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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

“Poesia à Solta”: Foi de arrasar!

Tertúlia da SCALA – “Poesia à Solta” - 29/09/18 – Sábado

Exposição de Pintura – João Pedro

 

Pensava que eu me esquecia da Sessão de Poesia na SCALA?! Nem mais nem por menos! Foi uma sessão de arrasar!

 

Pintura João Pedro in. facebook SCALA Almada

Além do mais e por demais, porque nesse mesmo dia foi inaugurada uma Exposição de um jovem Pintor, João Pedro, que é de fascinar. Pinturas constituindo todo um conjunto harmonioso, enquadradas esteticamente num estilo muito pessoal. É identitária a mostra, dado que nos direciona para uma mesma origem autoral. Mal se entra na sala, sempre muito bem organizada estruturalmente, percecionamos desde logo e à primeira vista, o fascínio e a qualidade do que nos é mostrado. E reconhecemos uma marca original, a mesma impressão digital! Enquadraria a temática numa estética abstrata. (Estarei correto?)

(Mas, simultaneamente, perceciono, percebo, um lado muito orgânico nos traços picturais. De algum modo, imagino estruturas microscópicas de seres vivos, plantas principalmente, ampliadas e pintadas. Imaginação minha! Que o pintor me disse não ser esse o modelo.)

Estão de parabéns o Autor e a SCALA. Esta Exposição não desmerece de figurar, futuramente, em qualquer Galeria de Arte, Museu, ou Sala a esse fim destinada. Só na Cidade de Almada há vários espaços onde este conjunto de Obras, estilisticamente personalizadas, devem ter honras de aparecer! Sala Pablo Neruda, Oficina de Cultura, Galeria, Casa da Cerca, eu sei lá!

Siga em frente, João!

(São da Exposição, as duas fotos de pinturas apresentadas no post: In. Facebook da SCALA, amabilidade de DAPL, que mas recolheu! Obrigado a todos.)

 

Pintura de João Pedro. In. facebook SCALA. Almada. 2018.jpg

 

Houve algum tempo para quem quisesse visualizar e apreciar os quadros expostos, dialogar, enquanto Gabriel, o Sanches, nos envolvia com a musicalidade do seu órgão. Esteve razoável público, pena não terem ficado todos para a Tertúlia. Ficaram ainda bastantes pessoas, maioritariamente familiares e amigos do pintor. (Éramos vinte, na totalidade, número que parece ser agora o habitual nas tertúlias!) E abrangendo várias gerações, pessoas bastante mais novas que as que normalmente habitam as várias tertúlias que frequento, em que somos jovens, é certo, mas de espírito. Que de idade, já estamos mais para lá do que para cá. Nesta Tertúlia tivemos o grato prazer de termos a assistir jovens, jovens mesmo, de idade!

Penso que não desmerecemos no trabalho que lhes apresentámos, porque todos, mas todos sem exceção, revelámos o nosso melhor!

Será fundamental que futuramente estes intercâmbios artísticos se entrecruzem. Nas várias atividades, proporcionar uma simultaneidade de eventos: Poesia e Arte de Mãos dadas! Será uma forma de estruturar públicos diversos e revelar a cada um desses públicos diferenciados que as várias Artes não são paralelas, mas convergem todas para um mesmo fim: revelar o que de melhor a Humanidade tem!

E frisar o que escrevo sempre: Pena que a comunicação social não valorize a Poesia! Só perdem!

 

E sobre a Tertúlia?!

Começo por referir quem disse: Presente! Clara Mestre, Maria Gertrudes Novais, Amélia Cortes, Palmira Clara, Gabriel Sanches, Arminda Vieira, além deste cronista.

João Pedro também se aventurou a ler um poema: “… vidas construídas…”. Continue, que estamos sempre a aprender.

A dizermos Poesia, continuadamente, fomos sete. Os Sete Magníficos! (Pretensiosismo meu?!) Poucos a dizer, quer dizer, que mais dissemos! (Houve cinco voltas de carrocel poético, para quem quis.)

 

Clara Mestre, disse, cantou, poesia sua e de outros autores: “Tudo pára, para ouvirmos só poesia…” “Amor combate”, de J. Pessoa; “Cinema”, de sua autoria; “A vida deve sorrir”, de Gertrudes Novais; “Silêncio e tanta gente”, de Mª Guinot.

 

Maria Gertrudes Novais disse, de sua autoria: “Amarras”, “Entre o céu e a natureza”, “Gritos de alma”; “Planície”, “Utopia” e finalizou com um poema sobre o teatro.

 

Amélia Cortes, também de sua autoria: “Maria dos ventos”, “A cabana no penhasco”, “Terra”, “Praga”, “Vento sueste”.

 

Francisco Carita Mata, de sua autoria: “Selfie”, “Amor do Facebook”, “O Futuro morre na praia!”, “Futebol é arrebol”, “Revista cor de rosa”.

