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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Postal Mil! 1000!

Milésimo postal, em Aquém Tejo!

Rosa de Cheiro I. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Este é o meu postal nº 1000! Mil! O milésimo post, em “Aquém-Tejo”!

Nesta milésima missiva, a palavra fundamental: Obrigado!

Rosas de cheiro II. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Obrigado à Equipa SAPO, a todos os intervenientes nesta Entidade e Estrutura Comunicacional. Que me tem permitido, desde 8 de Outubro de 2014, expor, divulgar, publicar os meus textos, de variada índole, temática e estrutura. Os textos de Amigos meus. De conhecidos ou não, integrantes de várias Antologias de Poesia em que tenho participado. As fotos também de Amigos e/ou Familiares. Também as minhas, quase exclusivas, há relativamente pouco tempo. Divulgar assuntos que considero relevantes e alguns são-no mesmo, outros nem tanto. Dar a conhecer muitas realidades, eventos que os meios de comunicação divulgam pouco ou nada.

Temas, assuntos, abordagens, que de algum modo me tocam. Que estão “aquém”, me estão próximas, física, geográfica ou sentimentalmente.

Localidades, aldeias, vilas, cidades a que me ligo de algum modo.

E me permitiu criar outro blogue, desde 10 de Setembro de 2021! “Apeadeiro da Mata”!

(Aquém- Tejo já fez 7 anos! Sete anos dá direito a entrar e frequentar a “Escola Primária”!)

Rosa de Cheiro III. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Obrigado às Pessoas que subscrevem o blogue. De algum modo penso, idealizo-as como destinatárias das “mensagens” que envio. Um postal é sempre uma mensagem, que emissor envia a destinatários, recetores dessa missiva.

Rosa de Cheiro IV. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Obrigado às Pessoas que subscrevo, que gosto sempre de ler ou ver, apreciar, os vários postais que vão publicando. Processa-se sempre comunicação, interação, apesar de a quase totalidade ser só conhecida virtualmente. Contextualizam-se aprendizagens, interações positivas.

Rosa de Cheiro V. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Obrigado aos detentores de blogues que visito na plataforma SAPO ou noutras estruturas, com quem tenho sempre aprendido ao longo destes sete anos.

Rosa de Cheiro VI. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Obrigado aos Visitantes e Visualizadores dos postais do blogue, seja na plataforma SAPO ou noutras estruturas comunicacionais. As visitas, as visualizações, são um indicador precioso do processo de comunicação. São um barómetro, um perfil da adesão comunicacional. Dos assuntos mais relevantes.

Rosa de Cheiro VII. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Obrigado a todas as Pessoas que tecem Comentários ou assinalam como Favoritos os diversos postais, com quem interajo sempre, com quem tenho aprendido sob variados aspetos. Que direta ou indiretamente formulam sugestões, que muitas vezes sigo, que me dão ideias para outros postais, alguns até se tendo tornado temáticos.

Tenho sempre a preocupação de agradecer. Porque num processo de comunicação deverá haver sempre um retorno. Se alguém “entra” no nosso “espaço” e nos diz algo simpático, merece sempre a nossa atenção e resposta. Um simples Obrigado até é bastante! Importa que seja “dito”, escrito.

Rosa de Cheiro VIII. Foto Original. 2021.05.06.jpg

E termino com uma quadra subordinada ao tema Obrigado e que já terei divulgado no blogue.

Obrigado é mais qu’uma palavra!

Nela se grava nobre sentimento

Sentir que nosso coração nos lavra

E em nós desbrava um nov’alento!

 

Rosa de Cheiro IX. Foto Original. 2021.05.07.jpg

E que venham mais mil postais. Em Prosa ou em Verso. Com Fotos, de preferência.

(E, a propósito de fotos, são todas de “Rosas de Cheiro”!)

 

Central do Pego “convertida” à Biomassa?

“Setor florestal defende mais valias de reconversão da central do Pego para biomassa” 

Pinhal. Portalegre. Foto Original. 2021.01.10.jpg

A criação de Centrais de Produção de Energia, a partir da Biomassa, é uma medida que venho defendendo há vários anos.

