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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Uma Rua de Alagoa

Aguarela de Arsénio da Ressureição.

Em exposição na Galeria de São Sebastião até amanhã, 15 de Agosto 2025.

20250805_115927.jpg

Já divulgara, aqui, sobre esta Exposição extraordinária.

 A Rua conhecemos muito bem. É a Rua da Igreja. 

A aguarela é de 1963. O quadro faz parte do acervo do Museu Municipal de Portalegre.

Cedido para esta Exposição temporária, como outras Obras, tanto por particulares, como por entidades públicas. Visitámos, mais que uma vez. Muitíssimo interessante e valiosa.

Quem serão os Personagens que figuram na Rua?!

Dois Agricultores, deduzo eu. Os cajados são notáveis! Símbolos de poder e também muito práticos. Deduzo que as pessoas voltarão para o monte. (O meu Pai dizia que a ir para o campo, levar sempre um cajado!)

E a matrona, a Mulher, quem seria? Mulher de algum deles? Viúva, com familiares?

E o que a Mulher leva entre braços?

E a criança? Um rapaz.

Personagens reais da freguesia ou do imaginário do Pintor?

Posturas reais, ou pose para a pintura?

***

A casa do varandim, ainda a conheci assim. Era a do Ti Manel Xico, carpinteiro.

Ainda falámos algumas vezes com ele.

(Agora, a casa está bastante diferente.)

***

Outros postais sobre Alagoa:

Rossio de Alagoa, ainda. Agosto 2025

Volto a escrever e publicar um postal. Ainda sobre o Rossio de Alagoa.

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O calor continua infernal. Mas, ontem, ao início da noite, entre vinte e vinte e uma horas, ocorreu uma trovoada. Essencialmente seca. A Leste da Serra da Cidade de Portalegre, evoluindo a NE e, posteriormente, seguindo para Norte.

Trovoada seca, certo, imensos relâmpagos. Vi e acompanhei da janela. Mas trouxe, no final, uns baguinhos de chuva. Deliciosa! Pusemos os braços fora da janela, e bem que sabiam os pingos de chuva fresca, a caírem-nos no corpo. Mas foi chuva de pouca dura.

Voltando ao Rossio. Está bonito. Catita! A foto ilustra sistema de rega, num canteiro com alguns arbustos. Não consegui identificar. Presumivelmente, também não autóctones. Não sei. Não costumam usar, por ex., as estevinhas. E lindas que são: brancas e rosas. Também nunca vejo muitos alecrins. Já o rosmaninho está a ficar na moda. Acho bem.

Quanto às árvores e arbustos de porte mais arbóreo, os aloendros são plantas que se adaptam bem a qualquer jardim ou parque, dado que são resistentes às temperaturas.

Nas Árvores, não há, na realidade, o hábito ou moda de usar as locais. Provavelmente nem julgariam jardim ou parque!?

Carvalhos, bem que ficariam. E um Sobreiro ou uma Azinheira?! Não há o costume. Mas os gostos também se educam e valorizar o que é nosso enriquece-nos a todos.

A Azinheira é uma Árvore por demais icónica e simbólica. Há a Azinheira de Grândola, e quem não conhece ou não ouviu falar na de Fátima?! São emblemáticas e ilustrativas de conceitos e identidades bem nossas e abrangendo espectros ideológicos bem diversificados. E até há localidades que promoveram azinheiras e sobreiros a “Árvore do Ano”! Sinal de que lhes reconhecem valor identitário.

(Monte Barbeiro, Alcaria Ruiva, Mértola, conseguiu eleger uma Azinheira secular, como Árvore do Ano, em 2019, em Portugal. Ficando em terceiro, na Europa. Um pouco como o nosso Plátano do Rossio de Portalegre, em 2021. E também há o Sobreiro Assobiador!)

Senhores e Senhoras de Autarquias, percam o complexo de divulgarem o nosso Património Florestal e tratem de plantar Carvalhos, Sobreiros, Azinheiras. Também têm os Freixos, que também se fazem majestosos. Até há uma localidade que tem um Freixo com uma Espada à Cinta!

