Rosa de Natal!
Rosa de Alexandria!
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No Quintal de Cima, noutra perspectiva:
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Em Portugal e em Aldeia da Mata, no Alentejo, um Jardim sem rosas, nem é bem Jardim!
Feliz Natal!
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Rosa de Alexandria!
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No Quintal de Cima, noutra perspectiva:
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Em Portugal e em Aldeia da Mata, no Alentejo, um Jardim sem rosas, nem é bem Jardim!
Feliz Natal!
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Será esta a última foto que vou publicar?!
A publicação de fotos no blogue tem sido um problema!
Ontem, li uma notificação da plataforma SAPO, de que as fotos que temos no MeoClouds devem ser transferidas. MeoClouds vai remover as que temos aí alojadas. Definem datas. Suponho que não as transferindo, guardando-as noutro enquadramento, simplesmente serão perdidas.
A colocação de fotografias no blogue tem sido uma aprendizagem.
Inicialmente, pura e simplesmente não sabia tirar fotos com o telemóvel. Quanto mais publicá-las!
Alguém me tirava as fotos, para eu publicar.
Aliá, no início, bem no início, não usava fotos.
Comecei a editar com fotos tiradas por outras pessoas.
Aprendi a tirar, em 2020, durante a pandemia.
Fui aprendendo a passar para computador, para publicação posterior, em postal, através do computador.
Depois, aprendi a colocá-las nos postais, pelo telemóvel e editar posteriormente no computador.
Ultimamente, este ano 2025, já trabalhava todo o processo via telemóvel. Até já colocava as etiquetas.
Ainda me faltava saber muita coisa. Ligações, justificação de texto...
Considero que as fotos enriquecem o postal.
Primeiro eram guardadas no SAPO blogs. Depois deixei de poder guardar, que o SAPO enchera o saco!
Deixei de usar fotografias, durante algum tempo.
Posteriormente, Alguém me criou conta na Meo, face ao que pago de net. Voltei a publicar. Julgo que no MeoClouds, se não estiver obnubliado!
Agora, volto a ficar desamparado! Eu, e todos, pelos vistos.
E, eu que ficara convencido que teria as fotografias guardadas. Pura ilusão!
Volto a estaca zero!
Deixarei de publicar fotos?!
Antes terei de ver se consigo passar as que tenho no Meo para o computador.
Vamos aguardar os próximos passos.
*** *** ***
E a foto do por do sol?!
É de ontem, no interior do concelho de Almada.
Fico a imaginar como terá estado na Costa da Caparica!!!
(Republicação deste Poema de Natal, para figurar em "Contos de Natal")
Natal no contentor!
Nascido em contentor, em noite fria
Parábola hospitalar deste País
Achado por sem abrigo, quem diria
Que eu tivesse mãe, sem ter, que não me quis!
Querer, queria, mas sem vida não podia
Ter-me, e tendo, de criar-me de raiz.
Valeu-me choro ser fala, nesse dia
Qua nascesse outra vez, ser talvez feliz!
Feliz ou não, futuro não sei. Sou petiz!
Nem visita real, per si, vaticina.
Cada qual que nasce, nasce sua sina
Neste mundo atroz tudo se desatina
Na rede social todo o mundo opina.
Mas houve já Natal, sim! Sou eu quem to diz!
*** * ***
Se quiser saber mais sobre este Poema, consulte, SFF "A Chaga do Lado".
Fotos de Árvores no Vale de Baixo, dizendo adeus ao Outono, para entrarem em modo de Inverno!
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Estes dois Carvalhos, sensivelmente da mesma idade, anos noventa, provenientes da mesma região - Almada! - da mesma variedade - estão em estágios diferentes de maturação outonal!
Como podemos observar pela coloração das folhas.
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Em breve, perderão a folhagem.
Uma Grevilia:
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Foi plantada no Vale, em 2013. Teria para aí dois ou três anos, ou pouco mais. Proveniente da ESMS, do designado "Jardim da Professora Ana Santana ".
Nascera aí espontaneamente, de semente proveniente da enorme árvore que existe na horta, a norte.
É uma recordação da ESMS!
*** ****
Vista do Carvalho Roble/Alvarinho, a partir do Chão da Atafona:
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Feliz Outono, a despedir-se.
Painel na Torre dos Bombeiros: Alvalade
(Em contraponto ao postal de ontem!)
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Cartão de Identificação:
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A Torre... e o Futuro?!
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Feliz Natal!
Um excerto...
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Este quadro representa a Cena Bíblica da Anunciação!
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Os elementos iconográficos estão presentes.
O Arcanjo Gabriel anunciando a Senhora, da sua concepção do Filho de Deus, Jesus. Por Obra e Graça do Divino Espírito Santo. Para quem aponta com o braço direito. Na mão esquerda, segurando o ramo de açucena, símbolo de virgindade de Maria.
Maria, na base esquerda do quadro, numa atitude de humildade, de aceitação da Vontade de Deus. Do seu Destino!
Repare-se que o Anjo está no lado direito, também na base. O Espírito Santo, no topo da imagem, formando o vértice de um triângulo!
Este azulejo é reprodução de um quadro célebre, certamente. Não sei de qual. Pesquisei, mas não descobri.
Pelos elementos decorativos, nomeadamente os anjinhos, induzo que será já do período Barroco. Será?!
*** ***
O azulejo propriamente dito não tem referência a origem, data de fabrico ou autoria.
Por isso calculo que o desenho não seja original, mas cópia.
De que fábrica?!
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Está implantado na parede exterior da casa que foi de Dona Maria Águeda.
Mas não foi esta distinta Professora de Aldeia que o mandou ali incrustar.
Ao que soube, pelo Conterrâneo João Esperança, foi a filha do Carriça que mandou ali colocar este interessantíssimo azulejo.
Teve muito bom gosto.
Mas a casa está ficando abandonada o que é realmente uma pena!
Que se anunciem melhores tempos.
Que lhe valha a Anunciação, nestes tempos Natalícios!
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Nesta última imagem, a foto foi tirada já sol posto. As luzes acesas. Uma das lâmpadas do lado oposto da rua reflecte-se precisamente na base da Pomba!
Peculiar!
Feliz Natal!
Uma Homenagem a todas as Pessoas aniversariantes de Dezembro!
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Este ramo de flores não é nada sofisticado, como bem pode ser observado.
É simples!
Composto de flores e plantas do Quintal/Jardim.
A base ou "cama", como também se pode dizer, são uns ramitos de loureiro, murta, docelima, rapaziada.
Nessa base, assentam uns malmequeres amarelos, umas rosas rosas e uma branca.
É simples, mas original, sem qualquer sofisticação. E também é bem cheiroso!
(Fui eu que o organizei.)
(Gaba-te, cesta...)
Foi para homenagear uma Pessoa muitíssimo especial.
Mas alargo essa homenagem a todas as Pessoas aniversariantes de Dezembro.
(Nesse leque acaba por estar também o Menino Jesus!)
Então, Feliz Natal!
Tapada das Freiras: Aldeia da Mata
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Há várias árvores deste tipo nestas tapadas.
Não tenho a certeza se são Aroeiras.
Não sei bem que árvores são estas de folhagem caduca, que se destacam alaranjadas na paisagem... no topo do horizonte.
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Na Tapada das Freiras, Aldeia da Mata. Alentejo. Portugal.
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