Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

05.Nov.16

“A Agência Clandestina” - Temporada 2 - Episódio 2

Série Francesa

RTP2

 

“Le Bureau des Légendes”

 

(6ª feira – 04/11/2016)

 

 

Guillaume Debailly, mais transfigurado, visual diferente, aparentando cansaço, presta-se ao trabalho de duplo, situação aliás que ele parece ter assumido como postura de personalidade, desde que veio de Damasco.

O seu diário é o seu confessor e o seu analista. Que a Drª Balmes, que já sabemos ser também agente dupla, recebe-o no seu consultório, aparentemente para consulta, mas de facto para lhe dar instruções sobre um agente da DGSE, que a CIA quer também ao seu serviço.

Esta duplicidade de comportamento, de atitudes, leva-o a questionar-se, que não está isento de ética, a procurar justificativos para as suas ações, contando-as ao diário. ´”Diário”, lhe chamo eu, àquele registo que ele faz, que não sei se, na sua perspetiva pessoal, o será. Veremos. Que parece ser para memória futura.

E como classificar a sua atitude de retirar da alçada da “vigilante” Marie Jeanne, a supervisão da agente Marina Loiseau, a operar no Irão?!

Será que também a quer recrutar como agente dupla?!

Aguardaremos.

 

Marie Jeanne obedeceu, supostamente estará mais “emocionável”, sob o ponto de vista de Guillaume, por se ter envolvido com outro agente, Clément, mas ela não ficou satisfeita, e alertou o namorado para estar com “ a pulga na orelha”.

 

Marina Loiseau opera no Irão, procura adaptar-se a essa nova cultura, com as peculiaridades que caraterizam os países do Oriente Médio.

Envolve-se, indiretamente, numa situação típica dos comportamentos da juventude árabe e muçulmana, das classes dominantes, sai-se airosamente, e deixa abertas portas de ações futuras, a que perigos insuspeitos não serão alheios.

A sua foto nas redes sociais, com o herdeiro de um império económico ligado ao nuclear, estimula muitos e variados apetites.

Que se cuide!

 

Nadia El Mansour está em prisão, num domicílio, algures em Damasco.

Procura contacto com o exterior, especialmente com a família. Tenta consegui-lo, de uma forma engenhosa, através de um “carcereiro”, que, condoído, tenta estabelecer o contacto, não o conseguindo, porque os respetivos familiares também foram presos. Desse facto exato, não dá conhecimento à historiadora, por comiseração.

Guillaume não desistiu da respetiva libertação e a sua trânsfuga para o lado dos americanos tem a ver com esse objetivo. Que estes consigam a hipotética e almejada liberdade.

 

Rachid Benarfa, o tão falado “Cyclone”, agora liberto, voltou ao trabalho, mas em Paris.

Foi-lhe atribuída uma “missão” de contacto melindroso com um jovem distribuidor de pizas, cujo irmão estará na Síria, no “Estado Islâmico”.

Saiu-se muito bem.

(Interessante que, com as novas tecnologias, como tudo é observado à distância!)

 

Toupeiras in. madmoizelle.com

 

Na “Agência”, a hipótese, quase certeza, da existência de uma “toupeira” não passa despercebida ao Diretor e ao Coronel, que, em conversa a dois, comentam essa grande probabilidade, face a alguns factos, em que aparenta ter havido fuga de informação.

Face à pergunta que formulara na anterior narrativa, é caso para dizermos que já “farejaram” o perigo.

Perante o pedido do Diretor, Henri, de que o Coronel lhe facultasse a lista de pessoas conhecedoras de duas ações importantes, recentemente realizadas, este forneceu-lhe documentação sob a forma de nomes e fotos, em que figura todo o pessoal que trabalha na Agência e praticamente da Direção Geral.

Tarefa quase ciclópica que cabe a Duflot: achar o delator.

Aguardemos o desenrolar da ação, que este será um novo tópico que irá estruturando o enredo.

 

Nós, telespectadores, nestes casos, somos sempre privilegiados. Que sabemos não haver apenas uma, mas duas toupeiras. E o mais que surgirá. Que a seguir esse trajeto, ficará o campo todo minado!

 

Sobre a Doutora Balmes, que sabemos ser assumidamente dupla, desde o início da respetiva contratação, também a acho diferente, em termos de imagem representativa. Parece-me mais sisuda e apreensiva.

Impressão minha?!

 

Observemos novos episódios, que não sei se ainda estão na 1ª temporada!

(P. S. - Virei a constatar no dia 8, que já ocorre a 2ª temporada.Emendei no título.

Anexo links para resumos de cada uma das temporadas:

Saison_1

Saison_2)