E, ainda sobre a foto. Repare, SFF, que já nasceram alguns cogumelos! Sinal de que os ciclos de vida se desenvolvem.

E sobre o Rossio. Além de bonito, também tem um parquinho para crianças.

Não sei é se tem espaço para os miúdos jogarem à bola, como era costume. E, de certeza, que não há condições para as largadas. Mas, já se sabe, não se pode ter tudo. E há outros locais para as largadas. E, as feiras?! 

E, por hoje, aqui me fico sobre o Rossio da Alagoa.

Que, daqui a dez anos, ainda por cá estejamos para presenciar o desenvolvimento de Árvores e Arbustos.

Que isto de plantar árvores e arbustos, no Verão, ademais em pleno e escaldante, tem que se lhe diga!

 

Rossio de Alagoa - Portalegre: remodelação 2025

(Finalmente, consigo publicar! Este calor insuportável tudo impossibilita.)

Imagem central: Gingko 

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Outra Árvore exótica: uma variedade de Acer?

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Árvore da espécie anterior, enquadrada em fundo...

...pela casa de Dona Mariazinha, o emblemático portão de acesso ao quintal e uma chaminé, de antiga padaria?

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Foto tirada do lado Norte, com a vista Oeste do Rossio, onde figuravam os antigos Bordos - Negundos, adultos, cortados para esta remodelação.

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Desejamos que as Árvores peguem. Com este calor insuportável, que dura todo este Verão, terão de ser bem regadas.

Que, daqui a dez ou vinte anos, ainda cá estejamos, para vê-las, "adultas", crescidas e ensombrando o espaço.

Plantar Árvores, em pleno e escaldante Verão, só mesmo em ano de eleição! 

Sempre exóticas! Não haverá Carvalhos nos viveiros?!

 

Que significa este sinal de trânsito?!

Numa Rua movimentada da Cidade de Régio!

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Na Rua Direita, que assim fica torta! E confusa!

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Junto ao antigo prédio onde ficava a "Loja do Sr. Hermínio".

Agora, entaipado para obras.

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Na foto anterior, da "Rua Direita", no lado direito, observam-se três prédios. No topo, entaipado, o que vai para obras. No meio, um edificado deveras interessante. Considero-o integrado no conceito da designada "Art Déco". Será?

(Nas minhas memórias, não sei se totalmente certas, era aí que morava o Dr. Renato, que era Professor de Inglês, quando eu era aluno do antigo Liceu Nacional.)

*** * ***

A propósito de "Obras na Cidade e na Freguesia", lembrar alguns aspetos pertinentes.

Na Alagoa, no Largo do Rossio, agora remodelado, fizeram mal em cortar as árvores. Eram bordos negundos, não autóctones, mas já eram adultas. Uma árvore demora a fazer-se. Aquelas já estavam feitas. (Até os pardais reclamam!)

Se voltarem a plantar, como está previsto, disponham autóctones.

*** * ***

As muralhas, quando "libertas", na Rua dos Muros de Baixo, após desobstruídas, não as atravanquem com outros monos quaisquer.

Na Rua do 1º de Maio, as muralhas desembaraçadas do casario que aí se encostava, visíveis desde longe, logo que nos aproximamos da Cidade, depressa taparam a vista com o "Business Center". Deveria ter menos andares. Também nos tapa a vista da Serra da Penha. E, na Cidade, as vistas valem tudo!

(Já agora, o piso em pedra é um desastre. Já referi o mesmo em relação à entrada na minha Aldeia. Solução?! Alcatrão ou coisa que lhe valha.)

Nessa zona, uma superfície comercial alargada, devidamente situada e enquadrada, dava jeito. Mas levaram tudo para a Zona Industrial!

Até já. Mais tarde farei as ligações, para outros postais.

 

Obras: na Cidade e na Freguesia.

Cidade de Régio do Alto Alentejo: Portalegre

...e Alagoa

***

Edifício onde, durante anos, funcionou, no rés-do-chão, a "Loja do Sr. Hermínio"...

antigo "Palacete do Visconde dos Cidraes"...

para Residência de Estudantes do IPP.

