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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Amoreira da Barca D’Alva (II)

O Maná da Natureza!

Amoreira Barca D'Alva. Foto Original. 2021.05.22.jpg

(Árvore com História!)

Amoreira Barca D'Alva. Foto original. 2021.12.01.jpg

Nas fotos dos postais anteriores, e neste, pudemos e podemos observar as mudanças na fisionomia da Amoreira da Barca D’Alva. Na foto anterior, quase, quase no Inverno, a árvore está praticamente despida de folhagem. Agora, já em plena estação, estará completamente desprovida das folhas. Que estarão, maioritariamente, atapetando o chão, decompondo-se em matéria orgânica, carbono e outros elementos minerais, que as chuvas transportarão às raízes, nutrindo e abastecendo a planta.

Amoreira Barca D'Alva III. Foto original. 2021.05.15.jpg

Em Maio, em pleno e “maduro Maio”, chegará a vez de ser a Amoreira a alimentar outros seres vivos. Carregadinha de frutos, “amoras de pau”, é um maná para a passarada. Melros, vestidos de preto acetinado, bico amarelo, os machos; em voo rápido e fugaz, são um constante ir e vir, abastecendo-se dos saborosos frutos pretos. Estorninhos vão numa revoada, este passaredo em bandos, pousando nos ramos, debicando amoras. Outras aves, de menor porte, cujo nome desconheço, também visitam a secção da frutaria deste supermercado gratuito. Dá gosto ver! E ainda mais ouvir a chilreada. Ademais os rouxinóis com o seu melodioso cantar! (Gravei vídeos, mas ainda não sei transpô-los para o blogue! Adiante…)

E assim esta Árvore cumpre um dos seus papéis. Alimenta passarolos, passarinhos e passarocos, e estes também cumprirão a função que o vegetal lhes destina. Comendo as amoras, espalharão as sementes da árvore, nos mais diversos locais da campina.

Amoreira Barca D'Alva IV. Foto Original. 2021.10.05.jpg

Mas como chegou esta planta da Barca D’Alva ao Alentejo?!

Não veio por semente, não foram os passarolos que a trouxeram. Também não foram as cegonhas! Veio de comboio. Mas não como árvore completa, com tronco, raiz e folhas.

Veio apenas um pedaço de um ramo, aliás dois ou três pedaços de ramos, que abacelei no quintal, em 1979. Passados dois ou três anos, o ramo que vingou, criando raízes e folhas, transplantei-o para o “Vale de Baixo”, bem no início dos anos oitenta, do século XX. E aí está a Amoreira, provinda da Estação de comboio da Barca D’Alva, um clone de árvore que por lá estava à data. Ainda por lá haverá alguma Amoreira?!

Amoreira Barca D'Alva V. Foto Original. 2021.05.02.jpg

Mas faltam fios no novelo desta história…

Em 1979, trabalhava no Norte de Portugal, bastante longe do meu Alentejo. Praticamente só vinha à terra com intervalos de meses. Nos fins de semana, quando tinha tempo, aproveitava para turistar. O Norte tem imenso para visitar.

No Carnaval, aproveitei para ir ver as “Amendoeiras floridas”, que formavam e certamente ainda formarão uma paisagem de incontornável beleza natural. Fazendo a viagem de comboio do Porto até à Barca D’Alva. Nessa data ainda havia comboio até esta estação e até seguiria para Espanha. Portugal ainda não fazia parte da CEE, nem a Espanha. Ambos os países haviam saído, há escassos anos, das ditaduras. Ainda não havia a liberdade de circulação hoje existente. (... Hoje?!)

Fiz a viagem de ida e aguardei por outro comboio para regressar ao Porto. Tive algum tempo de espera, não sei precisar quanto, mas foi suficiente para obter alguns ramos de uma amoreira que havia na estação. Terei pedido certamente a algum funcionário da CP. Naquele tempo, nas estações de comboio havia sempre moradores, funcionários, chefe de estação, guarda da passagem de nível, outros trabalhadores. Eram quase todas ajardinadas, arborizadas e relativamente bonitas.

