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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Tertúlia do CNAP de Fevereiro 2019

Apresentação "De altemira...

 

Valeu a pena?!

 

“Vale sempre a pena…”

 

Foto Original DAPL. Aldeia. jpg

 

Divulgar a Poesia é um dos propósitos destas apresentações. Divulgar a Poesia Tradicional. Divulgar a nossa Aldeia. Divulgar o nosso Alentejo! Divulgar o trabalho direto de Pessoas que participaram neste Projeto… (Sim! Porque de um Projeto se trata, a produção deste modesto livro: “De Altemira…”, nas suas diversas vertentes, ainda que não tivesse sido elaborado um plano formal, escrito. Que mentalmente ele existiu!)

Sublinhar a importância das Pessoas que nele participaram diretamente e das que nele estão incluídas indiretamente… Que estas “Cantigas” vieram de geração em geração, pelo menos desde o século dezanove, deduzo eu…

 

Nesta apresentação, de algum modo semelhante às anteriores, houve relevância muito especial dada às “Cantigas de Dona Maria Águeda”. Na apresentação na SCALA, as “Cantigas da Prima Teresa” despertaram especial atenção. Tem dependido da apreciação e do gosto que os “Dizedores de Poesia” presentes nas sessões revelam. “Alentejo, …”, “Balada da Aldeia”, “Festa da Aldeia”, “Namoro”…

Mas também outras “Cantigas”, “Cantigas de Oito Pontos”: “O sol é que domina…”; “As Maias”. “Uma cantiga brejeira” desperta sempre atenção…

De um modo geral foram abordadas quadras das várias Pessoas participantes.

 

Também foi estabelecida a inferência direta das cantigas para alguns dos seus elementos representativos, nomeadamente as plantas: a altemira, a alfazema, os lírios: roxo e branco… como forma de explicar a interligação direta dos versos e sua mensagem com a vida campestre.

E também houve o jogo da escolha aleatória de versos, a serem ditos, associada a uns bombons…

 

E quem “Disse…” e também disse “Presente!”

Drº Santos Silva, que na qualidade de Presidente da Associação, dirigiu a apresentação. E “Disse Poesia”, várias cantigas do livro. E não se coibiu de “Dizer Poesia” de Sophia de Mello Breyner, neste mesmo contexto. Obrigado!

D. Olívia Diniz Sampaio, Presidente do CNAP, também na direção da mesa. Luís Ferreira; Carlos Pinto Ribeiro, D. Fernanda de Carvalho. A todos, muito obrigado, por engrandecerem os versos “De Altemira…” com a vossa dicção!

João Carrajola, Rolando Raimundo, D. Ana Alves, compareceram, mas acho que não disseram ou leram Poesia. Mas Obrigado também!

 

Um Obrigado muito especial aos que adquiriram um livro. Sete euros é um preço acessível. E o “livrinho” merece. Tem uma qualidade muito boa. Desde logo, tecnicamente, está muito bem produzido. Muito mesmo! Tem um excelente conteúdo. Estas cantigas, quadras, rimas, versos, composições poéticas, compõem um Património Imaterial que já não faz parte do nosso quotidiano digital, mas seria uma pena que não fossem registadas, grafadas em livro. Já estão! Aprecie-as!

Neste blogue, também algumas delas figuram.

 Sobre a parte do trabalho que é da minha lavra não formulo juízos de valor.

A capa e a contracapa também estão muitíssimo bem conseguidas. A cor é por demais sugestiva. Reporta-nos para o Sol, para a Terra, para as Plantas, nomeadamente as Flores… As fotos são bem elucidativas.

O título “De Altemira…”, remete-nos para um regionalismo da minha Aldeia, “Altemira”, uma variedade de artemísia. Propositadamente!

 

E fico-me por aqui. E o meu renovado Obrigado a todos os participantes e colaborantes neste Projeto.

Sim! Qualquer projeto para ser concretizado precisa de financiamento.

E como eu gostaria de ter uma Entidade que me financiasse outros projetos neste âmbito, que tenho em mente…

 

Gostaria de adquirir um livro?

 

Poderá adquirir na Sede da Junta de Freguesia de Aldeia da Mata.

Na Livraria / Papelaria do Mosteiro de Flor da Rosa (Pousada).

Na SCALASociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – (Almada Velha – Rua Conde Ferreira, Antiga Delegação Escolar).

 

E… Até uma próxima apresentação!

