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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Que aconteceu ao Jardim na Cidade?!

Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes – Antes de Vinte e Cinco! 

Bem te Queremos, Liberdade!

Bem me queres. Foto original. 2021. 04. pg

A pergunta, titulando o postal, poderá ser encarada numa perspetiva genérica e questionar sobre a efetiva e na prática quase inexistência de “Jardins nas Cidades”. Na verdade, e atualmente, o que os decisores políticos criam, nas nossas cidades, são parques.

Jardins, jardins, persistem alguns mais antigos, nalgumas das nossas localidades.

Jardim Feijó. Foto Original. 2021. 04. jpg

Mas esta pergunta é mais específica. Reporta-se a um jardim peculiar que havia num enquadramento entre prédios, de uma rua no Feijó, Cidade de Almada: (Foto anterior).

Peço-lhe Caro/a Leitor/a que faça o favor de ler um postal antigo que escrevi no blogue, em 18/11/2014, bem no princípio destas narrativas internáuticas e que intitulei precisamente Um Jardim na Cidade – O Jardim de Dona Vanda”.

Pois, que aconteceu a este singelo e peculiar Jardim?!

Passei por ali recentemente, já neste mês, já por ali não passaria há mais de um ano, e constatei que foi transformado no espaço de parque que documento fotograficamente.

(O antigo Jardim ficava no espaço entre os dois prédios, a meio da fotografia seguinte. Correspondente ao espaço da foto anterior.)

Parque Feijó. Foto Original. 2021. 04. jpg

No conjunto, todo aquele espaço foi valorizado. O que ali estava era uma espécie de buraco, nas traseiras de várias urbanizações e agora há um espaço arrelvado, arborizado, caminhos de fácil percurso pedestre, um jardim infantil. Globalmente, houve melhorias, não tenho quaisquer dúvidas.

Parque Infantil. Foto original. 2021. 04.jpg

Mas não teria sido possível manter o pequeno e modesto Jardim, integrando-o no contexto global do parque?! Digo eu…sei lá!

E para quando deixarem de arrelvar, e construírem efetivamente jardins?! Jardins de “flores”, com roseirais, arbustos autóctones, que floresçam nas épocas próprias.

Sempre os espaços de relvas. Manutenção cara, muito gasto de água e… para que servem?!

Já sabemos! Para que os/as modernos/as chiques levem os canídeos a defecar. Que até tirei fotos, precisamente no local do dito jardim. Que não mostro, evidentemente.

O que vale é que a Natureza floresce sempre, como provam as papoilas e os bem-me-queres!

Papoilas no Jardim. Foto original. 2021. 04. jpg

Porque é que os nossos políticos, da nossa Democracia, decidem sempre de cima para baixo, não contemplam as decisões tomadas de motu próprio pelas populações?! Só pensam em nós para votarmos. Daí tantas vezes o desinteresse…

Estas são exclusivamente opiniões minhas.

Que era possível, viável e desejável que, embora construindo aquele parque, se mantivesse o Jardim, era! Espaço ajardinado, bem peculiar, simples, natural, trabalhoso, traduzindo o espírito de Cidadania de quem o idealizou. De quem o construiu, criou, manteve, sustentou de água que faltava, de espécies bonitas e florescentes que, na altura própria, coloriam aquele canto meio abandonado a que davam Vida! Era possível manter, sim!

E é ou não importante que os “nossos” políticos atendam também às vontades dos Cidadãos nestas pequenas e também grandes coisas e causas?!

E estarei ou não a exercer um dos Direitos fundamentais que o 25 de Abril nos proporcionou?

Estevinha Rosa… e Jóia da Coroa!

Natureza Campestre na “Cidade de Rio e de Mar”!

Neste, como em postais anteriores, tenho-me debruçado sobre aspetos da Natureza.

É uma forma de proporcionar vistas de aspetos naturais, dos campos que percorremos. Enquanto é Primavera!

Para todas as Pessoas que têm a amabilidade de visitar os postais, acompanhando os percursos divulgados. Muito especialmente os/as que não têm possibilidade de efetuar tais passeios.

Realce muito especial aos que têm a simpatia de nos dar opinião.  

Também é uma homenagem aos blogues com quem tenho aprendido nestas coisas da Natureza, especialmente sobre Plantas e Animais, primordialmente Aves.

