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Crónica de Outubro (I) - 2017

por Francisco Carita Mata, em 14.10.17

Crónica com Sete Pontos!

Algumas ações positivas – outras tantas imbecilidades

Crónica de Descontentamento(s) (IV)

E alguns Contentamentos

 

Intitulo esta crónica, de Outubro, desconhecendo se ainda virei a publicar mais alguma referente a este mês.

 

in. br.depositphotos.com

 

*******

(I)

 

Começo por uma ação de lado positivo, que observámos na passada 6ª feira, 13 de Outubro.

 

Na estrada de Estremoz – Vimieiro, constatámos algo de muito positivo.

Já perto da povoação do Vimieiro andavam técnicos a recolher o lixo, que os automobilistas “educados e asseados” atiram borda fora quando viajam pelas estradas deste nosso Portugal, que “muito boa e educada e asseada gente” insiste em transformar num enorme caixote de despejo das respetivas imundícies.

 

Nas bermas da estrada, haviam cortado o pasto que prolifera nas valetas e espaço circundante do alcatrão até às lindas das propriedades particulares.

Um trabalho que é imprescindível e imperioso seja feito todos os anos pelas entidades competentes, nomeadamente as autarquias ou outros órgãos e agentes públicos que têm que interiorizar essa obrigação anual.

Como forma preventiva de Incêndios.

E que além do mais dá trabalho a muito pessoal. (Tanta gente que se queixa que não tem trabalho!)

 

Na sequência dessa limpeza, desse desbaste de ervas e matos, chamemos-lhe aceire, fica visível toda a quantidade de garrafas de plástico e de vidro, garrafões, embalagens, sacos de plástico e papel, de lixos diversos, eu sei lá, que variedade de porcarias que atiram pelas janelas… (Nem falo das beatas de cigarro acesas…)

Pois, vários funcionários, não me perguntem de que Entidade, andavam juntando esses detritos em sacos. Deduzo que os levarão para reciclagem… pelo menos retiram-nos das bermas e valetas, com todos os perigos que aí representam.

 

Ações meritórias sem dúvida: Limpezas e aceires. E subsequente recolha de lixo.

Pena e deplorável é que neste lindo País, à beira mar plantado, ande tanta gente a conspurcá-lo. O País e o Mar!

 

Porque não há razão para se atirarem os lixos para qualquer lugar, com tantos meios de recolha adequada.

 

*******

(II)

 

Extrato de Notícia de “RR – Renascença in. Sapo.pt/”, de 12/10/17 – 13:02, de Eunice Lourenço, Paula Caeiro Varela

 

«Relatório da comissão independente entregue no Parlamento.»

(…)

«No que diz respeito à prevenção, apontam como “maior constrangimento” a falta de cumprimento das regras sobre vegetação (50 metros em volta das edificações, 10 metros para cada lado da rede viária e 100 metros à volta dos aglomerados populacionais). Ou seja, havia vegetação onde não devia haver.»

(…)

 

Refere-se esta notícia ao incêndio de Pedrógão.

Realço este excerto, porque é na concretização desta ação que tem que residir a base primária e permanente de toda a PREVENÇÃO.

Pode crer, caro/a leitor/a que a serem realizadas, anualmente, estas atividades de limpezas, de aceires, haverá um risco bastante menor de incêndios.

E trabalho que assim é possibilitado a tanta gente que se queixa que não tem emprego! (!!)

E o que se pouca em tantos milhões e milhões e perdas de vidas humanas, que não têm preço!

 

E já agora e novamente, reforço uma sugestão que já fiz em diferentes contextos.

Estruturem e criem “unidades fabris” que aproveitem toda essa matéria vegetal: lenhosa, arbustiva ou herbácea.

Implementem centrais de produção de energia ou de produção de compostagem, a partir de todos esses materiais. Situadas estrategicamente no Interior do País.

 

Haja vontade, vontades políticas para concretizar tais projetos.

Fica a sugestão. Ficam as ideias!

 

*******

 

Também tenho que cronicar algumas imbecilidades.

 

(III)

 

Na passada 5ª feira, 12 de Outubro, decorriam também na minha Cidade, na Cidade de Régio, as imbecilidades das praxes.

Da zona antiga da Cidade desaguaram no lago do Jardim do Tarro…

Quem observe e tenha capacidade crítica, pode avaliar quão negativas são as ações praticadas.

Uma verdadeira imbecilidade. (É o termo mais adequado para qualificar tais práticas.)

Quando é que as Autoridades, todas as Autoridades, desde o topo da Administração do Poder Central, até às Autoridades Locais, resolvem agir sobre atos de desrespeito do Ser Humano, ademais perpetrados na via pública?! (?!)

 

*******

(IV)

 

Paralelamente ou nem por isso, nesse mesmo dia, à noite, decorreu na Praça do Campo Pequeno mais uma “tourada à antiga portuguesa”.

Com direito a transmissão televisiva via RTP1.

Sem mais e sem comentários!

