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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

“Gentes da Gente” – Rádio Portalegre

Divulgação da Entrevista de Francisco Carita Mata

 

Rádio Portalegre, Programa “Gentes da Gente 

Sábado (2 Abril) 7/9h, em 100.5 fm

(Distrito de Portalegre, Évora, Castelo Branco e Santarém)

 

Para todo o mundo em: www.radioportalegre.pt

 

Caro/a Leitor/a,

Se tiver condições para tal, disponibilidade, possibilidade, ouça, SFF, acompanhe, em tempo real ou diferido.

Depois, dê a sua opinião, SFF. Gostaria de saber o que achou, pois será a primeira vez que viverei uma situação destas.

 

Obrigado pela sua atenção.

Votos de muita Saúde e de Paz!

 

STOP the War! Parem a guerra!

Make Peace, not war! Façam a Paz, não a guerra!

Passados vários dias sem escrever nem publicar… E a guerra ainda sem terminar. Mas é urgente que acabe esta guerra absurda. (Como se alguma fizesse sentido!)

(Em contrapartida, a Primavera trouxe alguma chuva, também voltaram as poeiras do Sahara, e a modos que virá frio. Não entendo nada destes tempos…)

E sobre a guerra?!

Cessar-fogo! Negociações de Paz. Retirada das tropas invasoras.

(Não será fácil, mas é algo que deverá ser feito!)

Não há qualquer justificação para a invasão da Ucrânia, pelas tropas do regime russo.

Fim da guerra. A guerra não faz qualquer sentido.

Reconhecimento, melhor, aceitação da Ucrânia como Estado soberano, independente. Adesão à União Europeia. (Já a hipótese de entrada na NATO, julgo inconveniente.)

Afirmação como Estado neutral, todavia com direito a dispor de Forças Armadas!

Apoio dos vários Países da União Europeia. Dos Estados Unidos da América. Da Turquia. A China deverá agir, efetivamente, na condenação da invasão executada pelo regime russo.

E essa figura inominável que perpetrou a invasão?! Sairá de cena?! Conveniente seria, porque a continuar no poder, não se ficará por aqui.

(Mas, e o que se seguirá?! Lembremos Iraque, após o derrube de Sadam, na sequência dessa malfadada e pérfida guerra, “mãe de todas as guerras” que se seguiram! O derrube dos governos dos países do Norte de África, na sequência das “Primaveras Árabes”!)

Todos temos os olhos postos na invasão da Ucrânia e com toda a razão. Porque assistimos a crueldades sem limite, a crimes de guerra, violações sistemáticas dos mais elementares direitos humanos. Totalmente verdade. Mas proliferam guerras pelo Médio Oriente, África, tão horrorosas quanto a que repudiamos na Ucrânia, com toda a razão e direito. Na Síria, guerra tão criminosa… Na Palestina… há dezenas de anos!

Voltando à Ucrânia. E a definição do espaço territorial?! Por direito, as fronteiras a definir deveriam ser as de 1991. Não será fácil o Kremlin aceitar tal. Todavia, a Crimeia deveria ser desocupada e fazer parte da Ucrânia, como o é legitimamente. Veremos o que acontecerá. Nestas situações a Turquia tem um papel determinante.

(Visita a Kyiv de Personalidades de peso no plano político e religioso será importante!)

Muitos destes aspetos já abordei em anteriores postais.

Muita Saúde e Paz!

 

Primavera e Paz!

Chega, hoje, a Primavera?!

 

Chegaria, hoje, a Primavera

Eu desejoso de vê-la chegar

Vestida de sol e de nuvens, era

De vento e sede o seu trajar!

 

Acordando as poeiras, tão bera

Não era este tempo meu desejar!

Quisera chuva, água vera, vera

Campos, Cidades a regenerar!

 

Limpeza de areais do Saara

Respiração irritada d’espirros.

Carência de chuva nos sai tão cara

 

Nascente de água que nos apraz.

Que cessem vírus e guerras, esbirros

Do que almejamos: Viver em Paz!

 

Finalmente, voltou o Sol!

Fim do “Prenúncio de Inverno Nuclear”?!

Que saudades já tinha de ver o sol. Apesar da seca persistente. Que tarda e teima em não chover! Mas que podemos nós?! Não mandamos, não temos poder!