Pinhal Portalegre. Foto original. 2021.01.10.jpg

Se Entidades do Setor Florestal defendem que a Central do Pego seja “reconvertida” para produzir energia elétrica, como fazia, mas a partir da biomassa, é porque certamente será exequível essa mudança.

Lembramos que a Central do Pego produzia energia elétrica, a partir do carvão. Modalidade de produção de energia que foi suspensa em Portugal, como noutros países europeus, por ser altamente poluente. O que é verdade. Já bastará o que acontece em grande escala, nomeadamente na China, na Índia e em muitos outros países por esse mundo fora.

 

(Um pormenor ou pormaior(?) histórico. A China cuja grande industrialização praticamente atingiu o boom no século XXI, utilizou como base energética o mesmo recurso fundamental que a Inglaterra, no século XVIII: o carvão. A matéria-prima que tinha mais disponível. Sem considerar os efeitos nefastos conhecidos nos países cujo arranque industrial foi muito anterior, nomeadamente na já referida Inglaterra.

A Humanidade parece aprender pouco com os erros do passado.

E ainda na China, agora uma Grande Potência, também parece ignorar os tempos imediatamente anteriores à eclosão da 2ª grande guerra mundial.

Isto, no referente às ações político-militares face por ex. a Hong Kong ou Taiwan.

Mas isto são pormenores, ou pormaiores(?), que me ocorrem.)

 

Voltando ao tema central. Concordo inteiramente que se reconverta essa Central para usar todo o potencial produtivo de material lenhoso, arbustivo, herbáceo, eu sei lá mais o quê, para obtenção de energia elétrica, a partir da biomassa.

Lembrar que o Pego fica precisamente a sul da região vulgarmente conhecida por “Zona do Pinhal”. Material de combustão, matéria-prima não faltará.

Podem faltar outros requisitos, que não sei.

Estudem bem o assunto. E criem, sim, Centrais de Produção de Energia, a partir da Biomassa.

Todavia, ter sempre atenção aos efeitos poluidores.

 

Haja saúde e menos fogos. E mais energia elétrica. E mais limpeza nas matas. Todas estas situações estão interrelacionadas.

Pinhal Portalegre. Foto Original. 2021.01.10.jpg

Outros postais em que já abordei anteriormente este tema:

incendios-enxurradas

incendios

cronica-de-outubro-

cabras-sapadoras-batismo-polemico

centrais-de-producao-energetica-atraves-da-biomassa

(Fotos?! - Todas do "Cabeço do Mouro", Cidade de Régio. Em toda a Serra, mesmo em todo o Alto Alentejo, também há imensa matéria prima para produção de energia através da biomassa. Implementem as Centrais, SFF!)

 

Resiliência nos Profissionais de Saúde!

Reflexões a partir de afirmações de Doutora Marta Temido!

Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes?!

 

«Resiliência - … 3 (fig.) – Capacidade de defesa e recuperação de uma pessoa perante fatores ou condições adversos. (Do lat. resilientia …)»

In. Dicionário da Língua Portuguesa. 2011. Porto Editora. (pag.1384)

 

Como qualificar as afirmações de Sua Excelência a Senhora Ministra da Saúde, Doutora Marta Temido, sobre a questão da necessidade de resiliência por parte dos Profissionais de Saúde?!

Talvez do mesmo modo que atribuir qualificação a afirmações, de igualou teor ou semelhante, de Sua Excelência o Senhor Ministro do Ensino Superior, Professor Doutor Manuel Heitor, a propósito dos Médicos de MGF – Medicina Geral e Familiar.

 

Se há capacidade, competência de que os Profissionais de Saúde dispõem, à partida, é a da resiliência.

 

No respeitante a Médicos, que é a vertente que melhor conheço:

Basta observar o trabalho, as atitudes e comportamentos, dos jovens “aspirantes” a Medicina, ainda no Ensino Secundário, continuando no Superior.

E na vida profissional subsequente, em que todos podemos observar o modo de vida dos médicos, seja nos hospitais, seja nos centros de saúde e as competências que têm que dispor no exercício das respetivas funções.

 

(Importante seria que houvesse valorização do SNS - Serviço Nacional de Saúde, nas suas mais diversas vertentes, nomeadamente dos respetivos Profissionais.)

