Rosa de Natal!
Rosa de Alexandria!
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No Quintal de Cima, noutra perspectiva:
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Em Portugal e em Aldeia da Mata, no Alentejo, um Jardim sem rosas, nem é bem Jardim!
Feliz Natal!
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Rosa de Alexandria!
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No Quintal de Cima, noutra perspectiva:
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Em Portugal e em Aldeia da Mata, no Alentejo, um Jardim sem rosas, nem é bem Jardim!
Feliz Natal!
Fotos de Árvores no Vale de Baixo, dizendo adeus ao Outono, para entrarem em modo de Inverno!
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Estes dois Carvalhos, sensivelmente da mesma idade, anos noventa, provenientes da mesma região - Almada! - da mesma variedade - estão em estágios diferentes de maturação outonal!
Como podemos observar pela coloração das folhas.
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Em breve, perderão a folhagem.
Uma Grevilia:
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Foi plantada no Vale, em 2013. Teria para aí dois ou três anos, ou pouco mais. Proveniente da ESMS, do designado "Jardim da Professora Ana Santana ".
Nascera aí espontaneamente, de semente proveniente da enorme árvore que existe na horta, a norte.
É uma recordação da ESMS!
*** ****
Vista do Carvalho Roble/Alvarinho, a partir do Chão da Atafona:
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Feliz Outono, a despedir-se.
Não sei bem que árvores são estas de folhagem caduca, que se destacam alaranjadas na paisagem... no topo do horizonte.
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Na Tapada das Freiras, Aldeia da Mata. Alentejo. Portugal.
Num Jardim suburbano:
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(Estas despedidas fui eu que plantei os respetivos bolbos.)
***
Despedida, no "Quintal de Baixo"
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(O bolbo desta "despedida" também plantei este ano, há pouco tempo. Nunca fiz de florir. Cumpriu o destino de final de Verão. Continua calor! Foi Junho, Julho, Agosto e ainda Setembro! Calor! Calor!)
***
Despedidas num "Jardim Botânico" de uma Aldeia perdida, no Alentejo "profundo"!
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Uma Aldeia, praticamente de uma rua, casas rasteiras, lindíssmas, num Concelho do Norte Alentejano.
"Monte forte e altaneiro..."
Ditas por D. Maria Belo, em 27/08/2025
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No jardim de Portalegre
Estão duas pedras assentes
Uma é para os namorados
Outra é para os padecentes.
*
Tenho dentro do meu peito
Ao lado do coração
Duas letras que dizem
Amar-te sim, deixar-te não.
*
Maria, Isabel e Ana
Rosa, Teresa, Rosalina
Júlia, Josefa, Damásia
Gertrudes, Bernarda, Joaquina.
***
Neste momento, não sei o nº de ordenação destas quadras populares / tradicionais.
Terei de ver, em ambos os blogues, o último conjunto que numerei. Corrigir/Completar as que anteriormente também não registei, até chegar a estas e seguintes.
Ultimamente tenho vindo a coligir quadras, ditas por D. Maria Belo. Algumas já terão figurado em "De altemira fiz um ramo". Também tentarei verificar isso.
Espero que goste.
Foto? É de Portalegre. Não é de jardim. É de Rua que dá acesso à Sé.
(Os versos nem sempre são de 7 sílabas. Embora seja a métrica dominante.)
***
(Entretanto fiz a pesquisa sobre ordenação das Quadras Tradicionais de Aldeia da Mata)
As últimas estão no Apeadeiro.
Estas, neste postal nº 1426, de Aquém-Tejo, são o nº XIII!
Será que um dia ainda iremos editar outro livro de Versos e Prosas de Aldeia?!
Certamente conhece. Já aqui apresentei várias vezes.
Na 1ª foto, já estão descascados.
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Na 2ª foto, ainda por descascar.
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Descascados, postos no frigorífico, sabem que nem um regalo!
Melhor que ananás!
São os célebres figos da Índia ou figos de palma.
Ainda penso fazer 2ª colheita.
(Série: "Que planta é esta? XXXII)
Uma folha.
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Raminhos a secar:
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Meu Amor…
Meu amor, do Facebook
Olha o meu look
Não julgues que é truque
Ou photoshop
Que eu não sou ‘strela pop!
Eu não sou estrela pop!!
De lado ou de frente
A imagem não mente
Que nela há gente
Uma alma carente
Um coração ardente
Quase a saltar
Prontinho p’ra’mar.
Olha o meu perfil
Escolhe-me entre mil.
Meu livro de rosto
Não me dês desgosto.