 

*******

(V)

 

Ainda na mesma onda e em rota igualmente paralela, dia 13 de Outubro, 6ª feira, (é caso para dizer, sexta feira treze!) o Parlamento Português aprovou a “…permissão de animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração…”

 

(Já aqui informara sobre os bebedoiros comuns!)

Também não são precisos comentários!

 

Só pergunto:

- Então, mas os nossos legisladores não têm mais com que se ocupar?!

(E praticamente não houve oposição. Raríssimas vozes isoladas! Abstenção do PSD.

Uns, a grande maioria, concordam inteiramente que “cães e gatos” comam à mesa dos restaurantes, outros tanto lhes faz!

Simplesmente, fico confuso com tantas modernidades!

E admiram-se que o pessoal nem vote.

Mas votar em quem?! Se todos afinam pelo mesmo diapasão!)

 

Supõe-se, tradicionalmente, estarem a referir-se a “cães e gatos”, a “comerem e beberem” à mesma mesa dos restaurantes…

Mas, como esta questão de “animais de estimação” é dúbia e não está definida em termos de objeto, mas apenas de sujeito…

E se um sujeito qualquer se lembra de levar para o restaurante qualquer outro “Animal”?!

 

*******

(VI)

 

E já que entrámos na onda das politiquices…

Também quero perorar algo sobre as Autárquicas.

Principalmente a inquinação futebolística da linguagem exacerbada sobre as mesmas, após os resultados:

“Ganhou… perdeu… grande vencedor… grande derrotado…, meteu autarcas…” Eu sei lá!

 

Importante será que todos venham a trabalhar para o Bem Comum, de todos os Cidadãos, das Comunidades.

Irão?!

 

*******

(VII)

 

E já que nesta crónica também falámos de Animais, não posso deixar de terminar com uma questão em jeito de fábula.

 

E como é possível que, para guarda de alguns “galinheiros”, até tenham concorrido “raposos” e para um até foi um declarado raposão que "ganhou"?!

 

(……..)

 

E termino. Que a crónica já vai longa e tem sete pontos.

E se acrescentasse outro seriam oito.

E bem que gostaria de falar sobre algumas questões internacionais. Prementes. Mas ainda não é desta!

Obrigado por ter lido até aqui!

(Imagem in. br.depositphotos.com)

 

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publicado às 21:14

“Praxes”: Setembro 2017

por Francisco Carita Mata, em 25.09.17

Crónica(s) de Descontentamento (I)

 

Setembro é sempre um tempo de recomeços. Começou o Outono, outro e um novo outono. É sempre tempo de retorno, de retornos. De inícios, de reinícios.

(Um outono que continua a vaga de secura que nos vem assolando. Nunca mais chove!

E quando chover?... E os campos serranos, da “Zona do Pinhal”, tisnados pelos fogos?!

…)

 

Os tempos outonais trazem-nos sempre um novo ano letivo, nomeadamente no ensino superior. (E como é agreste recomeçar com este calor!)

Para quem será agradável este recomeço, com sol e calor, será para os “praxados”! Será?!

 

Uma tristeza! Uma lástima, que estudantes (?), ademais universitários (?!) tanto se empenhem em práticas humilhantes e ainda as venham mostrar para as montras mais concorridas da cidade.

Lisboa, invadida (?) por turistas, uma verdadeira chusma de estrangeiros calcorreando a Baixa Lisboeta, vem cumulativamente sendo enxameada por hordas de jovens universitários, que em bandos, mais ou menos ajaezados, descem o Chiado, percorrem as mais concorridas artérias pombalinas, pousam em locais emblemáticos a testarem as capacidades de absorção alcoólica, desaguam no Rossio.

Sintomaticamente, nesta Praça, aos pés da estátua de Dom Pedro IV, paladino do Liberalismo, jovens (?), ajoelhados, em genuflexão perante outros de capa e batina, (a adoração que esta juventude atual tem por fardas!), num arrazoado de frases feitas e cantilenas, em palavras de ordem, mais ou menos chocalheiras, repetindo-as às ordens de comando de uns supostos “doutores”! (Na verdade, seus iguais, mas que se assumem como superiores…)

Paradoxalmente, numa Praça que já foi palco, de entre outros eventos de barbárie, numerosos autos de fé, em tempos que julgávamos ultrapassados, reeditam estes jovens universitários (!) atitudes e comportamentos de aviltamento da condição humana, rebaixando-se e rebaixando outros iguais, à condição de inferiores, de subespécie, de “bichos”.

Atos e ações não supostamente atribuíveis a Pessoas, jovens, estudantes, universitários.

 

Na passada 2ª feira, dezoito de Setembro, rapazes e raparigas, estas na maioria (!!!), de Medicina(!!) e da Nova(!), submetiam e submetiam-se a estas práticas junto ao pedestal, onde se diz estar representado o Rei Soldado, frente ao teatro Dona Maria II, aos olhos de Garrett!

Que dirão estes ideólogos da Liberdade, do ideário da Revolução Francesa, face a estes atos de aviltamento dos Direitos e Liberdades fundamentais?