De regresso, aos ramos obtidos, embrulhei-os em jornais embebidos em água, para os manter humedecidos. Ainda voltei ao Alentejo e então abacelei os ramos, dos quais um vingou. Esse é o clone de Amoreira que havia ou ainda haverá na Estação da Barca D’Alva. Término, à data, da lindíssima Linha do Douro.

Falam em reabrir os troços que fecharam na década de oitenta. Um crime?! Falta de visão e estratégia?! Aconteceu por todo o País.

Mas ali, no Douro!...

Mais tarde, já neste século, sobrevieram os reconhecimentos internacionais: Douro Vinhateiro - Gravuras de Foz Côa.

Por aqui me fico, que ainda faremos a visita de comboio.

Continuação de Excelente Ano Novo. Ano Bom!

 

Amoreira da Barca D’Alva (I)

A Sabedoria da Natureza!

(Árvore com História?!)

Amoreira I. Foto Original. 2021.12.09.jpg

No último postal sobre a temática “Covid”, finalizei com uma foto de uma Amoreira. Que designo por “Amoreira da Barca D’Alva”. Precisamente porque é originária dessa localidade, no recôndito “Douro Interior”, quando o majestoso Rio entra completamente em terras portuguesas.

Já falei no blogue sobre esta região, o célebre comboio, a emblemática "Linha do Douro" que do Porto seguia até esta vila, prosseguindo por terras de Espanha até Salamanca. E daí para as mais diversas regiões espanholas e Franças e Araganças.

Amoreira plantada em pleno Alentejo!

Amoreira II. Foto original. 2021.10.05. jpg

E a viagem que ela fez?!

A razão de escolha da foto, com a Árvore despida de folhagem, quase, quase no Inverno, foi precisamente para testemunhar a “Sabedoria da Natureza”! Aproximando-se o Inverno, com os seus rigores previsíveis e habituais, a planta reduz a sua atividade aos mínimos possíveis. Que lhe permitam viver e sobreviver às inclemências do tempo. Não morre, mas protege-se.

(Foi também uma mensagem indireta e metafórica para os Humanos: que se resguardassem mais no Inverno!....)

Ressuscitará… a Amoreira, mal provenha a Primavera.

Amoreira III. Foto original. 2021.04.02.jpg

Atingirá a respetiva plenitude...

Amoreira IV. Foto original. 2021.05.07.jpg

... em finais de Maio.

Amoreira V. Foto Original. 2021.05.22.jpg

(As diversas fotos documentam o facto.)

São também os meus votos para 2022! Para Si, Caro/a Leitor/a,

Para todo o Mundo:

Um Ano, de 2022, pleno de Realizações Positivas. De Felicidade! De Excelência e Otimismo!

A Primavera chegará, tal como esperamos também na Amoreira.

(Cuja saga continuará em próximo postal!)

Com muita Saúde!

 

Festas do Povo, Capotes e Samarras!

Rosa salmão. Foto original. 2021.10.09.jpg

Voltamos em “Aquém-Tejo”, a escrever sobre o nosso Alentejo.

Rosa rosa. Foto Original. 2021.10.19.jpg

Em primeiro lugar, felicitar o Povo de Campo Maior, pelo facto de as suas Festas terem sido, ontem, dia 15 de Dezembro, reconhecidas como “Património Cultural Imaterial da Humanidade”, pela UNESCO. Parabéns! Inteiramente merecido.

O Alentejo cada vez mais universal! Felicitações também a Portugal. O reconhecimento é também de Portugal.

(Só visitei uma vez este extraordinário acontecimento, no distante ano de 1982. Tenho fotos, tiradas com a antiga máquina. Lindíssimas!

