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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Não nos tirem as vistas!

Algo que a "Cidade de Régio" tem de inigualável: as Vistas!

Serra da Penha. Foto original. 2021.07.22.jpg

Poderá dizer: Que interessa isso das vistas?! A gente não come com os olhos!

Por acaso, os olhos também comem. “Não olhes para mim, não olhes…”, cantava a eterna Amália, no célebre “Fadinho da Ti Maria Benta”, parafraseando uma cantiga tradicional que no Norte Alentejano também era cantada. No livro “De Altemira Fiz Um Ramo” é uma das quadras que recolhi.

(Não esquecer que os pais de Amália eram da Beira Baixa. E a interligação global que têm estas duas Regiões de Portugal: Beira Baixa e Norte Alentejano. Que o Tejo simultaneamente divide e une.)

Voltando à Cidade de Régio… e às vistas.

Uma vista da "Serra da Penha" tutela o postal, com direito a bis.

Na forma, lembra um vulcão. Será que teve origem vulcânica?! Não sei!

Vistas da Cidade e Serra, a partir das proximidades de saída antiga: a “Porta do Crato.”

Vistas. Serra. Palácio Amarelo. Foto Original.2021.07.22.jpg

Também se vê o “Palácio Amarelo”. Tão desaproveitado estará… Um quintal, onde pontifica uma nogueira colossal.

Faz falta, na Cidade, a disponibilização de acesso a vários locais emblemáticos, nomeadamente a vários excertos do conjunto de muralhas.

Interligar esses espaços, nem que fosse temporariamente; permitir visitas, mesmo periódicas, era algo que engrandeceria a urbe.

Vista do “Arco do Bispo” ou “Porta do Crato”.

Arco do Bispo. Foto Original. 2021.07.22.jpg

Vislumbra-se que uma parte da encosta sudeste da Serra da Penha está queimada. Alertas que tenho vindo a fazer sobre as encostas da Serra. Há locais pertíssimo da Cidade, que metem medo ao susto. As encostas do "Cabeço do Mouro" precisam de limpezas e desbaste da floresta de pinheiros.

Não nos tirem as vistas.

Senhores Autarcas, Senhores Urbanistas, quem diz Senhores, diz Senhoras, como é evidente…

Meus Senhores e minhas Senhoras, quando pensarem e executarem sobre a Cidade, não se esqueçam das vistas panorâmicas. As vistas não têm preço, mas têm muito, imenso valor.

Este apelo não se aplica só à Cidade de Régio, do Sul. (Bem sei que há outra Cidade de Régio, no Norte: Vila do Conde.)

Aplica-se a todas as Cidades de Portugal. Que o digam as Cidades do Litoral e os verdadeiros atentados urbanísticos que se foram cometendo ao longo de décadas, tapando as vistas do Mar, com mamarrachos ao longo da costa. Na Costa, também.

(E, a propósito de Costa, como é que o “Primo Costa” se desenrascará com o Orçamento?!

Vejam lá se aprovam o orçamento, que não queremos cá eleições antecipadas. Tenho dito!)

 

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