Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Tertúlias de Poesia!

APP – CNAP – Momentos de Poesia – SCALA

Corona Connection. 2020. 03. jpg

Com isto de Covid”, se há coisa que me chateia é não haver as célebres Tertúlias de Poesia.

Selfie Selfish Quadro 2019. jpeg

Bem! Haver, há, que ainda no passado domingo a APP tinha prevista a sua tertúlia mensal na Sede, como havia antes de Covid, no último domingo do mês. Neste caso, 27 de Setembro. Ter-se-á realizado, que não sei, que não fui.

Portanto, haver, há, eu é que ainda não me mentalizei a andar por aí em vários transportes públicos. E, depois, nos espaços de realização das sessões, quantas pessoas podem estar presentes?!

Foto Original. Costa. 2020. 08. jpg

Também D. Olívia Diniz Sampaio, presidente do CNAP, festejou o seu aniversário, no passado dia 26, sábado, num restaurante da Av. de Berna - Lisboa. Também não fui, não sei quantas pessoas estiveram, não sei se disseram poesia, terão dito, certamente, mas sei que correu muito bem.

Poesia Visual. Foto Original. 2018. 07. jpg

Faz agora um ano, estava a decorrer a Exposição de Poesia Visual, na sede da SCALA, em Almada. Algumas fotos são de alguns dos quadros expostos. Outras são da Costa da Caparica; do Tejo, visto da Ponte, vindo no comboio e de Portalegre.

Somos Mar. Foto original.2018. 07. jpg

Também tenho saudades das tertúlias de poesia na sede da SCALA, da “Poesia à Solta”. Em Almada: na Sede, na Oficina de Cultura.

Portalegre. Foto original. 2020. 06. jpg

E das tertúlias de “Momentos de Poesia”, em Portalegre. No Hotel José Régio, no Café José Régio.

Foto Original. Rio Tejo. jpeg

 

Este meu postal é dedicado a todos/as Tertulianos/as das Associações em que costumo participar:

APP – Associação Portuguesa de Poetas - Lisboa

CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia - Lisboa

"Momentos de Poesia" - Portalegre

SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – Almada

 

Votos de Muita Saúde! E Muita Poesia!

Agressão a Médica de serviço em Centro de Saúde!

A estupidez de gente agressora!

Ainda ecoavam as vozes sobre “As vistas do Bairro Amarelo”, em Almada e consequentes repercussões mediáticas… Noticiam que uma paciente, de Centro de Saúde do Concelho, agredira uma Médica em serviço. Sem mais! In. JN 23/09/20.

Foto Original. Costa da Caparica. 2020. 08. jpg

Uma pessoa que agride, assim, um profissional em exercício das suas funções, não tem qualquer justificação.

Tem de haver atuação legal, legislativa e funcional que, de forma célere, permita agir, atuar, dar castigo exemplar a esta gente.

 

Caro/a Leitor/a, coloque-se no sentir da médica, SFF. Além do trabalho de grande responsabilidade que tem, a diversidade de consultas, as diferentes atividades a desempenhar, o stress natural, ainda o receio / medo, de lhe entrar pelo consultório uma desgovernada qualquer, que vai agredi-la!

Imagine, sendo profissional em serviço, se tiver de lidar com pessoas, que lhe pode aparecer um maluco qualquer, contrariado no atendimento, a dar-lhe um murro, só porque sim! Como se sentiria, Caro/a Leitor/a?! Como iria para o trabalho?

Se vai a um supermercado, imagine que querendo determinado produto, que não há em stock, chega à caixa e não está com meias medidas. Descarrega na rapariga em atendimento e dá – lhe um soco! Era capaz de fazer isso, Caro/a Leitor/a?!

 

A Médica meteu baixa, e fez muito bem. É ela que vai ser penalizada por isso e fica traumatizada. “Sinto-me um lixo!”, expressão da médica, na notícia.

Menos uma profissional a trabalhar no serviço. Menos gente que pode ser atendida, nomeadamente os pacientes dessa médica. As ações violentas dessa gente desgovernada refletem-se não só na pessoa agredida, mas em toda a comunidade, que também sai prejudicada pelas ações dessa gente tresloucada.