Mesmo nas Cidades é possível contactarmos com aspetos naturais, por vezes bem perto de onde moramos.

Hoje apresento fotos de plantas em floração, algumas já aqui documentadas.

Estevinha Rosa. Foto original. 2021. 04. jpg

A foto de “capa” é de uma “Estevinha…Rosa”.

Estevinhas Brancas. Foto Original. 2021. 04. jpg

A 2ª, de “Estevinhas Brancas”, já aqui apresentadas anteriormente.

Madressilva. Foto original. 2021. 04. jpg

A 3ª, de “Madressilva”.

Orquídea  Selvagem. Foto Original. 2021. 04. jpg

A quarta?! Bem a 4ª é a “Jóia da Coroa”! O que é?!

Pois… nem mais nem menos… É uma “Orquídea Selvagem”!

Bem dentro da Cidade!

Planta que desconheço nome. Foto original. 2021. 04. jpg

A 5ª é a flor de uma planta que não conheço.

Raízes de Carrasco. Foto original. 2021. 04. jpg

E a sexta foto é de um aspeto de pormenor de um “resto de falésia” (?), vendo-se as raízes de um carrasco.

 

Espero, Caro/a Leitor/a que tenha gostado.

Onde é que observei estes pormenores naturais, em espaço bem dentro da Cidade?!

Bem…na “Cidade de Rio e Mar” – “Alma subtil bem amada” – no Parque da Paz!

Que é do que mais o Mundo precisa: PAZ! E Saúde para todos!

 

Eleições – Obras – Promessas – Ilusões!

Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes?!

Ginjal. Arte de Rua. Foto original DAPL Out 2015.jpg

Este ano, lá mais para o final, dependendo da Covid (?), haverá novamente eleições. Desta vez Autárquicas.

E já vai por aí um rebuliço! Cada cromo a candidatar-se… Cromos e cromas. Alguns e algumas dinossáurios/as, que saltitam de concelho para concelho! Não vou comentar. Não vou por aí. Cada um é que sabe na camisa em que se mete.

 

Ano de eleições é ano de obras. E é vê-las... Há de tudo. Umas mais necessárias, outras nem tanto. Passeios, estradas, ruas e ruelas, por cidades, vilas e aldeias.

Autarca que se preze tem obra para final de mandato. As inevitáveis rotundas… Há localidades acrescentando à coleção das que já dispõem. Estremoz tem mais uma em construção! E o que vai sair do espaço antecedendo a Porta de Santa Catarina?!

Em Estremoz, o que faz falta é uma variante que permita ir ou vir do Norte, para a auto estrada A6 ou a estrada Elvas / Badajoz – Lisboa e vice-versa, sem entrar na cidade e fazer toda aquela coleção de rotundas. Obra mais do que necessária, não acha?!

 

Nesta época, aparecem sempre novos projetos megalómanos, ou continuam a fomentar os que já vêm idealizando / prometendo há anos.

 

O aeroporto de Lisboa(?) anda em bolandas há décadas. Há quarenta ou cinquenta anos, saltitando de lugar para lugar. Ora! Ponham o de Beja a funcionar devidamente!

 

As obras em Lisboa, na Praça de Espanha, na Segunda Circular, há meses que não vou à capital, já terminaram?! É para ali uma gastadeira de dinheiro!

E mais uns metros do Metro? Linha Circular? Se resultar como a de Madrid, é uma confusão de ligações!

E no Porto falam em nova ponte! Tanta ponte?!

 

Em Almada, para além das obras no eixo central da Cidade, falam num projeto megalómano de uma espécie de Nova Cidade, com tudo e mais alguma coisa, do mais modernaço que há, a construir entre o Monte da Caparica e o Porto Brandão!

Bem lá no alto, aonde dificilmente chegarão os efeitos previsíveis da subida do nível médio das águas dos mares!

Provavelmente para esquecer o mais que célebre projeto que andaram anos a promover, de uma “Cidade da Água”, “Manhattan de Cacilhas”, a construir nos terrenos dos antigos estaleiros da Lisnave! Digo, eu. Sei lá!

