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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Maranhão – Benavila – Pisão!

Barragem do Maranhão. Original. 10.01.24.

Talvez sim, talvez não…política, politiquices…

Propus-me escrever pouco sobre política. Principalmente porque a temática vem descarrilando, predominantemente, para politiquices.

Mas a campanha eleitoral para as legislativas antecipadas aí está. Em força!

Não concordo com eleições antecipadas! As legislaturas são para serem cumpridas.

Mas, entre ações, não sei se de campanha, se de pré-campanha, se de “restos de campanha”, Sua Excelência, o Sr. Primeiro-Ministro demissionário, tem-se desdobrado em múltiplas intervenções - ações, pelo nosso querido Portugal. A promover, a prometer sobre projetos a concretizar, a realizar.

Alguns já têm dezenas de anos. Já passaram por múltiplos e diversos governos. Ainda do tempo da “Velha Senhora”. No caso vertente, do “Velho”!

Refiro-me ao projeto da “Barragem do Pisão”, que vem dos idos de cinquenta! Do século XX!

No sábado passado, Sua Excelência esteve no Crato, a reforçar o assunto. Era para ter ido ao Pisão, in loco, mas devido “às condições atmosféricas”, optou pela sede do Município! Adiante…

Por mim e quanto ao Pisão, não sei se sim, se não!

(E que dizer, quanto a Sua Excelência ter comparado a futura Barragem do Pisão com a do Alqueva?!)

Fotos?!

Já da Barragem do Pisão?! Não!

São da Barragem do Maranhão!

E que tem a ver a atual Barragem do Maranhão com a futura do Pisão?!

Em ambas as barragens, o mote é a Ribeira de Seda, que nasce perto do Assumar. A do Pisão ficará a montante da do Maranhão. Com uma bacia hidrográfica bastante menor.

As fotos que apresento foram tiradas no dia 10/01/24, junto à Ermida da Senhora de Entre Águas, onde a Ribeira de Serrazola se junta à Ribeira de Seda.

Barragem do Maranhão. Original. 10.01.24.

Esta barragem tem uma grande capacidade de armazenamento, conforme as fotos documentam. Mas também tem imenso consumo. Em anos de seca agrava-se a falta de água.

Pode comprovar, SFF, aqui, aqui, aqui. Fotos e textos que publiquei.

O que dizer de tudo isto?!

Que nos valha a Senhora de Entre Águas, cuja foto da Ermida apresento:

Senhora D'Entre Águas. Barragem do Maranhão. Original. 10.01.24.

Local de ocupação – sacralização(?), de séculos…

O que dirá esta placa romana?!

Senhora D'Entre Águas. Barragem do Maranhão. Original. 10.01.24.

Se puder e quiser, um dia, visite esta barragem e, especificamente, este local.

Senhora D'Entre Águas. Barragem do Maranhão. Original. 10.01.24.

E uma (?) Oliveira se não milenar, pelo menos centenária!

Senhora D'Entre Águas. Barragem do Maranhão. Original. 10.01.24.

Para contrapor aos milhares, não sei se milhões, de oliveiras “intensivas”, plantadas em redor desta Barragem do Maranhão!

E por aqui me fico. Talvez sim! Talvez não!

 

Pôr-do-Sol – 27/08/23 – Aldeia da Mata.

Poente!

Pôr do sol. Foto original. 27.08.23.

Ocaso!

Pôr do sol. Foto original. 27.08.23.

Fachada da Igreja Matriz.

Igreja Matriz. Foto original. 27.08.23.

O Sol já se põe às 20 Horas! (Constatei isso, hoje, 30 de Agosto, em que fui tirar fotos ao poente. Fotos que ainda não trabalhei. Estas são de 27 de Agosto - Domingo.

Continua muito calor, embora não tanto como na semana passada.)

 

 

Beleza... na desgraça?!

Pôr do Sol - Aldeia da Mata - 05/08/2023

Pôr do sol. Foto original. 05.08.23.

Será possível encontrar beleza numa fatalidade?!

Pôr do sol. Foto original. 05.08.23.

Não sei! Mas a Natureza consegue maravilhar-nos, apesar da forma desleixada como a tratamos.

