Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Passeios e Passeatas (Retrospetiva)

Estruturação de Área Temática

Aldeia. Foto Original. 2021.05.22.jpg

 

Resolvi estruturar uma Área Temática no blogue, subordinada ao título supracitado.

Postais genérica ou especificamente ligados a este tema, tenho vindo a publicar vários.

Neles, divulguei alguns aspetos de interesse de Localidades Portuguesas. (No futuro, eventualmente estrangeiras, quando surgir essa oportunidade.)

Essa divulgação fotográfica concretizou-se após visitas a Aldeias, Vilas ou Cidades do nosso País.

Visitas, algumas vezes, “organizadas” propositadamente com esse fim.

Outras vezes, face a circunstâncias / ocorrências com objetivos variados e finalidades diversas, mas em que aproveitamos para passear.

“Passeatas” realizadas no contexto do nosso dia-a-dia, mas a que também atribuímos a categoria lúdica, porque, mesmo nas atividades diárias, podemos descobrir motivos de interesse e deles darmos conhecimento à Comunidade de Internautas.

Hoje, neste Postal nº927, faço uma retrospetiva de Locais, já apresentados no blogue, com postais divulgativos de paisagens, monumentos, vistas, iconografias típicas, aspetos peculiares de algumas das nossas Terras Portuguesas.

Cito-os por ordem cronológica, dos mais recentes para os mais antigos, no blogue: 

Sesimbra

 https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/castelo-de-sesimbra-266312

Óbidos

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/obidos-vila-medieval-260784

Nisa

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/artesanato-de-nisa-e-poesia-259303

Almada

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/passeio-virtual-por-almada-234101

Aldeia da Mata

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/sugestao-para-percursos-pedestres-ii-233543

Portalegre

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/passeio-virtual-na-cidade-de-regio-ii-231379

 

Ficam outros, por registar no postal, que o Caro/a Leitor/a, poderá ir descobrindo em “Aquém – Tejo”, navegando nas águas internáuticas desta plataforma virtual.

Futuramente, irei dando a conhecer, virtualmente, outras “visitas” que temos vindo a concretizar.

Nos aguarde, Se Faz Favor.

A próxima passeata será dedicada a SETÚBAL, Princesa do Sado.

 

“O Milagre das Rosas” (II)

“São rosas, meu senhor, são rosas…”

Rosa de Alexandria. Foto Original. 2019. 05. jpg

Voltamos às perguntas do Rei, Dom Dinis, a Dona Isabel, a Rainha.

E às respostas.

Face à primeira, “- Onde ides…?”, a Rainha foi lesta, expedita.

- Pois saiba, meu Senhor e Rei que eu e minhas damas de companhia e de corte vamos a um “passeio higiénico”, aspirar uns ares puros da serra e brisas do mar. (Isto supondo que estaria em Óbidos). Não queremos saber de confinamentos, aliás, ninguém quer saber.

Rosas. Quintal. Foto original. 2020. 05. jpg

E que levais no regaço? Repetiu Sua Alteza Real, Dom Dinis.

Rosas. Alagoa. Foto original. 2020. 04. jpg

Esta é que era a questão fulcral, pois toda a gente sabia que a Rainha era uma esmoler, que dava a pobres e necessitados e o Rei um sovina, que achava que ela delapidava o tesouro real, com uns papo secos que ia distribuindo aqui e ali, pelas terras onde se deslocava a corte.

E essa fora a razão pela qual Dinis antecipara a sua vinda das javalinas.

E qual a resposta de Dona Isabel? (…)

Rosa grená. Foto Original. 2018. 07. jpg

Um murmúrio de vozes foi ecoando…

São rosas, senhor, são rosas… São rosas, senhor, são rosas… São rosas, senhor, são rosas…

O povoléu, incomodado com a interpelação do rei e querendo defender e ajudar a rainha, que estimavam e também sabedor da necessidade dos pãezinhos que lhes matavam a fome, recitava esta cantilena ancestral, pois também todos conheciam a estória do milagre.

“São rosas, senhor, são rosas…”

 

O Rei - o homem, Dinis, estava atónito, com aquele vozear em surdina pela barbacã, ecoando nas muralhas do castelo palaciano.

 

E a Rainha, continuava segurando o avental carregado e arrebanhado no regaço.

 

(E, agora, Caro/a Leitor/a, façamos um pequeno interregno, para nos questionarmos.

