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Episódio 4 – “Hospital Real”

por Francisco Carita Mata, em 04.09.15

E a “criatura” voltou-se contra o “criador”!

 

pt.wikipedia.org.jpg 

Duarte, o moço de fretes, penso que é esta a respetiva função institucional, “pau-para-toda-a-obra” (aparentemente!), matou o seu mandante, o fidalgo falido, Dom Leopoldo Castro, senhor de Bastavales! Assassinou-o, com requintes de malvadez e crueldade, fazendo-o  conforme este pedira que fizesse a Dona Irene e o “serial-killer” executara nos outros dois assassinatos.

Agora, diretamente às ordens do verdadeiro mandante, o Alcaide da Cidade.

E, agora, vamos para o Hospital Real!”, frisou este último.

Todo este desenrolar do enredo, sabemos nós. Que a equipa de investigação está muito parada neste aspeto. Pouco mais deduziu. Esperemos que avancem no episódio de hoje.

Também esteve muito ocupada com outras ocorrências no Hospital. O envenenamento do despenseiro, da sua mulher, a cozinheira e do respetivo cão.

Animal que permitiu, ao cirurgião-mor, descobrir a causa das mortes, através da autópsia, visto que nos humanos ela não era autorizada!

E permitiu salvar os doentes que iriam comer da mesma comida. Envenenada ou simples desajuste na conservação do peixe, o causador das mortes?!

Então este último assassinato, o de Dom Leopoldo, assoberbou completamente a equipa de investigação!

Ah, afinal, o “pau mandado” da enfermeira-chefe, Duarte, não é mudo!

Que mais surpresas nos estarão para ser reveladas por esta personagem de “serial-killer”, “homem de mão” às ordens de outros, mas que é muito mais autónomo do que o julgam?!

Ficam-nos ainda muitas deixas sobre outras personagens…

A mulher do nobre falido, com um papel cada vez mais interveniente, na estrutura narrativa e na sua própria vida.

O amante da filha, militar e sobrinho do Intendente…

O boticário e a respetiva amada por quem agora ele se começa a interessar.

O administrador do Hospital e o seu relacionamento com a fornecedora dos víveres. Relacionamento comercial, por enquanto, apenas…

E o par romântico: o novel médico e a aprendiz de enfermeira…

Mas se eu fosse a narrar todos os pormenores, perder-se-ia o interesse em formular uma opinião pessoal. Que isto de contos, como diz o ditado: “Quem conta um conto, acrescenta um ponto.” E cada um de nós tem a sua visão pessoal e personalizada. E um enfoque mais ou menos direcionado para aspetos peculiares da narrativa. E ainda bem!

Pois, então, vejamos o quinto episódio, que vai começar em breve!

 Nota Final: Pintura - "Pórtico da Glória", da Catedral de Santiago. De Jenero Pérez Villaamil, 1849. In wikipedia.

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publicado às 20:26



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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