 

Não é assim que se resolvem as situações. Nem a pandemia desculpa, nem eventuais dificuldades da pessoa, poderão servir de atenuantes.

Se é pessoa doente, mais razão para ter calma: precisa dos profissionais de saúde.

Independentemente da pessoa, a respetiva ação tem de ser sempre penalizada.

Nestes casos ocorridos em contexto de trabalho deve haver queixa não só da vítima, como do serviço em que esta exerce funções e respetivas estruturas profissionais. Não deve é ficar em branco, nem haver protelamentos.

Se agressor/a já é pessoa com historial de agressividades, maior a necessidade de ação penal. Privação de liberdade, pagamento de multa, trabalho comunitário e nome e foto deveriam passar a figurar no local do delito, como forma de punição moral pelo mal infligido a toda a comunidade.

 

No referente a este Centro de Saúde, é imperioso e urgente que haja desdobramento do Centro, que serve duas freguesias.

(E voltamos ao início. Implica haver recursos e nestes, é fundamental haver recursos humanos. O que reforça a estupidez dessa gente agressora!)

O Meu Pé de Laranja Lima

Um livro a (re)ler, após a visualização do filme.

Meu Pé de Laranja Lima filme  in. cinemaville.net

(In. cinemaville.net)

Hoje vimos o filme “O Meu Pé de Laranja Lima”, de 2012, realização Marcos Bernstein, também co - autor do argumento com Melanie Dimantas.

Elenco principal: João Guilherme Ávila (Zézé), José de Abreu (Portuga), Caco Cioler (o Escritor).

Baseado no célebre livro homónimo, de José Mauro de Vasconcelos (1920 – 1984), publicado em 1968.

 

Tenho um exemplar do livro, 31ª edição – 1980, de Comp. Melhoramentos de São Paulo, Indústrias de Papel – Caixa Postal 8120, São Paulo.

Tê – lo -ei adquirido pelos anos oitenta e li-o nessa mesma data. Não anotei, como por vezes costumo, quando e onde comprei, quanto custou e quando li. Será o próximo livro que irei (re)ler.

 

Tanto o filme, como o livro, relatam uma história muito ternurenta, mas também muito dramática de uma criança, Zézé, de seis anos.

Da sua família mais pobre que pobre, mãe trabalhando na grande cidade, pai desempregado, irmãos cuidando uns dos outros. Zézé, de tão sensível e inteligente, desadaptado ao mundo real, criava seu próprio mundo imaginário com a sua “Minguinho” – o Pé de Laranja Lima, corcel correndo pelo sertão. Traquinas, era saco de pancada do pai e da irmã mais velha.

Da sua amizade com seu Manuel, “Portuga”, imigrante, desesperançando da vida, que encontrou na criança um filho que terá desejado e nunca tido, nas lonjuras do seu Portugal.

Zézé achou no “Portuga” a ternura que uma criança precisa para dar rumo ao seu crescer de menino.  

(…)

 

O Autor termina a sua narrativa, “ -  "Último Capítulo” – “A Confissão Final”

 

“OS ANOS SE PASSARAM, meu caro Manuel Valadares. Hoje tenho quarenta e oito anos e às vezes na minha saudade eu tenho impressão que continuo criança. Que você a qualquer momento vai me aparecer me trazendo figurinhas de artista de cinema ou mais bolas de gude. Foi você, quem me ensinou a ternura da vida, meu Portuga querido. (…)”

Ubatuba, 1967.

 

Então?!

Vamos à leitura, Caro/a Leitor/a!

Autógrafo de Amália

Este é o meu postal nº 800.

Capa Visão. Amália. Foto Original. 2020. 09. jpg

(Cortesia da Revista "Visão", a que, todavia, não pedi autorização!)

É um número significativo de missivas, que tenho lançado na net. Múltiplos e variados temas, assuntos, bitaites, desabafos; em prosa, em verso, meus, de muitas pessoas amigas, ou simplesmente conhecidas, que comigo partilharam projetos, antologias, reais ou virtuais. Montes de fotos! (...)

 

Sendo um número “redondo”, basicamente dois algarismos, o oito e o zero, duplamente. (8, que graficamente é praticamente também dois zeros.)

