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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Artesanato de Nisa e Poesia!

Verdadeiras Obras de Arte!

Poesia e Primavera Irmanadas

Artesanato de Nisa. Mesa de camilha. Foto Original 20200126. jpg

Na sequência do postal de ontem, ilustrado com trabalhos de artesanato da “Notável Vila de Nisa”, hoje, dia de início da Primavera, edito um postal ilustrado com dois belíssimos exemplares de Arte Popular (Pop Art, se lhe parecer ou soar melhor).

As fotos foram tiradas no ano passado, em Janeiro, ainda a milhares de milhas desta confusão da Covid. Ainda o “bicho” andava lá para as bandas da China e pensaríamos que por lá ficaria… Todavia, conhecendo que estas coisas dos vírus, lá das bandas do Oriente, acabam por vir cá parar. Tal como o Sol, bem como a Primavera.

Adiante… Aprecie estes belíssimos trabalhos artísticos, SFF. Estavam expostos na sede do Turismo. Bem pode visitar e comprar, se tiver disponibilidade.

Pratos bordados. Nisa. Foto Original. 2020. 01. 26. jpg

E, porque estamos numa onda de Poesia, e amanhã é “Dia da Poesia”, apresento uma quadra de um poema já antigo, inspirado nas “Artes Tradicionais Alentejanas” e publicado no blogue.

MÃOS de Tactear

Mexer, moldar, amassar o barro

Dar-lhe uma forma de mulher

Numa infusa de asa, num jarro

Empedrar enfeites de malmequer.

(...)

 

E faça favor de ter um excelente primeiro Dia de Primavera.

Ainda elaborarei outro postal sobre artesanato de Nisa, mostrando várias etapas do "processo artístico". Até lá, ou até amanhã, com muita Saúde!

Benditos Frutos!

Bendito o Fruto… Benditos frutos!

Latada de Kiwis. Foto original. 2020. 08. jpg

Hoje, o postal incide numa latada, carregada de kiwis. Frutos extraordinários, provenientes dos nossos antípodas, Nova Zelândia, que se adaptaram muito bem em Portugal. Esta foto foi tirada, no Verão do ano passado, 2020, na Alagoa – Alentejo.

Como se chamará a árvore(?), planta, que dá os Kiwis? Cá para mim, será uma Kiwieira, não acha?!

Latada de Kiwis II Foto Original. 2020. 08. jpg

Desejo a todos/as, uma Vida cheia de frutos. Uma Vida plena de resultados positivos.

Votos de Muita e Santa Saúde!

 

Homenagem a José Branquinho!

Poeta – Cantor – Declamador – Tertuliano – Sportinguista – Professor

Tília Miradouro Foto original. 2021. 01. jpg

Ontem, soube do falecimento de José Garção Ribeiro Branquinho (08/07/1931 – 16/02/2021), através de mail enviado de Direção da APP – Associação Portuguesa de Poetas.

Para homenagear um Poeta nada melhor que dar a conhecer a sua Poesia.

José Branquinho é várias vezes referenciado no blogue e com textos poéticos aqui divulgados. Ser igualmente sócio da APP e do CNAP e participante em “Momentos de Poesia” é determinante para esse facto.

Quadras ao Meu Amor” – XIII Antologia CNAP

Meu Alto Alentejo” – “Momentos de Poesia”

Ao Teu Olhar” – Antologia APP – XX Vol.

 

Também sobre José Branquinho e “Momentos de Poesia”, escrevi talvez a minha primeira crónica cultural, em 2013, antes de ter blogue. (A léguas de tal assunto!)

Crónica breve dos dias de hoje”, publicada no Boletim Cultural Nº 111 de CNAP – Junho 2013. Hei-de divulgar no blogue.

 

José Branquinho também organizou, enquanto pôde, uma Tertúlia Poética, na Sala VIP do Estádio José Alvalade – Sporting. Ocorria nas terceiras quartas – feiras de cada mês. Nunca cheguei a participar.