Acha que a Rainha, Dona Isabel, a Rainha Santa, trazia pãezinhos ou eram realmente rosas?!)

 

 

“O Milagre das Rosas” (I)

E do regaço brotaram… rosas?

 

Isabel de Aragão, Rainha de Portugal, saía, com suas damas de companhia, do castelo, palácio onde vivia e estava estabelecida a corte. No séquito de mulheres que seguiam a rainha, nas suas visitas pela cidade, iam todas vestidas de burel penitencial, dada a época do ano, Semana Santa e o propósito da saída precária do confinamento: dar de comer aos pobres.

Aproveitavam a ausência do Rei que teria ido para as suas caçadas noturnas, não sabemos se de javalis, se também de javalinas.

Castelo. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

Mal se haviam deslocado da antecâmara do paço para o exterior, logo se ouve o tropel de vários cavaleiros, comandados pelo Rei.

Estancaram as montadas, na entrada do alcácer, frente às damas, que estremeceram num frémito de temor e prazer, face aos mancebos e homens de montaria do Rei. O próprio: Dom Dinis, Rei de Portugal e dos Algarves!

Só Isabel permaneceu impávida e serena, perante o marido, senhor e rei. O avental arrebanhado no regaço, onde levaria pães, carcaças, pães alentejanos, ou de rio maior, para distribuir pela pobreza das ruelas e becos que rodeavam o castelo, um emaranhado e intrincado labirinto de habitações, mal acabadas, aonde pensavam dirigir-se.

 

Aliás, todos os que pediam de ofício, pobres, mais ou menos necessitados, também aleijados ou doentes, de qualquer maleita ou defeito de fabrico ou de vida, já deambulavam nas redondezas da barbacã, onde abancavam, mal sabiam da presença da Rainha no paço. Sempre esperando a sua possível saída. A fama de santidade já a aureolava, circulando nas redes sociais da época. Boca a boca, o diz que disse, e assim por diante. Alguns pregões nas tabernas, beatas nas igrejas e capelas.

 

Como e porquê o Rei chegou antecipadamente, sem ser previsto, vai lá saber-se…

Como, já sabemos. Veio a cavalo.

Porquê?! Talvez algum mensageiro, desejoso de lhe agradar, tivesse comunicado com Dinis, avisando-o da saída do confinamento da Rainha. SMS também havia na época: pombos correios. Não sei se outros meios.

Certo, certo, é que ainda o sol mal despontara para as bandas de Espanha, e a Rainha se ausentava…e, Dinis, o Rei, a interpelava:

- Onde ides, Isabel, tão fresca e airosa, ainda o sol mal nasceu?!

- E que levais no regaço, tão atafulhado?!

 Logo, não apenas uma, mas duas perguntas, a exigirem resposta.

E que respondeu Isabel, a Rainha, a Dinis, o Rei?

(As respostas ficam para próximo postal.)

(Na localização da ação, deste micro conto, imagino o castelo de Estremoz ou o de Óbidos, ambos locais onde Dona Isabel esteve, quase de certeza. Óbidos foi prenda do Rei, como dote e em Estremoz foi onde morreu. Como não tenho nenhuma foto do Castelo de Estremoz e várias do de Óbidos, vai mais uma fotografia do Castelo de Óbidos, a ilustrar o postal.)

*******

o-milagre-das-rosas-ii

o-milagre-das-rosas-iii-epilogo

Mudança da Hora

Não concordo com a mudança de hora!

 Hoje, "Domingo de Ramos" mudou novamente a hora.

Esta, dita de Verão, causa-me sempre confusão. De repente, mal damos por isso, já é meio-dia.

Para quando, as entidades competentes, as governanças que nos dirigem, as nacionais ou as internacionais, se decidem por definir um modelo de hora que fique estabelecido, sem precisar de se mudar semestralmente?!

Vejam qual o melhor modelo, são “cabecinhas pensadoras” e decidam-se!

Glicínia. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

As fotos?! 

Continuam da glicínia, fotografada em Óbidos, em Abril de 2019.

E porquê?!

 

Glicínia. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

Uma curiosidade. Li numa revista de jardinagem, que as glicínias crescem no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. (Estes deslocam-se da direita para a esquerda.)

Nas fotos da glicínia apresentada verifica-se que a planta se “movimenta” da esquerda para a direita. A base de nascimento está no quintal da casa, que fica à esquerda e o respetivo crescimento processa-se para a direita.

