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“… Témoins” – “As Testemunhas” – Série Policial Francesa – RTP2

por Francisco Carita Mata, em 04.07.17

Temporada 2 – Episódio 1

 

(2ª Feira – 3 de Julho de 2017)

 

Témoins 2 in. alllocine.fr.jpg

 

A RTP2 iniciou uma nova série, após terminar “Lei e Corrupção”.

 

As Testemunhas”, série francesa, agora numa 2ª temporada.

Reporto para o que escrevi sobre a primeira temporada, transmitida em 2016. E para dois sites franceses sobre o assunto.

https://fr.wikipedia.org

 https://www.google.pt/

A protagonista, a policial investigadora e detetive, Sandra Winckler.

Jovem profissional, divorciada, mãe de duas filhas, que tem à sua guarda, mas como difícil é conciliar profissão altamente exigente e absorvente e vida pessoal, em especial o exercício da maternidade…

 

Neste primeiro episódio, o surgimento de mais um crime macabro, com raios de surreal.

 

Num autocarro, estacionado numa estrada sem movimento, numa região quase deserta, encontravam-se quinze corpos de homens, congelados, sentados nos bancos, devidamente enfarpelados de fatos domingueiros, penteados, de rosa na abotoadeira, com ar festivo, como se aguardassem o início de uma viagem celebrativa e libertadora no Além…

 

Iniciadas as devidas investigações por toda uma equipa de vários técnicos especializados, de diferentes domínios, em diversos contextos, rapidamente (!) se cruzam as linhas investigadoras e se entroncam num ponto comum.

Todos eles haviam desaparecido, há pelo menos três anos e todos tinham em comum o conhecimento de uma mulher, fotógrafa de profissão, Catherine Keemer, também ela sem dar sinais de vida no mesmo espaço temporal. Que apenas dissera "adieu" ao marido e às filhas, acenando um adeus e até já e nunca mais ninguém lhe pusera a vista em cima…

 

Subitamente e nem a propósito, reaparece, perdida, amnésica, numa rua movimentada da cidade, não sei bem qual, saída de um carro, atarantada, perguntando: “Onde está ele? Onde está ele? …”

 

Perante a evidência dos factos, além de internada no hospital, também é presa…

 

(Cabe aqui um parêntesis.

Porque quem protagoniza esta personagem é nem mais nem menos que a talentosa atriz Audrey Fleurot, a célebre Josephine de “Um Crime, Um Castigo” e a celebérrima Hortense, de “Uma Aldeia Francesa”!

Promete esta 2ª temporada.)

 

Prosseguindo nas investigações…

Sandra Winckler descobriu a relação de semelhança deste crime com outro acontecido cinco anos antes.

Também um autocarro fantasma, onde fora encontrado também um corpo de homem congelado, também uma mulher envolvida, que à data, também fora recentemente mãe.

 

Ah, sim! Falta, entre muitas outras coisas que omito, dizer que, relativamente a Catherine Keemer, os médicos, nas observações que lhe fizeram, detetaram que ela fora recentemente mãe, há cerca de seis meses.

 

E este facto parece ser o elo que irá permitir à personagem ir recuperando a memória. (E à atriz compor o seu papel, que é sempre notável o desempenho de Audrey Fleurot.)

 

No final do episódio, enquanto Catherine, fugindo da enfermaria em que estava internada e prisioneira, se quedava extasiada a olhar os bebés na maternidade do hospital; Sandra investigava o autocarro fantasma de há cinco anos, abandonado num sucateiro de automóveis velhos.

 

Subitamente, como que por magia, ou descuido da investigadora que não apagara o cigarro (?), o dito autocarro fantasma incendiou-se…

 

(imagem. in. allocine.fr)

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publicado às 11:09


5 comentários

De poetaporkedeusker a 13.07.2017 às 11:49

Uma série de excelente qualidade que sigo atentamente no meu computador, já que o televisor - ou a caixinha de TDT... - há muito deixou de funcionar.

O meu fraterno abraço, amigo Francisco!

Maria João

De Francisco Carita Mata a 16.07.2017 às 18:52

Essa estória do TDT é uma das várias em que os DDTs deste mundo nos metem as mãos, descaradamente, nos bolsos.
A série foi deveras interessante, nomeadamente na forma como foram encaminhando a estrutura narrativa, em vias paralelas, até nos revelarem o epílogo. Ainda idealizei escrever mais um post, quase no final, mas tenho andado com trabalhos no campo.
Tenho vários assuntos começados, a aguardarem a decisão de publicar!
Continuo a seguir o seu poetar perfeccionista! Parabéns.
Agradeço a sua atenção, e formulo votos de saúde.
Saudações cordiais e poéticas.
Francisco

De poetaporkedeusker a 16.07.2017 às 20:51

Curiosamente, amigo Francisco, quando penso nos DDT, associo a sigla ao famigerado diclorodifeniltricloroetano.Tenho memória de que ainda foi usado lá por casa na década de cinquenta do século passado...salvo erro era pulverizado através de uma espécie de gigantesca seringa metálica,ora puxando, ora premindo o êmbolo, repetidamente. Tal como os DDT hodiernos, aquelas nuvens de pozinho branco tinham enormes e terríveis efeitos colaterais...

Em relação ao Témoins,foi realmente uma série de grande qualidade.Se ficar mais um tempo "on demand",sou bem capaz de a rever!

Retribuo os votos de saúde, grata por saber que continua a ler os meus cada vez mais escassos sonetos.

Maria João

De Francisco Carita Mata a 31.07.2017 às 18:48

Quando emprego a expressão DDTs sobre os famigerados "personagens" que tutelam os cordelinhos do "poder", reporto-a sempre, implicitamente, para o célebre produto químico e nefastos efeitos colaterais. Penso que os mentores / autores do programa televisivo da RTP1 também se referem ao seu poder altamente destruidor.
Bem, o produto químico foi proibido, há décadas...
Obrigado pela visita, agradeço e retribuo votos de saúde.
Francisco

De poetaporkedeusker a 31.07.2017 às 20:03

Na verdade, também me ocorreu que os mentores/autores do programa estivessem a apostar no duplo significado da sigla e, sim, recordo-me bem do facto de terem sido proibidas a sua produção e comercialização. Talvez ainda no final da década de cinquenta do século passado...

Saudações poéticas.

Maria João.

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Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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