 

E numa Praça que também tem sido palco de eventos de Liberdade, nomeadamente antes e depois do 25 de Abril de 74?!

 

Que nada!

As praxes, supostamente, estão para ficar.

(Tornaram-se um negócio, e tudo quanto envolve “money”…)

Também não haverá muitas hipóteses alternativas. Haverá?! E é urgente e imperioso que elas existam. Atividades construtivas de integração dos novos alunos, envolvendo todas as academias, em que todos se empenhem e se sintam participantes.

E que contribuam para a integração e companheirismo.

 

Todavia, no meio daquela chinfrinada “praxeira”, nem tudo é negativo.

As atuações das Tunas são e proporcionam momentos interessantes. Nesse mesmo dia, ao meio da tarde, ao cimo da Rua do Carmo, tivemos a oportunidade de presenciar uns momentos deveras interessantes, na atuação da Tuna da Faculdade de Belas Artes, frente a uma afamada gelataria.

Valeu o gelado, mas também os encores da Tuna. (Infiro que a respetiva atuação estivesse também incluída em presumíveis “praxes”. Teria estado?! Antes não estivesse.)

Neste caso, algo positivo. E que ainda rendeu pecúlio assinalável aos seus promotores, que eles estenderam a manta e os transeuntes, que pararam para assistir, na maioria turistas estrangeiros, não se fizeram rogados.

 

Aqui está uma atividade que deverá ser fomentada na integração dos jovens estudantes.

 

O resto visível?! Na maioria e no mínimo, uma tristeza!

 

in. empregopelomundo.com

 (Imagem in. empregopelomundo.com)

 

 

Valerá alguma coisa apelar à rejeição das “praxes”?!

 

 

 

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publicado às 16:51

"Momentos de Poesia" - Setembro 2017

por Francisco Carita Mata, em 16.09.17

"MOMENTOS de POESIA"

Momentos de Poesia Setembro 2017.png 

Congratulamo-nos com o regresso de "Momentos de Poesia"!

Saudamos e felicitamos a Iniciativa e a Organização deste evento, que dignifica a Cidade.

Parabéns a todos os participantes. 

Viva a Poesia. E José Régio!

Foto original DAPL 2017.jpg

 (Fotografia: original D.A.P.L.)

 

Superando o muro da indiferença e o cinzentismo do dia-a-dia,

O colorido inebriante da Poesia!

Substanciado em lindas Rosas de Alexandria!

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publicado às 12:26

“O Gerente da Noite” - “The Night Manager”

por Francisco Carita Mata, em 11.09.17

Série Britânica

RTP 2

 

Night manager in. amc.com

(Imagem: in. amc.com) 

 

A RTP2 continua na senda de apresentação de boas séries.

 

A atual, “O Gerente da Noite”, uma mini série de raiz anglo-saxónica, igualmente enquadrada no mundo da espionagem atual.

Como a anterior: “Agência Clandestina”, série francesa, concluída 2ª feira, 04/09, a 3ª temporada. Com o lendário agente Malatrou / Paul Lefebvre que, mais uma vez, se escapou das redes das prisões em que se enredou, perdendo-se no nevoeiro de uma madrugada ainda por nascer, acompanhado apenas do seu cão, fiel amigo.

Reportando-nos, sugestionando-nos, uma 4ª temporada?

Antes, apresentara-nos também duas excelentes séries, essas alemãs: “Amor em Berlim” e “Irmãos e Rivais”.

 

Como tenho andado numa de pouco escrever, por variadas razões, não publiquei nada sobre elas.

Retorno, debitando sobre esta nova série, que promete.

Título original: The Night Manager”, baseada em novela de John le Carré. Com atores muito conceituados. E da BBC One (UK), em parceria com AMC (US).

 

Alguns personagens:

Mrº Pine, Jonathan, o gerente da noite, em hotéis super estrelados e locais internacionalmente relevantes. O herói. Antigo soldado no Iraque, onde presenciou horrores; atualmente, candidato a espião ao serviço de Sua Majestade (?), sob o disfarce de gerente da noite em hotéis de luxo. Ator: Tom Hiddleston.

Mrº Richard Roper, ator Hugh Laurie, no papel de um “senhor da guerra”, personagem representativa de figuras reais, que, na sombra e a coberto de capas impolutamente honestas, “vendem destruição, dor e morte”. “E gostam”.

 

Estas últimas palavras, realçadas, são da personagem Miss Sophie Alekam, de nome verdadeiro Samira, tragicamente assassinada no final do 1º episódio, por ter sábia e corajosamente denunciado o conluio entre o senhor das armas e os senhores do poder!

Atriz: Aure Atika, que, na série “Les Hommes de l’ombre”, representou o papel de secretária do Presidente francês.

 

Ação

Temporalmente, no 1º episódio, reportou-se a 2011.

No final do episódio, situou-nos quatro anos depois: 2015.