Interessante, não acha?!

Quanto ao “movimento” das plantas, este é um facto. Chamam-se tropismos. São direcionados pela luz, fototropismos; pela água, hidrotropismos... Correspondem ao crescimento da planta, que, na verdade, é um movimento.

E, através, das sementes, também se deslocam, enviando os filhos e filhas, para bem longe. E, para isso, pedem ajuda a outros seres: aves, insetos, mamíferos e outras entidades: o vento, a chuva… Eu sei lá! As plantas são seres também dotados de inteligência! Também comunicam e se ajudam entre si e com outros seres vivos.

Admirado/a?!

Há imensa literatura científica sobre o assunto. Filmografia, reportagens sobre o tema.

A Vida na Terra é extraordinariamente fascinante e o Ser Humano não é o único ser inteligente à face do Universo.

Bem bastas vezes tem dado provas precisamente do contrário.

E onde a conversa já vai… a partir da mudança da hora.

Vou mudar de registo.

E desejar continuação de excelente “Domingo de Ramos”, com muita Saúde.

 

Sabe que planta é esta (IV)?

Fotos tiradas em Óbidos, em 2019 – Abril

 

Continuo com esta temática. Neste caso, sendo uma planta, tem a categoria de Árvore.

(Um dos nomes comuns tem referências bíblicas – Novo Testamento. O nome científico não conheço, nem desta nem de nenhuma outra, nem dos animais ou outros seres. Não sei Latim.)

Árvore em Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

É muito fácil identificá-la. É muito frequente em parques, jardins, quintais, ruas, ruelas, avenidas, alamedas, praças, pracetas e pracinhas, das nossas cidades, vilas e aldeias.

Começaram agora a floração, embora esta fase de desenvolvimento das plantas varie ligeiramente, consoante a respetiva localização geográfica.

Estas habitam Óbidos, Vila Medieval. Deste modo faço a ligação com postais anteriores.

Árvore florida. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

 

Tenho em mente publicar mais dois postais sobre duas Vilas de Aquém Tejo, a partir de fotos obtidas em passeios às mesmas, antes desta coisa da Covid.

Também gostaria de publicar um postal abordando “Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes”.

Até lá… Votos de muita saúde. E, Obrigado pela visita!

 

Óbidos: Vila Medieval

Uma visita para depois de Covid?

Castelo. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

Este postal, inspirado pelo anterior, retrata alguns aspetos da bonita vila de Óbidos.

Situada na Estremadura, no distrito de Leiria, a menos de cem quilómetros de Lisboa - Portugal. (Tem cidade homónima  no País Irmão, também bem interessante.)

Campos de Óbidos. Foto original. 2019. 04. pg

Uma visita agradável, aliás, a Vila é (era?) visitadíssima.

Agora, com isto da Covid, não sei.

As fotos ilustrativas resultam de um passeio que realizámos em Abril de 2019. A léguas desta confusão dos confinamentos.

A primeira imagem é do castelo. A segunda, dos campos e povoados circundantes.

Igreja Stª Maria. Óbidos. Foto original. 2019. 04.jpg

A foto anterior é da Igreja de Santa Maria, o respetivo Largo e imagem de malvas sardinhas ou sardinheiras.

Casario, telhados. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

O casario, os telhados e uma nesga da rua principal. Durante o dia esta artéria da povoação é um corrupio de gente, para lá e para cá, mas que, ao sol posto, desanda para as camionetas que os deixaram fora de portas e os levam certamente para a capital. Gente de toda a raça, credo, cor e nação. Pondo-se o sol, pára o movimento e a vila fica como que dormente até próximo raiar do dia.

Recordações. Óbidos. Foto original. 2019. 04. jpg

O negócio da localidade funciona muito para “turistame”: ginjas, chocolate, bolos, recordações… Mas o pessoal vai e vem, tanto a correr… que não sei se compra muito (nem pouco).

 

Mas também tem outros interesses. Visitámos duas livrarias bem peculiares.

Uma instalada numa antiga igreja católica dessacralizada. Aí comprei o livro “Fado” de José Régio. No respetivo coro, trabalha a “Poeta Rendeira”. Executando os seus trabalhos em renda e a sua Poesia.