 

Merece ser festejado, com algo de valioso, partilhado, a partir deste espaço virtual, com todos os internautas, como é evidente. Todos temos consciência que o que publicamos eletronicamente, deixa de ser nosso. Para o Bem e para o mal!

Também se aproxima a data deste blogue festejar os anos. A 8 de Outubro fará 6 anos: 08/10/2020!

 

E o que vou partilhar?! Como se titula, é algo sobre Amália!

(Que em 6 de Outubro - 06/ 10/ 2020 - fará 21 anos que faleceu.)

 (... ?!)

Pois, precisamente o Autógrafo que a Diva do Fado me deu, na sequência da visualização do filme, "Fado – História de uma Cantadeira”, na Cinemateca, em 1986, a 13 de Março – (13/03/86).  

Sobre este assunto contei, no postal nº 768, a 27/ 07/ 2020. “O meu momento Amália! Ao vivo!

Postal que foi destacado pela Equipa do SAPO. Novamente, o meu Obrigado!

 

E assim, segue-se foto do Autógrafo, da pagela e de parte do bilhete.

 

Autógrafo Amália. Foto Original. 2020. 09. .jpg

 

Autógrafo Amália. Foto original. 2020. 09. jpg

(Obrigado a Amália, porque continua a (en)cantar-nos! Está passando na RTP1, um documentário produzido em 1995, sobre Amália. Imperdível!)

O Sítio do Picapau Amarelo

Sítio de “ver as vistas”!

Sítio PicapauAmarelo in. pinterest.pt.jpg

(in. pinterest.pt)

Neste postal, 799, vou também entrar num tema na moda, tal como referi no postal anterior. Compreende-se! É uma das minhas Cidades. De Rio e Mar! Tem vistas lindíssimas da Capital, do Tejo, do Mar da Palha, da Ponte, da Foz do Rio... Locais incomparáveis, como a Casa da Cerca, aqui documentada. Quinta de Almaraz! Também no Bairro Amarelo!

(Próximo postal: 800! Surpresa especial.)

 

Mas o título desta missiva é: Sítio do Picapau Amarelo. Acompanhei esta série há alguns anos. Uma delícia! Também já aqui citámos Monteiro Lobato, a propósito de Tieta. E que tem isso a ver com Almada?! (…)

 

Quem exerce cargos públicos de relevância está a ser permanentemente escrutinado. Então nestes tempos de telemóveis topo de gama, redes sociais e todos os quejandos virtuais… Não me vou alongar nestes considerandos.

 

Vou apenas tentar propor um exercício de ironia sobre o assunto.

As afirmações, as atitudes dos nossos políticos proporcionam verdadeiros quadros das célebres “Revistas à Portuguesa”.

 

Imaginem transpor a partir das afirmações da Senhora Dona Inês, um quadro de humor, contextualizado a partir da série mencionada.

Não vou escrever a rábula, que as minhas capacidades não chegarão a tanto.

Proponho a distribuição de papéis da série, por personagens da política, nacional e local.

 

Dona Benta: Senhora Dona de S. Bento, num papel trasvestido, peculiar nas Revistas.

A Narizinho seria Dona Inês, para não meter o nariz onde não é chamada.

Pedrinho, precisamente, o peculiar Pedro, passando o tempo a faltar às Aulas de Cidadania, que o Pai não lhe dá cavaco para assistir.

Emilinha?! Pois só poderá ser Dona Emília, nem era preciso mudar o nome.

Visconde de Sabugosa? O Senhor Maestro, que tão boa música nos tem dado, Pai de Dona Inês.

 

A Cuca? Dependerá de vários aspetos. Se atentarmos na ideologia e face ao que vivemos atualmente, será essa chaga que por aí anda a atormentar as gentes. Noutra perspetiva ideológica, bem poderá ser outro papão qualquer. Dependerá do guionista. E já agora do produtor, financiador, patrocinador da Revista. Que poderá ser ópera – bufa, desfile carnavalesco ou programa de humor televisivo.

 

Dos personagens principais, falta-me atribuir o papel de Tia Nastácia.

E também gostaria de atribuir o de Saci.

E faltam vários e interessantes papéis mais secundários.

 

Disse não tratar das falas, guião, roteiro, mas… tenho que informar que, Dona Benta, Dona de S. Bento, mandou dizer a Dona Inês, através do Saci, que não se ficasse por Almada, “só a ver as vistas”. Senão vem o Papão / Dona Cuca e tira-lhe o mandato!