Rosa. Foto Original. 2021.10.20.jpg

Não dispondo eu, no computador, de fotos minhas sobre as Festas, ilustro com fotos de rosas do meu quintal…)

Rosa rosa. Foto original. 2021.10.20.jpg

Outro tema também genuinamente Alentejano, é o que se refere a Capotes e Samarras. Penso que ninguém terá dúvidas sobre a idiossincrasia tipicamente alentejana destas vestimentas. Gosto imenso de ver pessoas usando este vestuário. Todavia, não tenho nenhum exemplar desta indumentária. Nem penso adquirir. Gosto de ver nos outros, mas não de usar. Não me sinto confortável. É como o vermelho ou encarnado, como quiser dizer. Gosto de ver nos outros, mas não gosto de me vestir de vermelho. Ou encarnado?! Mesmo sendo simpatizante do Benfica!

Mas que tem tudo isto a ver?!

Rosa Santa Terezinha. Foto Original. 2021.10.20.jpg

Pois, na semana passada, também noticiaram que um indivíduo do Norte resolveu patentear a fabricação de capotes e samarras e exigir direitos de autoria, aos fabricantes destas vestimentas, há dezenas de anos.

No mínimo, paradoxal! Sentido de oportunidade ou oportunismo?!

O que fazer?! As Entidades Regionais e Nacionais(?), ligadas à Cultura, providenciaram no sentido de anular tal situação. Conseguirão revertê-la?

E a atitude das entidades que patentearam tal bizarria?! Limitaram-se apenas a assinar de cruz?! Não seria suposto que, pessoas que superintendem em questões destas, tivessem conhecimentos sobre a originalidade do que subscrevem e aprovam?! Digo eu!

Desde já será fundamental que, na sequência do acontecido, estes produtos genuinamente alentejanos, sejam de facto patenteados como tal.

Vivemos num mundo global, com regras que nos ultrapassam nas boas vontades, no bem fazer sem interesses mesquinhos. Deverá haver precaução. O mundo está cheio de gente a querer enganar os outros. “Meio mundo a enganar outro meio”?

Patentear os produtos, como genuinamente alentejanos e reconhecimento factual de quem os vem produzindo há dezenas de anos.

Que não aconteça o mesmo que à célebre “Camisola Poveira”!

Rosa branca. Foto original. 2021.10.19.jpg

Tenho dito! Rosas e mais rosas... Que este mundo o que precisa é de mais flores, como nas Festas do Povo de Campo Maior!

Botão de rosa. Foto Original. 2021.10.19..jpg

Muita Saúde! Muito Obrigado!

 

Não nos tirem as vistas!

Algo que a "Cidade de Régio" tem de inigualável: as Vistas!

Serra da Penha. Foto original. 2021.07.22.jpg

Poderá dizer: Que interessa isso das vistas?! A gente não come com os olhos!

Por acaso, os olhos também comem. “Não olhes para mim, não olhes…”, cantava a eterna Amália, no célebre “Fadinho da Ti Maria Benta”, parafraseando uma cantiga tradicional que no Norte Alentejano também era cantada. No livro “De Altemira Fiz Um Ramo” é uma das quadras que recolhi.

(Não esquecer que os pais de Amália eram da Beira Baixa. E a interligação global que têm estas duas Regiões de Portugal: Beira Baixa e Norte Alentejano. Que o Tejo simultaneamente divide e une.)

Voltando à Cidade de Régio… e às vistas.

Uma vista da "Serra da Penha" tutela o postal, com direito a bis.

Na forma, lembra um vulcão. Será que teve origem vulcânica?! Não sei!

Vistas da Cidade e Serra, a partir das proximidades de saída antiga: a “Porta do Crato.”

Vistas. Serra. Palácio Amarelo. Foto Original.2021.07.22.jpg

Também se vê o “Palácio Amarelo”. Tão desaproveitado estará… Um quintal, onde pontifica uma nogueira colossal.

Faz falta, na Cidade, a disponibilização de acesso a vários locais emblemáticos, nomeadamente a vários excertos do conjunto de muralhas.

Interligar esses espaços, nem que fosse temporariamente; permitir visitas, mesmo periódicas, era algo que engrandeceria a urbe.

Vista do “Arco do Bispo” ou “Porta do Crato”.

