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XIII Antologia de Poesia do CNAP – Poema: “Alma Gémea”

por Francisco Carita Mata, em 06.01.16

Círculo Nacional D’Arte e Poesia

 

Antologia

 

Dando seguimento à publicação no blogue “aquém-tejo…” de Poesia publicada na 13ª Antologia de Poesia do C.N.A.P., divulgamos, neste post nº 273, a Poesia “Alma Gémea”, de Josefina Almeida, de Colmeal (Góis).

 

“Alma Gémea”

 

“Foi minha alma gémea,

Meu foco de claridade,

A mais linda avozinha

Que me amava de verdade.

 

Foi ternura transbordante,

Que encheu minh’alma

Foi vida na minha vida,

E o beijo da face calma.

 

Foi minha Primavera

Onde só havia rosas,

Sempre frescas sem espinhos,

Alegremente viçosas.

 

As rosas frescas secaram.

Morreu o jardim com dor.

Por mim um rio de mágoa

Levou-me tão grande amor.”

 

Josefina Almeida, Colmeal (Góis)

 

Ilustramos com uma linda foto, original de D.A.P.L., de “…rosas/sempre frescas…”

 

Rosas. Foto original de DAPL 2015.jpg

 E, tb, SFF!

 E, ainda...

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publicado às 15:06



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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