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POEMA FIGURADO (II)

por Francisco Carita Mata, em 07.02.15

POEMA FIGURADO (II)

Um ramo de flores para a Mãe

 

 

A paisagem agora… era

             um ramo de flores:

margaridas, violetas, campainhas.

 

Um “bouquet”, como sói dizer-se.

 

O simbolizado da água era o seu destino.

Oferecido à água, seu altar, alter-ego.

Ressaltava a forma, a noção d’espaço, profundidade.

 

Um laço, carregado, as segurava pelo caule

Um laço de enlace, de liga, ligação,

            De aperto, estreiteza, afecto de coração.

 

 

 

Escrito em 87/88. 

Publicado em “A Nossa Antologia”-  X Volume – A.P.P. – Associação Portuguesa de Poetas - 2002.

 

 

 

"Mãe é Mãe", diria D.A.P.L.

 

 

 

 

desenho de picasso.jpg

 

Desenho de Picasso 23.5.61

In: lucidatranslucida.blogspot.com 

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publicado às 00:55



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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