 

E que estes Senhores Ministros, ou quem lhes venha a suceder, equacionassem resolução para algumas questões candentes, nomeadamente:

Que o número de vagas para acesso às Especialidades corresponda ao número de

Médicos que se formam anualmente. Para que todos os profissionais tenham possibilidade de ter uma especialidade.

Criando especialidades em subsetores da medicina em que elas ainda não existem. Por ex. no âmbito das Urgências. (Digo eu…)

Abrir mais vagas em MGM – Medicina Geral e Familiar. Há tantas Pessoas sem Médico de Família! Então não será uma grande contradição que existam profissionais sem especialidade e tantos doentes sem médico de família?!

Abrir vagas noutros campos já existentes ou inovadores que me escapam, que sou apenas leigo no assunto, utente do SNS, paciente ou doente como qualquer um de nós.

Por outro lado, o Senhor Ministro M. Heitor também anunciou a abertura de mais Cursos de Medicina, concretamente em Évora, Vila Real e Aveiro. Logo haverá mais alunos formados, maior necessidade de mais vagas de especializações. Bem sei que isso será lá para as “calendas…”

Sobre os variados campos de Outras Profissões do ramo de Saúde, muitas mais questões haverá que equacionar. Que me escapam, que sou apenas leigo na matéria.

 

Caro/a Leitor/a conhece situações, aspetos importantes de resolver no campo da Saúde?!

Elas serão mais que muitas! (…)

Rosas de Cheiro. Foto original.2021.05.02.jpg

(Entretanto a Senhora Doutora já formulou pedido de desculpas. E fez muito bem. Só prova que tem bom coração! E que também é resiliente. Bem-haja e não se esqueça das minhas sugestões e de as transmitir ao seu colega Ministro. Que não nos falte a Saúde!

Saúde e Educação são dois campos fundamentais de melhoria das condições de vida de uma nação.)

Foto?! - "Rosas de Cheiro", no quintal. São de Maio. Mas, ainda anteontem, observei algumas na roseira. Bem lá no alto da planta!

 

Amoras!!

Amoras nesta altura do ano?!

Amoras pretas e vermelhas. Foto Original. 2021.07.21.jpg

Bem sei que cada coisa no seu tempo e agora já não é tempo de amoras. Nem floridas?!

Cacho em flor. Foto Original. 2021.07.21.jpg

A não ser que as tenha conservado em compota, deliciosa(!), ou guardado na arca e as reaproveite agora. Em compota, ficam muitíssimo agradáveis. O crocante das amoras caramelizadas é muitíssimo apelativo.

Mas hoje apresento-vos fotos de cachos de amoras, fotos tiradas em Julho. No mesmo balsedo, conjunto de silvas, silvado que bordeja o “Caminho da Fonte Das Pulhas”. Tirei fotos em diferentes estádios de maturação.

Amoras. Foto Original. 2021.07.21.jpg

No mesmo cacho observam-se bagos de amoras já pretas, umas vermelhas, outras ainda verdes. São assim as amoras! (Comparo-as muito com as pessoas. No mesmo conjunto familiar, há pessoas mais velhas, umas mais novas… Em diversos momentos das suas vidas evolutivas. Em diferentes estádios do seu desenvolvimento pessoal e social.)

Simultaneamente noutros cachos estão ainda todas verdes.

Amoras verdes. Foto Original. 2021.07.21.jpg

Noutros, os cachos estão floridos.

Cacho florido. Foto original. 2021.07.21.jpg

Ainda, noutros totalmente em botão.

Cacho em botão. Foto Original. 2021.07.21.jpg

São assim as amoras!! As seguintes, já em Agosto.

Amoras em Agosto. Foto original.2021.08.06.jpg

E, para finalizar, um cesto de amoras já colhidas, também em Agosto. 

Amoras para compota. Foto original. 2021.08.07.jpg

Que mãos hábeis transformaram em compota. Deliciosa!!

E um último cacho, já em Setembro.

Amoras. Foto Original. 2021.09.06.jpg"Gostas de amoras?! …

Vou dizer ao teu Pai que já namoras!"