Alentejo. Serra Penha. Foto Original. 2021. 01. jpg

Na Poesia de José Branquinho alguns dos temas dominantes são “O Amor”, “O Alentejo” e a sua e nossa também, “Portalegre”. (Era natural de Ribeira de Nisa, também uma das suas fontes de inspiração.)

Portalegre. Foto Original. 2021. 01. jpg

 

Da X Antologia do Círculo Nacional D’Arte e Poesia – CNAP – 2009, transcrevo:

 

«PORTALEGRE, MINHA CIDADE»

 

«Portalegre, minha Cidade

Aí nasci, estudei e amei,

És sempre minha saudade

Desde que daí me ausentei.

 

Portalegre, minha Cidade

De tantos belos recantos!

À mais qu’rida realidade

Exaltada nos meus cantos.

 

Tenho em ti minhas raízes

Meus afectos que enalteço!

Meus momentos mais felizes

Desse tempo que não esqueço.

 

Quantas vezes, Portalegre

Aqui te recordo saudoso!

Em teu seio sou alegre

Longe de ti, tão choroso.

 

Ando de cá para lá

Enquanto Aqui vivo for

Porque o coração está

Onde está o nosso Amor.

 

Vivo a cantar-te, Cidade

De ti eu me enamorei!

Tu és a minha verdade

Em breve a ti voltarei.»

A Senhora das Candeias

Bonfim. Foto original. 2021. 01. jpg

Dia Dois de Fevereiro (02/02/21)

 

“Senhora das Candeias a rir, o Inverno está para vir. Senhora das Candeias a chorar, o Inverno está para acabar.”

 

Este é um provérbio que relaciona a meteorologia do dia da Senhora das Candeias ou da Luz com a eventualidade da continuação ou não do tempo invernoso.

 

Este Inverno tem-se prezado bastante das condições atmosféricas que lhe são peculiares. Chuva, frio, geada, neve, mesmo no Alentejo.

Ontem, dia um de Fevereiro, o dia até esteve bonito. Deu para andar no campo, a passear e também a trabalhar.

Hoje, dia dois, o tempo tem estado sempre chocho. Chuviscos, frio, tempo encoberto, o sol nem se viu. Por aqui, pela Cidade de Régio.

Como caraterizar face ao adágio?!

Pela minha perceção, a Senhora não se esteve a rir. Esteve mais a chorar que outra coisa.

Então, se dermos razão ao ditado, dito popular, teremos o Inverno a acabar?! Isto é, virá o tempo risonho. Temos o “bom” tempo a chegar?

Bem, oxalá que assim seja. Já andamos um pouco aborrecidos do “mau” tempo.

Aguardemos. O futuro nos dirá, se o rifão falha ou não. (Que os provérbios valem o que valem. Funcionam como formas de conhecimento empírico. Modos de transmitir o saber, a sabedoria alicerçada na prática geracional, transmitida de pais para filhos.)

Que a Senhora das Candeias nos traga Luz!

 

Notas finais: Vale do Peso é uma povoação do Alto Alentejo de grande devoção da Senhora das Candeias ou Nossa Senhora da Luz.

A foto ilustrativa não é de hoje. É do mês passado. Hoje não deu para sair. O dia tem estado com pior aspeto.

 

Até próximo postal!

A Senhora das Candeias

Bonfim. Foto original. 2021. 01. jpg

Dia Dois de Fevereiro (02/02/21)

 

“Senhora das Candeias a rir, o Inverno está para vir. Senhora das Candeias a chorar, o Inverno está para acabar.”

 

Este é um provérbio que relaciona a meteorologia do dia da Senhora das Candeias ou da Luz com a eventualidade da continuação ou não do tempo invernoso.

 

Este Inverno tem-se prezado bastante das condições atmosféricas que lhe são peculiares. Chuva, frio, geada, neve, mesmo no Alentejo.

Ontem, dia um de Fevereiro, o dia até esteve bonito. Deu para andar no campo, a passear e também a trabalhar.