 

Palmira Clara: “Cigarro”, de Gabriel Sanches; “Melodia”, de Gertrudes Novais; “Cântico Negro” de José Régio; “… em cada um de nós há um segredo…”, de Gertrudes Novais; “Por caminhos de Santiago”, de sua autoria.

 

Arminda Vieira disse, de Gertrudes Novais: “Novo amanhecer” e “Vento agreste”.

 

Gabriel Sanches também disse e também cantou poesia de sua autoria: “Nós poetas somos loucos…”, “Aos amigos quero oferecer”, “Se…outro planeta houvesse…”, “A minha vida de cão…”, e “Canção da promoção…”, com a música de J. Afonso de “eles comem tudo…” em que finalizou que um dos tais, que por aí andam a comer tudo, foi para o Céu pagar a dívida ao Espírito Santo!

 

Nem mais, nem por menos! Que esta crónica ultrapassou o limite de uma Página A4 e estará enviesada, como de costume. Mas, para a corrigir, conto com a sua colaboração, Caro/a Leitor/a.

Por vezes, apetece-me dar a volta ao texto, mas tento ser o mais objetivo, com o devido respeito que todos os intervenientes me merecem.

E Obrigado pela Vossa atenção e pelas Vossas prestações Artísticas! Que nos enriquecem!

 

 

 

 

Exposição de Poesia Ilustrada da SCALA - Almada

A Poesia e várias Artes de Mãos Dadas!

(8 a 21 de Setembro - Almada)

SCALA. Poesia Ilustrada. 2018. jpg

 

Pensava que eu me esqueceria da Exposição de Poesia Ilustrada da SCALA?!

Pois não!

E é bem digna de ser visitada.

 

SCALA. Poesia Visual. 2018.jpg

 

Está um trabalho globalmente muito bem organizado. Realça-se a harmonia de conjunto dos vários trabalhos expostos. Deparamos, logo numa primeira perceção, com essa visão harmoniosa da globalidade dos quadros em exposição. Não há, à partida, um sublinhar especial de alguma obra. Digamos que existe, à priori, uma estruturação democrática do que se pretende mostrar, divulgar. Intencionalmente? Metodológica, sem dúvida, esta atitude de construção artística e organizativa.

E esta disposição leva-nos ao exercício de nos debruçarmos individualmente sobre cada Obra do mostruário global.

E encontramos, sem desprimor ou relevo por alguma das Poesias Ilustradas, trabalhos verdadeiramente excelentes, cada um segundo o seu modo de expressão, literário, poético, artístico. Cruzam-se diversas Artes: Poesia, Desenho, Pintura, Fotografia.

Sublinha-se, igualmente, a entreajuda, a colaboração, o apoio, dos vários intervenientes entre si. E esse é também um aspeto digno de relevar.

 

SCALA. Poesia Ilustrada. 2018.jpg

 

Sobre o conjunto dos participantes, remeto para o blogue da Associação, onde poderá consultar “Quem é Quem”.

Não deixe de visitar! Será só até dia 21 de Setembro!

Sede da SCALA – ALMADA, na antiga Delegação Escolar (“Almada Velha”) - Rua Conde Ferreira.

 

Na inauguração, estiveram presentes alguns dos participantes e outros visitantes, que se debruçaram sobre a exposição, conversaram, conviveram.

 

Parabéns a todos. Participantes, organizadores, à SCALA, no seu conjunto.

Enquanto apreciávamos as Obras, Gabriel Sanches foi-nos brindando com agradáveis momentos musicais e assim na Exposição entrou também a Arte da Música. Talvez a Arte mais global!

Obrigado também!

 

SCALA. Poesia Ilustrada. 2018. jpg

 

Ilustro com algumas imagens de conjunto, mas que ficam muitíssimo aquém da perspetiva real da Exposição. As fotos são de telemóvel e as condições técnicas de luz não terão sido as melhores.

Não há nada como visitar e ter a oportunidade de desfrutar, in loco, da elevada qualidade artística!

Arte e Poesia / Bye Bye, Uruguai...

Cartaz Expo. CNAP. 2018. Cortesia Casa Alentejo. jpg

 

Bye – Bye, Uruguai / Que você vai / Seguir avante.

E eu... fico cantando / Fico chorando / O meu descante! (…)

 

Pode a Poesia coadunar-se com o Futebol?!

Pois claro, que pode. Já escrevi sobre esse lado bonito da irmanação futebolística. Já publiquei no blogue, vários artigos sobre o Futebol. Sobre o Futebol, digo! Ainda que deteste as futebolices!

Ontem foi uma tarde desagradável, em termos de Futebol, dado que a equipa portuguesa perdeu e foi eliminada. Mas adiante, que há coisas bem piores na Vida… Mas ficamos sempre aborrecidos.

