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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

18.Ago.15

Um conto que não gostaria de contar!

Francisco Carita Mata
 Conto e reconto, tristemente real e anual, sobre um reino que abandonou os seus campos à incúria e insensatez humanas. Lado a lado, nas bermas das estradas, a erva nascera e medrara na ridente Primavera, florira e, no Verão, secara como mandam os preceitos da natureza.  Mas crescera tanto à beira das estradas, nas valetas e lombas mal amanhadas, que tirava até a visibilidade aos condutores.  E era um rastilho de pólvora, em pleno Agosto escaldante, de sol abrasador, esturricando (...)
01.Dez.14

As Árvores Morrem de Pé?!

Francisco Carita Mata
Porque se abatem as árvores, à beira das estradas? Perguntou, inocente (ou atrevida?) a criança.   Porque impedem o alargamento das estradas. Respondeu, categórico, o Presidente da Junta. Porque os automobilistas nelas esbarram, esmagando os seus automóveis e as suas carolas nos troncos obtusos das árvores, que estacionam nos dois sentidos, não respeitando as regras de trânsito. Sentenciou, sabedor, o Autarca Diligente.   Então… e a sombra? E o oxigénio?   E para que serve (...)
18.Nov.14

Um Jardim na Cidade!

Francisco Carita Mata
O Jardim de Dona Vanda! Muitas vezes havia passado na Rua Almada Negreiros, no Feijó.   Entre dois prédios, de um conjunto habitacional de uma conhecida construtora do concelho de Almada, num espaço vago, terreno saibroso e pobre, alguém construiu um bonito jardim, bem delineado, harmónico, simples mas sugestivo, contrastando pela positiva com o espaço em que se enquadra, preenchendo um vazio, uma ausência tão caraterística nestas zonas suburbanas em que a megalomania (...)
04.Nov.14

Novembro: Mês de Celebração!

Francisco Carita Mata
Mês de Novembro é mês de lembranças, de recordações...Mas também é de celebração. Celebração e comemoração de quem faz faz, hoje, oitenta e seis Primaveras. Melhor dizendo, oitenta e seis Outonos, que é o Outono que comemoramos.Palavras?! Que palavras, para descrever a Juventude, a frescura de quem está sempre pronta para oferecer um ramo de cheiros e (...)