Coloca-me um gosto
Põe-me um like
Manda-me um bitaite…
Podes-me enganar
Mas, faz-me acreditar
Que de mim vais gostar
Que vais me amar
Eterna… … mente.
Mente!
Mente, se puderes
Engana-me, até, se quiseres
Mas, diz que me amas
Que ardes em chamas
Por mim, de amor…
Aplaca-me esta dor!
Gosta-me…
Gosta-me… por favor!
*** *** ***
***
Este poema comecei a escrevê-lo em Dezembro de 2017. Disse-o, pela primeira vez, em 2018, numa Sessão de Poesia, organizada pelo CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia no “Centro de Dia de São Sebastião da Pedreira”.
A 1ª versão foi publicada no blogue em … 24 de Janeiro de 2018.
Também foi publicado em papel, em Boletins Culturais e em Antologias.
Fui dizendo o poema, em 2018 e 2019, em diferentes Grupos Culturais:
APP – Associação Portuguesa de Poetas
SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada.
Também na minha Aldeia, em finais de 2018 – apresentação de “Altemira fiz um ramo”.
Entretanto em 2020, todos sabemos o que aconteceu: Pandemia.
Praticamente nunca mais Disse Poesia.
Mas disse na Rádio Portalegre, em 2022.
E, na Rádio, também disseram…
E, eu, quando dizia, nunca dizia igual…
Entretanto, também vou dizendo, em casa… quando me apetece!
E apetece-me dizer em público.
Ontem, constatei que há muitas diferenças entre o que escrevi e publiquei em 2018 e o que digo agora.
Hoje, resolvi publicar esta nova versão, suprarreferida.
+++
(A foto é de anteontem, 5ª feira, 13 de Fevereiro.
O Sol a pôr-se. Tal qual a Vida!)
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Rua do Boi D'Água de Baixo.
Constatei, hoje, 6 de Fevereiro, que já instalaram quatro postes, presumo de eletricidade, na berma Leste do Caminho.
Batizado de Rua, desde ano passado, 2024!
Desde ano transacto, fomos constatando alterações.
Desde logo a categorização. De Caminho para Rua!
Depois, várias sinalefas, escritas regularmente, ao longo do trajecto. Indicações de algo a realizar.
Recentemente, buracos abertos. Máquina escavadora. Sinais de obras. De perigo e estreitamento de via. E placa de e-redes EDP. E, hoje, de manhã, já 4 postes instalados.
Certamente para continuar!
Acho excelente. Excelentíssimo!
(Não que pense ir para lá, à noite.
Mas, para os moradores, dará imenso jeito.)
Não tenho ainda certezas sobre as obras. Não tive oportunidade de perguntar. Mas haverei de saber, logo que tenha ocasião.
***
Assim houvesse esta iniciativa de colocar iluminação nas Azinhagas da Fonte de Salto e da Fonte das Pulhas. Na minha querida Aldeia da Mata. Que já têm os postes, há anos!!!
É só mandar colocar lâmpadas.
***
Parabéns a esta iniciativa, supostamente para iluminar a Rua do Boi D'Água de Baixo, antigo Caminho!
Realço a oportunidade, também, para irem alargando a via, onde ela seja possível.
Os pinheirões mansos indicam o modo e o como!
Pradaria?!
Melhor, numa Tapada, numa Aldeia Maravilhosa!
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Coelho bravo?!
Ainda que no campo, na pradaria - na charneca Alentejana - presumo que este coelho não seja bravo!
Porquê?!
Pelo aspecto e pelo comportamento.
O ar - aspecto - anafado.
E ter-nos deixado aproximar tanto!
Fora selvagem e "Ó da vila Diogo"! Fugiria a sete pés. Melhor, quatro patas...
Deixou-se ficar para a foto. E, quando fugiu, acoitou-se num balsedo a escassos metros! E, aí ficou para nova fotografia.
Sabe, que os coelhos e as lebres escapulem-se em alta velocidade e em ziguezagues?! E aos saltos.
Presencio algumas vezes. Por isso, deduzo que este não é campestre. Fugiu de alguma coelheira. Estará em liberdade condicional. Espera alguma raposa. Ou caçador. Que não farão como eu. Será um "ver se te avias"!
Este animal terá algo a ver com a lura apresentada em postal anterior?!
Não sei!
O dia, ontem, esteve excelente. Hoje, voltou a chuva, como em toda a semana.
É a Tempestade Éowyn
Saúde e Paz!
(Postal também editado via telemóvel, com tudo o que isso significa. Nomeadamente rearranjo posterior. Que está acontecendo no computador.)
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