Vi a primeira parte do jogo num excelente espaço público de grande concentração humana. Mas concluído o primeiro tempo e dado que o resultado não me estava a agradar e o ambiente ainda menos, resolvi partir. E como é diferente percorrer as ruas da Cidade em dias de concentração futebolística. Pouquíssimo trânsito, raras as pessoas calcorreando… Fui entrando nos vários cafés onde as TVs sintonizavam o jogo, apercebi-me do golo português a meio do percurso, confirmei numa pastelaria, soube ter sido Pepe e, mais adiante, quando voltei a entrar em novo estabelecimento, já a equipa portuguesa perdia novamente. Cavani! Oh, Cavani! Que nem o São Ronaldo nos valeu!

 

Mas se não nos valeu o Futebol, sobremaneira nos engrandeceu a Poesia!

Na SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, houve “Poesia à Solta”. E nem você imagina como o estro poético dos participantes se soltou! Foi uma tarde memorável, em que excelentes Dizedores, Poetas e Poetisas, nos disseram, declamaram, cantaram e encantaram através do seu Verbo Poético.

Que não ficou nada atrás, duma tarde de bom futebol. Quando é Futebol! Muito pelo contrário, ficou muito além. A Poesia não tem é a divulgação que merece.

Se os nossos canais televisivos, que nos inundam diariamente com a prosódia dos BêDêCês deste país, todos os dias, antes ou depois dos noticiários, nos apresentassem Dizedores de Poesia, escassos minutos chegavam e você nem sabe como este País sairia engrandecido!

E nem precisavam de buscar gente famosa. Nem precisavam de lhes pagar chorudos ordenadões. Há imensos Amadores, por esse País afora, que dizem Poesia sua ou de outros, de forma excelente. E, muitos, nem precisam de teleponto!

Mas, em frente, que se faz tarde!

Parabéns e Obrigado à SCALA! E a todos os participantes.

 

Quadro: Teresa Filipe - Foto Rolando Amado. 2018. jpg

 

E reportando-me ao cartaz elucidativo, cortesia da Casa do Alentejo, (Mª J. Carvalho) e que abre o post.

Anuncia e divulga a próxima Exposição do CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia. A partir de sete, do sete, (07/07), na Casa do Alentejo. Na Casa Do Alentejo! Vou esforçar-me por participar, caso a Vida me permita, com um trabalho de Poesia Visual. E conto estruturar uma simples “instalação poética”!

Participe também.

Irão estar sócios do CNAP, que participaram nas últimas Exposições do Círculo, nomeadamente na Câmara Municipal de Lisboa e no Centro de Dia de São Sebastião da Pedreira.

O quadro ilustrativo deste último trecho do post, "O Ribeiro", é um trabalho de Teresa Filipe, que não figurou no post respetivo, o que agora se remedeia divulgando-o, através de foto de Rolando Amado.

Parabéns e Obrigado também ao Círculo e a todos os participantes na Tertúlia, realizada no último dia vinte e seis de Junho, no mencionado Centro de Dia de São Sebastião.

(E assim termino este meu post, só com uma página A4, que estou a tentar ser conciso no verbo!)

 

“Entre o Céu e a Natureza” – uma “Mensagem de Paz”!

Original DAPL. Gulbenkian. 2017.

 

«Entre o Céu e a Natureza»

 

«As ondas no seu marulhar

Num vai e vem constante,

Num trabalho incessante

Os rochedos vão beijar.

Gaivotas dançam ao largo

E num intenso piar

Esvoaçam querendo abraçar

A natureza, o céu e o mar.

O sol brilha e aquece-nos,

A alma fica mais forte,

Se não perdermos o norte

A caminhada é diferente.

As dunas de branca areia

Escondem mágoas e medos,

Guardam também os segredos

De vidas em desalinho.

Os rochedos cobertos

Por ondas de branca espuma,

O vento também se esfuma

E a paz interior regressa.

A simbiose perfeita

Entre o sol, o céu e o mar,

Fazem-nos também sonhar

Que o paraíso existe.»

 

Foto original DAPL. Costa Caparica.jpg

 

“Entre o Céu e a Natureza”, título e poema de abertura de livro recentemente lançado por Maria Gertrudes Novais, em Almada, na Sala Pablo Neruda, no Fórum Romeu Correia, a dois de Junho, deste ano de dois mil e dezoito. Edição SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada, com apoio da respetiva Câmara Municipal. Com prefácio de Eng.º António Matos e capa com reprodução de pintura a óleo, de Maria Manuel Pires.

 

Convite Mimi. 2018. Autoria Organização lançamento livro. JPG

 

Apresentação a que tive o grato prazer de assistir, numa sala muitíssimo bem composta, como se costuma dizer. Perto de uma centena de pessoas. Se tivesse que perspetivar o evento num contexto de Valores, destacaria dois: Amizade e Solidariedade. Valores e Mérito de Gertrudes Novais, Mimi, como gosta que a tratem. E, no decurso das intervenções, por vezes se ouvia uma criança correndo pela sala, chamando “Mimi! Mimi!”.