Muita Saúde. Muito Obrigado. E muitas amoras. Agora, em compota!

 

Redução da Velocidade nas Localidades!

Vigílias, marcha lenta e petição evocam hoje a memória das vítimas da estrada

Nardos no quintal. Foto Original. 2021.08.08.jpg

Interessante esta notícia.

Nardos no quintal. Foto Original. 2021.08.08.jpg

 

Andava há algum tempo para elaborar um postal sobre este assunto e estava a pensar publicá-lo por estes dias.

Todos constatamos nas mais diversas localidades, sejam elas aldeias, vilas ou cidades, o excesso de velocidade a que circulam os nossos automobilistas.

Um peão atravessar uma rua, mesmo numa passadeira, é um risco permanente.

Não há limitações de trânsito que condicionem a velocidade a que muito bom e santo automobilista, homem ou mulher, jovem ou velho, de qualquer condição, circule pelas nossas localidades.

Todos e todas correm como se não houvesse amanhã.

Às horas de ponta, de manhã ou de tarde, às horas de almoço, então “é um ver se te avias”. Anda tudo a correr em excesso de velocidade para onde quer que se vá.

A meu ver existe um método relativamente simples que condicionaria, à priori, qualquer excesso de velocidade. (Bem sei que existem sempre “os chicos-espertos”!)

Os carros novos são já todos(?!) “Carros inteligentes”! (Mais inteligentes que os donos?! Não sei!)

Dispõem de variadas funcionalidades automáticas.

Então, a meu ver, que não sou técnico, nem cientista, nem iluminado sob qualquer condição, e, admitindo que possa estar completamente errado, bastaria (?) o seguinte:

- Dotar todos os carros de um mecanismo que, perante a condição de ter de se cumprir determinado limite de velocidade, os ditos carros previamente avisariam os condutores desses limites a cumprir.

Apenas isso?! Perguntar-me-á, Caro/a Leitor/a.

Não!

Não só avisariam previamente, com a necessária antecedência, como logo que a ocorrência limitativa acontecesse, eles próprios diminuíam automaticamente a velocidade.

Tão simples assim!?

A ideia está lançada. Duvido que seja original. Certamente alguém mais iluminado/a que esta cabecinha pensadora já a terá congeminado.

Senhores e Senhoras Decisores, destas e doutras coisas, ponham-na em execução que é concretizável com toda a tecnologia atualmente existente e conhecimentos disponíveis.

Haja vontade de a executar! Que possível é.

Têm de me pagar alguma coisa por ela?! Não, que eu trabalho pro bono!

Se num futuro relativamente curto, puder atravessar passadeiras e circular com mais segurança dou-me por agradecido.

(Os carros antigos. Teriam de ser dotados com a nova tecnologia. Imaginem o impacto que tudo isto teria na indústria. E na VIDA das PESSOAS!)

Haja Saúde! E velocidade reduzida! (Menos ferocidade nas estradas e autoestradas!)

Nardos no quintal. Foto Original. 2021.08.08.jpg

Fotos?

Nardos no Quintal! Evocativos das Pessoas sinistradas em acidentes.

 

Blogs que sigo.

Foto original. 2021.10.31.jpg

Estes são os blogues que subscrevo.

Sigo-os, na medida em que editam trabalhos no respetivo blogue.

Obrigado pelos ensinamentos, pelas partilhas, pelas oportunidades de intercâmbio.

(Tentei seguir uma ordem alfabética. Nem sempre me correu pelo melhor. Obrigado pela atenção.)

Foto Original. 2021.10.31.jpg

Amato

António Só. asescondidas

Arca de Darwin

Ana D. greenideas

Azulejoseu

Batista Oliveira divagardevagar

Carlos Neves

Cheia

Danny The Fox bicho-do-mato

Dnemésio limbosverdes

JL avidadepoisde

Luso Brasileiro solpaz

Maria João Brito de Sousa

MEA fragmentos poeticos

MJP

Na terra dos platanos

P B Bibliotecas do bonfim

Pedro

Polissiano thepolis

Vilipêndio

Foto Original. 2021.10.31.jpg

Sigo outros blogues com atenção, apesar de não os subscrever ainda. 

https://blogs.sapo.pt/profile?blog=acordaescrita

https://blogs.sapo.pt/profile?blog=1mulher

https://blogs.sapo.pt/profile?blog=cronicassilabasasolta

https://blogs.sapo.pt/profile?blog=milorde

Foto Original. 2021.10.31.jpg

Sigo também blogues noutras plataformas.

http://pensamentosedevaneiosdoaguialivre.blogspot.com/

http://maiordesessenta.blogspot.pt/

Amoras. Foto Original. 2021.08.07.jpg

Este Postal é uma Homenagem e Agradecimento a todos.