Relativamente a esse hipotético novo projeto, os especialistas que o estudam, estão a equacionar os problemas dos transportes públicos e privados, no acesso à Ponte 25 de Abril?! Aspeto de pormenor?! Outros haverá, que quem projeta sabe mais do que eu!

Almada Velha. Foto original. 2019. 07. jpg

Em relação a novas cidades e construções, continuo a defender o que venho alertando, não só para a Cidade A, B, ou C. Para todas!

Recuperação dos milhares e milhares de casas abandonadas por todas as nossas cidades, vilas e aldeias. Um verdadeiro projeto nacional, envolvendo todas as entidades. Destinadas às Pessoas, sem esquecer que, hoje, toda a gente tem carro.

(Já abordei este assunto em diferentes postais.)

Ferramentas. C. Arte Moderna. Foto Original. 2020. 02. 02. jpg

 

Caro/a Leitor/a, aí pelos seus lados…

Que obras andam a fazer? E que projetos querem “vender”?!

Obrigado pela sua leitura. Grato pela sua atenção.

Votos de muita Saúde e excelente Primavera!

*******

Fotos?

A 1ª é do Ginjal - Almada, de 2015! Local que bem precisa de Obras! Já prometidas... 

A 2ª, de 2019. Almada Velha.

A 3ª, de 2020/02/02, de Exposição do Centro De Arte Moderna: ferramentas. Pode haver obras sem ferramentas?! Antes do Centro entrar em Obras e desta confusão da Covid. Saudades de ir passear à Gulbenkian: jardins, exposições e belos almoços no snack do Centro de Arte Moderna!

P. S. - Se utilizar, por bem, alguma destas fotos, cite a origem, SFF! Obrigado!

 

 

Presidenciais 2021 - Resquícios

Cartazes das Presidenciais 2021 – Ao Abandono!

Cartaz eleitoral i Foto original. 2021. 02. pg

Acho um exagero a utilização de cartazes em papel ou plástico e espalhá-los pelos mais diversos locais do País.  Nos outdoors / “fora de portas”, nas paredes, nos placards, nas estruturas energéticas ou outras, ou em qualquer lado. É um desperdício! Por demais em campanhas eleitorais, em que deverá haver exemplo de civismo. E ainda mais numas eleições presidenciais.

Cartaz eleitoral ii. Foto Original. 2021. 02. jpg

Para além do gasto desnecessário em papéis, tintas, eu sei lá que mais, em plásticos… é depois o resultado que as fotos documentam.

Cartaz eleitoral III Foto Original. 2021. 02. jpg

Julgo que nenhum dos candidatos gostará de ver este esboroar contínuo da respetiva imagem, mas é no que isso resulta.

Mas então… Porque, após os atos eleitorais, não promovem a remoção dos respetivos cartazes e os deixam ir morrendo aos poucos e oferecendo uma imagem pouco digna para si mesmos e para os partidos que representam?!

Deixo este refletir à consideração, de quem de direito.

Cartaz eleitoral IV. Foto original. 2021. 02. jpg

A última foto reporta-se não às eleições presidenciais deste ano, 2021, mas às penúltimas, as de 2016! O cartaz está no fim. O placard lá continua...

Um candidato peculiar de um partido ainda mais singular, o MRPP. Ainda se conseguem ver algumas letras “*eopoldo…”. Lembro-me perfeitamente do cartaz, afixado no respetivo placard, há mais de cinco anos! Do personagem político também, figura icónica do partido referido, nos idos de 75/77, no ISE – Instituto Superior de Economia – Lisboa!

Para futuros/as candidatos/as ou partidos:

Futuramente, deixem-se destes tipos de publicidade de campanha.

Agora e ainda… Removam toda a papelada, cartazes, placards, tarjetas, nos mais diversos locais, por esse País. Como forma pedagógica e elucidativa.

Cartaz eleitoral V. Foto original. 2021. 02. jpg

As imagens são destes candidatos, mas haverá de outros por aí. Estas recolhi-as numa simples volta de “passeio higiénico”. Numa Freguesia… Por aqui!

 

Bancos Interditados!

De confinamento, conversados!

Bancos Interditados. Foto original. 2021. 02. 13. jpg

As fotos apresentam um panorama comum a muitas das cidades, vilas e aldeias de Portugal.