 

E ainda sobre Solidariedade, no final houve a participação de Francisco Naia, um cantor de quem já falámos aqui neste blogue, a propósito de outras ocorrências em Almada. E lembro-me de ter ouvido do Professor Alexandre Castanheira, num sarau sobre Ary dos Santos, no CIRL – Laranjeiro, em dois mil e quinze, precisamente referir-se a Francisco Naia, como uma pessoa sempre muito solidária.

Não pude assistir, com muita pena minha, mas nesse dia ainda tive que “migrar” para o Alentejo!

 

(Mas com tudo isto estou-me a desviar do móbil da crónica.)

 

Maria Gertrudes Novais, algarvia de nascimento, Aljezur, almadense de coração, residente desde 1973.

Publica desde 1987: “Poemas do Meu Sentir”, seu primeiro livro. Seguiram-se outros, individuais e coletivos e múltiplas, diversas e variadas atividades ligadas à Poesia e Cultura, conforme consta na contracapa do supracitado livro em apresentação.

Na mesa, além da Autora, o Prefaciador, já referido; a Professora Maria Adelaide Silva, que analisou a obra e os Amigos, Poeta e Poetisa: Luís Alves e Clara Mestre.

Todos, a seu modo e ver, falaram sobre a Autora e o seu trabalho desenvolvido, enaltecendo e reconhecendo-lhes o valor merecido. A Pessoa, a Poetisa, a Mulher de Causas! A Poesia, a SCALA, Almada!

 

Mimi, como gosta que a tratem e afinal a apresentação era também uma celebração da Amizade, agradeceu a todos os presentes, a todas as Entidades envolvidas: SCALA, Juntas, Vereadores, Câmara Municipal, Família, Amigos, às várias Pessoas que tornaram possível o evento. À Autora da capa, Maria Manuel Pires, que foi apresentada à assistência, chamando-a à mesa.

E, de pé, que a Poesia diz-se de pé, alguém frisou da assistência, disse: “Ninfa do Tejo”!

 

E este foi o mote estrutural para se abrir um cenário dedicado à Poesia, dita pelos vários Poetas, Poetisas, Dizedores presentes. De, e a partir de “Entre o Céu e a Natureza”!

 

E num entrecruzar de sensibilidades poéticas, ouvimos os Dizedores, Luís Alves e a Esposa; Clara Mestre, a própria Gertrudes e mais duas Senhoras, que também costumam frequentar as sessões de Poesia da SCALA e, que me perdoem, ainda não consegui fixar o nome.

De Utopia a Novo Amanhecer, Grito de Alma, Espelho, O Teu Sorriso, Saber Ouvir, A Cidade, Princesa e ainda homenagens a Fernando Pessoa e Alexandre Castanheira, de quem já aqui falámos também, foi gratificante, como sempre, ouvir, escutar Outros a dizerem Poesia!

Obrigado!

E António Matos finalizou esta parte do evento, iniciando com “Era branca a pomba, …” primeiro verso do Poema que transcrevo e que encerra o livro.

 

 

«Mensagem de Paz»

 

«Era branca a pomba,

Que vinha do espaço,

Voava baixinho

Pousou no terraço.

Fiquei a olhá-la

E então reparei

Que pomba igual

Eu nunca encontrei!

Veio lembrar ao mundo

Que há falta de paz

E que o homem de hoje

Não sabe o que faz.

Parem de matar!

Juntem vossas mãos

E num abraço fraterno

Sintam-se todos irmãos.

Lutem pela paz,

Sejam bem unidos,

Pousem vossas armas

Como bons amigos.

A pomba sorriu,

Seu recado deixou

E batendo as asas

Para o espaço voou.»

 

 

 

 

E “Entre o Céu e a Natureza”, num diálogo de sentimentos nobres e bons, finalizámos com uma “Mensagem de Paz”!

 

E ouvir Francisco Naia, as suas belas músicas e a sua poderosa voz de tenor, ficará para próxima oportunidade…

 

 

*******

 

Notas Finais:

 

E, em paz, também fico eu que, finalmente, consegui ter oportunidade para publicar mais um post. Que isto da Vida, nem sempre é como a gente quer!

Que não é por falta de ideias…

Ainda gostaria de escrever…

Sobre doutorices…

Sobre o Paciente que mordeu o Dentista…

E os cães que morderam a mão do dono!

E sobre as limpezas dos campos…

Sobre o cântico do rouxinol…

Sobre politiquices…

E a essência da natureza deste governo…

 

Eu sei lá! Tanta ideia que vai ficando perdida…

 

(Fotografias originais DAPL.)

Cantares e Encantares do Alentejo!

Alentejanas visões e audições

31º Encontro de Cantares Alentejanos do Concelho de Almada 

Uma divulgação que também é uma crónica e uns desabafos de Alma! E uns provérbios…

 

Em Aquem-Tejo voltamos ao que nos canta na Alma e nos encanta. A Poesia, o Cante, a Música, … a Arte!

 

Não falamos do que os nossos mass-media nos inundam: futeboladas, futebulices, calinadas e caneladas.

Também aqui se gosta e se fala de futebol. Mas quando é Futebol! E de Desporto!

