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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

“Hospital Real” (Reposição) 10º Episódio

Questões de “Moral”!

Ou

Como chegou um botão do casaco de Dom Daniel ao quarto das enfermeiras?!

 

Andava intrigado com o facto de na estatística do “Top de Páginas “, no Blogue, haver muitas visualizações referentes a esta Série. Mas como há algum tempo não via televisão, e, quando vejo, é quase sempre só à noite, não me apercebera que “Hospital Real” estava em reposição. Ontem, li um jornal em papel e tive curiosidade de ver a programação da RTP2. E aí constatei que a série era retransmitida cerca das 12h 45’. Hora a que raramente vejo TV, nos dias de semana. Questionava-me: Em que episódio já irão?!

E, hoje, decidi ver. Já vão no décimo! Quer dizer que tenho cinco episódios para rever, caso tenha possibilidade.

 

Sobre este décimo episódio, não me sinto tentado a escrever. Remeto para o link do post que publiquei em Setembro (11).

(Fiz algumas pequenas alterações, que havia uns pequenos erros.)

 

Podia intitular este episódio com outra designação?

Questões de “Moral”! Ou “Como chegou um botão do casaco de Dom Daniel ao quarto das enfermeiras?! Ou “A confissão alivia a consciência!” (...) Ou “Os sinais de gravidez eram apenas resultado de um pólipo...”

 

Nesta série também se realça a Música! (Pareceu-me escutar variações sobre o “Concerto de Aranjuez”.) Os Diálogos. E a Representação dos Artistas, essencialmente centrada no rosto e nas mãos, que, dada a indumentária utilizada, são praticamente as únicas partes do corpo que se expressam...

 

S. Tiago In. Andarilho de Andanhos.gif

 

Ilustro com uma foto de S. Tiago, cortesia de “Tâmara Júnior”, in “Andarilho de Andanhos”.

 

 

 

XIII Antologia de Poesia do CNAP – Poema: “Pinhão”

Círculo Nacional D’Arte e Poesia

 

Antologia

 

 

Hoje, neste Post Nº 303, divulgamos o Poema “Pinhão”, de Carvalho Marques, de Santarém.

 

 “Pinhão”

 

“Arreganhando os dentes

Cachopas e rapazolas

Salpicam os morros

Que encurralam

As águas

Do rio Douro

 

Eles podam vimes

Eles sacham vinhas

Eles sulfatam bagos

 

As uvas

São o seu ouro

O seu tesouro

 

Tesouro

Douro...”

 

Carvalho Marques, Santarém

 

Vindimadeira In Andarilho de Andanhos.jpeg

 

Ilustramos com uma foto original, cortesia de “Tâmara Júnior”, in blogue: “Andarilho de Andanhos”. Imagem de uma vindimadeira, em azulejo, de J. Oliveira, na estação ferroviária do Pinhão. Numa linha de caminho de ferro que é um Monumento!

 

 

 

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