Hoje, dia dois, o tempo tem estado sempre chocho. Chuviscos, frio, tempo encoberto, o sol nem se viu. Por aqui, pela Cidade de Régio.

Como caraterizar face ao adágio?!

Pela minha perceção, a Senhora não se esteve a rir. Esteve mais a chorar que outra coisa.

Então, se dermos razão ao ditado, dito popular, teremos o Inverno a acabar?! Isto é, virá o tempo risonho. Temos o “bom” tempo a chegar?

Bem, oxalá que assim seja. Já andamos um pouco aborrecidos do “mau” tempo.

Aguardemos. O futuro nos dirá, se o rifão falha ou não. (Que os provérbios valem o que valem. Funcionam como formas de conhecimento empírico. Modos de transmitir o saber, a sabedoria alicerçada na prática geracional, transmitida de pais para filhos.)

Que a Senhora das Candeias nos traga Luz!

 

Notas finais: Vale do Peso é uma povoação do Alto Alentejo de grande devoção da Senhora das Candeias ou Nossa Senhora da Luz.

A foto ilustrativa não é de hoje. É do mês passado. Hoje não deu para sair. O dia tem estado com pior aspeto.

 

Até próximo postal!

Deixem o Alentejo em Paz!

Portalegre. Foto original. 2021. 01. jpg

Presidenciais 2021: Rescaldo, ainda!

Ramalhete de Questões: 7º de 2021

 

Algumas Questões que formulo a quem de direito:

Ventura teve maior percentagem eleitoral em que concelhos Alentejanos?!

Haverá alguma relação com o respetivo discurso contra determinada etnia e a existência de comunidades desse grupo étnico nessas localidades concelhias?

Terá algo a ver com etnocentrismo, discriminação, estigmatização? Algo com racismo? Não? Há racismo em Portugal?

E as políticas de Integração?! E as condições em que vivem as comunidades?!

Mas para quê tanto ódio?! Tanta divisão? Tanto exacerbamento! Ademais neste contexto pandémico em que estamos todos sujeitos ao mesmo.

Quem quer ser Presidente, tem de unir! Estruturar laços entre os Portugueses. Não desuni-los.

Interessante agora que, na América, Trump perdeu as eleições, surja em Portugal um aprendiz dos respetivos métodos, invocando também dádiva de Deus. Absurdo! Até nestes aspetos Portugal anda atrasado! 

Aproveito para felicitar Joe Biden. (Não vá ele ler o blogue… e este "fique mal na foto".) 

Ainda…

As sociedades e os diversos contextos sociais são imutáveis? Serão ou não naturais as consequentes mudanças na orientação de voto?

E ainda no Alentejo, de que tanto se tem falado…

No distrito de PortalegreAlto Alentejo - qual o partido que foi maioritariamente vencedor nas diferentes legislativas, ao longo destes quase cinquenta anos de Democracia?

Que partidos têm dado “Deputados à Nação”, a partir do Distrito?

Não esqueça também que Ventura foi 2º lugar em mais distritos, para além dos Alentejanos.

E lembrar ainda: Na legislatura em vigor, ele foi eleito deputado pelo Alentejo?

 

Deixem o Alentejo em Paz! Se Fazem Favor!

Visitem, sim, mas quando isto da Covid acabar.

Até lá, vão tirando as vossas Selfies, mas nos vossos confinamentos! SFF!

 

(Notas Finais:

Não esquecer também que os dados eleitorais são apresentados percentualmente face aos votantes e a abstenção ultrapassou os 60%. Logo, os eleitores votantes foram menos de 40%.

E ao "sétimo" ramalhete, "descanso"!

E... este postal segue o "politicamente correcto".)

Do “Boi D’Água” ao Bonfim!

Sugestão de Percurso Pedestre.

Bonfim e Penha. Foto original. 2021. 01. jpg

Cai neve no Alentejo!