 

31º Encontro Cantares Alentejanos. Cartaz Organização Evento.png

 

Hoje, (finalmente!) parece que consigo desemperrar na publicação do post, visando a divulgação do 31º Encontro de Cantares Alentejanos do Concelho de Almada.

 

Alentejo e Almada… que nos ficam no coração!

 

Ponte de União. 2017. Original DAPL. jpg

Em dia de chuva, toda a manhã choveu, chuva bem chovida, como se diz no “nosso” Alentejo! Parecia um dia de Inverno. Também fresquinho!

Também dia de acidentes rodoviários. No cruzamento da Rua António Elvas, junto ao Mercado Municipal do Feijó, mais um. De vez em quando aí estão a acontecer. Normalmente aparatosos, mas os que tenho assistido, têm sido mais de chapa batida.

De qualquer modo e nomeadamente no Feijó, mas é uma atitude generalizada, a questão da velocidade tem que ser mais controlada.

Atravessar uma rua, mesmo numa passadeira, é um exercício de risco diário.

Há que equacionar e resolver, de algum modo, esta questão. Porque a Lei existe, mas ninguém cumpre!

E para quê, sempre, tanta pressa?! Não chegamos todos ao mesmo lado, mais tarde ou mais cedo?!

 

Nada há como ouvir, escutando, os belos Coros Alentejanos, quer sejam das profundezas das planícies, quer os da cintura industrial, que já não é, que já quase não existem indústrias na Grande Lisboa. Mas ficou-nos a memória.

 

E ainda voltando à chuva! E à Memória.

 

Lembrar-se-á, caro/a leitor/a que ainda no início de Março, nos queixávamos que não chovia, há três anos que mal chovia e a desgraça que fora todo ano passado e os incêndios e a falta de comida para o gado, e as barragens sem água…

Isto quem se preocupa com estas coisas. Quem sabe e consciencializa, que a água não nasce na torneira da cozinha, que os bifes não vêm já embalados diretamente das vaquinhas e ignora que elas até têm cornos!

(Ah! E a propósito de cornos ou chavelhos, também se pode dizer, que são palavras que figuram no Dicionário.

O PAN, não sabe o que é?! É o tal partido que propôs e conseguiu aprovar, abençoados Senhores Deputados!, que os cães e outros animais domésticos podem comer à mesa dos restaurantes, juntamente com os donos e os outros comensais, claro.

Pois, segundo li um destes dias, finalmente o PAN parece que se decidiu a apanhar o touro pelos cornos!

Não sabe o que significa esta metáfora?!

Parece, que finalmente vão propor uma Lei proibindo as touradas.

Não concorda?!

Pois, caro leitor/a, atente devidamente no sofrimento cruel e absurdo que é infringido aos pobres animais, que não têm culpa de nada!)

 

Mas a conversa vai longa. E eu só quero reforçar como é sempre cativante e marcante ouvir, escutando, os Coros Alentejanos. Não há vez alguma, quando presencio estes espetáculos, que não seja de algum modo tocado, pelas vozes telúricas que dimanam das profundezas da Planície, agora tão colorida de malmequeres, soajos, rosmaninhos e das garridas papoilas.

Ademais com estas chuvas, seguidas de tempos de sol. Que no Alentejo tem caído cada trovoada!

E ainda a propósito da dita. Quando nos lamentávamos da falta da mesma, a minha Mãe, na “Sua Sabedoria dos Velhos”, me dizia… “Deixa que ela não fica lá.”

E não ficou. Que ainda em Março e depois em Abril e até agora em Maio, ela nos tem visitado.

Pena, agora, são os fenos…

Mas isto já se sabe: “Não se pode ter sol na eira e chuva no nabal”!

 

 (Fotografia original DAPL 2017.)

 

 

Vinte e Cinco de Abril e Poesia!

Liberdade! Liberdade de Expressão! Liberdade de Reunião!

 

Ultimamente, tenho escrito pouco e publicado ainda menos.

Outros projetos. Outras atividades…

 

No blogue, todavia, a Poesia tem estado bem presente. Neste ano de 2018, dos posts publicados, a maioria foram dedicados, direta ou indiretamente, a esta Arte.

 

Neste Dia tão especial, hoje - 25 de Abril, voltamos à Poesia.

Nesta data, que entre outros Valores, vincou o da Liberdade e, neste, frisou a Liberdade de Expressão, que maneira mais nobre de a evocar, senão através da Poesia?!

Não diretamente, mas através da divulgação de acontecimentos poéticos, dignificantes da Poesia, para este próximo fim-de-semana. (Outro valor associado a Abril – a Liberdade de Reunião!)

 

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Em Portalegre, Cidade… “Momentos de Poesia” continua a sua “Odisseia” na divulgação e promoção da Poesia! Desta vez, homenageando uma Poetisa: Maria José Miranda.