Arco do Bispo. Foto Original. 2021.07.22.jpg

Vislumbra-se que uma parte da encosta sudeste da Serra da Penha está queimada. Alertas que tenho vindo a fazer sobre as encostas da Serra. Há locais pertíssimo da Cidade, que metem medo ao susto. As encostas do "Cabeço do Mouro" precisam de limpezas e desbaste da floresta de pinheiros.

Não nos tirem as vistas.

Serra da Penha. Foto Original. 2021.07.22.jpg

Senhores Autarcas, Senhores Urbanistas, quem diz Senhores, diz Senhoras, como é evidente…

Meus Senhores e minhas Senhoras, quando pensarem e executarem sobre a Cidade, não se esqueçam das vistas panorâmicas. As vistas não têm preço, mas têm muito, imenso valor.

Este apelo não se aplica só à Cidade de Régio, do Sul. (Bem sei que há outra Cidade de Régio, no Norte: Vila do Conde.)

Aplica-se a todas as Cidades de Portugal. Que o digam as Cidades do Litoral e os verdadeiros atentados urbanísticos que se foram cometendo ao longo de décadas, tapando as vistas do Mar, com mamarrachos ao longo da costa. Na Costa, também.

(E, a propósito de Costa, como é que o “Primo Costa” se desenrascará com o Orçamento?!

Vejam lá se aprovam o orçamento, que não queremos cá eleições antecipadas. Tenho dito!)

 

Pedras… Pedras… Pedras… (III)

Rolantes? Roliças? Cogumelos?...

Intervenções: Naturais!

Neste postal, apresento imagens de rochas que, de algum modo, foram sujeitas a intervenções. Do Homem, ou da própria Natureza. Esta, aliás, modelou-as a todas, de alguma forma. Podendo o Ser Humano ter intervindo também, de alguma maneira.

Neste Postal Nº 976, apresento rochas predominantemente "intervencionadas" naturalmente!

 Acho-as muito peculiares. Até as batizei! Se quiser, também lhes pode acrescentar nomes. SFF!

A seguinte, intitulo-a de: “Beijo”!

Rocha Beijo. Foto original. 2021.10.09.jpg

Esta de: “Marrada”!

Marrada. Foto original. 2021.10.09.jpg

“Pedra Parideira??”!

Pedra Parideira. Foto Original. 2021.10.09.jpg

“Dedos de Gigante: Impressão Digital”!

Impressões digitais. Foto Original. 2021.10.09.jpg

A "Baleia"!

Rocha Baleia. Foto Original. 2021.10.09. jpg

 

Sobre esta não lhe encontrava um título adequado. Mas acho-a original. Entretanto ocorreu-me, talvez "Crokete"ou "Pastel de Bacalhau"!

Croquete. Foto Original. 2021.10.09.jpg

A verdadeira "Pedra Parideira" ou a "Galinha dos Ovos de Pedra"!

Pedra Parideira. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Obrigado pela sua leitura.

Quer tentar batizá-las também?!

Se visitar, respeite a Natureza. Não deixe lixo, SFF!

 

Pedras… Pedras… (II)

Rolantes?! Roliças?!... Cogumelos Gigantes!

Rocha cogumelo I. Foto original. 2021.10.09.jpg

Neste postal, o novecentos e setenta e cinco, continuo divulgando imagens das rochas peculiares do Norte Alentejano. Neste caso, figurando Cogumelos! Gigantes!

Rocha cogumelo II. Foto Original. 2021.10.09.jpg

As focagens permitem perspetivas diferentes.

Rochas cogumelos I. Foto original. 2021.10.09.jpg

Rochas cogumelos. Outra perspetiva

Rochas Cogumelos II. Foto original. 2021.10.09.jpg

Nalgumas verifica-se intervenção humana. Estes granitos tinham muita utilidade e nem sempre a perceção dos povos sobre a Natureza é estética ou artística. Ou transcendental!

Rocha intervencionada. Foto Original. 2021.10.09.jpg

A maioria das vezes é utilitária.

Rochas e parede. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Mas, por vezes, essa intervenção resulta interessante esteticamente, como na quinta foto!

Outras Imagens e paisagens:

Cogumelos na paisagem. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Cogumelo com sobreiro em fundo. Brincando ao esconde, esconde.