 

“De altemira fiz um ramo…” Em Almada

Apresentação do livro “De altemira fiz um ramo – Versos e prosas da Aldeia”

SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – 09/02/2019

 

Nesta apresentação não estiveram muitas Pessoas. Éramos catorze! Mas valemos por cento e quarenta, por catorze mil. Por milhões! (Não valemos milhões, nem nos transferimos milionariamente, que não somos dos futebóis…) O nosso futebol é outro e chama-se Poesia!

 

E houve Poesia! Houve “Dizedores de Poesia! (E como é importante que digamos Poesia!)

 

A representação dos presentes era significativa do que falei no post anterior. Almada tem na sua matriz estrutural, na sua vertente humana, para além dos naturais, nascidos e criados no Concelho, proveniências de variadas zonas do País.

Quase todos disseram Poesia, a partir de conjuntos de quadras do livro, previamente organizadas ou mediante uma escolha aleatória de papelinhos com umas cantigas, acompanhados de uns chocolates e rebuçados.

Da Aldeia, a presença de amigos e familiares: António José, cuja carreira profissional se processou na Marinha; Manuel Fonseca, principalmente no Arsenal do Alfeite. Não quiseram dizer Poesia, que estavam roucos, já previam a goleada do Benfica…

A Prima Maria Constança aventurou-se novamente nestas andanças, já o fizera na Aldeia e deve continuar. Estas atividades ajudam-nos sob múltiplos aspetos de natureza cultural e social. O meu Obrigado muito especial pois representavam a nossa Aldeia.

Da SCALA: Clara Mestre, decana das Poetisas! Gertrudes Novais, Presidenta, que também se pode dizer assim. Amélia Cortes, Arminda, Maria Manuela, Palmira, disseram como habitualmente, e como só elas sabem! (Arminda desta vez não disse Poesia, mas teve a amabilidade de contribuir para o projeto do livro). Céu Tinoco disse pela primeira vez Poesia, a partir do papelinho aleatório. (Repito o que escrevi para Prima Constança: faça favor de continuar!)

Parabéns e Muito Obrigado a todas. A vossa presença e participação engrandeceu-nos!

Gabriel Sanches foi criando ambiente musical e surpreendeu-nos muito positivamente, musicando algumas quadras do “Livro da Prima Teresa”, referentes ao Sol. Muito bem escolhidas e muito bem cantadas e tocadas.

E Aldeia da Mata teve, que eu saiba e pela primeira vez, umas cantigas, “As Saias de Aldeia da Mata”, musicadas e cantadas neste século XXI. (Pois que no século XX estas quadras foram obviamente cantadas e tocadas.)

Parabéns e Muito Obrigado ao Gabriel. Continue a cantar o Sol, que nos ilumina a Todos!

 

Nascer Sol Tejo. Foto Original DAPL. 2016. jpg

 

 

Clara Mestre teve a amabilidade de criar um Poema especialmente para o efeito. (Faça favor de me dar um exemplar para eu divulgar no blogue.) Muito Obrigado!

Gertrudes Novais também nos dedicou especialmente um Poema a todos os Alentejanos. O nosso Obrigado também!

E Obrigados muitíssimo especiais a minha Mulher, Alice e minha Filha, Daniela, que nessa tarde também puderam estar presentes. Que, sem elas, quem sou eu?! (Um dia também ainda dirão Poesia!)

E eu não disse Poesia?! Disse, sim senhor! Umas quadras, enquanto fui explicando os quês e porquês do livro.

 

E Você, Caro/a Amigo/a que não pôde estar presente, por qualquer razão… Venha para a próxima! Não falte às atividades da SCALA: Poesia, Artes, Palestras, (…) a todos nos estimulam, iluminam e nos fazem sentir mais Humanos, mais Solidários, mais Cidadãos, mais Almadenses, ainda que sejamos Alentejanos, Algarvios… Transmontanos!

Não se esqueça! Compareça! Participe! Não se deixe vencer pelas contrariedades da Vida!

Até Breve!

 

(E as nossas TVs que ignoram a Poesia!!!!)

 

“De altemira…” Em Almada?!

Apresentação do livro “De altemira fiz um ramo – Versos e prosas da Aldeia”

SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – Almada - 9 de Fevereiro – Sábado

 

Aldeia. Foto original DAPL. 2016.jpg

 

Ocorreu no passado sábado, dia nove, a apresentação do mencionado livro.

Antes de tudo o mais, uma pergunta:

- Que sentido terá feito apresentar um livro sobre uma Aldeia recôndita do Alto Alentejo, na Cidade de Almada?!