Cartaz de Organização "Momentos de Poesia". 2018. jpg

 

Uma maneira extraordinariamente relevante: lembrar outros Poetas, outras Poetisas. E esta tem sido uma das facetas mais meritórias de “Momentos…” Dar a conhecer a Poesia e os seus Autores!

 

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Também em Almada, na SCALA, igualmente sábado, 28, pelas 17 horas haverá uma sessão de “Poesia à Solta”, como é habitual no último sábado de cada mês.

Antecedida, às 16 horas, de inauguração de exposição de fotografia de Clara Mestre, também uma excelente Poetisa. E “Dizedora” de Poesia! E Cantora!

 

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Casa Cerca 2017. original DAPL.jpg

 

E na CASA DA CERCA, também em Almada, e também a 28, pelas 15 horas, haverá visita guiada à exposição, da consagrada Poetisa Ana Haterly, “O Prodígio da Experiência”, orientada pelo Curador: Fernando Aguiar.

(Poesia, no contexto da designada “Poesia Visual”!)

 

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Ah! E no dia 29, 15 horas, domingo, na sua Sede, aos Olivais, Lisboa, a APP – Associação Portuguesa de Poetas, promove igualmente a sua habitual Tertúlia APP, de final do mês.

Será proferida uma pequena palestra por Mabel Cavalcanti, sobre o tema “Literatura de Cordel – uma viagem poética pela cultura popular do Brasil”. Acompanhamento ao violão, por Carminha Pontes.

 

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E veja, e reflita, e avalie, você, Caro/a Leitor/a, se a POESIA, permite ou não lembrar e comemorar esta Data, e se é ou não, de igual modo, beneficiária da Liberdade que a ocorrência desse Dia nos permitiu?!

 

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(Imagem cartaz: Organização de "Momentos de Poesia".

Fotografia "Casa da Cerca": Original DAPL - 2017.)

Tarde de Cante Alentejano 2018

Este mês de Março, no blogue, tem sido especialmente dedicado à Poesia, ao Canto... E ao Cante!

Neste Dia também especial, porque dezanove de Março, divulgamos este evento a realizar no próximo sábado. Uma viagem ao Alentejo mais profundo, ao âmago do ser e sentir alentejano, pelo menos de uma parcela significativa da Alma Alentejana, muito rica e multifacetada, frise-se. 

Neste mês dedicado à Poesia, à Natureza, ao Ambiente.

Cartaz 32º. aniversário - 2018-03-24.jpg

 (Cartaz: Cortesia da Organização do Evento.)

Casa da Cerca – Almada: Uma experiência multissensorial!

Uma visita em Dezembro, em Dia muito, muito especial!

Celebração Natalícia!

 

ALMADA é uma Cidade em que a ocorrência de eventos culturais, de diversificadas tipologias, é uma constante.

Por vezes, o difícil é escolher.

Agora, por ex., nestes meados de Dezembro, entre várias atividades possíveis, ocorrem o “Mercado de Natal Amigo da Terra” e o “Ciclo de Cinema Católico”! Ambos acontecendo bem no centro de Almada, na Praça São João Batista, com o Metro ali mesmo a jeito.

 

Mas não vos venho falar de nenhum destes acontecimentos, por agora…

Trago-vos a conhecimento, um espaço, para além de outros, em que regularmente acontecem atos culturais variados, ligados às Artes.

Para além desses eventos, acontecimentos, ocorrências, atividades, “happenings”, … o próprio espaço, o espaço envolvente, e o espaço disponível como visionamento… são uma montra artística permanente. Merecem uma visita, uma não, várias e periódicas visitas.

Já aí fiz voluntariado! Que é uma das atividades regulares que aí são promovidas.

 

Falo-vos da CASA da CERCA.

Que visitámos recentemente, neste final de Outono, quase Inverno, num início de Dezembro, em dia celebrativo e que fica de recordação.

Apresentamos, caso não conheçam, alguns espaços mais emblemáticos da “Casa”, pretendemos sugestionar-vos uma possível visita, caso não tenhais feito, deixamos algumas fotos, como quase sempre, originais de D.A.P.L. (De telemóvel, registe-se!)

Este post, como muitíssimos outros, resulta de um Trabalho de Equipa. Daí o plural...

(Caso não possais fazer de outro modo, que, ao menos, fique uma breve visita virtual. Conto ainda voltar a este tema!)

 

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Átrio Principal, visto do lado norte, mostrando a entrada na Casa propriamente dita. (Duas esculturas, integrantes de uma Exposição em curso.)

 

Atrio principal. Original DAPL. 2017.jpg

 

Entrada para o “Jardim dos Pintores

 

Entrada Jardim pintores. Original DAPL. 2017.jpg

 

Neste ano de 2017, neste Jardim enquadra-se um espaço especialíssimo intitulado “Jardim Sensorial”.

Nele, vários subespaços enquadram plantas, seus derivados, estruturas, elementos arquitetónicos, sugestionando-nos os cinco sentidos, no sentido de vivenciarmos a realidade subjacente, mais especificamente direcionada para: Visão, Olfato, Sabor, Audição e Tato. Com sugestivas etiquetas…

Contemple, não esquecendo que uma visita presencial torna a perceção muito mais apelativa.