Nesta semana, houve dias que o sol nunca se viu. Parecíamos estar num “Inverno nuclear”! Desde segunda-feira, catorze de março, com especial incidência na terça e quarta-feira, quinze e dezasseis, uma concentração de persistentes poeiras, provindas do deserto do Saara, tapava completamente o céu. Não eram várias nuvens altas, era uma só nuvem, baixa, contínua, homogénea, impedindo-nos do acesso à visibilidade do azul celestial. Este adquiriu tons de castanho avermelhado, uma luz coada por esse manto de partículas contínuas, de pós, cobrindo casas, carros, territórios. O sol nunca se dignou mostrar aos olhos destes povos peninsulares. Melhor, não nos foi permitido vê-lo! Com maior incidência para o centro da Península, também no interior de Portugal o fenómeno terá sido mais marcante. Uma irritação respiratória constante, dores de garganta, expetoração, alergias…

Ontem quinta-feira, dezassete, ao aproximarmo-nos de Arraiolos, foi com alegria que observámos a luz poente, ainda coada por essa poalha castanho avermelhada, ilustrando o castelo, a escola secundária, o casario da Vila, as Ilhas.

Hoje, 6ª feira, dezoito, na Cidade de Régio, a luminosidade já nos permitiu observar o azul do céu, algumas escassas nuvens destacando-se, libertando-se da submersão desse manto de poeiras, agora já mais cinzentas, alertando-nos para a perigosidade de um “holocausto nuclear”.

Para quê provocar guerras, para quê invadir territórios de povos livres, para quê ameaçar com o botão nuclear, se, periodicamente, a Natureza faz valer as suas próprias leis naturais?!

…São os vulcões, os terramotos, os maremotos, os tsunamis, os ciclones, as cheias, as secas, os fogos naturais, as epidemias… outros tantos desastres, que periodicamente assolam a face da Terra, independentemente da vontade humana.

Para além dos desastres que a Humanidade provoca por desmazelo, inépcia, ganância!

Ainda provocar as guerras… De vez em quando, solta-se um louco do manicómio do poder e põe o mundo em polvorosa.  Prendam-no, a esse louco que quer abrir a caixa de pandora da guerra nuclear. Já basta que abrisse a da guerra!

O problema é prendê-lo!

 (Dirá o/a Caro/a Leitor/a)

Saúde e Paz!

 

 

Um Soneto de Manuel Valente!

«A Meus Paes»

 

«Noite silenciosa em que a tristeza

Fala baixinho ao coração aflicto…

Uma estrella sequer, se o céu eu fito

Brilhar não vejo na amplidão acesa

*

Dorme por toda a parte a Natureza

Na doce paz, no seio do infinito…

No entretanto afanoso eu ressuscito

Uma lembrança entre soluços presa.

*

Talvez que lá no meu Paiz distante

Onde vivem meus paes e irmãos queridos

(recordação que beijo a cada instante!)

*

Talvez nest`hora de silencio eterno,

Que os olhos todos cerrem-se endormidos

Que só não durma o coração paterno!...»

*

Manuel

Rio de Janeiro, 16/4/912

 *******

Voltamos à Poesia. Num modelo clássico: o Soneto! Talvez a forma mais perfeita de expressão do sentimento poético. Para muitos apreciadores de Poesia, não é talvez, é de certeza.

Divulgamos, novamente, Poesia de “Outros Poetas”. Uma estruturação temática transversal ao blogue. Muitos textos poéticos de “Outros Poetas e Poetisas” constituem acervo de “Aquém-Tejo”.

Se quiser saber como surgiu este poema no blogue, é ter a amabilidade de ler os comentários do penúltimo postal “Rota Histórica de Flor da Rosa”. Aí se contextualiza o surgimento deste Poema.

Se quiser saber sobre Manuel Valente, faça favor de consultar.

Obrigado!

Segundo Mª J. Brito de Sousa, de poetaporkedeusker”, “é o único dos sonetos dele que sobreviveu aos anos, às perseguições e aos exílios…”

A temática da Saudade dos Paes e Familiares, para quem está distante. Se faz favor, repare também na “ortographia”.

Muita Saúde e PAZ!

 

"Somos todos Ucranianos!"

O Povo Ucraniano quer a Paz! O Povo Russo quer a Paz! Todos os Povos querem a Paz!

Nesta “guerra da Ucrânia”, decorrente da invasão das tropas do regime russo, cuja fase recente se iniciou no mês passado, 24/02, que ela já dura há quase dez anos (!), não há como não estar solidário com os Ucranianos!

