Rosa de Natal!
Rosa de Alexandria!
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No Quintal de Cima, noutra perspectiva:
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Em Portugal e em Aldeia da Mata, no Alentejo, um Jardim sem rosas, nem é bem Jardim!
Feliz Natal!
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Rosa de Alexandria!
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No Quintal de Cima, noutra perspectiva:
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Em Portugal e em Aldeia da Mata, no Alentejo, um Jardim sem rosas, nem é bem Jardim!
Feliz Natal!
Fotos de Árvores no Vale de Baixo, dizendo adeus ao Outono, para entrarem em modo de Inverno!
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Estes dois Carvalhos, sensivelmente da mesma idade, anos noventa, provenientes da mesma região - Almada! - da mesma variedade - estão em estágios diferentes de maturação outonal!
Como podemos observar pela coloração das folhas.
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Em breve, perderão a folhagem.
Uma Grevilia:
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Foi plantada no Vale, em 2013. Teria para aí dois ou três anos, ou pouco mais. Proveniente da ESMS, do designado "Jardim da Professora Ana Santana ".
Nascera aí espontaneamente, de semente proveniente da enorme árvore que existe na horta, a norte.
É uma recordação da ESMS!
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Vista do Carvalho Roble/Alvarinho, a partir do Chão da Atafona:
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Feliz Outono, a despedir-se.
Não sei bem que árvores são estas de folhagem caduca, que se destacam alaranjadas na paisagem... no topo do horizonte.
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Na Tapada das Freiras, Aldeia da Mata. Alentejo. Portugal.
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A propósito de “Almoço dos Primos”, de 18/10/25 e de comentário de José, de “Cheia”, a quem agradeço.
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«Sáfara, s.f.(de sáfaro). 1. Terreno desértico e pedregoso; terreno sáfaro. 2. O m. q. safra. … …
Sáfaro. adj. m. (do Ár. çahrã ou çakhra?). 1. Agreste; inculto; bravio; rude. … …
Safra, s.f. (do Ár.). … 2. Boas searas; colheita. …»
In. Lexicoteca – Moderno Dicionário da Língua Portuguesa – Círculo de Leitores – Tomo II – 1985 - p. 1048
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O comentário de “Cheia” suscitou-me a pesquisa. A Lexicoteca é um espaço onde gosto de me informar e aprender. Os excertos inicialmente apresentados explicam os significados das três palavras relacionadas.
A ideia que eu tinha de “Safra” era a de terreno inculto, bravio, pedregoso, coberto de mato.
(José apresentou-me uma imagem diversa da palavra, mais associada a searas.)
O terreno da “Tapada das Safras” é tipicamente o das “safras / sáfaras”. Granítico, pedregoso, pouco cultivo terá alguma vez tido, dado que as rochas pouco espaço deixariam para lavrar. Lavoura pobre, certamente, centeios, que seria o que essas terras dariam.
Terrenos comuns nestes concelhos do Norte Alentejano: Nisa, Crato…
Muitos afloramentos rochosos de granito, nalguns locais, de carácter monumental. Na minha Aldeia, também são dominantes. Já apresentei postais sobre esses rochedos que são verdadeiros monumentos naturais.
Entre as rochas desenvolve-se o mato: codessos, giestas, urzes, tojos, gilbardeiras, silvas, estevas, margaças, pegamassas, madressilvas, lentiscos, troviscos, aroeiras, carrascos…
Na “Tapada das Safras” persistem alguns excertos desse matagal primitivo. Observei um resto de codessal, rasteiro, mas verdejante, apesar da secura e longevidade deste verão, em pleno Outubro!
(Não fotografei. Mas tirei foto de uma “Despedida de Verão”. Há muitas disseminadas pela propriedade. Terão sido plantadas propositadamente, espalhadas pelo território, junto às pedras, nos canteiros, junto às casas. Ideia interessante. Estas plantas, embora exóticas e tóxicas, são vulgares no nosso Alentejo Norte. São muito comuns nos jardins, nos hortejos antigos. Pela sua beleza e pela sua resistência ao nosso clima destemperado, de verões secos e quentes. Iluminam os espaços com a sua cor rosa desmaiada e perfume adocicado!)