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"Descobrimento das muralhas da Rua dos Muros de Baixo":

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Requalificação do célebre "Rossio da Alagoa":

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IP2 – Itinerário Principal 2 e Distrito de Portalegre

IP2 - Itinerário Principal 2, faz a ligação Bragança – Faro.

Situo-me, especificamente, na parte que percorre o distrito de Portalegre e dá ligação a EN4 e A6 – Estremoz, já no distrito de Évora.

Porque percorre o Distrito, de Norte, desde a Barragem do Fratel, até ao Sul.

É um projeto começado, remendado, inacabado. Cheio de constrangimentos. No Distrito, nem é, nem deixa de ser!

Tem imensos bloqueios. Injustificáveis! E que nas dezenas de anos em que supostamente existe já deviam estar modificados.

(Em muitos distritos já foi transformado em autoestrada.)

Portalegre é o único distrito de Portugal Continental que não é servido por uma autoestrada.

Não é que eu seja especialmente defensor de autoestradas, mas reconheço que facilitam bastante a circulação rodoviária. (Se houvesse boas vias-férreas!)

Bloqueios mais significativos: Concebe-se que a travessia inclua passagem diária de veículos – milhares! – imensos pesados de mercadorias - por dentro de localidades: Fortios, Portalegre, Estremoz?!

Surpreende-me que ao longo destes anos, mais de trinta… Deputados, Presidentes de Câmaras, de Juntas de Freguesia, Autarcas, Cidadãos em geral, não ponham em causa estes atropelos à qualidade de vida.

Transformar este itinerário em auto estrada?

Quem percorrer de Portalegre a Estremoz, verificará que o que não falta é terreno para alargar para duas faixas de cada lado.

(Passar a sul dos Fortios, a sul de Portalegre, direto à Zona Industrial, a sul da ESTG.)

Outros bloqueios a resolver:Cruzamento” de Alagoa – Flor da Rosa; Veiros, São Lourenço de Mamporcão, viaduto e “cruzamento” da estação de Portalegre.

Outros haverá, que não me recordo de todos, não sou visto nem mandado para palpites e não me pagam nada para equacionar as melhores soluções.

E Estremoz! Li que já foi lançado concurso público para elaboração do projeto para variante a Estremoz.

Mas que vai ser a Leste da Cidade! A Leste?!

Mas o nó para ligação à A6 e à EN4 não está a Oeste da Cidade?!

(Bem vejo que há por ali umas vinhas… e que o vinho dá de comer(?) a um milhão de portugueses! Comer? Mas isso era o que dizia o Outro…)

(A Leste, vão continuar a prejudicar milhares, milhões de Pessoas, no futuro – mas que interessa o futuro? - como até aqui. É só ver os mapas!)

Senhores que tendes poder, que mandais, ou estais mandatados para mandar, tratem de colocar como prioridade construir o IP2. Transformem-no em autoestrada. Terreno – campo não falta!!!!

Mas não se esqueçam que a Linha do Leste, devidamente ativada, permitiria o transporte de toneladas de mercadorias – milhares e milhares – que todos os dias percorrem algumas das vias rodoviárias que especifiquei.

(E uma ponte sobre o Tejo, no Fratel? Pontes sobre o Tejo?! Isso é só lá para as Lisboas!)

E, por aqui me fico, por hoje, na continuação dos meus contributos de Cidadania!

Mas quem quer saber do que eu escrevo?!

 

Elas aí estão: a eleição antecipada e a campanha eleitoral…

Plátano do Rossio. Original. Março.23.

... Aproximando-se da reta final.

Já o escrevi e repito. Não concordo com eleições antecipadas. Bem podiam ter sido evitadas, tanto estas, quanto as anteriores. Bastava tão simplesmente que, quem mais pode e manda nestes assuntos, tivesse agido de outro modo. Mas elas aí estão e há que votar. Esse foi um dos desideratos do “25 de Abril” e há que concretizá-lo. A Liberdade, nomeadamente a de expressão, foi uma das conquistas alcançadas. Muito boa e santa gente que por aí perora, por tudo e por nada, não imagina sequer as dificuldades em publicar, opinar. Ademais antes do advento das novas tecnologias de informação. Hoje, queixamo-nos de tudo e nada, mas vivemos num Portugal substancialmente melhor do que há cinquenta anos! Obviamente, muitos fatores, múltiplos e diversos, para isso contribuíram.