 

Espacialmente:

Para além de Inglaterra, Londres, a maioria das cenas ocorreram no Egipto, Cairo. Predominantemente no Hotel Nefertiti, onde Mrº Pine desempenhou as funções de gerente dos serviços noturnos, como convém a um candidato a espião. Um dos seus muitos eus, como lhe frisou Miss Sophie Alekam.

 

A narrativa contextualizou-se no âmbito da designada “Primavera Árabe”, na queda do regime de Mubarak, o povo lutando nas ruas da cidade.

(E no que deram as “primaveras árabes”?!)

 

Por detrás ou pela frente, sempre, os “senhores da guerra”, amancebados com os “senhores do poder”.

 

E, no final do episódio, quatro anos após, a ação já localizada na Suíça, Zermatt, hotel por demais luxuoso, Mrº Pine em funções noturnas. E para se hospedar, com adequada e certamente impoluta comitiva, Mrº Richard Roper.

 

“Sou Mrº Pine. Sou o gerente da noite!”

 

Mrº Roper franziu as sobrancelhas e a testa. Atestou! Que a memória terá começado a processar a informação…

 

(…)

 

A mini série promete! Já o disse.

 

*******

 

Promete e vale a pena, como temos observado nos episódios subsequentes.

 

(Este post era para ter sido publicado logo após o 1º episódio, mas questões técnicas impediram tal facto. Entretanto passaram os quatro primeiros episódios, não tendo visto o último.

O 2º e o 3º corresponderam plenamente às expectativas.

Mrº Pine, Pinheiro, está em vias de se infiltrar na comitiva e entourage de Mrº Roper.

Prossigamos na visualização…)

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publicado às 15:31

Exposição Coletiva de Artes Plásticas do C. N. A. P. (II)

por Francisco Carita Mata, em 04.08.17

Círculo Nacional D’Arte e Poesia

 

Câmara Municipal de Lisboa

Expo CNAP I. Foto original Rolando Amado.png

Conforme previsto, foi inaugurada no dia 1 de Agosto, pelas 17h., a supracitada Exposição de Artes Plásticas, tal como também havíamos noticiado no blogue.

Uma Exposição muitíssimo interessante, que não deverá perder, até dia 21.

A “vernissage”, (apetece-me dizer este francesismo, atualmente tão “démodé”) contou com a maioria das artistas participantes, de amigos e familiares de algumas personalidades, bem como de poetas e poetisas; de Drª Teresa Pereira, representante da Câmara Municipal, de D. Maria Olívia, presidente do Círculo e alma-mater destas atividades. E ainda de visitantes interessados nas Artes e Poéticas. 

 

Artistas e respetivas Obras em exposição:

 

Expo CNAP Original Teresa Pereira. 2017. jpg

 

Chagas Ramos (à data, não figurava título do trabalho exposto)

 

Maria Lurdes Guedes (“Natureza morta com melão e ameixas”)

 

Maria Rita Parada dos Reis (“Natureza morta” e “Sonhando”)

Rita Parada dos Reis. Expo CNAP CMLx 2017. png

 

Isabel Moreira (“Árvore da vida” e “Ramo de árvore da vida”)

 

Josefina Almeida (“Energia cósmica” e “Quem procura”)

Josefina Almeida. Expo CNAP CML 2017. png

 

Teresa Afonso / M. Teresa (“Carnaval da vida” e “Corações apaixonados”)

Teresa Afonso M. Teresa. Expo CNAP CMLx 2017png

  

Olímpia Campos (“Sem título” e “Barcos”)

Olímpia Campos. Expo CNAP CML 2017. png

 

Elmanu (“O palácio da vila de Sintra”) 

Elmanu.  Expo CNAP 2017png

 

Catarina Malanho Semedo (“Música”)

Catarina M. Semedo Expo CNAP 2017. png

 

Fernanda de Carvalho (“Não há mão que segure o tempo” e “Esperando as nove luas”).

Fernanda Carvalho. Expo CNAP CMLx 2017.png

 *******

Houve também Poesia, como acontece habitualmente nas apresentações do CNAP, que engloba várias vertentes artísticas. E algumas personalidades têm o seu estro não só dedicado à Poesia, mas também a outros ramos da Cultura.

De entre as artistas, disseram, leram ou declamaram: Maria Rita Parada dos Reis, Josefina Almeida, Catarina Malanho Semedo.

Ouvimos, igualmente, Rosa Redondo, Maria Olívia Diniz Sampaio e Francisco Carita Mata, que disseram Poesias suas.

Tivemos a honra de ouvir Elsa de Noronha que, além de declamar, ainda cantou.

E também fiquei surpreendido com os dotes de “cantor nostálgico” de Rolando Amado.

E, em jeito de conclusão, friso que foi uma tarde muito bem passada e enriquecedora.

 

Foto Original Teresa Pereira. jpg

 

E, já que não assistiu à inauguração, dê um pulinho a visitar a Exposição e apreciar os belos trabalhos apresentados.

 

(Notas finais:

Peço desculpa aos Artistas de quem não apresento imagens individualizadas, porque não me foi possível obtê-las. Uma razão acrescida para ir visitar a Exposição.

