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“Fortitude” - Série Britânica - Episódio IV

por Francisco Carita Mata, em 25.09.15

“Fortitude” - Episódio IV - 5ª Feira – 24/09/2015 - RTP2

 

O ADN nunca mente!

“Glethi” – A Loucura à solta!

 

Dan in cien megas.es. series.jpg

 

Dan ficou como que louco, possesso de um estado de espírito, que não era apenas efeito da exaltação própria de “glethi”, nem da informação recebida. Toda a raiva e rancor recalcados, testosterona acumulada, de macho preterido por Elena, amante de Frank Sutter, voltou-se contra este. Entrou tresloucado no hotel, dirigindo-se ao andar superior, aos aposentos de Elena e ninho de amor do casal. Desta vez não se ficou apenas ouvindo os gemidos e, de rompante, entrou no quarto da fogosa espanhola, diria que os encontrava no leito, enroscados… Mas não. A moça folhearia umas revistas, a entreter-se. O namorado, agora companheiro, estava no duche.

Dan, o xerife, atirou-se-lhe como touro enraivecido, que viesse das terras da hoteleira, bateu em Frank, esmurrou-o, derrubou-o no poliban, deixou-a a sangrar e não o matou logo ali, que a rapariga interveio, ele também se desequilibrou e quem acabou por se duchar vestido e fardado foi ele mesmo.

 

E o que acontecera que tal desacato originara?!

 

Eric, policial coadjutor de Dan e marido de Hildur, a governadora, fora a casa de Frank, aonde agora apenas morava a esposa, Jules, que o marido abandonara a casa. E o filho, Liam, estava hospitalizado, não melhorara, e até convulsões tivera…

Com Jules conversara, da vida, da vida dele, conversas de circunstância ou não, que não sei se a sua ida fora intencional, ou com que intenção, se foi profissional ou com outros objetivos. Fossem quais eles fossem, ele foi à casa de banho, vasculhou os perfumes, que até experimentou e abriu o balde da roupa suja e nele encontrou uma t-shirt de Frank, toda ensanguentada.

Tamanha descoberta esta, que após analisada no laboratório da polícia, se revelou que, na t-shirt, os vestígios de sangue eram humanos.

 

E sabedor desta notícia, uma bomba, Dan, de cabeça quente, sangue a ferver, encolerizado, teve o procedimento que teve e já descrito anteriormente.

Comportamento observado pelos seus colegas polícias, uma das jovens e o próprio Eric, para além de Morton, que calmamente fazia a barba e que mal tivera tempo de acabar.

 

E estes foram praticamente os últimos acontecimentos ocorridos no episódio e que deixaram todos os que os observaram intrigados, perplexos e embasbacados.

 

Aguardemos o que se seguirá no episódio de hoje, o quinto.

 

Fortitude cien megas.es series.jpg

 

Dan e Frank fazem parte da mesma “equipa de busca e resgate” e haviam estado a colaborar juntamente na procura de Ronnie que fugira com a filha.

A fuga deste não seria uma simples fuga, que descobriram que Ronnie sofria de psicose e por isso era medicado, mas ao fugir não levara os medicamentos, daí a comunidade ainda ficou mais preocupada. Através do GPS conseguiram decifrar a rota do barco em que ele fugira, que ele avançara e recuara e Dan e Frank acabaram por localizar o barco ao largo, numa baía, a meio de uma paisagem soberba de imensidão e encanto! Mas entrando no mesmo, de pistolas apontadas, que aquela gente atá há pouco pacífica, andava toda stressada, no barco, de vida só acharam o coelhinho branco de Carrie. De pai e filha nem sinal.

Estes caminhavam a pé, julgo que na própria ilha e dirigiram-se para um abrigo guardado por huskys, cães que são ferozes com os ursos, mas nunca atacam os homens, assim Ronnie tranquilizou a filha, quando a levou para o abrigo e lhe pediu que fizesse comida, enquanto ele iria buscar algo para lhe fazer uma surpresa. E foi ao casarão onde ele e Jason têm o mamute escondido e a este cortou um dente, enorme, que assim eram os dentes dos mamutes, e trouxe à filha, que identificou a surpresa como sendo do “monstro”.

 

Anteriormente Jason, que também fora libertado por falta de provas, também estivera nesse armazém, casarão ou lá o que seja, a confirmar se “o monstro” de Carrie, ainda lá estaria.

E antes de lá ter ido, já fora visitar Natalie, com saudades certamente e a comunicar-lhe a sua libertação, estando ela ainda às voltas com o dente do mamute, que isto de um dente com 32000 anos, confirmados por ela, tem muito que se lhe conte.

E ela quis saber, e agora coadjuvada por Vincent, o novo cientista, que também já fora suspeito do assassinato, tal como Jason, quiseram ambos saber, se haveria mais, além de apenas o dente, e onde estaria o resto e se haveria um mamute na ilha, o que seria algo inédito, que aquela ilha estava a ser uma descoberta!

E Jason deu uma resposta desajeitada, de qualquer coisa a ver com as coisas e loisas que havia no sótão, de um tio qualquer.

 

Jason e Vincent, pelo menos por agora, pareciam livres da suspeita de assassinos, que nesta fase parece recair em Frank.

