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FACHADA

por Francisco Carita Mata, em 26.01.15

FACHADA

 

El toro se quedava solo

Solo e lejos. Mas tan cerca

 

Na paisagem de colinas rasas

Lavouras. Vinhedos. Oliveiras.

De horizontes infinitos

O touro nos impunha

A sua presença altiva.

 

Quanto mais perto… Mais imponente!

 

E entonces se podia leer

Osborne – Cherry & Brand.

 

E se pasava el toro

Que se quedava solo.

 

Olhando atrás… Se mirava

Um placard assente sobre estacas.

 

Un toro

 

Un toro… una fachada!

 

 

Escrito em 1986.

Publicado em: Boletim Cultural Nº 51 do Círculo Nacional D’Arte e Poesia, Junho 1998.

 

touro osborne cherry & brand wikipédia.jpg

 

 

 

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publicado às 11:30



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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