Cai “… leve, levemente…”

Hoje, desde cerca do meio dia, está a nevar na Cidade de Régio. Uns farrapitos, quase nada, vieram engrossando, uma dança de alvéolos flutuando. Vistos do quarto andar, ganham outra dimensão, pequenas plumas silenciosas e acrobáticas, logo se desfazem, mal tocando o chão. A continuarem, esperemos que sim, talvez, amanhã, pela manhã, tenhamos as encostas da Serra matizadas de branco. Que saudades! Há muito que não vejo os campos alentejanos cobertos de neve.

Bonfim e Penha. Foto original. 2021. 01. .jpg

Mesmo assim, já nevando e ainda antes da hora de confinamento, fiz parte do percurso do “Boi D’Água”. Não continuei na direção do Bonfim. Entre outras razões, havia gente a cortar lenha e a apanhar pinhas numa das propriedades. Provavelmente alguns dos proprietários. O caminho vicinal é público, apesar de estar vedado por portão. Mas, seguindo-o e desbravando-o, é possível chegar ao Bonfim, sempre por trajetos vicinais, alguns bem característicos de tempos antigos. É ver e olhar e observar.

Serra Penha. Foto original. 2021. 01. jpg

É um trajeto ótimo para um percurso pedonal. É as pessoas caminheiras quererem aventurar-se. Só não gostei da parte entre o Areeiro e o Bonfim, que se processa na estrada, que é muito movimentada e as bermas são muito, muito estreitas. De resto, proporciona excelentes vistas, algumas já apresentadas noutros postais, outras neste.

Caminho Serra. Foto original. 2021. 01. jpg

E ficou muito por explorar. Que existem algumas casas em ruínas e o que parece ser um fontanário antigo. Que a Serra é riquíssima em água e as quintas nas encostas todas têm e tinham bons mananciais para consumo dos proprietários e regas das hortas e pomares. E é por aí que correm os primórdios da Ribeira da Lixosa. (Que raio de nome!)

Mas, paradoxalmente, sempre se encontra algum lixo. Um improvável fogão velho, atirado borda fora do caminho, numa ribanceira. Ele há gente que faz da Natureza balde do lixo de casa!

Mato na Serra. Foto original. 2021. 01. jpg

E algo que me impressiona e atemoriza. As encostas têm uma floresta vasta de pinheiros, prontos a cortar, a desbastar, com imenso mato autóctone, caruma por todo o lado, troncos velhos e podres, pinhas, giestas secas. Um rastilho de pólvora em verões quentes, que nos atormentam todos os anos.

Pinheiros na Serra. Foto original. 2021. 01. jpg

Os terrenos não têm proprietários que mandem cortar os pinheiros? Desbastá-los? Uma limpeza a sério. Até renderá bom dinheiro, pois as árvores já são de grande porte. Muitos proprietários? Desconhecidos?

As entidades públicas, os serviços competentes nacionais ou municipais não têm capacidade ou poder de intervenção?!

Eucalipto na Serra. Foto original. 2021. 01. jpg

Uma pena e um perigo. Para as dezenas de moradores que têm quintas ou vivendas nas redondezas. Para as centenas de habitantes dos bairros nas proximidades. Para todos os habitantes da Cidade. Porque a ocorrer uma catástrofe, todos perdemos!

Cidade de Régio. Foto original. 2021. 01. jpg

Um pedido, um alerta, uma sugestão, a quem de direito.

 

E continua a cair: “… leve, levemente…”!

Fui ver. “A neve caía… tão leve… tão fria…”

Boi D’Água – Corredoura

Convido a nova Visita Virtual ao “Boi D’Água”!

E algumas sugestões...

Informo que as fotos foram registadas em Abril, na Primavera, uma das épocas mais bonitas do Alentejo.

Dois aspetos importantes, com duas imagens peculiares.

Um dos vários Pinheiros Mansos, árvores de grande porte.

Boi DÁgua. Foto original. 2020. jpg

A “cascatinha”: a água corre todo o ano, agora em Agosto, um pouco menos. A parede é bordejada de várias plantas: heras, avencas, pequenos fetos… e uma variedade de ervas cujo nome desconheço.

Boi DÁgua. Foto original. 2020. jpg

Seguem-se exemplares de elementos naturais, uns que conheço, outros não.