E também que não se mudasse para o Sítio. Para não haver especulação imobiliária, nem aumento das rendas!

Coisas da Net (II)

Mais algumas coisas que tenho constatado, apreendido e aprendido!

Foto Original. 2020. 08. jpg

Coisas que tenho observado e sobre que tenho aprendido, principalmente nos últimos meses, em que me tenho embrenhado um pouco mais nestas coisas da net.

Muitas desconhecia e assim tenho aprendido também.

A questão dos plágios: não é recente, tomei consciência desta situação mal comecei.

Os perfis falsos: algo de que já conhecia a existência, mas que constatei na prática, há pouco tempo.

Mais recentemente apercebi-me de perfis falsos de comentadores que são “outros eus” dos autores do blogue. De Anónimos, que respondem por vários perfis. Agora procuro selecionar onde comento, para não ficar enredado nessa teia confusa de quem é gente e de quem é apenas pseudónimo, sem conteúdo pessoal. Tenho aprendido!

Os indignados, os irritados da net. Há gente que anda sempre a dizer mal de tudo e todos. Há os que selecionam os respetivos ódios de estimação. Esta indignação segue ondas e modas. Se aparece uma gaffe qualquer, de um tipo ou tipa na moda, cai-lhe tudo em cima.

Também me apercebi que há “bloguers” / “bloguistas”, que têm uma agenda política e partidária muito bem definida. Só me apercebi disso há bem pouco tempo. Fazem propaganda de determinadas correntes políticas e partidárias, como se estivessem a opinar de forma isenta e inócua. Vamos percebendo com o tempo.

Há direcionamentos muito específicos sobre determinados assuntos. A ponto de, perante ocorrências do mesmo teor, face ao acontecimento x ou y, se for encarnado ou verde, toda a gente se atira, mas se for amarelo ou roxo, omite-se completamente opinião. Caso bem recente foi o das festas, festinhas, festanças e festarolas, romagens e romarias, que houve por aí.

Qualquer coisa serve para o pessoal se indignar, arrotar postas de pescada, quando não ofender.

Mas também tenho aprendido com todos estes cambiantes e atuações. Aprender até morrer!

E volto aos erros ortográficos?

Querer dizer. “Há” e escrever “Á”. É mais frequente do que parece.

E sobre o “Acordo”, com que metade dos internautas está em desacordo?!

Quem escreve errado? Quem o segue ou quem escreve segundo o normativo anterior?!

E continuamos a ter de estar sempre a verificar dados quando entramos nos vários sites. Um aborrecimento!

E algo positivo que aprendi a partir da comunicação na net, ainda não há muito tempo. Nos postais, dimensioná-los para uma página. Tenho a mania de escrever muito texto. Agora esforço-me por escrever menos e quando ultrapasso, faço dois postais. Obrigado a quem me ensinou!

Poema em Verso Desconverso!

Poema em 3 - 9 – 9 ou 27 Versos controversos!

 

Com isto de Covid

Não há quem nos convide

Para irmos passear

 

Vai-se a qualquer lado

Anda tudo mascarado

Dá para desconfiar

 

Com tanta mascarilha

Mais parece uma quadrilha

Que nos quer roubar

 

E por falar em roubo

Deu-se-me um arroubo

Pus-me a versejar

 

Que a roubalheira é tanta

Que até se assarapanta

Este meu pensar

 

E, pensando o pensamento

Pensei, breve momento

Em me despoetar

 

Mas pode a Poesia

Nossa maior Alegria

A gente abandonar

 

E por falar em abandono

Tirou-se-me o sono

E vou rematar

 

Que isto de Covid

Pode crer, não duvide

Vai um dia acabar!

 

Poema em 3 x 9 = 27 ou 3 / 9 / 9

9 estrofes de 3 versos (tercetos) – 27 versos controversos.

(Este postal também é o 797!)

 

Costa Caparica Foto Original. 2020. 08. jpg

Dado por concluído no dia em que terminou o Verão e começou o Outono – 22 de Setembro, de 2020. (22 / 09 / 20). (Esta é a 1ª versão deste texto poético, para ser “Dito” oralmente. Assim haja oportunidade. Que, com isto de Covid…)

(A foto, original, é da Costa. Da Caparica! As gaivotas, em volta dos restos do pescado, da "Pesca de arrasto", num dia de final de tarde, de finais de Agosto.)