Estas imagens do Pôr-do-Sol - ontem, sábado, 05-08-23, em Aldeia da Mata - ocorrido cerca das 20h. 40', resultaram dos fumos de incêndios, que lavravam nos concelhos de Castelo Branco e Proença-a-Nova, na Beira Baixa, a norte do Alto Alentejo.

Pôr do sol. Foto original. 05.08.23.

(As ovelhas pastando tranquilamente!)

Pôr do sol. Foto original. 05.08.23.

(As fotos das quatro imagens anteriores foram tiradas no Vale de Baixo, enquadradas no arvoredo: Oliveiras centenárias, Eucalipto, Catalpas, Choupo, Freixos, Azinheiras, Canavial.)

Pôr do sol. Foto original. 05.08.23.

(A foto anterior já foi tirada no Adro da Igreja Matriz, de onde, hoje - 6 de Agosto - já terá saído a procissão, integrada nas Festas da Aldeia.)

E última foto:

Pôr do sol. Foto original. 05.08.23.

Araucária - enquadrando a origem da "Nuvem" - fumo provindo bem do norte - Beira Baixa!

 

O Mercado… o Fotógrafo... e...

No Mercado Municipal da Cidade de Régio!

Mercado Municipal. original. Jul. 23

(Fotos no Mercado Municipal e na Cidade de Portalegre.)

Como seria bom que o Mercado Municipal tivesse vida assim, todos os dias. Não apenas nos sábados de manhã.

Como seria isso possível?!

Verdadeiramente não sei, com certeza. Mas a existência de uma” loja / mercado moderno”, devidamente enquadrada no espaço do mercado municipal antigo, que funcionasse como “âncora”, não permitiria o funcionamento mais regular do próprio mercado tradicional?!

Digo eu… sei lá!

Como seria isso possível?!

E se lançassem um concurso de ideias sobre o assunto?! Arquitetos, urbanistas, engenheiros, Cidadãos em geral poderão ter opiniões válidas… Ou não?!

Volto a frisar algo que já mencionei noutros postais.

A concentração de todas as grandes superfícies comerciais na “Zona Industrial”, umas “em cima das outras” foi um erro de estratégia urbanística. Futuramente, a haver outras superfícies comerciais a quererem instalar-se na Cidade, porque não alocá-las mais próximo da Cidade tradicional?!

Digo eu… sei lá!

E o Fotógrafo tradicional… no Mercado tradicional!

Fotógrafo. original. Jul 23.

(As fotos anteriores são de hoje, 29 de Julho de 2023!)

As fotos seguintes são de anteontem, 27 de Julho.

Vista da Peneplanície Alentejana:

Peneplanície alentejana. Original. Jul. 23

E da Serra da Penha:

Serra. Original. Jul.23.

(No seu perfil “quase vulcânico”. O Sol quase a pôr-se!"

 

Vai um figuinho?!

Da Figueira Alvar, no Caminho da Fonte das Pulhas – Aldeia da Mata.

Figo alvar. original. 21.06.23.

Plantada pelo Tio João Carita, segundo me disse o Pai, logo terá cerca de um século!

O nome foi-me dito pela Mãe. Estes figos são pretos por fora e branco – pérola, por dentro.

Este ano tem havido muitos figos nesta época de finais de Junho, quando abundam os designados de São João. (A figueira que temos desse tipo ainda não está em ação de dar. É criança.)

Em volta desta figueira, no Chão da Atafona, organizei uma espécie de jardim, onde semeei e plantei alguns arbustos.

Na imagem seguinte, destaca-se outro tipo de figueira: a Figueira da Índia.

Figueiras. Original. 21.06.23.

E consegue identificar os arbustos seguintes, por entre as folhas secas de oliveira?

Arbustos. original. 21.06.23.

Espargos e Loureiro, semeados por mim

e um trevo nascido espontaneamente e outra erva que desconheço.

E na foto seguinte:

Plantas. original. 21.06.23.

Roseira, de rosas de cheiro e Sanguinho.

Far-se-ão crescidos!

Vai um figuinho?!

