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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

A rapariga loura e o cão!

Uma anedota de loiras?!

Casos de Saúde Pública

“Só não vê quem não quer ver”!

Nestes tempos que vivemos, de contenção social, acabamos por desenvolver atividades que noutras ocasiões nos passam mais despercebidas.

Uma delas é a conexão com as redes sociais, o que pode parecer estranho, dado escrever num blogue.

Outra é o estar à janela a ver quem passa! (?!) Passa pouca gente, o que vejo diariamente são os pássaros a voar: andorinhas, pardais, os inevitáveis pombos, as milheirinhas, as rolas, os melros e um pássaro que me intriga, cujo nome desconheço. A Primavera que se vai adiantando nas olaias, que já perderam as flores. Os inefáveis gatos, sempre dormitando na encosta soalheira do Hospital. O respetivo movimento, mais acentuado nos dias de semana, mais sossegado aos sábados e domingos.

 

Esse vivenciar já me inspirou para dois poemas publicados no blogue: “Venceremos!” e “Da janela…” Agora, a poesia anda escassa.

 

Pois, da minha janela vejo… algumas cenas interessantes.

Ligando os dois aspetos referidos.

Num blogue, que tenho lido, é costume aparecerem umas anedotas sobre “loiras”.

Não gosto de me guiar muito por estereótipos ou preconceitos, mas também não lhes sou imune e verdadeiramente as anedotas que tenho lido até lhes tenho achado piada.

 

O que vou relatar não é anedota, é real, resulta precisamente dessa observação.

Uma rapariga loura, costuma ir passear higienicamente um dos cães que a respetiva família tem. Que não é propriamente um cão, mas um canzarrão, dado o respetivo tamanho. Além desse, têm outro mais pequeno, que habitualmente é passeado pelo pai de família. (Não sei como conseguem ter tantos cães em casa!)

São todos louros, os membros da família: pai, mãe, irmã, avó. A moça, portanto, é loura, loura!

 

Mal sai do prédio, o canzarrão vai afogueado...

A rapariga leva-o atrelado… (Que faria ele se ela o largasse… não mais o apanhava!)

Mas mal começa a subir a Avenida, a primeira coisa que o bicho faz é esticar a respetiva corda e dirigir-se ao primeiro carro que vê no estacionamento.

Já se vê para quê!

Alça a perna e descarrega o reservatório para o carro. Abastece-o de urina!

E a moça loura o que faz?!

Puxa-o e leva-o para mictório mais público?! (…)

Não! Nem pensar, também não sei se conseguiria, que é um canzarrão, jovem, cheio de força e genica.

A rapariga deixa-o mijar, enquanto ela disfarça, olhando precisamente para o lado oposto, o do Hospital, como se não fosse nada com ela! Loura?!

 

É por este mijar e ***** de cão por tudo quanto é lado, que eu digo que os cães se tornaram num caso de Saúde Pública!

E relativamente aos respetivos donos, alguns, frise-se, que: “Só não vê quem não quer ver”!

Este “ditado” aplica-se a muitas outras situações da Vida!

 

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