As individuais, que obtive, resultam de digitalizações a partir do "portefólio" - catálogo digital inicial.

A imagem coletiva das Obras resultou de foto original de Rolando Amado.

As imagens globais dos trabalhos expostos na galeria são de Drª Teresa Pereira.)

 

 

 

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publicado às 18:11

“… Témoins” – “As Testemunhas” – Série Policial Francesa – RTP2

por Francisco Carita Mata, em 04.07.17

Temporada 2 – Episódio 1

 

(2ª Feira – 3 de Julho de 2017)

 

Témoins 2 in. alllocine.fr.jpg

 

A RTP2 iniciou uma nova série, após terminar “Lei e Corrupção”.

 

As Testemunhas”, série francesa, agora numa 2ª temporada.

Reporto para o que escrevi sobre a primeira temporada, transmitida em 2016. E para dois sites franceses sobre o assunto.

https://fr.wikipedia.org

 https://www.google.pt/

A protagonista, a policial investigadora e detetive, Sandra Winckler.

Jovem profissional, divorciada, mãe de duas filhas, que tem à sua guarda, mas como difícil é conciliar profissão altamente exigente e absorvente e vida pessoal, em especial o exercício da maternidade…

 

Neste primeiro episódio, o surgimento de mais um crime macabro, com raios de surreal.

 

Num autocarro, estacionado numa estrada sem movimento, numa região quase deserta, encontravam-se quinze corpos de homens, congelados, sentados nos bancos, devidamente enfarpelados de fatos domingueiros, penteados, de rosa na abotoadeira, com ar festivo, como se aguardassem o início de uma viagem celebrativa e libertadora no Além…

 

Iniciadas as devidas investigações por toda uma equipa de vários técnicos especializados, de diferentes domínios, em diversos contextos, rapidamente (!) se cruzam as linhas investigadoras e se entroncam num ponto comum.

Todos eles haviam desaparecido, há pelo menos três anos e todos tinham em comum o conhecimento de uma mulher, fotógrafa de profissão, Catherine Keemer, também ela sem dar sinais de vida no mesmo espaço temporal. Que apenas dissera "adieu" ao marido e às filhas, acenando um adeus e até já e nunca mais ninguém lhe pusera a vista em cima…

 

Subitamente e nem a propósito, reaparece, perdida, amnésica, numa rua movimentada da cidade, não sei bem qual, saída de um carro, atarantada, perguntando: “Onde está ele? Onde está ele? …”

 

Perante a evidência dos factos, além de internada no hospital, também é presa…

 

(Cabe aqui um parêntesis.

Porque quem protagoniza esta personagem é nem mais nem menos que a talentosa atriz Audrey Fleurot, a célebre Josephine de “Um Crime, Um Castigo” e a celebérrima Hortense, de “Uma Aldeia Francesa”!

Promete esta 2ª temporada.)

 

Prosseguindo nas investigações…

Sandra Winckler descobriu a relação de semelhança deste crime com outro acontecido cinco anos antes.

Também um autocarro fantasma, onde fora encontrado também um corpo de homem congelado, também uma mulher envolvida, que à data, também fora recentemente mãe.

 

Ah, sim! Falta, entre muitas outras coisas que omito, dizer que, relativamente a Catherine Keemer, os médicos, nas observações que lhe fizeram, detetaram que ela fora recentemente mãe, há cerca de seis meses.

 

E este facto parece ser o elo que irá permitir à personagem ir recuperando a memória. (E à atriz compor o seu papel, que é sempre notável o desempenho de Audrey Fleurot.)

 

No final do episódio, enquanto Catherine, fugindo da enfermaria em que estava internada e prisioneira, se quedava extasiada a olhar os bebés na maternidade do hospital; Sandra investigava o autocarro fantasma de há cinco anos, abandonado num sucateiro de automóveis velhos.

 

Subitamente, como que por magia, ou descuido da investigadora que não apagara o cigarro (?), o dito autocarro fantasma incendiou-se…

 

(imagem. in. allocine.fr)

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publicado às 11:09

Incêndios…

por Francisco Carita Mata, em 20.06.17

PREVENÇÃO!

 

Há assuntos sobre os quais desejaria, de todo, não mais falar. Todavia e apesar de já ter abordado estas temáticas no blogue, ainda me vejo na contingência de escrever sobre o mesmo.

 

Antes de mais, manifestar a minha solidariedade e as minhas condolências.

 

Houve, neste caso, um conjunto de situações externas e incontroláveis, que, segundo os especialistas, terão provocado tão terrível catástrofe.

Temperaturas elevadíssimas, e ainda estávamos na Primavera; ventos quase ciclónicos e trovoadas secas. (Alterações climáticas?)

Circunstâncias incontroláveis, à escala humana.

Mas o rastilho estava lá.

 

Preste atenção, caro(a) leitor(a) nas fotografias seguintes.

In. JSF  Global Imagens. jpg

 

 

A floresta, além de ser de monocultura, ademais de pinheiro bravo, presumo, está praticamente dentro da estrada.