 

Ainda sobre o Chamiço…

Enquadramento arbóreo. Foto original. 02.02.23

Na sequência de “Gentes da Gente”, algumas notas finais…

Relativamente ao Passado:

No Chamiço, embora despovoado, a partir de meados do séc. XIX sem vida permanente, os terrenos continuaram a ser cultivados pelos herdeiros dos antigos habitantes, que migraram para as povoações mais próximas:  Aldeia da Mata, Monte da Pedra, Vale do Peso

Esse despovoamento resultou de um processo, que se foi acentuando ao longo dos séculos, a que os “roubos”, no século XIX, determinaram na extinção do povoado. Não foi algo que tivesse ocorrido repentinamente, “de um momento para o outro”.

A narrativa, dos anos 30 do séc. XX, transcrita em Aquém-Tejo, de autoria do Professor Manuel Subtil, (1875 – 1960), de Vale do Peso, é por demais elucidativa desse “mecanismo processual” e temporal. (Os roubos foram a causa próxima, outros diversos fatores, causas remotas.)  

Nas Memórias Paroquiais de 1758, a paróquia do Chamiço já era das menos povoadas, entre as localidades atualmente integradas no Concelho do Crato. (Consulte S.F.F.)

No respeitante à narrativa transcrita a partir de “Etnografia Portuguesa” – Vol. IV – Ed. Imprensa Nacional – 1958 – de Professor Doutor Leite de Vasconcellos – pp 654, 655, convém referir que também se baseia na “tradição oral”. “Assim reza a tradição oral.”

Também tem algumas incorreções, nomeadamente:

Referir que Quem primeiro abalou, foi uma lavradora, de apelido Carita…” (Porque não foi.)

“… um terreno, de irregular superfície, com uma área de uns 400 metros quadrados…”

(Ora, 400 metros quadrados correspondem a um quadrado de 20 metros de lado! Dimensão bastante inferior ao que o antigo povoado ocuparia. Esse espaço será mais ou menos a dimensão em redor da igreja. E da igreja até às últimas casas a sul? E da igreja até ao moinho, forno comunitário e ponte?! A dimensão do povoado é bem maior.)

Também é relevante frisar que, em “Etnografia Portuguesa”, na parte referente ao Chamiço, não são mencionados a ponte, o forno…! Será que o Professor lhes terá feito referência noutras obras?! Não terá visitado?!

Também há um incorreção referente a “orago Martle Santo”, referindo que “não conste da Corografia de P.e Carvalho”, (pag. 654, linhas 24 / 25 - Etnografia Portuguesa).

Ponte. Foto original. 02.02.23.

No referente ao Presente:

A Romaria e a Ermida são elementos estruturantes do Património do Chamiço.

Mas o Património Material do Chamiço engloba várias componentes: as casas, embora em ruínas; o moinho, ainda com muitos dos elementos básicos. O forno comunitário e a ponte!

Todos precisam ser valorizados e salvaguardados. Já no presente. Acautelando o futuro. Para que não se transformem todos em ruínas.

Há ainda o Património Vegetal, constituído por espécies autóctones. Cada vez mais é imprescindível valorizarmos o coberto arbóreo. Pensando também no futuro!

Os elementos naturais associados ao granito. Os rochedos monumentais! As rochas transformadas, aparelhadas. A ribeira. A barragem, que precisa ser reconstruída.

(As caminhadas são também importantes para darem a conhecer e valorizar os espaços. Criar trilhos pedestres incorporados nas paisagens, partindo e ligando os povoados mais próximos, com passagem pelo Chamiço. No Couto do Chamiço, a “Pedreira das Mós” é também um elemento patrimonial relevante.)

E na preparação do Futuro?!

Integrando as diversas variáveis, reportando-se ao passado e ao presente, o “Chamiço” precisa ser classificado como “Sítio Monumental”! Englobando Património Material e Imaterial.

Esta ação tem de ser integrada e integradora de várias instâncias e entidades, agregando Freguesias, Município, Departamentos Culturais. Entidades públicas, mas também privadas.

Deixo à consideração de quem pode e deve equacionar e operacionalizar tal desiderato.

 

“Gentes da Gente” foi ao Chamiço!

Ponte do Chamiço. Foto original. 02.02.23.