Cogumelo e sobreiro. Foto original. 2021.10.09.jpg

Rocha cogumelo agindo na sua função decompositora sobre sobreiro morto!

Cogumelo e sobreiro morto. Foto original. 2021.10.09.jpg

Paisagem: Rochas cogumelos e sobreiros.

Paisagem e rochas cogumelos. Foto original. 2021.10.09.jpg

Rocha Cogumelo à sombra!

Rocha Cogumelo à sombra. Foto original. 2021.10.09.jpg

Gostou? Bonitas paisagens, não são?!

Faça passeios, pela sua Saúde.

Obrigado!

 

 

Pedras (I)…

Rolantes?! Não! Roliças… e, sim, Rolantes, algumas!

Pedra dos dedos de gigante. Foto Original. 2021.10.09.jpg

O Alentejo Norte, Norte Alentejano, Alto Alentejo, nas regiões de terrenos graníticos, possui formações de rochas muito peculiares. A erosão, ao longo de milhões de anos, proporcionou a existência de verdadeiros monumentos naturais. Pedras, calhaus, rochas, umas maiores outras menores, que mercê da erosão, da ação dos ventos, das chuvas, das águas correntes, da força mecânica das areias arrastadas sobre a rocha mãe, criaram verdadeiras esculturas de formas e artes quase surreais.

Castelos de Rochas. Foto Original. 2021.10.09.jpg

São alguns exemplos que apresento neste postal.

Rocha partida. Foto Original. 2021.10.09.jpg

A mesma rocha pode adquirir aparências diversas, conforme o ângulo de visão.

Pedra e pedrinhas. Foto original. 2021.10.09.jpg

 

Nalgumas houve intervenção humana. Neste postal, apresento as que me pareceram mais roliças! Perspetivas... pessoais e conforme o ângulo de visão.

Pedra e pedrinhas. Foto original. 2021.10.09.jpg

Neste postal e nos seguintes, subordinados ao tema "Pedras...", surgem silhuetas peculiares, mesmo bizarras, algumas. Não tanto a que se segue, mas a primeira do postal e outras que penso apresentar em futuros postais.

Rocha ovo. Foto original. 2021.10.09.jpg

Espero que goste e valorize o Património de que dispomos. Mesmo o Natural!

Rochas Ovos. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Se visitar, não destrua, não deixe lixo, SFF!

Sementeira de rochas. Foto original. 2021.10.09.jpg

Equíbrio(s)!

Paisagem e rocha. Foto original. 2021.10.09.jpg

Ovo de Dinossauro!

Ovo de Dinossauro. Foto original. 2021.10.09.jpg

Caro/a Leitor/a. Obrigado pela sua visita. Se gostou e achou interessante, tente dar um nome a algumas das "Rochas".

Obrigado pela sua atenção e Votos de muita Saúde!

 

… a Caminho do Miradouro

Ao encontro do Pôr do Sol!

Pôr do Sol. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Por Terras de Régio - 2ª Parte

Nova vista do “Cabeço do Mouro”, de junto aos depósitos da água.

Cabeço do mouro. Foto original. 2021.08.02.jpg

Falda da Serra, a montante do Colégio.

Serra. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vê-se a crista da Cidade. Duas habitações antigas, em ruínas. E os campos com as ervas secas e as acácias “tostadas”, pelo efeito de produto que lhes aplicaram, a ver se as erradicam.

Ervas e acácias secas. A precisarem limpeza.

Ervas secas. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vista da Cidade, perspetiva de Nordeste.

Vista Cidade. Nordeste. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Tronco de sobreiro cortado, resultante de desbaste.

Tronco Sobreiro. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Fazer desbastes aos pinheirais, que bem precisam, no Cabeço do Mouro.

Nova vista da Cidade, já no Passadiço e próximo do Miradouro.

Cidade vista do Passadiço. Foto original. 2021.08.02.jpg

Uma “Catalpa” ou “Árvore dos Feijões”...

Catalpa. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vendo-se, ao fundo, a entrada do Miradouro.

Um excerto do Miradouro e o pôr do sol.