Nestes casos, as árvores não deveriam estar a, pelo menos, dez metros das bermas da estrada?!

Seria o mínimo a ser exigido.

In. BBCQkQQ.jpg

 

 

Além da floresta estar, a bem dizer, na estrada, também está completamente dentro das povoações.

Uma distância mínima das habitações, de cem a cento e cinquenta metros, de árvores altamente combustíveis, como são os pinheiros e os eucaliptos, é uma regra imprescindível de ser cumprida.

 

Nem falo dos matos e pastos secos que circundariam essas estradas e povoações devastadas.

 

E estas situações repetem-se por dezenas, centenas, milhares de povoações deste País, cada vez mais à beira mar plantado, mas que é urgente replantar no interior.

Prioritariamente, replantando outros tipos e modos florestais e outras maneiras de agir perante os campos.

 

Que esta tragédia, mais uma das que este País, periodicamente, se vê mergulhado, sirva para alertar todos, mas Todos, para a urgente necessidade de medidas preventivas, neste contexto, como noutros domínios.

 

Reporto para o que já escrevi anteriormente.

Prevenção! Prevenção!

 

E finalizo, reiterando a minha solidariedade e expressão de condolências!

 

Grato às Fontes das Imagens:

Fotografias in. JSF / Global Imagens.

BBCQkQQ

 

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publicado às 14:44

Fernando Pessoa - “Mensagem”

por Francisco Carita Mata, em 10.06.17

 

Prólogo

 

No blogue, já divulguei alguns dos Poetas e Poetisas consagrados/as que mais aprecio.

Já aqui apresentei abordagens sobre José Régio, Florbela Espanca, António Gedeão, Ary dos Santos, Luís Vaz de Camões, …

Hoje, “Dia de Portugal e de Camões”, divulgo Fernando Pessoa (1888 - 1935) e o início de “Mensagem”.

Post nº 535!

(…) (...)

 

*******

 

“Primeira Parte

Brasão

 

Os Campos

 

Primeiro

 

O Dos Castelos

8 – 12 – 1928”

 

*******

enciclopedia_sopena_1928_europa in. pasado en letras.com

 

«A Europa jaz, posta nos cotovelos:

De Oriente a Ocidente jaz, fitando,

E toldam-lhe românticos cabelos

Olhos gregos, lembrando.

 

O cotovelo esquerdo é recuado;

O direito é em ângulo disposto.

Aquele diz Itália onde é pousado;

Este diz Inglaterra onde, afastado,

A mão sustenta, em que se apoia o rosto.

 

Fita, com olhar esfíngico e fatal,

O Ocidente, futuro do passado.

 

O rosto com que fita é Portugal.»

 

 

In. “MENSAGEM - “Estante Editora” – 5ª edição - Aveiro – Agosto 2010.

 

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publicado às 14:43

Serangoon Road (TV Serie) 10º Episódio (Final)

por Francisco Carita Mata, em 18.05.17

Série Australiana – Singapuriana

(Epílogo)

serangoon.jpg

 

RTP2

Prólogo:

 

Terminou ontem a série “Serangoon Road” no décimo episódio. Não se prevê continuação. Não posso dizer que tenha sido desinteressante, que não foi, via-se com bastante agrado, mas era uma narrativa algo previsível, sem grandes rasgos de novidade, estruturando-se em esquemas narrativos habituais, neste modelo de seriado. Mas era de um conteúdo fresco e claro, não desnecessariamente rebuscado e de fácil leitura e entendimento.

 

Não foi, todavia, ou por isso mesmo, que não sei, uma série que tenha caído no goto dos espetadores. Na habitual estatística dos blogues do SAPO, nos dados dos últimos trinta dias, aparece apenas em 13º lugar, atrás de outros temas e de outras séries que já passaram há mais tempo na RTP2: "Código do Crime", "Hospital Real", "El Princípe", "A Mafiosa", "A Fraude". (Interessante: parece que as séries giram todas à volta de crimes!!!)

 

(Nas estatísticas destes últimos 30 dias, verifica-se uma relevância nos posts de Poesia dedicados à "Mãe". O que é óptimo, com p! E também “Follow Friday”.)

 

Desenvolvimento:

 

Mas vamos então ao conteúdo do episódio e da série.

 

Neste, talvez por ser o derradeiro, a estruturação dos casos, em caso particular / específico e caso geral, coincidiu.

O objetivo foi dar-nos a conhecer sobre o assassinato de Mrº Winston Cheng, de que já sabíamos algo.

 

O homem de mão foi efectivamente Lee Kim Fong.

 

Mas quem foi o mandante? Às ordens de quem trabalhava este jovem assassino? E o serviço que Mrº Cheng estava a realizar era encomendado por quem? (…)

 

Foi um descascar de cebola. A tríade de detetives, Sam, Dona Patrícia, Sue Ling, ajudada por Kang, que já reatou a amizade com Sam e pela jovem namorada de Winston, última pessoa conhecida que o vira vivo, esta trindade, transformada em quinteto, foi descobrindo, pouco a pouco, como as coisas se passaram.