Praça F. L. Graça. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Bancos, (de sentar), impedidos de exercerem a sua mais banal e primitiva função. Permitirem aos habituais caminhantes, descansarem os cus no tabuado.

Centro de Saúde. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Com esta coisa da Covid, o pessoal das conversadeiras de café, não só não tem os ditos cujos, nem as proverbiais esplanadas e nem sequer os bancos de jardim!

 

A mim não me faz qualquer diferença. Gosto de caminhar, mas não tenho hábito de me amesendar em quaisquer dos citados utensílios.

 

E, sim! Se estamos de confinamento não é hora, nem tempo de abancar. (O tempo até tem estado de chuva! Que também nunca mais acaba! Já estamos fartos de tanto chover!)

 

E sobre o confinamento, sim, aguentem-se até depois da Páscoa. Depois, sim, iniciem o desconfinamento, mas gradual e de forma faseada.

 

E estudem bem os assuntos, aliás têm tido muito tempo para isso. Não façam as coisas precipitadas e atabalhoadas.

 

E por aqui me fico!

 

E sobre bancos, os que precisavam de serem interditados, bem sei eu quais são.

Ai! As comissões… as comichões que me fazem!

*******

As fotos?!

Bem... As fotos seguirão quando o sistema me permitir efetuar a transferência do computador para o postal. Ultimamente anda com imensa dificuldade em efetuar essa operação. Não sei o que se passa. Bem sei que as fotos não são por aí além... mas funcionam como documentais. Tenho que perguntar à Equipa SAPO. 

Bem... Finalmente! Já depois das 21 horas e após uma viagem, e consequente mudança de local, consegui transferir as fotos documentais, para o postal. 

Obrigado pela atenção e amabilidade de ler este postal. Votos de Muita Saúde!

 

Confinamento e Chuva!

Crónica de Confinamento - 1ª de Fevereiro 21

 

Os dias de chuva continuam. Não é sempre igual em todo o lado, mas parece que onde estamos e quando estamos, é tempo de chover. A Senhora das Candeias ou se enganou ou nos trocou as voltas bem voltadas. Seja lá como for ou pelo que for, continua a chover. Aquela chuva miudinha, todos os dias, quase todo o dia. A chamada “molha parvos”!

 

Parvos ou não, cá estamos em confinamento. E certo seja que, gostemos ou não, observa-se correlação entre confinamentos e diminuição do número de novos casos Covid 19. E com as temperaturas haverá alguma correlação?!

Não se apressem a desconfinar. Deixem estar as coisas como estão, por enquanto, sem pressas nem atropelos, nem folias carnavalescas. Mascarem-se online!

 

As Escolas, a não funcionarem presencialmente, colocam objetivamente muito menos gente a circular.

 

Em dias de confinamento, sai-se para o indispensável. Compras, principalmente.

E, saindo, mesmo à hora de almoço, muito menos gente se observa. A rapaziada das escolas, pura e simplesmente, não circula. Os papás e as mamãs também não. Não precisam ir a correr nos popós, buscar e levar meninos e meninas. O trânsito é muitíssimo menos.

Em dias de aulas presenciais, na hora de almoço, nas ruas de acesso aos estabelecimentos de ensino, é um ver se te avias e um castigo ter de atravessar as passadeiras. Agora não. Uma calmaria! “Há males que vêm por bem”!

 

Compras a um dos supermercados mais antigos da povoação. Antes de todas as grandes superfícies, de lojas por todo o país e estrangeiro. Bem antes do Fórum.

Este, a que chamo sempre “Europa”, mas cujo nome de registo é diferente atualmente, já nem sei há quantos anos. Para mim é sempre “O Europa”.  Gestão da mesma família há vários anos. Já numa segunda geração.

Indo a este supermercado, dou, com muito gosto, uma volta maior, ando mais a pé e percorro a povoação e “vejo as montras”. Isto como quem diz. Que impressiona tantas lojas, cafés, serviços vários, restaurantes, fechados.

Alguns destes últimos, em serviço de comida para fora, mas com muitíssimo menos movimento, sem os habituais comedores e bebedores, em cavaqueiras amenas. Enfim, tempos… Sem as esplanadas.