 

Fertagus até à Gare do Oriente?!

Questões Pertinentes - Perguntas Impertinentes! 

Mural EN10. Setúbal. Foto Original. 2021.06.21.jpg

Volto às minhas pertinências. Ou impertinências?!

Quem more na “Grande Lisboa”, especialmente na “Margem Sul”, conhece certamente a “Fertagus”. Já terá usado ou pelo menos ouvido falar do “Comboio da Ponte”. Da “Ponte 25 de Abril”, claro!

EN10. Jardim Setúbal. Foto original. 2021.06.21.jpg

Este comboio, tutelado pela firma referenciada, realiza percursos diários a partir de Setúbal e de Coina, até Lisboa, especificamente até à estação de Roma – Areeiro. E vice-versa, de Roma – Areeiro até às mencionadas localidades do lado sul do Tejo.

Arte Urbana. Setúbal. Foto Original. 2021.06.22.jpg

Variadas vezes tenho utilizado este comboio. Globalmente só tenho a dizer bem. Excetuando uma ou duas vezes, às horas de ponta da tarde, dezoito ou dezanove horas, proveniente de Lisboa, não consegui entrar. Mas isso é outra questão, mais geral, que tem a ver como as nossas “Grandes Cidades” têm crescido. E sobre o que algumas vezes tenho mandado os meus bitaites!

Roca da Velha. Jardim Gulbenkian. Lisboa. Foto original. 2021.08.01.jpg

Mas a questão, melhor, pergunta que pretendo formular, não sei se pertinente se impertinente é a seguinte:

Porque é que este comboio não realiza percursos até à Gare do Oriente?!

Razões técnicas que impossibilitam tal hipótese?!

Outas razões?!

É que dava imenso jeito!

Arte Urbana. Setúbal. Foto original. 2021.06.22.jpg

Haja saúde!

E... Valorize-se a "Arte Urbana". E... Arquitetura Antiga!

Porta antiga. Setúbal. Foto original. 2021.07.01.jpg

(As Fotos?! A maioria são de Setúbal. De Junho. Uma de Lisboa: “Roca da Velha”, no Jardim da Gulbenkian. Se há local de que gostamos em Lisboa são os “Jardins da Gulbenkian”! Foto de Agosto, um, o “Dia do Piquenique”!)

 

“O Lugar das Árvores Tristes” – Romance – Lénia Rufino

Quem foi o violador de Lurdes, personagem principal?!

Flor figueira Índia. Foto original. 2021.05.24.jpg

Na sequência da leitura do livro e do encontro com a escritora e tendo o livro na minha posse, consultei a pág. 200.

Excerto do diálogo travado entre monsenhor Alípio e Lurdes, na sacristia, sobre a morte de Juliana, amiga de Lurdes, em que esta acusava o padre de ter matado a sua amiga.

« - Só tenho pena de não ter vindo aqui com a Juliana…Se calhar também estava morta, a esta hora. Mas pelo menos, por um pequeno instante, tinha sabido alguma coisa do meu menino.

- Lá estás tu. Ela não descobriu nada.

- Então porque é que a matou?

- Mas quem é que disse que eu a matei? Quem é que te disse que alguém a matou?

- Os guardas. A autópsia revelou que ela morreu estrangulada.

- Tu, mais do que ninguém, devias saber que nem sempre se pode confiar nos guardas.

Lurdes engasgou a raiva que lhe trouxe o gosto amargo da bílis à garganta. Sabia, claro, que não podia confiar em toda a gente, por muito importante que fosse a sua posição na aldeia. Padres e guardas eram um bom exemplo disso, e ela conhecia esta verdade na pele. (…)»

In. Págs. 200 e 201, do livro referido em epígrafe.