Para tentar responder à questão anterior, uma outra pergunta:

- E qual o contributo que os Alentejanos e seus descendentes deram para a definição da Identidade da Cidade de Almada?!

 

Principalmente a partir da década de sessenta, Almada, a Margem Sul, a Grande Lisboa, foram o porto de chegada de milhares de Alentejanos à procura de uma vida com mais futuro. Tal como muitos jovens de outras regiões do País, deslocando-se do interior para o litoral, do campo para a cidade, integrantes do fenómeno migratório designado como êxodo rural.

 

Aldeia da Mata, em 1950, tinha mais de 1700 habitantes. Atualmente, censos de 2011, pouco mais de 300! Este é um fenómeno comum a todo o Interior Nacional. Uma verdadeira sangria populacional.

 

No caso de Almada, os principais alvos de atração, oferecendo trabalho, emprego, garantias de melhor vida, foram a Marinha, onde muitos jovens se inscreviam como voluntários e subsequentemente prosseguiam uma carreira; o Arsenal do Alfeite, a Lisnave. Outras indústrias de menor dimensão, mas interdependentes destes polos de atração; os serviços, o funcionalismo público, comuns a toda a Grande Lisboa.

Vindos de comboio, que à data, anos cinquentas / sessentas, ainda nos setentas, os carros eram uma miragem (!), chegavam ao Barreiro, os do Sul e os do Centro Alentejanos; nós, os do Alto Alentejo, descendo em Santa Apolónia. Os barcos fazendo sempre as ligações e travessias: sul – norte, norte – sul.

Assim, milhares de jovens se fixaram na Margem Sul – Almada, constituíram família, trazendo as esposas da Terra Natal, nasceram os filhos e atualmente, muitos já vão na 3ª geração de Almadenses!

 

E qual o contributo cultural do Alentejo em Almada?!

O Cante é indubitavelmente a matriz identitária do Alentejo mais marcante em Almada.

Já aqui frisei muitas vezes esse aspeto, em diversos posts.

Almada será a Capital do Cante?!

 

Mas, então o livro supracitado trata de Cante?!

 

Não, de todo! O livro trata, aborda, inclui, fundamentalmente, “Cantigas”!

 

Cantigas” tradicionais, quadras, cantadas nos bailes e arraiais, em lazer; mas também nos trabalhos nos campos, no caso concreto, em Aldeia da Mata, como frisei no início, uma Aldeia recôndita no Alto Alentejo! Segundo a moda e o estilo das “Saias”, reportadas aos anos cinquenta e quarenta do século XX, época da juventude das protagonistas do livro, as pessoas que foram as fontes das recolhas efetuadas. Mas com uma ancestralidade anterior, através do testemunho passado de geração em geração, pelo menos desde finais do século dezanove.

 

(E um post idêntico poderia ter sido publicado antes da apresentação do livro. Mas não foi. Razões diversas impossibilitaram a respetiva publicação. Mais vale tarde…)

 

Um arranjo floral, melhor, vegetal!

Um centro de mesa para apreciar!

Um ramo que deu que falar e encheu os olhos de muita gente simpática!

 

Original DAPL. 2018.jpg

 

Não resisto a apresentar fotos do ramo que emoldurava o centro de mesa no lançamento do livro.

Antes de mais frisar que “veio diretamente da Tailândia”, como diria um saudoso ator.

 

Foto original DAPL. 2018.jpg

 

Como a temática das cantigas nos reporta, em muitos dos versos, para uma inspiração vegetalista, nada como apresentar uma composição que, de certo modo, nos sugestionasse essa abordagem.

 

Foto original DAPl. 2018.jpg

 

De Altemira fiz um ramo / De alfazema bem composto…” Dois raminhos com estas plantas de cheiro nos documentavam o título do livro e serviram para explicar a designação da obra, enquanto dizia a quadra.

Ainda: “Os teus olhos não são olhos / São duas bolinhas pretas / Foram criados ao sol / À sombra das violetas”. Um raminho de violetas, colhidas diretamente do quintal e organizadas pela Homenageada neste “livrinho”, um raminho bem cheiroso serviu para ilustrar esta quadra.

 

Mas e o centro de mesa propriamente dito?!

Bem na base, estruturando o conjunto, uns ramos de loureiro: simbolizando vitória.