As lojas das raspadinhas, lotarias e afins têm sempre filas. Ele há pessoal que tem cá uma fezada! São lojas indispensáveis?! Para onde vai todo esse dinheirame dos jogos de fortuna e azar?

 

Mas há sempre gente a circular ou “confinados” em grupinhos, debaixo das arcadas ou das varandas, resguardando-se da chuvinha. Pessoal de “negócios”!

Também há quem não se coíba de cavaquear no meio do passeio, impedindo a passagem dos transeuntes.

Ainda os habitués passeantes de canídeos. Nem sei como tão boa e santa gente consegue colocar cães enormes, nos modestos apartamentos que possuímos! Animal sofre!

Sol e Aloés. Foto Original. 2020. 01. jpg

E, a gente também sofre. Tomara que isto da Covid acabe! E venha o Sol!

Passeio Virtual por Almada

Quem diz Almada, diz Rio: Tejo, a Ponte, Cacilhas…O Ginjal…

Arriba Elevador Ponte Foto original DAPL Out 2015.j

E quem diz Mar, diz: Costa

Costa Gaivotas 2020. 08. jpg

A Costa é uma imensidão de praia, oportunidade de lazer, mas também é trabalho... tradicional: Arte Xávega.

Arte Xávega. Foto Original. 2020. 09. jpg

Novo fim de semana de confinamento. Não sou especialmente contra a situação, penso que é necessário haver alguma contenção nos contactos sociais, esperemos que, deste modo, também exista diminuição dos contágios.

É assunto que já abordei várias vezes, isto da Covid, não me apetece falar mais no tema, pelo menos hoje, já basta o estar confinado…

Retidos em casa, todavia sempre é possível realizar os habituais “Passeios Virtuais”.

(Os últimos foram dedicados à “Minha Aldeia”.

Anteriormente destacara a “Cidade de Régio”, que também é uma das minhas Cidades.)

O de hoje, vai ser dedicado à “Cidade de Rio e de Mar”, que também é uma das minhas Cidades. “Alma Subtil…

Documentar sobre Almada, é inevitável abordar o Rio: Tejo e o Mar. E sobre este, imprescindível, a Costa. (Eu escrevi a Costa, a, friso…)

E hoje até esteve um dia convidativo para um passeio até às praias. As fotos aí foram tiradas, mas não hoje.

A paisagem envolvente da Costa é também património construído, testemunho de épocas transatas com outros hábitos de veraneio, documentadas por estas casinhas que mais parecem de brincar! As inevitáveis gaivotas!

Costa. Casas de veraneio. Foto original. 2020. 08.jpg

A Natureza, sempre. Com as suas peculiaridades. Uma Estrela do Mar! 

Costa. Estrela do mar. Foto original. 2019. 09.jpg

Falar de Almada é também lembrar a Casa da Cerca, documentada várias vezes no blogue. Também o Solar dos Zagallos.

Imagem da Casa da Cerca, com Lisboa em fundo.

Casa da Cerca. Foto original. 2019. 07. jpg

Também Arte, Música, Poesia, Cinema, Leituras, Bibliotecas... Teatro... Desporto... CULTURA.

Imagem de Oficina de Cultura: Exposição Anual da SCALA - Sociedade Cultural das Artes e Letras de Almada - 2019

Expo SCALA. Oficina Cultura. Foto Original. 2019. 03. jpg

E tradição: Loja tradicional em Almada Velha!

Loja Tradicional. Almada Velha. Foto Original. 2020. 01.jpg

E por falar em tradição e porque Almada, não é só Almada...

Antiga casa, melhor, "Vila", na Romeira - Cova da Piedade.

Testemunho de épocas e de modos de vida que desapareceram, mas que convém preservar.

Vila na Romeira. Foto original. 2018. 05. jpg

E por falar em preservação e manutenção... e reutilização...

O "Chalet", ali ao pé!

Chalet. Cova Piedade. Foto original. 2018.jpg

E para terminar... e mesmo aqui ao pé...

Malva Rosa no jardim, aqui mesmo ao pé de Casa. Plantada por "moi", "je". Soi disant!

Malva Rosa. Foto Original. 2020. 05. jpg

(Malva Rosa, Malva Rosa / Malva rosa sem ter pé / Quem te disse, ó Malva rosa / Que eu me chamo José?!)

