Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Ano de eleições autárquicas.

Ano de eleições... Não faltam obras nos quarteirões!

20250922_105357.jpg

Chegou também o Outono. 

Não se esqueçam de mandar podar as árvores desta Avenida. Da Cidade de Régio. Portalegre, Cidade...

Outra obra que tarda...

20250922_122757 (1).jpg

Quando tratam de cortar/anular/encurtar  aquela curva?!?!

***   ***

E uma Obra transversal a todo o Norte Alentejano e a todos os partidos, a todas as autarquias:

Tratamento do IP2, como Itinerário Principal.

Tenho escrito sobre o assunto. 

*** * ***

Tenho estado a informar-me sobre os vários projectos autárquicos, dos concelhos que me interessam. 

Boas Eleições!

 

Despedidas de Verão 2025!

Num Jardim suburbano:

20250917_192512.jpg

(Estas despedidas  fui eu que plantei os respetivos bolbos.)

***

Despedida, no "Quintal de Baixo"

20250913_193202.jpg

(O bolbo desta "despedida" também plantei este ano, há pouco tempo. Nunca fiz de florir. Cumpriu o destino de final de Verão. Continua calor! Foi Junho, Julho, Agosto e ainda Setembro! Calor! Calor!)

***

Despedidas num "Jardim Botânico" de uma Aldeia perdida, no Alentejo "profundo"!

20250911_191134.jpg

Uma Aldeia, praticamente de uma rua, casas rasteiras, lindíssmas, num Concelho do Norte Alentejano.

"Monte forte e altaneiro..."  

Aloendro para plantar.

No Jardim Botânico!

20250911_185315.jpg

Há algum tempo, tenho  vindo a pensar em plantar um Aloendro.

Tenho hesitado, porque é uma planta tóxica. 

Receio pelas ovelhas. Embora tenha ouvido que o gado não lhes pega. Nos Aloendros! Ainda ontem voltei a ouvir essa constatação. 

Expliquei porquê. O senhor não sabia. Como o gado sabe o que as pessoas não sabem, eu não sei. Mas sei que os animais têm a sua própria linguagem!

Bom, quando, ontem, vi este loendro envasado, neste belo jardim botânico, logo pensei levá-lo. 

Disse à dona...

Relativamente ao Alandro, temos três hipóteses. 

Ou a senhora mo dá, a melhor resolução.

Ou mo vende, a preço conveniente. 

Ou eu roubo-o!

Em qualquer das hipóteses, a Rosa Loureiro não fica aqui. 

E não ficou lá a Rosa Loureira!

Trouxe a Adelfa.

E, Caro/a Leitor/a,

Deram-me, comprei, ou roubei a Cevadilha?!

O que acha?!

(Aloendro, loendro, alandro, rosa loureiro, rosa loureira, adelfa, cevadilha, são nomes comuns deste arbusto. E tem mais!)

Agora, onde plantar, de modo que as ovelhas não lhe toquem?!

Destino Inglório!

Destino inglório teve o elevador da Glória.

Toda a gente terá ouvido, sabido, sobre o trágico acidente - 03/09/2025 - deste icónico meio de transporte, que descia e subia a célebre Calçada da Glória.

Em meados da década de oitenta, usei algumas vezes este elevador para ir à Baixa ou subir à Alta da Cidade. Frequentei o I.O.P., situado no Largo Trindade Coelho. Também desci a pé a Calçada. Algumas vezes também subi, menos, é certo. (Posteriormente, terei, talvez, também viajado em passeio.)

O que dizer sobre o ocorrido?!

Lamentar o acontecido; desejar melhoras aos feridos, ainda não recuperados; expressar os sentimentos de pêsames, a familiares e amigos, de falecidos.

Desejar que as causas sejam cabalmente esclarecidas. Que sejam reportadas, às entidades competentes e devidamente assimiladas. Para que equipamentos em funcionamento, em idênticos moldes, sejam corrigidos, prevenidos, mesmo suspensos definitivamente, para não ocorrerem acidentes semelhantes. Em Lisboa ou noutras localidades, em que ainda funcionem veículos de igual calibre.

Que, para o elevador em causa, já não há remédio que lhe valha ou terapêutica que o cuide!

E que fazer no futuro?

Ficar a Calçada sem transporte?!

De modo algum.

Após este processo concluído, devidamente visto, pensado, analisado, em todos os seus quês e porquês, não só no plano técnico, também humano, funcional, social, empresarial, …

Lançarem um concurso público, sugerir um debate de ideias, sobre como e modo de operacionalizar novo meio de transporte para a Calçada.

Definindo os itens essenciais: transporte de pessoas, locomoção, segurança, modernidade, inovação, tecnologias modernas. Quiçá futuras, para colocar em funcionamento algo que seja também icónico, marcante na Cidade. Não tanto em termos de passado, como era o que havia, mas inovador face ao futuro. (…  …)

Este debate de ideias, submetidas a concurso, consistentes no que proponham, sujeitas a crivo de personalidades de reconhecido mérito e competência nacional e internacional.