Quando olhamos para o panorama partidário, não falta por onde escolher. Mas quem não tem quaisquer interesses partidários nem pensa auferir qualquer benefício por partido X ou Y vir a governar, a decisão não é fácil. Vai-se pelo mal menor!

Olhando para os atuais dirigentes partidários, o panorama é o que é. Cada qual formule a opinião que muito bem entender, sobre a respetiva qualidade. Sem fanatismos partidários ou clubísticos, o panorama é realmente desolador. Lembrando-nos dos históricos da Democracia, nos finais de setenta - Freitas do Amaral, Sá Carneiro, Gonçalo Ribeiro Teles, Mário Soares, Álvaro Cunhal, o General Ramalho Eanes como Presidente da República e comparando com o panorama atual….

Mas… não falta por onde escolher. Quase uma vintena de candidaturas!

Mas votar num distrito em que se elegem apenas dois deputados tem os seus constrangimentos. São de menos?! São de mais?! Depende. Nomeadamente do trabalho que façam e do que pugnem pelo distrito.

Naquele em que me insiro – Portalegre – faltam obras estruturantes, que tardam há mais de trinta anos: o IP2, que está estrangulado em vários locais. Que conheça, desde logo a ligação à A23. Tanto se fala em pontes no Tejo, lá para as Lisboas… Os “cruzamentos” entre Alagoa e Flor da Rosa, o de S. Lourenço de Mamporcão; a travessia dos Fortios, a entrada em Portalegre – desnecessária; o viaduto sobre a Linha do Leste, na estação de Portalegre. E a travessia de Estremoz, em que o traçado deveria estar desviado da cidade, desde que este itinerário principal foi iniciado.

Estes alguns constrangimentos que conheço.

A Linha do Leste, devidamente estruturada, eletrificada, constituí-la como estruturante para o transporte de mercadorias de Espanha para Portugal e vice-versa. Tanto se fala em TGVs!

Obras que faltam e que estes dois deputados que têm andado pela Assembleia se têm esquecido! Deputados a menos?! Não sei! Sei que Lisboa e Porto têm demais!

Votar? Não votar?! Votar. Sim! E tanto assim que até já votámos antecipadamente!

Refletidamente!       

Pois… Caro/a Leitor/a, faça favor de votar, segundo as suas convicções. Candidatos não faltam!

Sondagens?! Muita manipulação pelo meio.

Saúde e Paz!

“Manifestação” de Camionistas em Estremoz!

Valha-nos a Santa “Internete”!

(Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes)

 

Entretanto, ainda ontem, já quase meia-noite, voltei à net a pesquisar.

“Manifestação de camionistas em Estremoz”.

Entre outras ligações, surgiu-me esta: Truck Festival”.

É caso para dizer que tanto barulho, tamanha chinfrineira, tal aparato, era para este “festival”. Festival de barulheira é o que foi!

E, eu, na minha” ilusão / ignorância”, a pensar que o pessoal reivindicava melhores acessos à Cidade! Santo Deus! Santa Internete!

Todavia, resolvi manter o texto escrito e, hoje, publicá-lo.

Este segundo postal pretende esclarecer o anterior.

E é caso para se dizer que, neste nosso querido País, se “distrai o pagode” com estes aparatos, enquanto os problemas fundamentais são mantidos “debaixo do tapete”!

Valham-nos as Santas Rotundas!

E lembrar, reforçado pelo facto de estarmos em campanhas eleitorais, de vir aí uma tal de “Bazuca”, ainda mais barulhenta que os buzinões, da importância de os vários municípios pensarem em “Obras” intermunicipais, de dimensão até nacional.

Senhores Autarcas,

Não se esqueçam do IP2 e dos vários estrangulamentos que tem no Norte Alentejano e que tardam em serem resolvidos.

  • Atravessamento dos Fortios: uma variante,
  • Cruzamento de Alagoa / Flor da Rosa,
  • Entrada em Portalegre,
  • Viaduto sobre a Linha de Leste, na respetiva estação de Portalegre,
  • Variante de Estremoz, a das célebres rotundas.