Não ponhas nem disponhas / Loureiro ao pé do caminho…”

 

Englobando essa estrutura base e central, uns ramos de murta, bem carregadinhos de “murtunhos” ou murtinhos. Simbolizando a Eternidade, a perenidade. Também a Abundância, tantos frutos e tão carregadinhos de sementes…

O verde, de Esperança, como cor dominante.

A contrapor a este conjunto, um leve toque de amarelo outonal das folhas do carvalho, contrastando com o verde. Simbolizando o Outono da Vida!

E, no centro, exemplares de flores – couve. Que nos reportam para a Modernidade.

 

Todos estes elementos vieram diretamente da Tailândia do meu quintal. Todos de árvores ou plantas que semeei e / ou plantei. Tudo produção autóctone!

 

(O loureiro, plantado onde está, contraria de certo modo o ensinamento da “cantiga”. Pois está precisamente na beira do caminho. E por duas razões principais. Nesse local corre um veio de água, está um poço relativamente próximo, deste modo a árvore tem acesso a um elemento fundamental à sua sobrevivência. A proximidade do caminho é precisamente, para que quem passe, colha um raminho. E essa situação é por demais visível nos ramos que todos os anos cortam. O loureiro é para repartir! As vitórias são para compartilhar.)

 

Foto original DAPL. 2018. jpg

 

Já sabe, a partir de agora…

Se precisar de um ramo ou centro de mesa, basta contactar a firma.

Sempre com produtos endógenos! (Vindos diretamente da Tailândia, como diria o artista.)

Agradecimentos a todas as pessoas que elogiaram o ramo!

 

…De Alfazema bem composto!

Lançamento do Livro: “De Altemira fiz um Ramo…”

Muitíssimo Obrigado!

Minha Rua Lado Sul. Foto original DAPL. 2016. jpg

(A Minha Rua - Lado Sul - Foto original DAPL - 2016)

 

Ocorreu ontem, dia 30 de Dezembro, de 2018, na Junta de Freguesia de Aldeia da Mata, o lançamento do livro: “De Altemira fiz um Ramo”.

 

Não quero que termine este ano, sem expressar algumas palavras simples, mas sentidas de agradecimento.

A todas as Pessoas que participaram, direta ou indiretamente, na construção do livro. Muito Obrigado!

Saudade de todas as que tendo contribuído já não estão entre nós. Obrigado também!

 

Às Pessoas da Aldeia, que encheram o salão da Junta de Freguesia e emolduraram, de forma tão bonita, apelativa e sentida, aquele espaço. Muito, Muito Obrigado!

Espero que tenham ficado gratificados com o evento e o desempenho de todos os participantes que disseram ou leram Poesia. Foram momentos muito bonitos e alguns bem emocionantes. Pude presenciar muita motivação e talento. Acho que é uma vertente a desenvolver noutras ocasiões.

A estes, Participantes, que ousaram expor-se “Dizendo Poesia”, muito, muito Obrigado!

 

Aos meus Amigos que se deslocaram propositadamente de Portalegre e que nos honraram com a sua presença.

Ao Amigo e Colega, Professor João Banheiro, que nos surpreendeu com a sua presença e bonitas canções. Agora também tem à disposição “As Saias de Aldeia da Mata”, para serem musicadas e cantadas! Força!

Muito Obrigado a todos!

 

À minha Família, aos de Aldeia e aos que se deslocaram de outras localidades, também o meu Muito Obrigado.

 

A todas as Pessoas que têm adquirido o livro. Muito, muito Obrigado!

Não ficarão defraudadas com a sua leitura, tenho essa convicção. Simples, despretensioso, mas muito sentido, trabalhado e afetivo, além de conter bonitas “cantigas” e um testemunho documental de muitas e variadas situações, através dos textos, em poesia ou em prosa e das fotografias.

Também o acho tecnicamente muito bom. Parabéns à Irisgráfica!

Divulguem, SFF, entre amigos e conhecidos.

 

Aos elementos do Executivo da Junta de Freguesia, pela forma empenhada como se disponibilizaram para este lançamento, sem quaisquer restrições.

Também achei muito bonito a vinda de Pessoas do Lar.

Muito Obrigado!

Também a todas as Pessoas ou Entidades que divulgaram o acontecimento!

 

A todos, mas todos, sem exceção, o meu Muitíssimo Obrigado.

 

Deram-me um grande incentivo para me lançar noutros projetos. Pois, na minha opinião, talvez tendenciosa (?!) acho que correu muitíssimo bem!

 

Aproveito para formular Votos de um Excelente Ano de 2019, para todos!