Por detrás do assassino de mão, estava o célebre empresário dos amores frustrados, James Lim e coadjuvante ou acima deste, o jovem chefe da sociedade secreta “Dragões Vermelhos”, Kay Song, sendo que ambos eram sócios. Paralelamente ou mexendo os cordelinhos também, ainda que não diretamente relacionado com o assassinato, estavam os serviços secretos da nova potência em ascensão, aproveitando o vazio a surgir, pela abalada dos britânicos, isto é, a CIA, na pessoa do respetivo chefe, Wild Bill.

 

Desconhecedor de toda esta tramoia estava “O Tigre”, o velho chefão da sociedade secreta dos “Dragões”, “O Avô”.

 

A este foram apelar, reverenciosamente, Sam e Patrícia, na ânsia de descobrirem a verdade, de ser feita “justiça”, ainda que à moda de Chinatown e face às ameaças simbólicas e factuais a que Dona Patrícia fora sujeita.

 

Foi uma macabra oportunidade para presenciarem, observarem e aprenderem, sobre o funcionamento, as regras, as leis, o modus operandi daquela sociedade secreta e sobre quem efetivamente manda e irá continuar a mandar, naquele submundo e concomitantemente na própria superfície da Cidade.

 

Kay Song, o neto obediente e extremoso, face à oposição do Avô, relativamente ao seu comportamento e atitudes, e à sentença que este lhe ditara, não esteve com meias medidas e, na frente de todos, não teve pejo em sufocar, lentamente, o progenitor com uma almofada, assassinando-o, conquistando-lhe o poder e mostrando, aos presentes e testemunhas, do que é e será capaz futuramente.

Para todos os efeitos declarou solenemente que o Avô sofreu um ataque cardíaco e que os presentes são disso testemunhas! Pediu-lhes para saírem, que queria fazer o luto, enquanto queimava os documentos comprometedores que os detetives levavam e o incriminavam.

 

Sabemos quem matou, direta ou indiretamente, o dono da “Agência de Detetives Cheng”. Herança para Dona Patrícia e seus colaboradores que, a darem-lhe continuidade, também saberão que regra de ouro será não aceitarem casos que envolvam sociedades secretas.

 

E, no final, ficámos a ver Dona Patrícia e Sam a contemplarem o fogo-de-artifício comemorativo do “Festival da Lua”. Antes houvera a “Festa de Celebração da Família” e todos se divertiram também, evocando Winston, que era assim que ele gostaria. Sue e Conrad também se alegraram, como jovens que são, e futura família a constituir. E Kang e a mulher também deram azo à sua expansão comemorativa.

Sam lembrava a sua amada Claire, que se preparava para partir.

Por ordem de Dona Patrícia, foi despedir-se dela, na esperança de a trazer para o seu quartinho de Chinatown.

 

Ilusão a dele, que a moça, apesar das juras de amor eterno de ambos, face às expectáveis mordomias do marido, Frank, não teve dificuldade em escolher, apesar de algumas hesitações dos guionistas, para nos deixarem nalgum suspense.

Já o carrão do marido a seguir viagem e ela planta-se na sua frente. Parado este, seguem ambos a caminho do barco que os levará para a Europa.

Boa viagem!

 

Quem também estará de viagem será Mrº Miller, do M16, que com a ajuda preciosa, mas traiçoeira, de Harrison Conrad, que lhe terá fornecido dados sobre o Vietname, conseguiu ser transferido para Washington. Certamente também promovido, pelo menos para melhor posto!

 

Em contrapartida, que isto são os alcatruzes da nora, uns sobem, outros descem e o chefe da CIA, Wild Bill, também foi chamado para os EUA, mas não me pareceu que pelas melhores razões. Que ele apercebeu-se da “traição” de Conrad, provavelmente não a podendo provar, mas deixou-lhe profecia: “Quem semeia ventos, colhe tempestades…” e interpelação: “O que vê quando se olha ao espelho, Harrison?”

 

Mas deixemo-nos desta considerações proféticas e interpelativas, que ainda nos falta dizer que quem contratou Mrº Winston Cheng no trabalho de investigação foi o irmão do empresário de amores frustrados, o professor, ligado aos sindicatos e que está preso por esse motivo, mas que foi uma ajuda preciosa para os investigadores da Agência. Indicou que só o irmão saberia exatamente quem matara e porque mandara matar Mrº Winston.

E Sam e Kang souberam e também assistiram à morte macabra do empresário, que foi decapitado, na frente de ambos, pelo assassino cruel e sanguinário, Lee Kim Fong.

 

(...)

 

E por aqui me fico. Que fica muito por contar.

Porque a narrativa era muito mais complexa do que aparentava.

Porque reescrever, sobre o que outros contaram, não é assim tão fácil.

Porque eu não estou nem pretendo fazer, ou refazer, o romance.

Porque, apesar de aparentemente leve, o conteúdo, por vezes, era pesado.

E porque isto é apenas um post, num blogue…

E porque quero publicar e tratar de outros assuntos que preciso.