(Basicamente o que se faz, atualmente, nestas e noutras coisas de diferentes calibres. Não estou a ensinar nada a ninguém, nem tenho essa pretensão. Que não sei nada sobre o assunto, além do que sabe qualquer cidadão comum.)

Tenho dito! (Escrito!)

Obrigado, pela sua atenção. Votos de Saúde e de Paz!

(Tenho pena, mas não tenho nenhuma foto, de minha autoria, condizente com o assunto. Já há alguns anos que não vou a estas zonas mais antigas da Cidade. Mas tenho saudades!)

 

Boletim Cultural do CNAP Julho 2025

20250905_125141.jpg

Daqui, da Cidade de Régio, informo que recebi o referido Boletim N* 147, Ano XXXVI.

CNAP - Círculo Nacional D'Arte e Poesia.

Tem trabalhos de:

José da Silva Máximo, 

Isa Mara Duarte Matias,

João Francisco da Silva,

José Branquinho,

Josefina Almeida, 

Clara Ribeiro Pacheco, 

Maria Olívia Diniz Sampaio,

Rosa Redondo,

Virgínia Branco,

Florbela Espanca,

Luís Ferreira,

António Maria Baleizao,

Rolando Amado Raimundo,

Fernando Pinto Ribeiro,

Hélio Cunha, 

Elsa Noronha. 

*** * ***

Direcção: Maria Olivia Diniz Sampaio.

Coordenação: António José Diniz Sampaio e Luís Filipe Soares. 

*******

Ilustrado, com uma bonita foto da icónica Serra da Penha.

De hoje, final da manhã, em final de Verão de 2025.

*******

Obrigado e Parabéns a todos. 

Grafitti, eleições...

Algures... numa Rua movimentada, do Concelho de Almada!

20250902_194103.jpg

Esta mensagem, que considero poética, desperta-me atenção há algum tempo.

(Já cheguei a poetar sobre mensagens nas paredes. Sobre um grafitti nos Olivais.)

Esta mensagem é certamente original. Será inspirada no poema de Bob Dylan? Não importa!

Resolvi publicar e divulgar no blogue. Ontem, li uma entrevista de um candidato à Câmara de Almada, que diz que o concelho anda muito sujo. O que é totalmente verdade. Tem muitos grafittis nas paredes. O que também é verdade.

Não sei se, ganhando, vai mandar limpar tudo o que não presta, ele há por aí muita coisa que é lixo.

Bem verdade!

Não o caso deste esboço de poema, este verso numa parede.

Pelo sim, pelo não, edito-o neste postal.

Está feito!

Quanto ao lixo na cidade, nomeadamente nas freguesias que melhor conheço, concordo inteiramente.

Já referi esse facto noutras ocasiões.

Mas observando bem, constato que essa continuidade de lixo, de porcaria, é de responsabilidade primordial dos cidadãos, fregueses, ou lá o que sejam.

É ver, olhar e verificar como as pessoas são porcas! (Sem menosprezo pelos porcos, que é essa a sua condição!)

Já as pessoas não.

O melhor é mesmo seguir o conselho: Largarmo-nos à mercê do vento!

 

Voltamos ao Jardim da Gulbenkian.

Fotos de 31 de Agosto 2025 - Domingo.

(De madrugada ou pela manhã, havia chovido!)

Ficaram as nuvens, guardiãs da preciosa água que se evaporara! 

20250831_143902.jpg

Voltamos ao Jardim, reportando nova foto deste emblemático parque lisboeta.

(Delineado por Gonçalo Ribeiro Teles e António Viana Barreto.)

Também para voltarmos ao novo espaço, incorporado com as alterações no CAM - Centro de Arte Moderna.

(A partir do que fora de Dona Gertrudes - Jardins de Santa Gertrudes!)

(Museu, edifício central e até estacionamento estão para obras.)

Queríamos observar como se aguentaram as novas plantas, neste Verão escaldante.

À "pala", também chamada "Engawa", pouca gente já liga.

Faz boa sombra!

20250831_144658.jpg

Quanto às plantas, recomendam-se. Também estão muitíssimo bem regadas. Raríssimas as que não terão sobrevivido, pesem embora as altíssimas temperaturas destes meses de Junho, Julho e Agosto, de 2025.

É reconfortante observar tantas, mas tantas plantas, árvores e arbustos autóctones. Do nosso universo mediterrânico. Plantas habituadíssimo a observar nos terrenos, nos matos da nossa charneca Alentejana. Nos terrenos da minha Aldeia.

Todavia, algumas extravasam estes considerandos.

A seguinte, não sei o que é. Mas também está muito bem integrada, entre murtas.

20250831_145751.jpg

Sobre muitas das plantas nos canteiros já abordei em postais anteriores.

(Em todos os canteiros a densidade é muita. Mas, nalguns, surprende-me como plantaram tantas árvores que, embora atualmente pequenas, um dia crescerão, atingindo porte arbóreo!

Mas até lá, o tempo o dirá!

Que cá estejamos, daqui a alguns anos, para constatar. 

Até lá, bons passeios!)

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2026
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2025
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2024
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2023
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2022
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2021
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2020
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2019
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2018
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2017
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2016
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2015
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2014
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D