(Quadra tradicional do Livro "De Altemira...", adaptada.)

Tertúlias de Poesia!

APP – CNAP – Momentos de Poesia – SCALA

Corona Connection. 2020. 03. jpg

Com isto de Covid”, se há coisa que me chateia é não haver as célebres Tertúlias de Poesia.

Selfie Selfish Quadro 2019. jpeg

Bem! Haver, há, que ainda no passado domingo a APP tinha prevista a sua tertúlia mensal na Sede, como havia antes de Covid, no último domingo do mês. Neste caso, 27 de Setembro. Ter-se-á realizado, que não sei, que não fui.

Portanto, haver, há, eu é que ainda não me mentalizei a andar por aí em vários transportes públicos. E, depois, nos espaços de realização das sessões, quantas pessoas podem estar presentes?!

Foto Original. Costa. 2020. 08. jpg

Também D. Olívia Diniz Sampaio, presidente do CNAP, festejou o seu aniversário, no passado dia 26, sábado, num restaurante da Av. de Berna - Lisboa. Também não fui, não sei quantas pessoas estiveram, não sei se disseram poesia, terão dito, certamente, mas sei que correu muito bem.

Poesia Visual. Foto Original. 2018. 07. jpg

Faz agora um ano, estava a decorrer a Exposição de Poesia Visual, na sede da SCALA, em Almada. Algumas fotos são de alguns dos quadros expostos. Outras são da Costa da Caparica; do Tejo, visto da Ponte, vindo no comboio e de Portalegre.

Somos Mar. Foto original.2018. 07. jpg

Também tenho saudades das tertúlias de poesia na sede da SCALA, da “Poesia à Solta”. Em Almada: na Sede, na Oficina de Cultura.

Portalegre. Foto original. 2020. 06. jpg

E das tertúlias de “Momentos de Poesia”, em Portalegre. No Hotel José Régio, no Café José Régio.

Foto Original. Rio Tejo. jpeg

 

Este meu postal é dedicado a todos/as Tertulianos/as das Associações em que costumo participar:

APP – Associação Portuguesa de Poetas - Lisboa

CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia - Lisboa

"Momentos de Poesia" - Portalegre

SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada – Almada

 

Votos de Muita Saúde! E Muita Poesia!

Agressão a Médica de serviço em Centro de Saúde!

A estupidez de gente agressora!

Ainda ecoavam as vozes sobre “As vistas do Bairro Amarelo”, em Almada e consequentes repercussões mediáticas… Noticiam que uma paciente, de Centro de Saúde do Concelho, agredira uma Médica em serviço. Sem mais! In. JN 23/09/20.

Foto Original. Costa da Caparica. 2020. 08. jpg

Uma pessoa que agride, assim, um profissional em exercício das suas funções, não tem qualquer justificação.

Tem de haver atuação legal, legislativa e funcional que, de forma célere, permita agir, atuar, dar castigo exemplar a esta gente.

 

Caro/a Leitor/a, coloque-se no sentir da médica, SFF. Além do trabalho de grande responsabilidade que tem, a diversidade de consultas, as diferentes atividades a desempenhar, o stress natural, ainda o receio / medo, de lhe entrar pelo consultório uma desgovernada qualquer, que vai agredi-la!

Imagine, sendo profissional em serviço, se tiver de lidar com pessoas, que lhe pode aparecer um maluco qualquer, contrariado no atendimento, a dar-lhe um murro, só porque sim! Como se sentiria, Caro/a Leitor/a?! Como iria para o trabalho?

Se vai a um supermercado, imagine que querendo determinado produto, que não há em stock, chega à caixa e não está com meias medidas. Descarrega na rapariga em atendimento e dá – lhe um soco! Era capaz de fazer isso, Caro/a Leitor/a?!

 

A Médica meteu baixa, e fez muito bem. É ela que vai ser penalizada por isso e fica traumatizada. “Sinto-me um lixo!”, expressão da médica, na notícia.

Menos uma profissional a trabalhar no serviço. Menos gente que pode ser atendida, nomeadamente os pacientes dessa médica. As ações violentas dessa gente desgovernada refletem-se não só na pessoa agredida, mas em toda a comunidade, que também sai prejudicada pelas ações dessa gente tresloucada.