(…) – (…)

 

Mais uma vez, que nunca é demais, o meu Muito Obrigado, se me acompanhou até aqui!

 

 

 

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publicado às 17:21

Serangoon Road (TV Serie) - Episódios 8 e 9

por Francisco Carita Mata, em 17.05.17

Série Australiana – Singapuriana

 

RTP2

 Serangoon road in. frontrowfeatures.com

 

Nestes dois episódios, antepenúltimo e penúltimo, prossegue a narrativa da série, estruturando-se no modo habitual.

 

O caso particular do episódio oito assentou em duas meninas australianas que resolveram sair do continente-ilha, almejando chegarem a Londres pelos seus próprios meios, a bordo de um navio, “Orion Star”, inconscientes dos perigos desnecessários a que se sujeitavam.

Pelo meio, foram ameaçadas pelo comandante, raptadas por um “Falcão” tatuado no braço de um ladrão de rua, puseram-se em perigo na sua leviandade, houve recurso aos serviços da “Agência Cheng”, cooperação de Sam, e, no final, uma das moças, conivente no seu pretenso rapto para obter dinheiro, chantageando o pai da amiga, acabou por ser encontrada no jardim zoológico de Singapura a contemplar a verdura do arvoredo!

 

No caso geral, busca de pistas sobre o assassinato de Winston Cheng, a viúva, Dona Patrícia, acabou por se cruzar com a rapariga de vestido claro, que lhe fora deixar o relógio de bolso numa sacola, junto à porta da Agência e ao falar com ela, veio a saber que a jovem fora mais que amiga do marido, de quem tinha um filho de quatro anos, função maternal que cumprira a contento de Winston, que Dona Patrícia é estéril.

A moça apenas quer ajuda para criar a criança, não sei se Dona Patrícia se comoveu e irá auxiliar e sobre novas pistas acerca do assassinato também não se adiantou muito.

 

Sam andou, como sempre, numa fona a desatar os nós dos enredos dos casos peculiares, pouca assistência deu a Claire Simpson, nem lhe pode oferecer qualquer futuro estável. Isso mesmo lhe diz ele, após ter saído da curtição no opiário e também Lady Tuckworth alertará a rapariga para esse futuro sem saída com o detetive de Chinatown.

No episódio nove, a Lady reforçará esse facto junto do rapaz, quando este se dirige à recepção da Delegação Australiana, que, afinal, o edifício luxuoso é da representação austral e não americana, como eu julgava.

 

Pelos vistos, Claire seguiu os conselhos de Lady, não é qualquer uma que tem a sorte de ouvir bons conselhos de uma Lady, e, já no final do episódio nove, como chamariz para o décimo, ouviremos Frank, marido de Claire, a dar conhecimento a Sam de que o casal iria viajar junto, para a Europa.

O marido fez muito bem em dar conhecimento ao detetive, não só porque compartilharam a mesma mulher, como, sendo ele detetive, nunca se sabe não iria Sam andar a vasculhar do paradeiro de sua amada. Assim já ficou a saber, não precisa de procurar!

 

E sobre americanos e paixonetas, lembramos Conrad, jovem agente da CIA e apaixonado por Sue Ling, que por esse enlace se deixou enlaçar nos novelos e chantagens do M16, na personagem de Mrº Miller, a quem ficou de fornecer informações dos serviços secretos americanos, o que ele cumpriu.

No episódio nove, já farto das exigências e caprichos daquela raposa matreira, praticamente mandou-o às urtigas, deixando o último envelope, supostamente sobre o Vietname, no chão.

 

E já que falei várias vezes sobre o nono e penúltimo episódio, falta-me abordar a especificidade do caso habitual.

 

Também desta vez envolveu australianos.

Uma jovem e promissora jornalista australiana foi achada esfaqueada na cama com um amigo de Sam, um aborígene herói da segunda guerra, Robert Collier, Robbo, sem que este se lembrasse de nada.

Acusado e preso, o assunto deu pano para mangas, chamou a atenção do jornalista Macca, do chefe da Delegação Australiana, certamente embaixador e lá esteve Sam e a firma detectivesca a resolverem o caso.

Só a paciência, crença e confiança absoluta de Sam no amigo e salvador do tempo da ocupação japonesa, possibilitou ao ex-soldado herói salvar-se da forca. Que muitas forças ocultas, em que os preconceitos racistas dominavam, o ex–soldado é negro aborígene, direcionavam-no para morte certa.

Afinal, o verdadeiro assassino da jovem fora um Lee Kim Fong, que assim impossibilitou a concretização dos sonhos de uma talentosa jornalista, que não chegou a sê-lo nem demonstrá-lo.

 

E também se deduziu que esse mesmo destrambelhado pode ter sido o assassino de Mrº Winston Cheng.

 

E por aqui me fico, nesta estória, contada de modo tão parcelar. Por hoje! Que está para começar o décimo e último episódio, que quero acompanhar.

Não foi um seriado muito interessante, mas viu-se com agrado.

 

 

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publicado às 21:35


Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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