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XIII Antologia de Poesia do CNAP – Poema: “Desamor”

por Francisco Carita Mata, em 03.01.16

Círculo Nacional D’Arte e Poesia

 

Antologia

 

Hoje, damos a conhecer no blogue “aquem-tejo…”, o Poema “Desamor”, de Luís Jordão, de Mourão.

 

“Desamor”

 

“Como que se saracoteiam os fantasmas de

liberdade e sonhos gastos

Já não são soletráveis as palavras escritas

As estrelas que há no céu não se deixam mais

contar

 

Passa a rasoira pelo espaço-tempo do meu vazio

alcunhado de vida

Retumbam ecos de longínquas memórias

 

Tendo-se-me esfumado a utopia

Acho que perdi de vez

o sentido do caminho das Divindades”

 

Luís Jordão, Mourão

 

 

Ilustramos com mais uma linda fotografia original de D.A.P.L., de 2015.

 

Jacarandá Almada Foto original de DAPL 2015.jpg

 

Como “As estrelas que há no céu…” as estrelas azuis do jacarandá, nas nebulosas da folhagem…"ecos de longínquas memórias..."

 

Numa Cidade sem Tempo...

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publicado às 16:10


2 comentários

De simplesmente avô a 03.01.2016 às 16:29



Simplesmente lindo!

De Francisco Carita Mata a 04.01.2016 às 01:23

Bem vindo ao blogue. E obrigado, em nome do Autor do Poema, que não conheço pessoalmente, diga-se.
Nesta Antologia de que tenho estado a transcrever um poema de cada um dos antologiados, tenho apreciado com mais atenção cada um dos poemas que vou escrevendo no computador para transpor para os posts. Ao escrevê-los e relê-los surpreendem-me sempre as imagens que me vão sugerindo, cada um com o seu estro poético. Procurando ilustrá-los com uma imagem sugestiva, preferencialmente das que tenho no meu acervo, vejo com mais nitidez a beleza e riqueza espiritual que cada Poeta nos procura transmitir, cada um a seu modo e no seu estilo.
Se aprecia Poesia "cirande" pelo blogue e diversos posts, S.F.F.. Encontrará muita "coisa" que lhe agrade, certamente.
Leia o Prefácio.
E há muito mais para além da Poesia!
Também já dei uma volta pelo seu blogue.
E vou subscrevê-lo, para ir acompanhando.
Volte, sempre, Se Faz Favor!
http://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/xiii-antologia-do-c-n-a-p-ficha técnica e prefácio-69773

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Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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