E também, e muito especialmente para si Caro(a) Leitor(a)!

ÓTIMO ANO de 2019!

 

Versos e Prosas da Aldeia

De Altemira fiz um Ramo

 

LANÇAMENTO do Livro: 30 de Dezembro (Domingo) – 2018 – 16h

JUNTA de FREGUESIA de ALDEIA da MATA

 

Foto original DAPL 2016.jpg

 

Para que as Pessoas possam ficar com um “cheirinho” do livro, apresento o respetivo Índice.

Mas dirá, o Caro(a) Leitor(a), que o índice apenas lhe dá uma ligeira indicação do conteúdo. O que é inteiramente verdade.

Mas o objetivo é levá-lo (la) a ir assistir e até participar no evento. Porque irá haver o “Dizer Poesia” em que poderá participar, caso pretenda. Pois haverá um espaço destinado à participação do público.

E poderá, e deverá, adquirir um exemplar do livro e, já na sua casa, mais tarde, deliciar-se com as virtualidades da Poesia Popular, as suas metáforas, as suas ironias, de grande riqueza interior e fina sensibilidade poética, reportando-nos para um legado imaterial de várias gerações, dos nossos avoengos.

Pois, compareça, Se Faz Favor!

 

ÍNDICE

PREFÁCIO

CAPÍTULO I – QUADRAS de AMOR e SAUDADE

- Introito

- Quadras de Amor e Desamor – Enganos e Desenganos

CAPÍTULO II – LAÇOS de FAMÍLIA

 - Laços de Família – Laços e Entrelaços

CAPÍTULO III – CANTIGAS ao DESAFIO

- “Cantigas ao Desafio” / Cantigas de Amizade

CAPÍTULO IV – “O Poejo é Erva Doce”

- Uma cantiga brejeira

CAPÍTULO V – CANTIGAS de OITO PONTOS

- “Amor p’ra toda a Vida”!

CAPÍTULO VI – CANTIGAS da PRIMA TERESA

- Introito a Cantigas da Prima Teresa

- Cantigas da Prima Teresa

- Cantigas de Oito Pontos

- “Livro da Prima Teresa” (Continuação)

         “O Maravilhas”

         “Mãe Sofredora”

Capítulo VII – MAIO e as MAIAS

- Maio, as Maias e uma justíssima homenagem

Capítulo VIII – CANTIGAS de DONA MARIA ÁGUEDA

- Alentejo, Meu Alentejo

- As Moças da Nossa Aldeia

- Balada da Aldeia

- Cantigas das Nossas Ruas

- Festa da Aldeia (rancho)

- Marcha da Aldeia (rancho)

- Namoro

- O Sino da Nossa Aldeia (rancho)

AGRADECIMENTOS, em jeito de conclusão…

 

*******

E, terminando: O meu renovado convite à sua participação, segundo as várias vertentes.

Obrigado!

E ainda de Agradecimentos…

Agradeço, desde já, à Junta De Freguesia de Aldeia da Mata, pela disponibilidade, pelo apoio, pelo empenho, com que os vários elementos do Executivo “abraçaram” este lançamento.

Ao Povo da Aldeia, pela simpatia que têm demonstrado pela iniciativa.

Às Instituições Públicas e Comerciais da Aldeia, pelo apoio na publicidade.

À Rádio Portalegre, pela Divulgação, simpatia e prestabilidade, tão atenciosa.

Às várias Associações Poéticas em que me incluo, pela ajuda, suporte e colaboração, com que sempre se esmeram nas atividades dos Associados.

Obrigado a todos e a si que me lê!

E... não esquecendo: Votos de um Excelente Ano de 2019!

De Altemira... (?) - Lançamento de livro

Versos e Prosas da Aldeia

Altemira Artemísia Foto de DAPL 2016.jpg

LANÇAMENTO do Livro supracitado:

30 de Dezembro (Domingo) – 2018 – 16h

 

JUNTA de FREGUESIA

de ALDEIA da MATA

*******

COMPAREÇA, S. F. F.

(Apontamentos Finais e à posteriori:

Talvez o(a) caro(a) Leitor(a) se questione o que é "Altemira". Pois, tem toda a razão!