São troços mais do que necessários.

E, porque não reativar, melhorar devidamente a Linha do Leste, para passageiros e também para mercadorias?!

Estruturá-la, de modo que os milhares de contentores, que todos os dias e noites “circulam” por Estremoz – Vimieiro – Arraiolos – Montemor, idos e vindos de Lisboa e Badajoz, passem a ser transportados por via férrea, devidamente eletrificada e recuperada, de modo a retirar trânsito das estradas?

(Isto questiono eu, que nada sei! Valha-me a Santa Ignorância!)

 

Obrigado pela atenção. E votos de muita e Santa Saúde!

 

Barragem do Pisão: Talvez Sim ou Talvez Não?!

Novas Promessas ou Concretizações?!

Li esta notícia recente. “Barragem do Pisão vai mesmo avançar.

O Senhor Primeiro-Ministro, Drº António Costa, foi a Portalegre… (Cidade do Alto Alentejo…) e a Flor da Rosa, para anunciar que as Obras da Barragem do Pisão vão mesmo arrancar. Repetiu a dose de visitas alentejanas! É caso para dizer que “não há fome que não dê em fartura!”

Sobre a dita Barragem do Pisão, eu sou mesmo como São Tomé. É ver pra crer!

Desde criança que me lembro de ouvir falar de uma barragem a construir perto da aldeia do Pisão, localidade que iria ficar debaixo de água. Na altura não conheceria a palavra submersa. Nem sabia onde ficava o dito Pisão. O meu Mundo era muito pequeno, embora eu avistasse a Serra ao longe.

(“Ao longe, a Serra / Uma miragem / Duma impossível viagem.” - Esta estrofe será já da adolescência.) Adiante…

Quanto à dita construção da aludida Barragem, prometida e reprometida, como a “Sempre Noiva”, algumas questões se me tecem.

Neste ano de eleições, é um afã de realizações futuras, a prometer. E é por todo o lado. 

É um apostar forte nas câmaras que se querem manter ou recuperar. “Ganhar” é o termo que se usa, mas de que não gosto. O espírito dos Autarcas deverá / deveria ser: “Servir”.

O PSD também “aposta” forte. Já nas anteriores eleições, os partidos investiram fortemente nas respetivas candidaturas na Cidade. Todavia a candidatura de Independentes – CLIP, conseguiu manter a liderança da Câmara. Conseguirá também desta vez?

Barragem Maranhão. Foto Original. 2019.10.03.jpg

Ainda sobre a Barragem e respetivos usos múltiplos.

Não esquecer!

Vai situar-se na Ribeira de Seda, que é uma das principais fontes de abastecimento da Barragem do Maranhão. A montante desta. Logo parte do caudal da Ribeira ficará retido nesta Barragem do Pisão.

Barragem do Maranhão. Foto original. 2019.10.03.jpg

A do Maranhão, cujas fotos ilustram o postal, já tem falta de “liquidez”. Porque chove pouco. A foto é de Outubro de 2019, no culminar de uma seca de vários anos. Mas também porque há um uso superintenso nas regas dos olivais que a rodeiam.

Esta Barragem acolherá as águas pluviais da bacia hidrográfica da Cidade e Zona Industrial e Comercial e arredores. Bem como das respetivas estações de tratamento dos esgotos. Ou será que estarei enganado?

Água de qualidade para abastecimento das populações?!

(Eu vou ali… já venho.)

E se, no espaço territorial de acesso de águas, forem plantar novamente olivais como os que vemos no Maranhão, que precisarão intensamente de água para regar… então será melhor deixarem-se estar, deixarem a água correr no seu percurso natural, a ver se enche o Maranhão.

A ideia da central fotovoltaica, julgo interessante.

É uma barragem que vai dar para muita coisa, já se vê!

E terei dito tudo o que será importante e importa dizer sobre a Barragem?!

Ah! O Turismo também!

E… as Barragens para Abastecimento das Populações deveriam ser um Santuário!

 

E, por promessas:

Não se esqueçam do IP2 e dos vários estrangulamentos que tem no Norte Alentejano e que são urgentes de resolver.

