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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Despedidas Outonais: 2025!

Fotos de Árvores no Vale de Baixo, dizendo adeus ao Outono, para entrarem em modo de Inverno!

20251205_123245.jpg

Estes dois Carvalhos, sensivelmente da mesma idade, anos noventa, provenientes da mesma região - Almada! - da mesma variedade - estão em estágios diferentes de maturação outonal! 

Como podemos observar pela coloração das folhas. 

20251205_123539.jpg

Em breve, perderão a folhagem.

Uma Grevilia:

20251205_123605.jpg

Foi plantada no Vale, em 2013. Teria para aí dois ou três anos, ou pouco mais. Proveniente da ESMS, do designado "Jardim da Professora Ana Santana ".

Nascera aí espontaneamente, de semente proveniente da enorme árvore que existe na horta, a norte. 

É uma recordação da ESMS!

***   ****

Vista do Carvalho Roble/Alvarinho, a partir do Chão da Atafona:

20251205_122833.jpg

Feliz Outono, a despedir-se.

 

Despedidas de Verão 2025!

Num Jardim suburbano:

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(Estas despedidas  fui eu que plantei os respetivos bolbos.)

***

Despedida, no "Quintal de Baixo"

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(O bolbo desta "despedida" também plantei este ano, há pouco tempo. Nunca fiz de florir. Cumpriu o destino de final de Verão. Continua calor! Foi Junho, Julho, Agosto e ainda Setembro! Calor! Calor!)

***

Despedidas num "Jardim Botânico" de uma Aldeia perdida, no Alentejo "profundo"!

20250911_191134.jpg

Uma Aldeia, praticamente de uma rua, casas rasteiras, lindíssmas, num Concelho do Norte Alentejano.

"Monte forte e altaneiro..."  

Quadras Tradicionais da Aldeia (XIII)

Ditas por D. Maria Belo, em 27/08/2025

20250814_114644.jpg

No jardim de Portalegre

Estão duas pedras assentes

Uma é para os namorados

Outra é para os padecentes.

*

Tenho dentro do meu peito

Ao lado do coração

Duas letras que dizem

Amar-te sim, deixar-te não.

*

Maria, Isabel e Ana

Rosa, Teresa, Rosalina

Júlia, Josefa, Damásia

Gertrudes, Bernarda, Joaquina.

***

Neste momento, não sei o nº de ordenação destas quadras populares / tradicionais.

Terei de ver, em ambos os blogues, o último conjunto que numerei. Corrigir/Completar as que anteriormente também não registei, até chegar a estas e seguintes.

Ultimamente tenho vindo a coligir quadras, ditas por D. Maria Belo. Algumas já terão figurado em "De altemira fiz um ramo". Também tentarei verificar isso.

Espero que goste.

Foto? É de Portalegre. Não é de jardim. É de Rua que dá acesso à Sé.

(Os versos nem sempre são de 7 sílabas. Embora seja a métrica dominante.)

***

(Entretanto fiz a pesquisa sobre ordenação das Quadras Tradicionais de Aldeia da Mata)

As últimas estão no Apeadeiro.

Estas, neste postal nº 1426, de Aquém-Tejo, são o nº XIII!

Será que um dia ainda iremos editar outro livro de Versos e Prosas de Aldeia?!

 

Conhece este fruto?! (1ª colheita de 2025.)

Certamente conhece. Já aqui apresentei várias vezes.

Na 1ª foto, já estão descascados.

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Na 2ª foto, ainda por descascar.

20250824_111200.jpg

Descascados, postos no frigorífico, sabem que nem um regalo!

Melhor que ananás!

Se quiser saber mais.

São os célebres figos da Índia ou figos de palma.

Ainda penso fazer 2ª colheita.

 

Meu Amor, do Facebook!

20250213_180729.jpg 

Meu Amor…

 

Meu amor, do Facebook

Olha o meu look

Não julgues que é truque

Ou photoshop

Que eu não sou ‘strela pop!

Eu não sou estrela pop!!

 

De lado ou de frente

A imagem não mente

Que nela há gente

Uma alma carente

Um coração ardente

Quase a saltar

Prontinho p’ra’mar.

 

Olha o meu perfil

Escolhe-me entre mil.

Meu livro de rosto

Não me dês desgosto.

Coloca-me um gosto

Põe-me um like

Manda-me um bitaite…

Podes-me enganar

Mas, faz-me acreditar

Que de mim vais gostar

Que vais me amar

Eterna…   … mente.

Mente!