Flor de Ervilhaca

Ervilhaca. Boi DÁgua. Foto Original. 2020.jpg

Flor de um arbusto cuja flor é parecida à do pilriteiro / carapeteiro / espinheiro, mas que não é e que julgo não ser autóctone. É muito usado como sebe.

A caminho do Boi DÁgua. Foto original. 2020. jpg

Uma Bufa de lobo ou Bufa de velha, uma variedade de cogumelo, nascida na própria rocha de xisto (?).

Bufa de Lobo. Boi DÁgua. Foto original. 2020. jpg

Erva Toira

Erva Toira. Foto original. 2020. 04. jpg

Uma flor de uma variedade de Cardo.

Boi DÁgua. Foto original. 2020. jpg

Outra flor de uma planta cujo nome não conheço, mas que é muito vulgar no campo.

Boi DÁgua. Foto original. 2020. jpg

O campo salpicado de uma das várias variedades de Malmequeres.

Boi DÁgua. Foto original. 2020. jpg

(A Cidade vai-se avistando ao longe, no seu casario tradicional, à medida que nos aproximamos, destacando-se o perfil da Sé. Não incluo foto e, por hoje, ficámos por aqui, nesta viagem virtual. Também ainda não é desta que apresento as ovelhas, nem a cadela simpática que, por vezes, nos vem cumprimentar.)

Alguns reparos...

Agora, em Agosto, está tudo demasiado seco, perigosamente seco. As encostas a Norte / Noroeste estão cheias de matos, de floresta de pinheiros mansos e bravos, não desbastados, nem limpos. Um verdadeiro rastilho de pólvora, praticamente dentro da Cidade.

E... a Corredoura...

A Corredoura, célebre parque urbano, bem central na Cidade, na sequência da intervenção do “Programa Polis”, no início do milénio, perdeu parte substancial do seu arvoredo, para além do peculiar lago.

No respeitante às árvores, é de todo conveniente que seja efetuada plantação de novos conjuntos de plantas. O espaço, bem estudado, comporta muito bem essa possibilidade. Ademais, a relva é regada muito frequentemente, pelo que as novas árvores e arbustos aproveitariam muito bem esse benefício.

Imprescindível é que sejam autóctones, ou adaptadas há séculos. Que deixem de disseminar os habituais plátanos e aceres, exóticas.

Árvores: carvalho, salgueiro, amoreira, amieiro, aroeira, amendoeira, de folhagem caduca; sobreiro, azinheira, loureiro, alfarrobeira, perenes. E até cedros, cujos protótipos exemplares foram cortados.

Arbustos: alecrim, rosmaninho, alfazema, roseira, planta que tanto embeleza os parques e jardins, mas que é tão pouco aproveitada em Portugal! E porque não as giestas amarelas que tanta cor trazem em Abril e Maio?!

Estas são apenas e tão somente algumas sugestões, que permitem várias hipóteses de escolhas possíveis. Compete, a quem de direito, pensar no assunto.

Mas que o Parque comporta e precisa mais arvoredo, isso… “Só não vê quem não quer ver!”

O Alentejo a Cantar no Feminino

9º Encontro de Coros Femininos Alentejanos

 

Foto Original. Giestas. 2019.04.jpg

 

7 de Março de 2020  (Sábado) – 16 h.

 

Salão do Clube Recreativo do Feijó – Feijó - Almada

Foto Original. Violetas. 2019.02.jpg

 

Grupos Participantes:

 

Grupo Coral Feminino Recordar a Mocidade do CIRL - Laranjeiro

Grupo Coral Feminino da Nossa Senhora das Neves - Beja

Grupo Coral Feminino Madrigal – Vila Nova de São Bento

Grupo Coral Feminino As Ceifeiras de Pias - Pias

Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Feijó.

 

(Apoio da Junta de Freguesia Laranjeiro / Feijó

Com Entrada Livre)

(Notas Finais:

Não utilizei o cartaz divulgador, aliás, muito bonito, com as singelas e apelativas pétalas das flores das estevinhas, brancas e rosas, porque no meu computador não consigo fazer transferências.

