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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Poema inédito! "Os meus dedos..."

Os meus dedos…

 

Os meus dedos entre os teus dedos

Tecem teias de segredos

Cantam canções de embalar.

 

As minhas mãos nas tuas mãos

Sulcam campos plainos, chãos

Trazem terra acabada de lavrar.

 

Os meus passos nos teus passos

Seguem perfumes de abraços

Contam contos de encantar.

 

Por entre caminhos e percalços

De pés nus e descalços

Nesta ânsia de te achar!

 

 

Escrito em 2008

(Entretanto este poema foi publicado em:

Boletim Cultural de "Mensageiro de Poesia" Nº 128 - Maio / Junho 2015 .

Boletim Cultural de C. N. A. P. - Nº 121, Ano XXVI  - Nov. 2015.

Boletim Informativo e Cultural  de A. P. P. - Nº 70 - 2015 - Jan/Fev/Março.)

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