Miradouro. Foto original. 2021.08.02.jpg

(Na imagem inicial, que titula o postal: o pôr do sol, na sua plenitude! A Norte  da Serra da Penha. Ainda era Verão! Agora, apesar de o calor lembrar o Verão, "Verão dos Marmelos", o sol já se põe mais a Sul. Já estamos no Outono.)

Estes postais, para além de mostrarem a beleza da Cidade de Régio, dos agradáveis passeios pelos campos, das vistas de conjunto ou de pormenor, também pretendem alertar para:

Necessidade de limpeza dos campos. As encostas acima do Colégio, todo o ervaçal seco e as acácias “tostadas” precisam ser cortadas.

As encostas do “Cabeço do Mouro” estão infestadas de pinheiros, imensa caruma no chão, matos. É urgente a respetiva limpeza. Os particulares / donos. Não intervindo estes, as Entidades Públicas devem intervir. INCF, Parque S. Mamede, Câmara Municipal, Bombeiros. O corte de todos aqueles pinheiros deve render uma boa pipa de massa!

Promover a caça dos javalis. Os parques naturais não podem ficar reféns de fundamentalismos ambientalistas, que impeçam a intervenção humana. Não se pode deixar tudo ao abandono, à espera do próximo incêndio devastador.

Criar centros de recolha de materiais lenhosos e herbáceos para centrais de produção de biomassa e energia subsequente. Criar unidades de produção de energia a partir da biomassa.

Nos terrenos a montante do Colégio e Hospital, onde as acácias pontificavam, plantar: sobreiros, azinheiras, carvalhos, medronheiros. Não plantar nem semear pinheiros. Pelo contrário, desbastá-los, cortar o máximo que puderem, especialmente os bravos. 

Obrigado pela sua atenção.

Votos de muita Saúde.

Faça bons Passeios e Passeatas. Não deixe lixo, SFF!

 

Sabe que Planta é esta? (XVI)

Sabe que planta XVI. Foto Original. 2021.08.02. jpg

Não sabe?!

Deixo-lhe algumas dicas.

Foi fotografada na Serra, da Cidade de Régio. Em 2 de Agosto de 2021, no decorrer de um “Passeio em Família”. É ainda uma planta muito jovem, a da foto, conforme se pode ver. Quando adultas, embora possam ser consideradas arbustos, podem fazer-se árvores de algum porte.

Agora, em pleno Outono, as Árvores desta família, adultas, estão carregadas de frutos. Vermelhos alaranjados.

São muito saborosos. Mas convém não abusar, não lhe apliquem o teste de alcoolémia, caso vá conduzir, após se banquetear.

Também existem muitas árvores deste tipo pelas Serras Algarvias. Têm fama esses frutos pelas “águas” que produzem. De Monchique?! Ardentes?!

... ...   ...

Já sabe o nome da Planta?!

Parabéns. E Obrigado pela sua colaboração.

Muita Saúde!

 

Pôr do Sol na Aldeia!

Por do sol. Foto Original. 2021.09.01.jpg

1 de Setembro 21  

Pôr do sol. Adro. Foto Original. 2021.09.01.jpg

O pôr do sol é sempre aquele momento mágico do final do dia. Que acontece todos os dias, mas nem sempre com a majestade inerente a alguns dias especiais.

No dia um de Setembro, choveu bastante bem, na minha Aldeia. Mas, como é costume, ainda era Verão, de tarde, o sol veio luminoso, radiante. Esse tempo assim é benfazejo. Supostamente haveria um lindo pôr do sol.

E houve! As imagens documentam o facto.

Pôr do sol. Vale. Foto original. 2021.09.01.jpg

No Alentejo, esses finais de dias são sempre de nostalgia. Inigualáveis!

Mas é claro, também tenho saudades do Mar. E da Costa!

Pôr do sol. Costa. Foto original. 2020.08.24.jpg

Sim, mas esta foto final é do ano passado. Que, neste ano, pouco tempo houve de praia.

Haja Saúde! Que dias de praia ainda virão, se Deus quiser!

 

 

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