Optei pelas flores das giestas amarelas, quase, quase a florescerem, que a Primavera está aí.

Foto tirada na minha Aldeia, no ano passado.

Não desmerecem do evento, nem do Alentejo!

E um raminho de violetas: roxas, as de cheiro e brancas.)

 

Tertúlia Poesia do CNAP - Lisboa – Café Império

Círculo Nacional D'Arte e Poesia

Tertúlia Poética

 

Volto a alguns dos temas das crónicas anteriores: Poesia, Tertúlias, Lisboa…

Foto original. 2019.jpg

 

O CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia realizou dia 14, a sua habitual Tertúlia: segunda terça - feira de cada mês.

Agora no emblemático, icónico, Café Império – Alameda Afonso Henriques / Avenida Almirante Reis - Lisboa. Acho que mantém a estrutura fundamental que conhecia das décadas setenta / oitenta, adaptado às funcionalidades atuais e ao modelo de utilização em que se insere. Muitas fotografias de artistas conhecidos. Junto à mesa em que dissertamos Poesia, reconheci as ”Primas” Madalena e Io. (“Primas”, advém do facto de sermos todos parentes, sejam quais forem as teorias que perfilhemos.)

 

Compareceram à Tertúlia nem muitos nem poucos, os bastantes: D. Maria Olívia, Alma – Mater do Círculo; Rolando, desta vez sem “Chansons”, talvez inibido pelas “Primas”; António Diniz Sampaio, que há muito não aparecia; Luís Ferreira, desta vez, e bem, acompanhado pelo “Poeta Cabacinha”, em livro; Carlos Pinto Ribeiro, que nos trouxe lembranças do irmão, Fernando Pinto Ribeiro, através da amável oferta de um exemplar da revista “Contravento – Letras e Artes” – Nº 2 – Dezembro de 1968. Impagável! Uma plêiade de Artistas de alto gabarito, hoje, consagradíssimos, muitos já no Além! Destaco apenas e por curiosidade, António de Sousa, com um poema manuscrito “Sal e Pimenta”, de Março 1966!

 

Como habitualmente, Carlos consagra-se à “Missão” de divulgar a Obra do irmão, Fernando. Para quando a edição do livro?! Gosto!

 

O “Poeta Cabacinha”, que tive o grato prazer de ouvir “Dizer Poesia”, como só ele sabe (!), num dos encontros de Cante e Poesia, organizado pelo Grupo de Cante do Feijó, no Auditório Fernando Lopes Graça – Fórum Romeu Correia, em Almada, num Outubro transato, foi o tema de conversas e de Leituras de Poesia, tanto pelo Luís, como pelo Rolando. Gostei!

D. Maria Olívia e António leram Poesia, a partir do Boletim Cultural Nº 137 – Ano XXX – Dez. 2019, do CNAP. Tema Natal: “Recordar é viver…”, “Quando eu era pequenino…”, “Natal nasceu Jesus” “O Primeiro Natal”, “Vem aí o Natal…”. Rolando: “Ano Bom – a Fé sempre renovada”. Gostei!

Também António Aleixo marcou presença. E também Amália! Também deles falámos, a propósito da importância e valor da “Poesia Popular”. E outros Poetas e Poetisas e Artistas, para além dos que compõem a plêiade de todos os que figuram nas paredes do Café, das esculturas e Autores do monumento que é todo o edifício, antigamente Café e Cinema Império, de tantas estreias cinematográficas, desde a sua inauguração (1955)! Por isso não estivemos apenas seis, mas muitos sessentas! Gostei!

 

E eu não disse?!

Natal no contentor”, “O Menino / O Futuro morre na praia”; “Aquem – Tejo”: sextilha e quadras sobre o Alentejo e ainda: “Qualquer coisa…” e “Num mundo em que tudo se compra e se vende…”  E, adeus, até uma próxima Tertúlia. Gostaram?!

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