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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Almada: Alma subtil…

Primavera - Cante - Poesia

Foto original DAPL 16 / 17 Almada. Jacarandás. jpg

 

Ontem, dia 23 de Março, sábado, decorreram em Almada, três eventos culturais de grande relevância em que gostaria de ter participado ou assistido.

 

O Parque da Paz acolheu iniciativas no âmbito de “Dias da Floresta - Almada - 2019”: Observação de aves, mercado da horta, cuidar dos caminhos do Parque, eco-peddypaper, construção de caixas ninho.

Todas estas ações, habituais há vários anos, tal como noutras localidades por esse país fora, englobam-se genericamente no conceito de “Celebração da Primavera”. Atualmente, iniciativas predominantemente urbanas, mas que se enraízam em tradições milenares, que ao longo de séculos se vêm desenvolvendo em diferentes contextos culturais.

Uma das ações habituais em que também já tenho participado é a plantação de árvores.

E já plantei, este ano, seis árvores. Duas no “Chão”, quatro no “Vale”. Apesar do péssimo tempo que está: nada de chuva, calor de dia, frio à noite e vento.

Uma tília, uma figueira de são João, um loureiro, duas amendoeiras e um carvalho cerquinho. As últimas quatro, com ascendência em Almada.

 

A Tarde de Cante, no Clube Recreativo do Feijó, comemorativa do 33º aniversário da “Associação Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó”. Que divulguei no blogue, como habitualmente e a que já assisti noutras ocasiões.

 

E a “Gala dos 25 anos da SCALA”, no Cineteatro da Academia Almadense.

Não participei nem assisti à Gala, mas tive o grato prazer de participar, dia 17/03, no encerramento da “Festa das Artes da SCALA – 25ª Exposição Anual”, na Oficina da Cultura. Exposição em que participei com o quadro “Poema Psicadélico”.

E, no encerramento, tive oportunidade de “Dizer Poesia”! Ademais enquadrado entre tão excelentes Poetas e Dizedores. Qualidade, essa que também se verificava na Exposição. Com tão excelentes e categorizados Artistas!

E no encerramento também tive a grata experiência de ouvir a “Sancho Tuna, da Universidade Sénior Dom Sancho I”. Que abriram a sessão cultural e nos brindaram ao longo do sarau com bonitas canções tradicionais do Cancioneiro Nacional.

E foi pegando num verso de uma canção “não olhes p’ra mim, não olhes…” que disse algumas quadras do livro “De Altemira fiz um ramo…”. E numa segunda intervenção, “Na revista-cor-de rosa”.

E, deste modo, cumpri um dos meus objetivos para este ano: Dizer Poesia na Oficina de Cultura, em Almada!

 

E quem mais disse?

 

João Franco: “Cântico negro” e “Trova do vento que passa”;

Carlos Gaspar: “Insónia” e “Poema declamado”;

Palmira Clara:  … “As estações do não”;

Gertrudes Novais: “Silêncio” e “Caminhadas”;

Clara Mestre, disse e cantou: “Sol do mendigo” e “Canto da terra”;

Milena: “Teresinha, flor dos poetas…”;

Luís Alves: “Casamento do Tejo e Lisboa”.

O senhor Vereador António Matos também disse! De Gertrudes Novais: “… de pés descalços, na areia molhada…”

*******

E, da minha parte, compete-me dar os parabéns a todos os participantes: artistas, poetas, poetisas, dizedores, cantores, maestro, atores e autores dos excelentes trabalhos em exposição e dos poemas ditos e ouvidos.

Parabéns à SCALA. Parabéns à Oficina de Cultura! E a todos os que contribuíram para a Exposição e para o espetáculo de encerramento.

E parabéns a Almada!

E muito, muito Obrigado a todos!

 

(P. S. – Qualquer correção a fazer, deixe nos comentários, SFF.)

(Foto original DAPL. De 2016 ou 2017, não tenho bem a certeza. De jacarandás, em Almada, precisamente perto da Oficina de Cultura. Os Jacarandás são árvores originárias da América do Sul, muito peculiares. Agora, Março, ainda estão com as folhas do ano anterior. Só lá para Abril as perdem e nascerão as novas. A exuberância floral, lá para finais de Maio, princípios de Junho! Aprecie e observe, que vale  a pena.)

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