Rádio Portalegre – Monte da Pedra – Chamiço.

O Programa “Gentes da Gente”, da Rádio Portalegre, de 20/05/23, debruçou-se sobre o Chamiço, coincidindo com a tradicional Romaria, também realizada nesse dia.

Ouvi o programa com atenção, entre as sete e as nove horas da manhã. Gostei. Aprendi sobre aspetos que pouco ou nada sabia.

Os meus parabéns à Rádio Portalegre, ao programa “Gentes da Gente”, ao Sr. César Azeitona, pela operacionalização desta iniciativa. Ficámos todos a ganhar. A Região, o nosso Alentejo, as várias comunidades envolvidas. As Pessoas, que é esse o grande mérito do Programa. Valorização das “Gentes”!

(O Sr. César levantou as questões pertinentes.)

Os meus parabéns e agradecimento especial a todos os participantes, nas diversas vertentes do evento. No que é audível / visível e no que se infere dos bastidores.

Realço o testemunho das Senhoras entrevistadas, sem menosprezo das intervenções de todos os outros participantes. Porquê?! Porque permitiram-nos percecionar como se processou o reativar de alguma vida no antigo povoado. Através da romaria e da restauração da igreja, elas foram e são intervenientes ativas dessa ação.

O papel fulcral do Casal Pestana: Sr. António da Rosa Pestana e a esposa Dona Lúcia Maria, ambos já falecidos, foram os grandes dinamizadores / criadores das ações inerentes a esta Romaria - desde a sua génese.

Inferimos, a partir do que nos dizem as entrevistadas, que estas romagens ter-se-ão iniciado em finais de cinquenta / inícios dos anos sessenta, do século XX.

(Nas entrevistas, elas explicam-nos como tudo se iniciou e processou.)

Também, de algum modo, conseguimos deduzir como do orago “Martle Santo” / São Sebastião, da ancestral povoação habitada até meados do séc. XIX, se passou a venerar Santo Isidro, a partir de meados do séc. XX. (Entre as duas situações medeiam cerca de cem anos. Na década de trinta, do séc. XX, a igreja ainda estava em ruínas, conforme se observa em “Etnografia Portuguesa” Vol. IV, - Ed. 1958 - pp. 648, 649, 652, 653.)

Este santo é patrono dos agricultores e é venerado no mês de Maio. A romaria é na altura da Ascensão, tendo sido inicialmente na 5ª feira respetiva – 40 dias após a Páscoa – quando era feriado, passando depois para domingo seguinte. Atualmente, no sábado, que é mais adequado à vida atual, pois, sendo romaria, vem muita gente de Monte da Pedra, que vive fora.

(O painel do santo, em azulejo, na atual igreja restaurada, é de autoria de Quim Bragança.)

*******

Por agora, e em Aquém-Tejo, fico por aqui

Foto de Chamiço, tirada na visita efetuada em 02/02/23.

Simbolicamente, a Ponte. Verdadeiro Monumento ancestral, arquitetonicamente de grande harmonia, mas que está em processo de degradação. Deve ser classificada, como todo o conjunto envolvente - material e imaterial – a romaria e também as tradições do séc. XX inerentes.

Consulte também, SFF:

- Rádio Portalegre – Gentes da Gente no Chamiço – 20/05/23

O Chamiço, antiga freguesia do Priorado do Crato

Chamiço: Cruzamentos de Vidas!

O Chamiço em “Etnografia Portuguesa”

Ainda o despovoamento do Chamiço

 

Hoje é “Dia da Cidade de Régio”

Neste ano, com número bem especial: 23/05/23.

Também uma das minhas Cidades!

Estando na minha Aldeia, envio uns ramalhetes de lindas flores:

Entrada Aldeia. Original. 18.05.23.

Estando em terrenos particulares, estão por demais visíveis.

Disponíveis para qualquer transeunte poder apreciar.

Aloendro. original. 18.05.23.

Indo a pé ou de carro.

(No Caminho da Fonte da Bica.)

Figueira da Índia. original. 18.05.23.

Não as nomeio, porque julgo serem facilmente identificáveis.

Cacto. Original. 19.05.23.