 

4 Sentidos. Original DAPl.  2017.jpg

(Sim! Nesta imagem há apenas a perceção de quatro sentidos. O quinto, que falta na imagem, ouve-se, escuta-se, no contexto real!)

 

Eis cada um dos cinco sentidos!

 

Visão / Olhar: “Olhe para mim! Look at me!”

Visão. Original DAPL 2017.jpg

 

Olfato / Cheiro: “Cheire-me! Smell me!”

Olfato Cheiro. Original DAPL. 2017.jpg

(É neste conjunto que consigo identificar a maioria das plantas: alfazema, alecrim, erva-princípe, tomilho...)

 

Gosto / Sabor: “Prove-me! Taste me!”

Sabor Gosto. Original DAPL. 2017.jpg

(Neste caso, não abuse das malaguetas!)

 

Audição / Ouvido: “Escute-me! Listen to me!”

Audição. Original DAPL. 2017.jpg

(Este é o tal quinto sentido que falta na imagem inicial e também a muito boa gente!)

 

Tato: “Toque-me! Touch me!”

Tacto. Original DAPL. 2017.jpg

(Que impressão me faz ao tacto, melhor, aos cinco sentidos, escrever tato! E os pontos de exclamação (!) são meus.)

 

Ainda haveremos de voltar para observarmos melhor e elaborar novo post.

 

E ainda ficam as vistas gerais.

 

Da Cidade de Almada antiga.

Almada Velha. Original DAPL. 2017.jpg

 

Do Rio Tejo e de Lisboa.

Barco Rio. Original DAPL. 2017.jpg

(Bem sossegado o Rio! Só um barquinho...)

 

Da Ponte sobre o Tejo - “Vinte e Cinco de Abril” e do Cristo Rei e do pôr-do-sol!

 

Ponte e Cristo Rei Original DAPL. 2017.jpg

 

E ainda fica muito por contar…

 

E lembrar que no início do Verão, altura do solstício, aí promovem habitualmente uma Festa Final…

E, ao longo do ano, há múltiplos e variados eventos, em que já tenho participado, nomeadamente em colóquios.

 

E, no final desta parcelar, mas muito enternecedora visita, ainda pode tomar um chá especial - uma infusão de ervas aromáticas, bebido em especiais canecas, marca da Casa.

Mas não esqueça!

Bebe o chá, mas não leva as canecas!

 

Chá. Original DAPL. 2017.jpg

(E a propósito de canecas. Quem não leva o caneco da Taça, este ano, é o Benfica!)

Uma Equipa de Jovens… Com alguma Idade!

Associação Portuguesa de Poetas

 

Momentos Original Helena Cruz APP Out. 2017. jpg

 

Dinamismo. Trabalho. Competência.

Juventude!

 

Retorno à Poesia!

Também para falar da Associação Portuguesa de Poetas. E para continuar na divulgação dessa nobre Arte, a Poesia!.

 

A APP é uma Associação, com uma enorme vitalidade.

De certo modo, só faz sentido que assim seja, dado que está nos seus trinta e dois anos, mas esse facto também se deve ao dinamismo dos Associados e, obviamente, da respetiva Direção. Ao seu trabalho e competência.

 

Consultando as atividades mensais desenvolvidas e as previstas de realizar, verificamos uma grande azáfama, tanto da Associação, como dos Associados:

- Lançamentos de antologias coletivas, de livros individuais, de boletins culturais; organização de tertúlias variadas, eventos diversos de caráter cultural, por todo o Portugal e também no Brasil, centrados ou com a participação de sócios; prémios de poesia; reconhecimento do mérito e do trabalho de poetas e poetisas associados da APP, em ambos os Países irmãos, por diversas, diferentes e prestigiadas Instituições; programas de rádio, workshops poéticos, palestras, peças de teatro, blogues… artes plásticas, música, canto. Eu sei lá!

 

*******

 

Vou falar apenas e um pouco de três eventos a que assisti e/ou participei, no finado mês de Outubro.

 

A vinte e nove, (29/10), a habitual Tertúlia da APP, de final do mês, na sede da Associação: Rua Américo de Jesus Fernandes, nº 16 - A, aos Olivais, Lisboa.

 

Helena Cruz APP 2017.jpg

 

Integrada e inaugurada nesse contexto, uma bela Exposição de Pintura, “Momentos”, da associada, pintora Helena Cruz.

São de sua autoria, os quadros, que tomei a liberdade de enquadrar como ilustradores deste post.

Obrigado!

 

Também nesse enquadramento, foi apresentada a XXI Antologia, “A Nossa Antologia”, com 89 Autores. (Quase a bater o record da “V Antologia de Poesia Contemporânea”, organizada por Luís Filipe Soares, sócio nº 1 da APP, em 1988! Com 97 autores.)