XXIV Antologia da APP – 2020

Associação Portuguesa de Poetas

Foto Original. 2020. 04. jpg

A APP – Associação Portuguesa de Poetas vai organizar a sua XXIV ANTOLOGIA. Vou participar, tal como no ano passado e em vários anos, principalmente nos mais recentes, em que tenho mais disponibilidade.

(Tenho participado em diversas Antologias organizadas por diversas Entidades.

A minha primeira Antologia foi em 1985, na II Antologia de Poesia Contemporânea, organizada por Luís Filipe Soares, sócio fundador nº 1 da APP.)

Foto Original. 2020. 04. jpg

A APP é uma Associação, principalmente dedicada à Poesia e sua divulgação, cuja fundação ocorreu em 1985. Sou sócio desde 1986. Atualmente, sócio nº 4.

Foto Original. 2020.04. jpg

Sobre a participação na Antologia, a Associação enviou aos Sócios as respetivas Normas, em PDF. Não conseguindo transpor para o blogue o conteúdo total do regulamento, transcrevo alguns dos itens principais.

Participação destinada aos Sócios, quotas pagas de 2019.

Enviar de 1 a 4 textos, poesia ou prosa, inéditos, se possível. Máximo 30 linhas cada, A5, Times New Roman, tamanho 12, word. Tema Livre.

7 Euros / página. Direito a 1 livro por texto.

(Curta Biografia: máximo 25 linhas e Foto.)

Envio de textos até 31 de Outubro.

                                                                                                               

Se quiser saber mais, pode contactar: associacao.poetas@gmail.com

Endereço físico - Sede: Rua Américo Jesus Fernandes 16 A 1800 – 023 – LISBOA. (Olivais, perto da Av. de Berlim, não muito longe da Gare do Oriente.)

Foto Original. 2020. 04. jpg

Uma das atividades que a APP organiza são as Tertúlias, tanto na Sede, como no Vá Vá – Avenida de Roma, também em Lisboa.

Próximo domingo, dia 27/09: Tertúlia na Sede, habitualmente a partir das 15h.

Participe! Esclareça-se através da Associação, nos endereços referidos.

Foto Original. 2020. 04. jpg

Participar numa Antologia é sempre uma atividade enriquecedora. Para além de ter poemas seus divulgados, também tem acesso aos que outras Pessoas escrevem.

Divulga o que é seu e aprende com os Outros!

Foto Original. 2020. 04. jpg

E depois existem sempre os eventos tertulianos, durante algum tempo suspensos, devido a Covid. Entretanto retomados. (Desejamos que sem novas suspensões.)

Foto Original. 2020. 04. jpg

E Viva a XXIV Antologia da APP!

 

(E as Fotos?! Representam a diversidade da Poesia e da APP. Veja se consegue saber o nome de todas as flores, S.F.F.)

Despedidas de Verão!

Despedida de Verão. Foto Original. 2020. 09. jpg

Outono de Recomeços!

Este postal é dedicado especialmente a estas flores tão peculiares. Habitualmente, designo-as pelo nome em título.

Através do motor de busca, cheguei a outras designações: Beladona Bastarda” e ao nome científico “Amaryllis Belladonna”.

Despedidas de Verão. Foto Original. 2020. 09. jpg

(Não sabia que também são tóxicas e originárias da África do Sul! Vou ter em conta a questão da toxicidade e não plantar mais. Em todos os parques, avenidas, alamedas, sebes e jardins abundam variadas plantas tóxicas. O aloendro e a lantana são dois exemplos, por demais abundantes, pela efetiva beleza que proporcionam ao olhar.)