Mente, se puderes

Engana-me, até, se quiseres

Mas, diz que me amas

Que ardes em chamas

Por mim, de amor…

Aplaca-me esta dor!

Gosta-me…

Gosta-me… por favor!

***   ***   ***

***

Este poema comecei a escrevê-lo em Dezembro de 2017. Disse-o, pela primeira vez, em 2018, numa Sessão de Poesia, organizada pelo CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia no “Centro de Dia de São Sebastião da Pedreira”.

A 1ª versão foi publicada no blogue em … 24 de Janeiro de 2018.

Também foi publicado em papel, em Boletins Culturais e em Antologias.

Fui dizendo o poema, em 2018 e 2019, em diferentes Grupos Culturais:

APP – Associação Portuguesa de Poetas

"Momentos de Poesia",

SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada.

Também na minha Aldeia, em finais de 2018 – apresentação de “Altemira fiz um ramo”.

Entretanto em 2020, todos sabemos o que aconteceu: Pandemia.

Praticamente nunca mais Disse Poesia.

Mas disse na Rádio Portalegre, em 2022.

E, na Rádio, também disseram…

E, eu, quando dizia, nunca dizia igual…

Entretanto, também vou dizendo, em casa… quando me apetece!

E apetece-me dizer em público.

Ontem, constatei que há muitas diferenças entre o que escrevi e publiquei em 2018 e o que digo agora.

Hoje, resolvi publicar esta nova versão, suprarreferida.

+++

(A foto é de anteontem, 5ª feira, 13 de Fevereiro.

O Sol a pôr-se. Tal qual a Vida!)

 

 

Boi D'Água - Instalação Eléctrica?!

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Rua do Boi D'Água de Baixo. 

Constatei, hoje, 6 de Fevereiro, que já instalaram quatro postes, presumo de eletricidade, na berma Leste do Caminho.

Batizado de Rua, desde ano passado, 2024! 

Desde ano transacto, fomos constatando alterações.

Desde logo a categorização. De Caminho para Rua!

Depois, várias sinalefas, escritas regularmente, ao longo do trajecto. Indicações de algo a realizar.

Recentemente, buracos abertos. Máquina escavadora. Sinais de obras. De perigo e estreitamento de via. E placa de e-redes EDP.  E, hoje, de manhã, já 4 postes instalados.

Certamente para continuar!

Acho excelente. Excelentíssimo!

(Não que pense ir para lá, à noite.

Mas, para os moradores, dará imenso jeito.)

Não tenho ainda certezas sobre as obras. Não tive oportunidade de perguntar. Mas haverei de saber, logo que tenha ocasião. 

***

Assim houvesse esta iniciativa de colocar iluminação nas Azinhagas da Fonte de Salto e da Fonte das Pulhas. Na minha querida Aldeia da Mata. Que já têm os postes, há anos!!!

É só mandar colocar lâmpadas.

***

Parabéns a esta iniciativa, supostamente para iluminar a Rua do Boi D'Água de Baixo, antigo Caminho!

Realço a oportunidade, também, para irem alargando a via, onde ela seja possível.

Os pinheirões mansos indicam o modo e o como!

 

Um coelho na pradaria!

Pradaria?!

Melhor, numa Tapada, numa Aldeia Maravilhosa!

20250123_172950.jpg

Coelho bravo?!

Ainda que no campo, na pradaria - na charneca Alentejana - presumo que este coelho não seja bravo!

Porquê?!

Pelo aspecto e pelo comportamento. 

O ar - aspecto - anafado.

E ter-nos deixado aproximar tanto!

Fora selvagem e "Ó da vila Diogo"! Fugiria a sete pés. Melhor, quatro patas...

Deixou-se ficar para a foto. E, quando fugiu, acoitou-se num balsedo a escassos metros! E, aí ficou para nova fotografia.

Sabe, que os coelhos e as lebres escapulem-se em alta velocidade e em ziguezagues?! E aos saltos.

Presencio algumas vezes.  Por isso, deduzo que este não é campestre. Fugiu de alguma coelheira. Estará em liberdade condicional. Espera alguma raposa. Ou caçador. Que não farão como eu. Será um "ver se te avias"! 

Este animal terá algo a ver com a lura apresentada em postal anterior?!

Não sei!

O dia, ontem, esteve excelente. Hoje, voltou a chuva, como  em toda a semana. 

É a Tempestade Éowyn

Saúde e Paz!

(Postal também editado via telemóvel, com tudo o que isso significa. Nomeadamente rearranjo posterior. Que está acontecendo no computador.)

 

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