Já o professor de que falámos no episódio anterior e que almoçava com a namorada no hotel de Elena, para essa pista apontara. Investigar Sutter. Essa gente que esteve no Afeganistão… e com o dedo indicara para a testa, em sinal de doideira.

 

E pegando nesta deixa de doidice, quem se sente endoidecer, mas de desespero, de impotência, de remorso, culpabilização, de raiva, por não conseguir controlar o Destino, como faria se usasse o obliterador da sua máquina fotográfica, quem se sente assim é Henry, fotógrafo, que o cancro avança inexorável, que a culpa e remorso de ter morto Billy, doem mais que a doença, e o desespero de não poder ficar eternamente na terra que escolheu, ainda o martiriza mais, ter que regressar ao continente, que, na ilha, as doenças não morrem na terra…

Aos tiros numa cabana acabada de velha, de rifle em punho, ameaçando quem entrasse. E Dan, o xerife, entrou, que é amigo de Henry, o compreende e aceita, outra alma perdida nessa terra gelada dos confins da terra, que se entranha nos ossos, nas carnes, como o frio e o gelo que tudo preserva. Que uma vez nela entrando, para sempre se quer ficar, que a terra nem come os que nela ficam, antes os acolhe e guarda eternamente no seu seio, como fez ao mamute, “monstro” de Carrie.

E Henry entregou o rifle a Dan e lhe pediu que o matasse. Mas Dan não matou, quem ele terá querido matar foi Frank, o que acontecerá posteriormente no episódio, mas eu já contei nesta narração.

 

E no episódio aconteceu, logo no início, que Morton foi ao laboratório científico, que está selado, mas ele entrou e não foi o único, que outro alguém, que não consegui reconhecer, também lá entrara antes e que foi saindo esconso nas sombras, descendo, enquanto Morton subia.

E vasculhando tudo quanto pode, papéis e computador, o detetive encontrou um documento importante, entre os papéis do professor Charlie Stoddard, sobre a extraordinária descoberta que Billy Pettigrew fizera e que tanto tutela o enredo, ao ponto de os dois cientistas estarem tragicamente mortos.

E esse documento é deveras importante, direi importantíssimo, porque acabou por ser roubado do quarto de Morton, no hotel de Helena, quase debaixo das saias desta que, mulher atarefada, no hotel faz de tudo e fazia de camareira, enquanto esse homem misterioso, assaltava um hóspede no seu próprio hotel. Que o roubado, Morton, senhor roubado de documento tão precioso, também estava no hotel e também não se apercebeu desse homem misterioso que circula na narrativa, escondido, desapercebido, mal poisando os pés, como se o chão tivesse medo de ser pisado.

Não sei se seria o mesmo que também fora ao laboratório científico, enquanto Morton lá estivera e saíra enquanto este entrara.

O que sei, ou julgo saber, é que ele se intitula de russo e fala em língua que será a russa, que ele falou, que ouvi, mas não sei dizer que língua seria, por não sabê-la falar ou entender.

Mas ele também se entende e fala noutra língua que falou, com um senhor negro, que não sei quem é, não sendo Frank Sutter, agora principal suspeito do assassinato do cientista Charlie.

 

E neste episódio houve outros confrontos verbais entre os protagonistas principais, duetos mais ou menos acalorados, que Morton vai-os confrontando a todos sobre o crime e as eventuais culpas de cada um no processo, buscando descobrir um desenlace para o enredo.

 

Entre Morton e Henry, na casa estúdio deste, apreciando as fotos por ele captadas. Que como especialista em tecnologia fotográfica, é confrontado com técnica fonográfica, através de uma gravação de uma mensagem telefónica, que Henry enviou e em que afirma que foi o xerife da governadora, a seu mando, que matou ambos: Billy e Charlie.

“Essa voz não é a minha!” E Henry abriu a porta a Morton, que a porta da rua é a serventia da casa!

 

E a governadora, Hildur, também confrontada. Que Trish acha que a governadora matou o marido dela, que este não lhe passaria um estudo de impacto ambiental favorável à implantação do hotel-abrigo.

De uma conspiração envolvendo a governadora e o seu xerife.

 

E Trish também se confrontou com Hildur, por sua própria iniciativa, que Trish não é mulher de apenas se confrontar com o marido daquela na cama… que não sabe ou finge não saber.

E Trish lhe disse ser ela a responsável da morte do marido cientista, "mão indutora", sendo o xerife o pau mandado, ou a “mão executora”, como diria o nosso conhecido Inquisidor, na anterior série “Hospital Real”, de agradável memória.

Que Hildur ouvira a gravação do cientista sobre a ameaça provinda do gelo e que fizera delete, apagando-a do registo fonográfico.

Mas que Morton, dela tudo sabia…

E Hildur rematou que deitaria o hotel, o glaciar, a ilha, tudo deitaria ao mar, se isso trouxesse Charlie de volta!

Não sabemos se a bola entrou na baliza, se foi remate à trave ou voou por cima ou aos lados da guardiã…

 

E com esta bola termino!

 

in anjodeluz.net.jpg

Não, ainda não, que quero remeter para este link.

Remeto também para aqui!

 

 

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publicado às 13:20



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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