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Lançamento da XIII Antologia do C.N.A.P. e Poema

por Francisco Carita Mata, em 16.12.15

XIII ANTOLOGIA do Círculo Nacional D’Arte e Poesia

e

Poema

 

Conforme tenho informado neste blogue, decorreu ontem, dia quinze de Dezembro, a sessão de lançamento da XIII Antologia do Círculo Nacional D’Arte e Poesia, no Centro de Dia da Associação de Auxílio Social da Freguesia de São Sebastião da Pedreira.

Estiveram presentes os seguintes poetas antologiados:

Angelina Santos (Portalegre), Francisco Carita Mata (Aldeia da Mata), José Eliseu (Mexilhoeira Grande), José Branquinho (Ribeira de Nisa), Josefina Almeida (Colmeal), Luís Ferreira (S. João de Negrilhos), Manuel Faria Bento (Gomes Aires), Manuela Machado (Aljustrel), Maria de Lourdes Guedes (Vinhais), Maria Manuela de Mendonça (Faro), Maria Olívia Diniz Sampaio (Lisboa), Rolando Amado (Lisboa), Rosa Redondo (Arronches); bem como alguns familiares e amigos.

O evento contou com a presença do Presidente da mencionada Associação de Auxílio Social, que fez a abertura da sessão, demonstrando o seu gosto e disponibilidade para a realização destes acontecimentos culturais do Círculo Nacional D’Arte e Poesia.

Este “Encontro de Poetas” foi dirigido por Maria Olívia Diniz Sampaio, Presidente do Círculo e Coordenadora da Antologia. Na mesa também estiveram presentes, Francisco Carita Mata, Prefaciador, que leu o respetivo texto e Luís Ferreira, Autor da Capa, que teceu considerações sobre a sua estrutura, representação e significado, tendo também dito Poemas de sua autoria.

Seguiram-se todos os outros Poetas presentes, antologiados ou não, que tiveram oportunidade de ler, dizer, recitar e cantar Poemas seus, da Antologia ou outros, ao seu gosto e critério. Todos agradaram na sua forma mais ou menos espontânea ou elaborada como nos transmitiram os seus Sentimentos Poéticos. E houvera mais tempo e todos tivéssemos mais disponibilidade e ainda teria havido fado e cantigas ao desafio…

Obrigado a todos pelos momentos agradáveis que nos proporcionaram.

Houve ainda oportunidade de interagir construtivamente com o grupo de jovens que, no Centro de Dia, vêm ocupar os tempos livres na resolução dos famigerados T.P.C. (trabalhos para casa), com a ajuda de uma Professora. Aproveitando o facto de uma rapariga festejar treze primaveras, todos lhe cantámos os “Parabéns” e, deste modo, também nos entrosámos num dos objetivos desse trabalho institucional que é promover o convívio entre gerações.

 

Voltando à ANTOLOGIA e, conforme delineado, irei publicando um Poema de cada um dos Antologiados.

 

Hoje e, para iniciar, divulgamos:

 

 

"ESFEROGRÁFICA!"

Esferográfica. In. manualdomundo.com.br..jpg

 

"Uma esferográfica

é uma grande companhia.

Pois sentindo-me sozinha

perante gente desconhecida

sabe bem mexer as mãos

com uma esferográfica

e transmitir algo

verídico, imaginativo ou nostálgico

como desabafo para um papel,

ficando como recordação

do que se passou, recordou ou imaginou

nesse momento repentino.

 

Agora estava a escrever

com uma esferográfica

mas acabou-se a tinta

e senti-me só no mundo!...

 

E p’ra mais hoje é sábado

e às dezoito horas

as lojas estão fechadas!..."

 

Arronches In. cm-arronches.pt.jpg

 

ARRONCHES, 11/07/1998

Maria Olívia Diniz Sampaio.

Nota: Imagens retiradas na net, conforme nelas explicitado. 

 

 

 

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publicado às 16:23



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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