo. Subordinado às ordens de Serra, coadjuvados informaticamente, pelo imprescindível Lopez.

Agora também a célebre agente Hidalgo, Laura; de facto a atriz  Nerea Barros, que protagonizou a irmã do médico Dom Daniel Alvarez de Castro, na série “Hospital Real”, que a RTP2 transmitia há um ano e que foi de grande sucesso. O capitão Ulloa era o seu namorado, mas não me lembro do nome da personagem da atriz, filha de Dona Elvira. Mas isto também não interessa muito, que falamos de “El Príncipe” e não de “Hospital Real”.

 

Os agentes do CNI, mercê da ação de Morey, têm também em  estreita colaboração o chefe da esquadra, Fran.

Numa ação imprescíndivel, agindo muitas vezes com algum desconhecimento dos outros agentes em serviço, que nalguns campos se sentem um pouco relegados para um segundo plano, caso mais acentuado em Quílez.

A atitude de desconfiança e mal estar entre os vários agentes é comum nos vários campos.

 

E, voltando ao CNI, Morey desconfia  da agente Laura Hidalgo, situação cada vez mais confirmada. Também entre os outros agentes reina uma certa desconfiança.

 

Quem é realmente quem, o que faz e de facto pretende, o que oculta ou revela e ao serviço de quem efetivamente “trabalha” são questões que se levantam aos próprios e a nós também como espetadores.

 

Na superestrutura da Akrab também essa situação acontece. Qual o verdadeiro papel de Khaled?! Agente terrorista ou infiltrado?!

Já sabemos que age a mando de um outro terrorista, sediado na Síria, de nome Marwan, de quem recebe ordens via telemóvel. E que o avalia e avaliza ou não, conforme as respetivas ações.

Entre eles há um intermediário, Nasser, que foi a Ceuta, buscar dinheiro obtido com o negócio da droga, que Khaled dirige, através de um galego e do filho, cujo homem de mão fora um ruivo, que o galego mandou, cravado de balas, para um contentor no Bairro El Príncipe, quando já não precisava dos respetivos serviços.

 

Este clima de terror reina nos vários grupos de narcotraficantes, os rivais Faruq e Aníbal estão desorientados, face à luta que lhes é movida por este novo “peixe graúdo”, como  Mamá Tere classificara esse terceiro grupo de negociantes de droga, e que acabaria assassinada precisamente por um dos seus elementos.

Desesperado, o filho, Aníbal, raptou a filha de Fran, chantageou-o para este matar o galego, a que Fran  não acedeu, incompreensivelmente aos olhos de Quílez.

Em cenas rocambolescas  ou “rambolescas”, Fran conseguiu resgatar a filha, entretanto fugida à prisão de Aníbal, que foi morto por Fran, em legítima defesa, mas de uma forma exagerada, o que certamente lhe trará dissabores institucionais, que o polícia “betinho” continua à espreita, aproveitando as suas fraquezas.

 

E estes policiais têm muito que se lhes diga na forma como atuam entre si e principalmente como lidam com os criminosos.

Mati aparece nesta segunda temporada com um novo visual e também com modificações comportamentais e atitudinais, algo preocupantes. Esperemos que não derrape completamente. Precisa nitidamente de apoio psicológico!

 

No meio de todas estas embrulhadas está a protagonista feminina, Fátima Ben Barek. Inicialmente revoltada contra Morey, tem vindo a compreender mais e melhor sobre a lama em que o marido se move e os crimes que ele engendra e executa de forma impessoal, à distância de um clique e de uma ordem via telemóvel.

Arrisca-se demasiado e, conforme era previsto, meteu-se numa enormíssima alhada, quase foi morta por esse Nasser vindo dos confins do inferno, na busca de passaportes de jovens inocentes para o paraíso e não sabemos como se irá safar, que só o futuro episódio nos revelará o desfecho.

 

E findo esta narração incompletíssima, pedindo desculpa por narrativa tão parcelar e tão tardia!

Agradeço-lhe leitor/a, pela amabilidade e paciência de me acompanhar nestas escritas!

 

 

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publicado às 15:35



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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