Altemira é um regionalismo de Aldeia da Mata, não sei se do Alentejo ou de outras regiões de Portugal também. É a designação, na minha Aldeia, para a palavra "artemísia", que é uma planta subespontânea que, uma vez semeada ou plantada nos quintais, reaparece sistematicamente. Tem uma folhagem muito semelhante à salsa, com um cheiro também característico, mas "adocicado" e que dá as flores brancas com centro amarelo, que a foto ilustra. Em anos bons, isto é, em que chova no Outono e Inverno e tempo também bom na Primavera, com alguma chuva e sol, atinge facilmente cerca de meio metro de altura. E fica por demais florida. Este ano provavelmente acontecerá essa situação. Sempre me lembro desta planta no quintal da minha Avó e no meu também.)

 

Almada: Tantas atividades aonde ir!

SCALA, Casa da Cerca, Oficina da Cultura , São Silvestre de Almada, Ciclo de Cinema Católico

 

Ontem, quinze de Dezembro, na SCALA, Almada, decorreu a Festa de Natal. Houve canções alusivas à quadra natalícia, acompanhadas musicalmente por Gabriel Sanches e pelo Grupo em que se integra, bem como por todos os presentes, que quiseram compartilhar as suas competências vocais.

 

Não faltaram os poemas relacionados com a temática, de autoria própria dos “Dizedores de Poesia”, ou de outros Poetas e Poetisas de suas preferências.

Toda esta dinâmica artística decorreu na habitual sala da Sede, emoldurada pela Exposição dos quadros oferecidos pelos Artistas associados, tendo em vista a angariação de fundos para a Associação. Evento que decorrerá no próximo dia vinte e nove.

Poesia Visual.jpg

 

(Desta vez não consigo nomear todos os presentes, éramos cerca de vinte, porque estavam várias pessoas cujo nome ainda não sei. O meu pedido de desculpas.)

 

Compartilhou-se o bolo – rei, oferecido pela SCALA. E que bolo! (Alguém foi contemplado com a fava?!)

Também terá ocorrido a tradicional troca de prendas, a que já não assisti, que me ausentei. (O que me terá calhado? E quem terá recebido a lembrança que levei?)

Almada tem um carisma especial, em termos culturais. Habitualmente acontecem variadas atividades de diversas tipologias (música, teatro, desporto, literatura, poesia,… cinema) e torna-se difícil escolher e impossível estar em todas simultaneamente.

Deixei a SCALA, passei pela Casa da Cerca onde era inaugurada a Exposição “o futuro do passado”. Estava imensa gente na sala. Não fiquei. Hei - de voltar com mais tempo.

Passei pela Oficina da Cultura, onde decorria o “Mercado de Natal Amigo da Terra”. Igualmente cheio. Uma pequena volta e já não voltarei, que terminou hoje. P’ró ano haverá mais…

Na Praça São João Batista, onde antigamente havia o “Mercado dos Ciganos”, (Onde é que isso já vai?! Mas que me inspirou para escrever uma narrativa fantástica…) Na Praça, além de uma parte do Mercado da Terra, também se iniciara, havia mais de meia hora, a São Silvestre de Almada.

Apanhei o metro, até à Bento Gonçalves. Parte da Avenida, o sentido ascendente, vedado ao trânsito. Por aí vinham calcorreando os maratonistas. Eles subindo, eu descendo o troço até à Piedade. Uns mais estafados que outros, lá seguiam eles para a Praça onde seria a meta.

É assim Almada. Capricha em várias vertentes culturais. Ombreia com Lisboa. Nalguns aspetos mede meças. Difícil é escolher. Com a vantagem de ocorrer tudo relativamente próximo.

No Auditório Fernando Lopes Graça também decorreu o Ciclo de Cinema Católico. Este ano não assisti, apesar de títulos interessantes, nomeadamente dois clássicos italianos.

 

Voltando à SCALA, nesta narrativa.

No que a Poesia se refere, disse “O Menino / O Futuro morre na praia”. E “Natal 2”, de Luís Ferreira. “Publicitei” o livro “De Altemira fiz um Ramo”, cujo lançamento se prevê para 30 de Dezembro, domingo, em Aldeia da Mata - Alto Alentejo.

Lembrei o repto lançado semanas atrás, de trabalhos sobre o Mar: Poetar-Partilhar.com. Mar - Antologia Virtual.

E, a propósito, com grato prazer, informo que já temos alguns trabalhos, todos diferentes, mas super interessantes. Aguardamos mais!

E esse desafio é alargado a um público-alvo mais vasto, que é dirigido a Pessoas da SCALA, mas também aos Amigos: SCALA & Amigos. Participe, SFF!

E até próxima crónica e/ou post seguinte.

 

 

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