Ainda sobre as “safras”…
Em miúdo e adolescente, guardei muita vez ovelhas, em terrenos com safras: Tapadas da Baganha, do Sabugueiro, do Engenheiro Matias, da Ribeira da Vargem…
E o que as ovelhas gostavam dos codessos, das sementes das giestas…
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Momentos de partilha de Arte:
Poesia, Música, Canto, Fado, Arte de Dizer...
Simpatia, Alegria, Boa Disposição...
É aparecer e compartilhar!
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Fotos de 31 de Agosto 2025 - Domingo.
(De madrugada ou pela manhã, havia chovido!)
Ficaram as nuvens, guardiãs da preciosa água que se evaporara!
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Voltamos ao Jardim, reportando nova foto deste emblemático parque lisboeta.
(Delineado por Gonçalo Ribeiro Teles e António Viana Barreto.)
Também para voltarmos ao novo espaço, incorporado com as alterações no CAM - Centro de Arte Moderna.
(A partir do que fora de Dona Gertrudes - Jardins de Santa Gertrudes!)
(Museu, edifício central e até estacionamento estão para obras.)
Queríamos observar como se aguentaram as novas plantas, neste Verão escaldante.
À "pala", também chamada "Engawa", pouca gente já liga.
Faz boa sombra!
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Quanto às plantas, recomendam-se. Também estão muitíssimo bem regadas. Raríssimas as que não terão sobrevivido, pesem embora as altíssimas temperaturas destes meses de Junho, Julho e Agosto, de 2025.
É reconfortante observar tantas, mas tantas plantas, árvores e arbustos autóctones. Do nosso universo mediterrânico. Plantas habituadíssimo a observar nos terrenos, nos matos da nossa charneca Alentejana. Nos terrenos da minha Aldeia.
Todavia, algumas extravasam estes considerandos.
A seguinte, não sei o que é. Mas também está muito bem integrada, entre murtas.
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Sobre muitas das plantas nos canteiros já abordei em postais anteriores.
(Em todos os canteiros a densidade é muita. Mas, nalguns, surprende-me como plantaram tantas árvores que, embora atualmente pequenas, um dia crescerão, atingindo porte arbóreo!
Mas até lá, o tempo o dirá!
Que cá estejamos, daqui a alguns anos, para constatar.
Até lá, bons passeios!)
Volto a escrever e publicar um postal. Ainda sobre o Rossio de Alagoa.
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O calor continua infernal. Mas, ontem, ao início da noite, entre vinte e vinte e uma horas, ocorreu uma trovoada. Essencialmente seca. A Leste da Serra da Cidade de Portalegre, evoluindo a NE e, posteriormente, seguindo para Norte.
Trovoada seca, certo, imensos relâmpagos. Vi e acompanhei da janela. Mas trouxe, no final, uns baguinhos de chuva. Deliciosa! Pusemos os braços fora da janela, e bem que sabiam os pingos de chuva fresca, a caírem-nos no corpo. Mas foi chuva de pouca dura.
Voltando ao Rossio. Está bonito. Catita! A foto ilustra sistema de rega, num canteiro com alguns arbustos. Não consegui identificar. Presumivelmente, também não autóctones. Não sei. Não costumam usar, por ex., as estevinhas. E lindas que são: brancas e rosas. Também nunca vejo muitos alecrins. Já o rosmaninho está a ficar na moda. Acho bem.
Quanto às árvores e arbustos de porte mais arbóreo, os aloendros são plantas que se adaptam bem a qualquer jardim ou parque, dado que são resistentes às temperaturas.
Nas Árvores, não há, na realidade, o hábito ou moda de usar as locais. Provavelmente nem julgariam jardim ou parque!?