"Somos todos Ucranianos!"

(Digo eu, embora sabendo que muito boa e santa gente tem opinião contrária ou assim-assim, ou nem não, nem sim, isto é, nim!)

Que haja outras e variadas guerras por aí, todas condenáveis, porque o são, por várias vezes repudiadas no blogue, tanto em prosa como em verso, também esta repudio.

É preciso terminar a invasão. As tropas do regime russo devem sair da Ucrânia, país que deve ser independente e ser reconhecido como tal, sob todos os aspetos, pelo regime russo!

É preciso que o regime russo termine o que começou e desenvolvam conversações de Paz, sempre tendo na base a independência da Ucrânia. (E da sua integridade territorial, o que já será mais complicado, digo eu…)

Os Povos querem Paz! Não querem guerra. Todos os Povos.

(Os defensores da guerra são uma minoria, só que detêm o poder, como no vertente caso. E, depois, utilizam-no mal.)

 Não fazem sentido guerras, por disputas territoriais. Somos todos interdependentes, todos os países, todas as nações, todos os povos. Vivemos num mundo à escala global. Ele há tanta desgraça, calamidade, catástrofe natural; tanta degradação provocada pelo ser humano, nomeadamente no ambiente… para quê ainda buscar a guerra?! Ainda nem saímos da pandemia da Covid!

Senhores da guerra, desta e de outras: Buscai a Paz!

P.S. – Há muitas questões que poderiam ser analisadas sobre este assunto, nomeadamente as formas de se alcançar a Paz. Qual o papel ou papéis que deveriam desempenhar a União Europeia, os Estados Unidos, a NATO, a China, outros Países, outras Entidades, o Papa Francisco, por ex.

Mas há uma questão que é mais no domínio dos se…se… E se a Srª Merkel ainda chefiasse o governo alemão, quiçá, com papel determinante na União Europeia, as coisas teriam ocorrido assim?!

(Uma pergunta que fica no ar…)

Entretanto, resta-me apelar à Paz.

Negociações. Retirada das tropas. Acordos de Paz. O Povo Ucraniano não merece estar a sofrer esta calamidade.

(Que a guerra é a mãe de todas as desgraças!

As consequências projetam-se por todo o mundo.)

 

 

“Rota Histórica de Flor da Rosa” (I)

Percurso Pedestre de Flor da Rosa  a Aldeia da Mata, passando pelo Crato.

Evocação de “Alminhas” em tempos de guerra!

Alminhas Novas Aldeia da Mata. Foto Original. 2022.02.02.jpg

Tenho consciência que os dias não estão muito para passeios. A chuva finalmente chegou. Tímida, é certo, mas desde o dia sete tem caído alguma água. Na Grande Lisboa, que lá para os Alentejo(s) nem por isso. Bendita água pluviosa! Tanta falta faz!

De qualquer modo, haverá tempo para voltar às caminhadas. No ano passado, tivemos oportunidade de realizar várias. Este ano, não tantas!

Todavia, aproveito para alertar para alguns aspetos sobre o percurso pedestre citado. Iniciando-se em Flor da Rosa, junto ao Mosteiro, segue na direção do Crato, posteriormente para Aldeia da Mata, terminando na Anta do Tapadão. Em Aldeia, que é a parte que conheço, integra, devidamente assinaladas, as Fontes do Boneco, da Ordem e da Bica, desde 2021, quando este trajeto foi estruturado no terreno.

Já me congratulei com esse facto, que corresponde, parcialmente, ao que venho defendendo. Isto é, organização de um Percurso Pedestre pelos arredores da Aldeia, incluindo as várias Fontes já divulgadas nos blogues e as Pontes da Ribeira do Salto e da Ribeira das Pedras.

As Passadeiras: da Ribeira das Pedras, do Porcozunho e da Lavandeira. No acesso a esta Ribeira, a respetiva calçada.

Percurso que tenho designado: Por Fontes, Passadeiras e Pontes.

Voltando ao Percurso Histórico referido, atentando no que constatei e respetivos monumentos locais assinalados, verifiquei que as Alminhas de Aldeia da Mata, tanto as Alminhas Novas como as Alminhas Velhas não estão referenciadas.