*******

Corresponde ao que eu supusera ser “uma pessoa de poder” e essa pessoa ter sido um guarda. Conforme eu também supusera, embora não o tenha explicitado na análise que fiz do romance. Até, provavelmente, poderá ter sido algum chefe. Digo eu… sei lá! Que ninguém me encomendou qualquer sermão.

Todavia, penso que embora se possa inferir essa causalidade, ela não está suficientemente explícita para nos dar certezas. Não fora a afirmação da própria Escritora que me informou da página em que vinha referida a situação, não seria assim tão fácil lá chegar, com garantias absolutas.

Pelo conhecimento que tínhamos do contexto temporal em que se desenrola a narrativa do romance, deduzimos que os guardas tinham, na época, bastante poder. Eram temidos!

Daí que praticamente ainda uma criança, como era Lurdes à data da violação, catorze anos, ela terá recalcado o autor do crime, nunca tendo revelado o respetivo nome.

*******

Amoras. Foto Original. 2021.09.06.jpg

Essa revelação seria, a meu ver, um dos temas de futura saga do romance.

Contudo, conforme me foi referido, a modos que não irá haver continuação.

Fonte do Salto. Foto Original. 2021.07.11.jpg

A Fonte do Salto!

O Futuro morre na fronteira…

Não te digas Cristão, se me renegas…

Não posso ficar indiferente ao drama vivido por milhares de refugiados que, dos mais diversos países, acorrem à Europa, em busca de condições de vida. Não escrevo sequer “melhores”, porque estas famílias não têm sequer condições de vida, nos seus locais de origem. A Morte espreita a cada esquina!

Tenho consciência que este problema não se resolve fácil. Bem como consciencializo que é na origem que fundamentalmente tem de ser encontrada a solução. Antes de tudo o mais, criar condições de Paz. Acabar esses conflitos que se eternizam, através da negociação entre partes. Outras variáveis também fazem parte da equação, nomeadamente bloquear o fornecimento de armamento aos vários beligerantes.

Flor campestre. Foto original. 2021.04.02.jpg

Pouco posso fazer é certo. Daí ilustrar o postal, com uma flor campestre bem modesta.

Agora, a situação torna-se ainda mais chocante com o que se passa na fronteira entre a Polónia e a Bielorrússia. Não há como classificar a atuação dos governantes. Que indivíduos são aqueles?! Seres humanos?!

Sobre este drama dos migrantes e refugiados escrevi em 2018 o poema para que estabeleço ligação.

Estas Pessoas fogem à Morte nas suas terras. Seguem uma luz de Esperança que traficantes lhes acenam, a troco das economias de uma vida e vêm cair num alçapão, num cadafalso, a milhares de quilómetros dos locais que os viram nascer. E em condições ainda mais miseráveis!

Que mundo é este em que vivemos?!

 

O Pote da Fortuna!

O Vaso do Dinheiro!

Vaso do Dinheiro. Foto Original. 2021.04.02.jpg

Pote, vaso, bacio, penico, vaso de noite, … chame-lhe o que quiser.

Numa das minhas deambulações, passeatas pelos campos, deparei com este insólito achado.  Perdida a função utilitária, o valor de uso, foi por ali abandonado. Ficou a apanhar "moedas".

Será uma Metáfora?! Uma Ironia?! Uma pitada de Humor?!

Caro/a Leitor/a, faça a leitura que muito bem entender.

Poderá reportar-se, metafórica, irónica, humoradamente, para o resultado, para o desempenho da Seleção Nacional ou para os respetivos, correlativos e associados, que muito bem lhe aprouver.

Ou para uma “Obra de Arte”, a chamada “Trash Art”. Aqui só a Natureza interveio, construindo, produzindo esta Obra. Pouca intervenção humana, para além do “despejar o bacio”.

Não é bem feito despejar lixo em qualquer lado, mas neste caso ter-se-á reportado a épocas em que ainda não haveria recolha de lixo… Digo eu… sei lá!

Haja Saúde! Não nos falte a boa disposição, nem o sentido de Humor!

 

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