Carvalhos, bem que ficariam. E um Sobreiro ou uma Azinheira?! Não há o costume. Mas os gostos também se educam e valorizar o que é nosso enriquece-nos a todos.
A Azinheira é uma Árvore por demais icónica e simbólica. Há a Azinheira de Grândola, e quem não conhece ou não ouviu falar na de Fátima?! São emblemáticas e ilustrativas de conceitos e identidades bem nossas e abrangendo espectros ideológicos bem diversificados. E até há localidades que promoveram azinheiras e sobreiros a “Árvore do Ano”! Sinal de que lhes reconhecem valor identitário.
(Monte Barbeiro, Alcaria Ruiva, Mértola, conseguiu eleger uma Azinheira secular, como Árvore do Ano, em 2019, em Portugal. Ficando em terceiro, na Europa. Um pouco como o nosso Plátano do Rossio de Portalegre, em 2021. E também há o Sobreiro Assobiador!)
Senhores e Senhoras de Autarquias, percam o complexo de divulgarem o nosso Património Florestal e tratem de plantar Carvalhos, Sobreiros, Azinheiras. Também têm os Freixos, que também se fazem majestosos. Até há uma localidade que tem um Freixo com uma Espada à Cinta!
E, ainda sobre a foto. Repare, SFF, que já nasceram alguns cogumelos! Sinal de que os ciclos de vida se desenvolvem.
E sobre o Rossio. Além de bonito, também tem um parquinho para crianças.
Não sei é se tem espaço para os miúdos jogarem à bola, como era costume. E, de certeza, que não há condições para as largadas. Mas, já se sabe, não se pode ter tudo. E há outros locais para as largadas. E, as feiras?!
E, por hoje, aqui me fico sobre o Rossio da Alagoa.
Que, daqui a dez anos, ainda por cá estejamos para presenciar o desenvolvimento de Árvores e Arbustos.
Que isto de plantar árvores e arbustos, no Verão, ademais em pleno e escaldante, tem que se lhe diga!
(Finalmente, consigo publicar! Este calor insuportável tudo impossibilita.)
Imagem central: Gingko
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Outra Árvore exótica: uma variedade de Acer?
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Árvore da espécie anterior, enquadrada em fundo...
...pela casa de Dona Mariazinha, o emblemático portão de acesso ao quintal e uma chaminé, de antiga padaria?
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Foto tirada do lado Norte, com a vista Oeste do Rossio, onde figuravam os antigos Bordos - Negundos, adultos, cortados para esta remodelação.
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Desejamos que as Árvores peguem. Com este calor insuportável, que dura todo este Verão, terão de ser bem regadas.
Que, daqui a dez ou vinte anos, ainda cá estejamos, para vê-las, "adultas", crescidas e ensombrando o espaço.
Plantar Árvores, em pleno e escaldante Verão, só mesmo em ano de eleição!
Sempre exóticas! Não haverá Carvalhos nos viveiros?!
Numa Rua movimentada da Cidade de Régio!
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Na Rua Direita, que assim fica torta! E confusa!
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Junto ao antigo prédio onde ficava a "Loja do Sr. Hermínio".
Agora, entaipado para obras.
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Na foto anterior, da "Rua Direita", no lado direito, observam-se três prédios. No topo, entaipado, o que vai para obras. No meio, um edificado deveras interessante. Considero-o integrado no conceito da designada "Art Déco". Será?
(Nas minhas memórias, não sei se totalmente certas, era aí que morava o Dr. Renato, que era Professor de Inglês, quando eu era aluno do antigo Liceu Nacional.)
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A propósito de "Obras na Cidade e na Freguesia", lembrar alguns aspetos pertinentes.
Na Alagoa, no Largo do Rossio, agora remodelado, fizeram mal em cortar as árvores. Eram bordos negundos, não autóctones, mas já eram adultas. Uma árvore demora a fazer-se. Aquelas já estavam feitas. (Até os pardais reclamam!)