Outra livraria situa-se num antigo armazém, onde, para além de livros, também se vendem artigos diversos, nomeadamente hortícolas. As estantes dos livros são constituídas a partir de paletes dos produtos, conforme a imagem seguinte documenta.

Óbidos. Livraria. Foto original. 2019. 04. jpg

Quando tiver oportunidade, a Covid deixar, o confinamento acabar… visite, SFF.

(Em anos transatos, nestas alturas da Páscoa, eram enchentes… Agora, será tudo mais leve.)

Óbidos. Glicínia. Foto original. 2019. 04. jpg

A última imagem é da glicínia ilustrativa do anterior postal. Mais em pormenor, observando a ancestralidade do tronco, os cachos de flores e as folhas ainda algo incipientes.

O-milagre-das-rosas I

O -milagre-das-rosas-II

O-milagre-das-rosas-III-epilogo

Outros Passeios por Castelos!

“Fado Português”: Amália – Oulman - Régio

Óbidos Castelo Foto original. 2019. 04. jpg

 

Aniversário do Blogue e Homenagem a Vultos da Cultura Portuguesa

Óbidos Rua. Foto Original. 2019. 04. jpg

 

Para elaborar o postal anterior, nº 806, transcrevi o texto poético do livro:

RÉGIO, J. – FADO – Klássicos – A BELA E O MONSTRO, EDIÇÕES Lda. Lisboa – Portugal – 2011.

Apesar de uma das normas da produção literária ser a sua não reprodução, penso que, ao divulgar o Poema de Régio, referindo as fontes, estou a valorizar a Obra e a dá-la a conhecer. (Publicidade, de que não recebo um tostão!)

Livraria Igreja Coro. Foto original. 2019. 04. jpg

Este livro é mesmo um clássico e está apresentado em formato de bolso, o que facilita o seu transporte para onde nos desloquemos. Foi comprado em Óbidos, numa Livraria icónica, situada numa antiga igreja católica, dessacralizada. A um preço super acessível: 3 Euros. Em Abril, do ano passado (2019).

Vou lendo e relendo. É daqueles livros que por ser de poesia e de autor que aprecio, vou sempre voltando a ele. É mesmo clássico!

 

Também pesquisei na net e os textos apresentados são sempre parcelares, relativamente à fonte documental referida. Há, obviamente, outras versões em livro, pois que na Introdução – “Da Vida à Obra”, elaborada por Isabel Pires de Lima, Professora Catedrática da Universidade do Porto, refere que o original é de 1941!

Não sei se essas versões alteraram a dimensão do texto e pormenores, porque também se notam pequenas diferenças, nalguns versos. (É natural que tenha acontecido, pois o processo criativo leva a modificações nas versões apresentadas, que qualquer autor vai realizando.)

A versão apresentada compõe-se de vinte sextilhas.

Estes postais organizei-os para “celebrar” os seis anos do blogue. E para homenagear José Régio, Amália e também Alain Oulman, neste postal.

Como sabemos, Amália cantou vários Poetas nacionais consagrados, neste caso, Régio e para esse facto o contributo de Alain Oulman foi marcante.

Sobre o disco contendo esses fados, eis a ligação.

Anexo as cinco estrofes apresentadas na net, constituindo excerto do poema de Régio, a parte cantada por Amália. (A Diva não podia, evidentemente, cantar as vinte estrofes. Comparando, pode observar as modificações e o que foi escolhido para cantar.)

 

“Fado Português” 

“O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.

Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.

Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada.

Mãe, adeus. Adeus, Maria.
Guarda bem no teu sentido
que aqui te faço uma jura:
que ou te levo à sacristia,
ou foi Deus que foi servido
dar-me no mar sepultura.

Ora eis que embora outro dia,
quando o vento nem bulia
e o céu o mar prolongava,
à proa de outro veleiro
velava outro marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.”

Óbidos. Trepadeira. Foto Original. 2019. 04. jpg

Ligações para postais sobre Régio e sobre Amália:

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/jose-regio-cinquentenario

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/momentos-de-poesia-e-casa-jose-regio

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/surgiu-no-palco-um-dia-um-bailarino

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/momentos-de-poesia-e-jose-regio

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/sera-portalegre-uma-cidade-de-poesia

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/poesia-em-regio-portalegre

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/autografo-de-amalia

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/o-meu-momento-amalia-ao-vivo

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/em-casa-damalia-tertulias-semanais

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/estranha-forma-de-vida-amalia-

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D