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Post Natalício / Amendoeira frutificada!

por Francisco Carita Mata, em 08.10.17

Este blogue comemora, hoje, três anos! 

Original DAPL. Amendoeira Verão. 2017.jpg

 

Umas vezes melhor, outras pior, já contam 553 posts publicados sobre as mais variadas temáticas.

Aquém – Tejo sempre presente. Aquilo que mais nos “toca”, que nos está mais “perto”, geográfica e afetivamente, diga-se!

Sem ignorarmos o que se passa no Mundo, à nossa volta.

 

Não me vou alongar em considerações evocativas. Vou comemorar a efeméride com a colocação de um texto e algumas imagens sobre um dos temas que mais nos “dizem”, que mais nos “tocam”:

- As questões ligadas ao Ambiente e, neste tema tão vasto, tão variegado, as Árvores e a sua importância para a Humanidade.

Original DAPL Amendoeira Verão II. 2017.jpg

 

- E num enquadramento tão relevante, mas tão descurado, o “Mundo Vegetal”, as Árvores, lembrar e documentar sobre uma Árvore muito específica, que tem tido aqui, no blogue, direito a “desfilar”, na sua beleza primaveral, que tem sido aqui, no blogue, referida pela sua História.

 

Original DAPL. Epifania  Primavera 2015.jpg

 

Para além das imagens primaveris, é altura de mostrá-la na sua grandeza matriarcal, frutificada, carregada de frutos.

Este ano foi muito abençoada. Em termos estatísticos e, para que conste, frise-se, deu, ofertou-nos, quase mil amêndoas doces. Casca rija, difíceis de partir as amêndoas, é certo, mas não foi avara na sua dádiva.

 

Original DAPL. Amendoeira Verão III. 2017.jpg

 

Na colaboração, sempre constante, neste veículo comunicacional, sempre, repito, desde o início, o trabalho impagável de D.A.P.L.

 

Mais uma vez, as fotografias são de sua autoria.

 

Original DAPL. Amendoeira Verão IV. 2017.jpg

 

E retornando à Amendoeira

Após esta abundante frutificação e talvez dado este tempo que nos assola, (continuam temperaturas desmesuradamente altíssimas para esta época do ano, bem acima dos trinta graus, somos ainda assolados pelos fogos, ainda!), talvez efeitos de toda esta conjugação de fatores adversos, a Árvore parece que secou.

Parece! Vou deixar chegar nova Primavera. E que chova entretanto. Que chova! Que chova!

 

(E há, por aí, alguns dirigentes (ir)responsáveis que cismam em ignorar os problemas ambientais, o aquecimento global, os efeitos poluentes de fontes de energia fósseis, o perigo do nuclear, das bombas, das armas, das guerras atrozes, eu sei lá!)

 

Voltando à Amendoeira

Todavia e apesar de todas as adversidades, tem uns rebentos, já crescidos e nascidos a uns metros do tronco principal.

 

(São um sinal de Esperança, de Paz, neste mundo conturbado.)

 

Vou continuar a regá-la e a regar os rebentos.

Não creio que vá morrer ainda.

(Tem ainda pouco mais de quarenta anos!)

 

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publicado às 11:26


1 comentário

De poetaporkedeusker a 12.10.2017 às 15:20

Enquanto lia esta sua excelente publicação e seguido (quase) todos os seus links, fui sendo "ocupada" por uma saudadezinha funda... saudade das belas palmeiras da minha rua, todas elas dizimadas por uma incontível praga de Rhynchophorus ferrugineus.

Se as árvores têm história? Têm e sabem contá-la como poucos.
Que seria de nós sem elas?

Fraterno abraço.

Maria João

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Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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