  • Atravessamento dos Fortios,
  • Cruzamento de Alagoa / Flor da Rosa,
  • Entrada em Portalegre,
  • Variante de Estremoz, a das célebres rotundas.

São troços mais do que necessários.

Sem rotundas!

Com Muita Saúde!

P. S. - Fotos e Texto Originais. Não esqueça!

 

Passeios por Aquém – Tejo!

Passeios e Passeatas (IV)

Aldeias, Vilas e Cidades: Excertos Fotográficos.

Na continuação dos postais anteriores, ainda vou publicar algumas fotos de passeios em diversas localidades. Todas de Aquém – Tejo.

Aldeias, Vilas ou Cidades em que ainda não houve a oportunidade de terem um postal específico, mas que um dia, haja tempo e vagar, terão.

De algumas o registo resultou de visita propositada. De outras aconteceu no contexto de outras realizações. Algumas “viagens” ocorreram ainda antes desta “Coisa da Covid”.

Arte Urbana. Crato. Foto Original. 2021.05.10.jpg

A 1ª foto, Maio, 21, Arte Urbana, com as suas peculiaridades: em prédio degradado, extremamente imaginativa, criativa. A merecer mais atenção, futuramente. Uma verdadeira Obra de Arte! E... "Talho"...

Na Vila do Crato, sede de concelho, localidade antiquíssima. Merecedora de visita pormenorizada.

Alter do Chão. Castelo. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 2ª foto, Fev., 18: Castelo de Alter do Chão. Fizemos visita. Voltaremos!

Alter Pedroso. Igreja. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 3ª foto, na data anterior: Igreja Matriz de Alter Pedroso.

Castelo de Vide. Porta. Foto original. 2018.02.22.jpg

A 4ª foto, no mesmo ano e mês, no dia seguinte: Um excerto de uma porta característica de Castelo de Vide.

Portagem. Foto Original. 2018.04.01.jpg

A 5ª foto, em Abril, 2018. Portagem: os choupos, ainda com vestes invernais, enquadram a torre guardiã da ponte da portagem.

Estas quatro últimas fotos resultaram de visitas propositadas e não são da minha autoria. À data, não me entendia ainda com estas modernices destes novos telemóveis! São de Autoria da minha Mentora!

A primeira foto, já do “artista” resultou de visita casual.

Alagoa. Foto original. 2020.04.21.jpg

A 6ª foto, Abril do ano passado – 2020: Alagoa. Uma porta, uma janela, abrindo vistas para um quintal, onde figura uma chaminé antiga, certamente de  um forno.

Ponte de Benavila. Foto original. 2019.10.03.jpg

A 7ª foto, Outubro 2019: a Ponte de Benavila sobre a Ribeira de Serrazola, parte da Barragem do Maranhão, na sequência da seca que grassava já há vários anos, antes das tempestades que trariam água, mas só em Dezembro desse ano.

Fica junto do Santuário da Senhora de Entre Águas, local de venerações milenares. Onde esta Ribeira se junta com a Ribeira de Seda.

Estremoz. Empedrado. Foto original. 2021.01.05.jpg

A 8ª foto, deste ano 2021, Janeiro: empedrado do chão da Cidade de Estremoz, mármore e basalto. Uma Cidade a merecer uma visão diferente. Merece um postal ou vários. Já falámos várias vezes desta Cidade, aonde passamos com muita frequência.

Não se esqueçam da alternativa rodoviária à passagem pelas rotundas da Cidade, continuação do IP2. É urgente!

E a rotunda junto da Escola Secundária?!?! ... ?!?!

Serra da Arrábida. Foto original. 2019.04.11.jp

A 9ª foto, de Abril de 2019: vista da Serra da Arrábida, a partir do Castelo de Sesimbra, já aqui divulgado em postal, na sequência de visita propositadamente realizada.

Assim fazemos a ligação com os postais sobre Setúbal. E quero publicar um poema sobre a Serra. Não será de minha autoria, nem de nenhum poeta muito consagrado.

Nos aguarde, SFF! Saúde! Bons passeios!

 

 

 

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