Se voltarem a plantar, como está previsto, disponham autóctones.
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As muralhas, quando "libertas", na Rua dos Muros de Baixo, após desobstruídas, não as atravanquem com outros monos quaisquer.
Na Rua do 1º de Maio, as muralhas desembaraçadas do casario que aí se encostava, visíveis desde longe, logo que nos aproximamos da Cidade, depressa taparam a vista com o "Business Center". Deveria ter menos andares. Também nos tapa a vista da Serra da Penha. E, na Cidade, as vistas valem tudo!
(Já agora, o piso em pedra é um desastre. Já referi o mesmo em relação à entrada na minha Aldeia. Solução?! Alcatrão ou coisa que lhe valha.)
Nessa zona, uma superfície comercial alargada, devidamente situada e enquadrada, dava jeito. Mas levaram tudo para a Zona Industrial!
Até já. Mais tarde farei as ligações, para outros postais.
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Lançamento de Livro, em Portalegre: Hotel José Régio
Como divulguei, em postal anterior, no dia 19/07/2025, passado sábado, foi lançado o livro “Quadras Tradicionais”, de Deolinda Milhano. No Hotel José Régio, espaço original da Cidade de Portalegre, onde, nos últimos anos, têm sido apresentadas as sessões de “Momentos de Poesia”.
Parabéns e Muito Obrigado a todos os participantes, promotores, “construtores”, colaboradores, diretos e indiretos desta produção poética, deste evento cultural, que muito valoriza a Cidade.
Especial realce à sua Autora – Drª Deolinda Milhano – pois este trabalho envolveu anos de pesquisa, diversos locais, múltiplos participantes, recolha, organização, escrita, materializada e concretizada, no Livro, ora apresentado pelo seu Prefaciador – Professor João Ribeirinho Leal e pela própria.
“Quadras Tradicionais (e não só) Um Património a Preservar”; Edição de 2025; Capa de Joana Nunes; Paginação, Impressão e Acabamentos: Fortisgraf – Artes Gráficas, Lda. – Portalegre.
Sobre o Livro, nada como citar participantes diretos:
“…. Ao divagar pelas páginas deste livro senti bem perto e bem forte o pulsar do coração português e pude fazer uma curiosa e muito agradável viagem pelas colinas dum passado em simultâneo tão presente e tão distante…” 08-04-2025 – Professor João Ribeirinho Leal. (Citado do Prefácio: “Duas Breves Palavras” – pag.5)
“…As quadras tradicionais ou populares, são textos curtos e simples, tal como os provérbios, que por vezes dizem muito, mas a que não se presta grande valor, contudo elas reflectem sobremaneira a sociedade, essencialmente a rural. Têm a ver com o quotidiano. Elas ensinam, revelam valores e comportamentos. Trata-se de uma tradição muito antiga. A sua riqueza, tal como a dos provérbios, varia consoante a classe social originária. Podendo ser mais simples ou mais erudita. (…)” – Drª Deolinda Milhano. (Citado de “Introdução” – pag.7)
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Totalmente de acordo com os excertos supracitados. Questões - algumas - que também abordámos no livro que editámos em 2018: “De Altemira Fiz Um Ramo”.
Voltando à apresentação do Livro. Gostei muito de estar presente e de ver muitas das Pessoas que enquadram “Momentos de Poesia”. Renovados Parabéns e Agradecimentos.
(Estranhei a não presença de Órgãos de Comunicação Regional. De ninguém representante do “Poder Local”! Embora também não ache primordial, todavia considero que, estes Eventos, pelo Valor que têm, merecem outra divulgação e relevância. É também o que se passa com a Poesia e sobremaneira a Poesia Tradicional!)
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Ah! As Quadras?! A Poesia?!
Irão surgir em próximo postal, mas “apeadas”… no “Apeadeiro da Mata”!
7 Quadras, uma de cada página do Livro. Páginas de múltiplos de 7!
De Pág.s 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56 ???????!!!!!!!
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