Um contrassenso! Porque estes monumentos, singelos é certo, estão associados, por tradição oral, a um combate, trágico como todos os combates, ocorrido precisamente à entrada de Aldeia da Mata, em 1801, na designada “Guerra das Laranjas”. E que se iniciou, pasme-se(!) precisamente em Flor da Rosa, junto ao Mosteiro.

A ocorrência desse combate, historicamente designado “O Combate de Flor da Rosa”, está documentada. Consultei documentos sobre o facto, no Arquivo Histórico Militar, em Lisboa e tenho cópia em CD da respetiva descrição.

Para saber um pouco mais sobre o assunto, consulte, SFF, para melhor esclarecimento!

De modo que o que pretendo é lançar um apelo aos Organizadores destes percursos.

SR.s Organizadores, façam favor de assinalar devidamente as “Alminhas de Aldeia da Mata”, como parte integrante e estruturante desse Percurso Histórico!

Como?! Saberão melhor que eu.

Uma sinalefa condizente com a respetiva situação no percurso?!

Hei-de comunicar, nomeadamente a CIMAA.

Grato pela atenção.

*******

E a propósito de “Alminhas” e de guerras…

Que a guerra da Ucrânia termine!

Que o regime russo retire as tropas invasoras!

Ucrânia reconhecida, sob todos os aspetos, como Nação e Estado Independente.

Que haja Paz!

 

Água Pluviosa e Sede na Alma!

O concluir duma quadra de Fevereiro, num poema de 14 versos, num 6 de Março!

Comemorando um 7 e 8 de Março em que choveu.

(Com duas versões nos tercetos!)

******* 

Cheguei ontem ansiosa

Mal cheguei, me fui embora

Sou a água pluviosa

Faço falta a toda a hora!

 

Tanta gente sequiosa

E a chuva anda lá fora

Primavera radiosa

Vai chegar. Que não demora!

 

Há sede que nunca acaba

Há fome que não se mata

Tal esfinge em mastaba!

 

Decifrar esta bravata

Com ponderação e calma:

Sede, mais fome na Alma!

 

(2ª versão)

 

Há sede que nunca acaba

Há fome que não termina

Há Destino que tem sina.

 

Há esfinge em mastaba

Há ponderação e calma

Há sede e fome de Alma!

******* 

Que haja Saúde e Paz!

Um Feliz Dia da Mulher!

 

“Gentes da Gente – Histórias de Vida”

Sábados (7/9h) – www.radioportalegre.pt

 

Fui ontem entrevistado pelo radialista César Azeitona, para o programa supracitado, a transmitir em data a anunciar.

Quando o Sr. César Azeitona me convidou para a entrevista, embora eu inicialmente pensasse que seria destinada a minha Mãe, aceitei. Mas referi que seria uma oportunidade para eu “Dizer Poesia”. Para mim esse seria o objetivo fundamental da entrevista, até porque não “Dizia Poesia”, em público, desde Fevereiro de 2020. Ação ocorrida, na Oficina de Cultura - Almada, integrada na 26ª Festa das Artes da SCALA.

Foi o que aconteceu, ontem pela tarde, em estúdio, na Rádio Portalegre.

A propósito do livro “De altemira fiz um ramo”, disse várias quadras populares do mesmo.

Disse “Meu amor do facebook” e “Selfie”. Li o poema “A Paz, não a guerra!

E o sonetoCristo”, de José Régio, de “Biografia”, 6ª edição, 1978, Brasília Editora.

Falámos dos vários grupos de Poesia de que sou sócio ou frequento, dos blogues, também um pouco das vidas da Vida. Da minha Aldeia. De Portalegre, Almada. Mas a Poesia foi o traço estruturante. Aguardo o resultado final.

E termino com poesia, uma quadra, com que finalizei e que também encerra o livro “De altemira…”

Obrigado é mais qu’uma palavra!

Nela se grava nobre sentimento

Sentir que nosso coração nos lavra

E em nós desbrava um nov’alento!

 

Obrigado ao Sr. César Azeitona.

Obrigado à Rádio Portalegre.

 

2 Quadras sobre o Tempo!

Um Poema a concluir quando houver tempo!

E Inspiração!

Aldeia. foto original. 2019.04.16.jpg

A chuva voltou, hoje, novamente

Neste Março quase primaveril.

Há quem dig' até qu' enfim, finalmente

Após Março, certo virá Abril!  

 

Em Abril se diz que águas por mil

Nunca falha o rifão, nunca mente

Também qu' a perdiz está no covil

Do campo me lembrei eu, de repente!

 

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