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XIII Antologia de Poesia do CNAP – Poema: “Quadras ao Meu Amor”

por Francisco Carita Mata, em 12.01.16

Círculo Nacional D’Arte e Poesia

 

Antologia

 

Retomamos a Poesia, neste blogue “aquém-tejo.blogs.sapo.pt/” e, novamente, a temática do Amor, rio que corre em variados versos desta Antologia, umas vezes de correnteza mais calma, noutras mais atribulada.

Neste Post Nº 281, o Poema “Quadras Ao Meu Amor”, de José Garção Ribeiro Branquinho, de Ribeira de Nisa (Portalegre).

 

 

“Quadras Ao Meu Amor”

 

“Meu Amor é minha vida

Por ti vivia a cantar

Mas desde a tua partida

Sem te ver, é só chorar.

 

Choro longe sem te ver

Por ti saudade de morte

Sofre por ti o meu ser

À espera de melhor sorte.

 

É tão grande a minha dor

Não queiras ver-me sofrer

Volta breve-meu Amor

Sem ti não posso viver.

 

Quero abraçar-te e beijar-te

Teu corpo bem junto ao meu

Em meu altar adorar-te

Viver contigo meu céu.”

 

“Quinta da Piedade, 29 de Março de 2015”

“JGRBranquinho – Zé do Monte”

 

 

José Garção Ribeiro Branquinho, Ribeira de Nisa (Portalegre)

 

Ilustra-se este Poema com um bonito cartão de A. P. B. P. – Associação de Pintores com a Boca e o Pé, Caldas da Rainha, de um original pintado com a boca, por Fu-Tsai Tung.

Jarro de Flores N. P1308 Original pintado com a boca por Fu-Tsai Tung

 

Sobre o Poeta José Branquinho escrevi uma das primeiras, se não a primeira, das minhas crónicas culturais, com o título “Crónica breve dos dias de Hoje!”, publicada no Boletim nº 111, do Círculo Nacional D’Arte e Poesia, em Junho de 2013, ainda não tinha este blogue.

Relatava a excelente atuação deste Poeta e Cantor, numa sessão de “Momentos de Poesia”, realizada na Biblioteca Municipal de Portalegre. Acontecimento cultural que ocorre mensalmente na Cidade de Régio e sobre que também já aqui me debrucei num post.

Este nosso confrade, sportinguista, organiza mensalmente uma Tertúlia Poética, na terceira 4ª feira de cada mês. Em Janeiro será no dia 20, pelas 15 horas. Na Sala VIP Sporting!

 

 

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publicado às 17:00



Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

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