Despedidas de Verão. Foto original. 2020. 09. jpg

Nas primeiras semanas de Setembro, lá rebentam as “Beladonas”! Pequenos brotos, gomos que vão surgindo do solo, as hastes que vão crescendo, um a dois palmos e brotam as flores, iluminando o jardim. Ao crepúsculo, de coloração branco rosado ou rosa claro, parecem luzes, bordejando os muros do quintal onde se localizam. Também exalam um perfume suave e adocicado. Anunciam as primeiras chuvas, e a proximidade do Outono. Durante o Verão mal se dá por elas, sem folhas, que secaram. Encerradas nos bolbos, mal se veem, mas sabemos que estão logo à superfície. Após a floração no final do Estio, criam as sementes. Mais tarde, ressurgem as folhas, que, no Inverno, Primavera e início do Verão, dão cor verde escuro aos espaços que embelezam, com os seus tufos localizados, onde persistem os bolbos no solo.

Despedidas de Verão. Foto original. 2020. 09. jpg

E sobre as Beladonas, ficam as fotos. Originais!

Despedida de Verão. Foto Original. 2020. 09. jpg

 

“O Verão já terminou… Foi um sonho que findou.” Lembra-se ou conhece a canção?!

 

Mas recomeça outra estação… continua a Vida!

 

Recomeçaram as aulas. Inquietações acrescidas este ano, com a Covid sem retroceder. Pelo contrário! Todo o cuidado será pouco.

Anteontem, passei junto de uma das minhas Escolas. Miúdos no recreio, com máscaras, é certo, mas nas brincadeiras e convívios habituais e naturais nestas idades. Sem cumprirem regras de distanciamento físico. E será isso possível?!

Nas ruas, nas redondezas, mais próximos ainda, que o afeto e as saudades, nos recomeços, não se compadecem da falta de abraços… E sem máscaras!

 

O futebol também recomeçou, desde logo, coxo. Jogos adiados. Quantos mais acontecerão? E público?! O dinheiro faz muita falta, é certo. E quando os dirigentes dos clubes têm as orelhas grandes, megalomanias, a fazerem conta com o dinheiro das lotarias… E é comprar! E é vender! E são jogadores em saldos! E acha-se natural este vocabulário!...

 

E sobre despedidas, ainda… Vieira “despediu”, da sua “comissão de honra” os “ilustres políticos” que “não saíram pelo seu pé”! Estariam à espera do “lay off”?!

 

E, por agora, despeço-me. Aprecie a beleza das “Despedidas de Verão”. Mas, cuidado, que também são venenosas!

Candidaturas à Presidência da República 2021

Entrevista de Drª Ana Gomes à RTP3, anteontem, 16 de setembro, 4ª feira.

Malva Rosa. 2019. 05. jpg

Algumas recomendações:

Precisa de preparar melhor a respetiva candidatura, estudando bem o correspondente programa.

Fez bem em apresentar-se de preto, temi que se vestisse com alguma cor, só para chocar. (O adereço dourado na blusa fica bem!)

Não atire para todo o lado, não se esqueça que é candidata a Presidente da República, de todos os Portugueses, mesmo dos monárquicos, queiram eles ou não e dos que não gostam de si, nem vão com a sua cara.

Falar da família dá sempre uma sensação de proximidade e de afeto. Mas não é preciso exagerar, nem se deixar resvalar para a pieguice. (Bem sabemos, todavia, que vive fase problemática na vida.)

Alguma calma e contenção, sem deixar de ser quem é, e de defender o que defende e realmente a motiva.

Quanto às diatribes ventureiras, o melhor é ignorar. Não entre em despiques desnecessários. Foque-se no essencial, deixe o acessório.

Esta recomendação é para todos os candidatos.

Para Sua Excelência, o Senhor Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, que toda a gente sabe que será candidato, pelos vistos, apenas o próprio ainda não sabe, para o Senhor Professor, dispensam-se recomendações deste tipo. Pois que, Sua Excelência, sabe mais que o Mestre da Música, enrola todos os candidatos e vai efetivamente recandidatar-se e desempenhar novo mandato.

E boa sorte! E muita saúde, para todos. Candidatos e todos os Portugueses e Portuguesas, já se vê!

*******

P. S. - A foto?! Uma Malva Rosa. O seu partido diz-se que é o da Rosa. Como ele não a vai apoiar, nem oferecer-lhe essa flor e nós também não podemos fazê-lo, oferecemos-lhe uma Malva Rosa. Que também é uma flor bem bonita!

Politica-eleicoes-e-algumas-questoes

Eleicoes-presidenciais-o-obvio

Pág. 1/3

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D