Bons passeios e excelentes “Festas da Cidade”!

Rosas. original. 19.05.23

(Fotos de 19/05/23)

Uma peculiaridade destas Festas é que habitualmente chove!

 

“Gentes da Gente” no Chamiço!

O próximo “Gentes da Gente” vai ao Chamiço!

Gentes da Gente. Rádio Portalegre. Foto cedida.

Rádio Portalegre – Sábado 20 de Maio

Gentes da Gente. Rádio Portalegre. Foto cedida. 2023.

Em primeiro lugar, os meus parabéns à Rádio Portalegre, ao programa “Gentes da Gente”, ao Sr. César Azeitona, pela operacionalização desta iniciativa.

Vai ser, de certeza, um excelente programa, como habitualmente são programas em que o valor fundamental são as Pessoas.

Estou intrigado como irá o Sr. César Azeitona equacionar três questões fundamentais relativamente a esta “povoação perdida”.

O passado: valorização do respetivo património material e imaterial.

O presente: a romaria, romagem, presença atual, ligação ao passado. O património arbóreo.

O futuro: equacionar, estruturar a classificação do sítio como “Monumento”, interligando passado e presente.

Vou esforçar-me para, no próximo sábado, ouvir ainda com mais atenção este interessantíssimo Programa da Rádio Portalegre.

E o/a Caro/a Leitor/a, vai também ouvir a Rádio Portalegre no próximo sábado, entre as 7 e 9 da manhã?

*******

(Fotos cedidas gentilmente pelo Sr. César. Na segunda, junto à ponte centenária, está de camisola vermelha. Prenúncio de fim de semana que vai ser ao rubro. Não sei se ele é benfiquista ou não, nem importa ao caso. Quero um final de semana benfiquista!)

Mas o que eu quero e pugno realmente é para que valorizemos o nosso Património, nas suas vertentes: material, imaterial…

E, nesse objetivo, a Rádio Portalegre, o Programa “Gentes da Gente” cumprem, de forma excelente, o seu papel:

Valorizam as Pessoas.

Obrigado!

 

Alentejo Verde e Frutificado

Alentejo Verde

Alentejo verde. Original. 08.05.23

O “Vale de Baixo”, no seu melhor. Uma herbácea para fenos enxameia a planura. Julgo que se designa azevém e será o terceiro ano que produz, após a sementeira. Haverei de confirmar.

Paisagem enquadrada por duas exóticas: as Catalpas e o Eucalipto, plantado pelo Pai, há cerca de trinta anos.

Amoreira preta, carregada de amoras

Amoreira preta. original. 08.05.23.

Carregada?! Carregadíssima. Um verdadeiro aeroporto - mercado abastecedor da passarada. É um ver se te avias, de aves a chegar e abalar da árvore. Melros são os reis. Vão e vêm a todo o minuto. Também estorninhos. Pardais. Outros pássaros que não sei os nomes. E o imperador, certamente também a imperatriz: Pegas Azuis!

(Esta amoreira é a que trouxe, em bacelo, da Barca D’Alva, em 1979, quando fui ver as amendoeiras em flor.)

(E, a propósito de aeroporto, já descartaram o de Beja. É pena! Já há muito trabalho feito. Daqui a cinquenta anos, Beja é já ali. Promoviam uma região subalternizada. Descentravam da Grande Lisboa. Sei lá!...)

Sombra das Catalpas

Catalpas. Original. 08.05.23.

Árvores exóticas, muito bem-adaptadas ao Alentejo. Semeei-as, posteriormente dispu-las, à entrada do Vale, há cerca de trinta anos. (As minhas manias de sementeira de árvores. A taxa de insucesso é muito grande, mas não tenho desistido. Algum dia terá de ser. Dão imenso trabalho e já me canso muito. Mas dão uma sombra frondosíssima e, em breve, estarão floridas. Lindíssimas! Depois, os frutos, em vagens. Pessoa muito querida chama-lhes Árvores dos Feijões!)

Destas árvores há imensos exemplares pelas estradas deste Alto Alentejo, de há mais de meio século, de quando as estradas eram bordejadas por arvoredo.

Bons passeios e sombras frondosas!

 

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