 

XXI Antologia APP capa. Original Teresa Maia. jpg

 

Com uma sugestiva capa, ilustrada a partir de “Camões”, desenho a tinta-da-china, de Teresa Maia. (Composição e arranjo gráfico de João Luís.) Editor: Euedito.

 

No decurso da Tertúlia, todos os Poetas e Poetisas presentes, a maioria participantes da Antologia, tiveram oportunidade de ler/dizer/recitar/declamar um dos seus poemas. Alguns até nos demonstraram o seu estro de cantantes!

Obrigado a todos. Belos momentos vivenciados!

Também li um dos meus poemas publicados: «Empresta-me um Sonho».

 

*******

 

No dia quinze, (15/10), reiniciou a APP a já tradicional “Tertúlia do VÁ VÁ”.

Evento já com história, dado que proveniente de anteriores Direções da Associação. Interrompido algum tempo, devido às obras no café – restaurante.

 

Oportunidade para a apresentação do livro de poemas de Alcina Viegas, “Versos Do Meu Sul”, Edições OZ, 2017.

A imagem de capa reproduz um óleo s/ tela, também da Autora. (A capa e paginação são de Paulo Reis e a revisão de Paula Oz.)

 

Deste livro, tomei a liberdade de transcrever o poema “Além do Tejo”, pag. 22.

 

«Para além do Tejo,

os campos que vejo

são de sol dourado…

Os verdes trigais

e o chão semeado

são pão amassado

com dores e com ais.

E os verdes fatais,

cor dos olivais

são belos poemas,

às moças morenas.

Tem de Florbela

a dor e a candura

são amores em chama,

de uma alma pura,

alma alentejana.»

 

(Já conhecia a poesia desta Autora do blogue “Rumo ao Sul”.)

 

(Neste evento, de sala cheia, com mais de quarenta pessoas, apenas assisti. Não participei na tertúlia.

Tenho a realçar que a sala, per si, é adequada. Mas é pena que a porta que dá para o café, tendo um bonito rendilhado na sua estrutura, este não esteja coberto com algum material, vidro, por ex., de que resulta que, mesmo estando fechada, é como se estivesse permanentemente aberta…

Mas lá diz o ditado: “ a cavalo dado…”)

 

A APP prevê continuar a realizar estas tertúlias, mensalmente, nos segundos domingos.

A próxima está prevista para 12, do corrente mês, pela 16h. 30’.

Café – restaurante "VÁ VÁ", Lisboa, cruzamento da Avenida de Roma, com a dos Estados Unidos da América!

 

*******

 

Ainda no domínio das tertúlias também a APP iniciou recentemente uma nova.

Em Almada, a “Tertúlia Almadam”: terceira 3ª feira de cada mês.

No Café “Le Bistrô”, Rua dos Espatários, 2.

(Junto da Igreja de S. Sebastião, bonita de visitar, diga-se e perto da paragem de Metro, precisamente de Almada.)

Tem coordenação de Maria Melo e responsabilidade de Maria Leonor Quaresma.

A próxima será dia vinte e um, (21/11), pelas 16 horas.

 

Participei, com muito gosto, na anterior, a segunda a ser realizada, no transato dia dezassete, (17/10/17).

 

Apresentei: “Aquém – Tejo” e “Retalhos do Alentejo”.

 

Participaram:

Felismina Mealha: “Lisboa, Sonho Contigo” e “Clara Mestre”.

Clara Mestre: “Jovem Senhora” e “Maria Campaniça”, de Manuel da Fonseca.

Maria Melo, de “Aldravias”: “Meu Verso” e “Estrela Guia”.

Maria Petronilho: “Frágil Força” e “Como gostaria de ser Poesia”.

Carlos Cardoso Luís: “Auto Apresentação em Verso” e “Viagem pela Cidade”.

Márcia Cabral da Rocha: “Nesse Instante” e “Bela é a dor no peito do Poeta”.

Mabel Cavalcanti: “Eu sou” e “Apolo e Atena”.

Su Sam: “Ganhar corpo” e “Acrobatas”.

 

Excelentes “dizedores” de Poesia. (Que me sinto pequenino!)

 

Oportunidade ainda para mostrarem outros talentos.

 

Clara Mestre leu e cantou o belíssimo poema de Maria Guinot, “Silêncio e Tanta Gente”, canção que venceu o Festival da Canção de 1984.

 

Mabel Cavalcanti também cantou uma canção sobre um pássaro da Amazónia, que, quando canta, todos os outros se calam, cujo nome não consegui fixar. Não sei se é “irapunu”!

 

E era tempo de eu calar-me também… Não fora que Mabel ainda cantou “Só nós dois é que sabemos”.

 

E Clara Mestre ainda leu uma engraçadíssima anedota alentejana.

 

Resumindo: uma tarde belissimamente passada. Uma Tertúlia Interessantíssima. E que promete!

 

Apareça: terceiras terças-feiras do mês, no local já referido!

 

E assim termino esta crónica sobre a APP.

 

E longa vida à Associação Portuguesa de Poetas!

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