 

Não é assim que se resolvem as situações. Nem a pandemia desculpa, nem eventuais dificuldades da pessoa, poderão servir de atenuantes.

Se é pessoa doente, mais razão para ter calma: precisa dos profissionais de saúde.

Independentemente da pessoa, a respetiva ação tem de ser sempre penalizada.

Nestes casos ocorridos em contexto de trabalho deve haver queixa não só da vítima, como do serviço em que esta exerce funções e respetivas estruturas profissionais. Não deve é ficar em branco, nem haver protelamentos.

Se agressor/a já é pessoa com historial de agressividades, maior a necessidade de ação penal. Privação de liberdade, pagamento de multa, trabalho comunitário e nome e foto deveriam passar a figurar no local do delito, como forma de punição moral pelo mal infligido a toda a comunidade.

 

No referente a este Centro de Saúde, é imperioso e urgente que haja desdobramento do Centro, que serve duas freguesias.

(E voltamos ao início. Implica haver recursos e nestes, é fundamental haver recursos humanos. O que reforça a estupidez dessa gente agressora!)

O Sítio do Picapau Amarelo

Sítio de “ver as vistas”!

Sítio PicapauAmarelo in. pinterest.pt.jpg

(in. pinterest.pt)

Neste postal, 799, vou também entrar num tema na moda, tal como referi no postal anterior. Compreende-se! É uma das minhas Cidades. De Rio e Mar! Tem vistas lindíssimas da Capital, do Tejo, do Mar da Palha, da Ponte, da Foz do Rio... Locais incomparáveis, como a Casa da Cerca, aqui documentada. Quinta de Almaraz! Também no Bairro Amarelo!

(Próximo postal: 800! Surpresa especial.)

 

Mas o título desta missiva é: Sítio do Picapau Amarelo. Acompanhei esta série há alguns anos. Uma delícia! Também já aqui citámos Monteiro Lobato, a propósito de Tieta. E que tem isso a ver com Almada?! (…)

 

Quem exerce cargos públicos de relevância está a ser permanentemente escrutinado. Então nestes tempos de telemóveis topo de gama, redes sociais e todos os quejandos virtuais… Não me vou alongar nestes considerandos.

 

Vou apenas tentar propor um exercício de ironia sobre o assunto.

As afirmações, as atitudes dos nossos políticos proporcionam verdadeiros quadros das célebres “Revistas à Portuguesa”.

 

Imaginem transpor a partir das afirmações da Senhora Dona Inês, um quadro de humor, contextualizado a partir da série mencionada.

Não vou escrever a rábula, que as minhas capacidades não chegarão a tanto.

Proponho a distribuição de papéis da série, por personagens da política, nacional e local.

 

Dona Benta: Senhora Dona de S. Bento, num papel trasvestido, peculiar nas Revistas.

A Narizinho seria Dona Inês, para não meter o nariz onde não é chamada.

Pedrinho, precisamente, o peculiar Pedro, passando o tempo a faltar às Aulas de Cidadania, que o Pai não lhe dá cavaco para assistir.

Emilinha?! Pois só poderá ser Dona Emília, nem era preciso mudar o nome.

Visconde de Sabugosa? O Senhor Maestro, que tão boa música nos tem dado, Pai de Dona Inês.

 

A Cuca? Dependerá de vários aspetos. Se atentarmos na ideologia e face ao que vivemos atualmente, será essa chaga que por aí anda a atormentar as gentes. Noutra perspetiva ideológica, bem poderá ser outro papão qualquer. Dependerá do guionista. E já agora do produtor, financiador, patrocinador da Revista. Que poderá ser ópera – bufa, desfile carnavalesco ou programa de humor televisivo.

 

Dos personagens principais, falta-me atribuir o papel de Tia Nastácia.

E também gostaria de atribuir o de Saci.

E faltam vários e interessantes papéis mais secundários.

 

Disse não tratar das falas, guião, roteiro, mas… tenho que informar que, Dona Benta, Dona de S. Bento, mandou dizer a Dona Inês, através do Saci, que não se ficasse por Almada, “só a ver as vistas”. Senão vem o Papão / Dona Cuca e tira-lhe o mandato!

E também que não se mudasse para o Sítio. Para não haver especulação imobiliária, nem aumento das rendas!

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