"Olhar" de Maria Gertrudes Novais
Desejamos as maiores felicidades e votos de excelente realização cultural.
Parabéns a todos os intervenientes, com especial realce à Autora de "Olhar":
- Maria Gertrudes Novais.
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Desejamos as maiores felicidades e votos de excelente realização cultural.
Parabéns a todos os intervenientes, com especial realce à Autora de "Olhar":
- Maria Gertrudes Novais.
Outubro outonal / Belo roseiral!
Ontem e hoje, o postal que publiquei anteontem – 29/10, em “Apeadeiro da Mata” sobre rosas, tem estado destacado nos blogues do SAPO. Obrigado à Equipa.
Mas não é por isso que volto a publicar um postal de rosas, desta vez em “Aquém-Tejo”. Quando, anteontem, organizei as fotos, pensei logo em publicar dois postais. Mas não tive oportunidade. Vai hoje.
(Aproveito para frisar o que venho escrevendo há meses!... Os postais de Aquém Tejo nunca aparecem em “Últimos postais”!!!!!)
Fotos:
Titulando o postal, foto de uma “rosa acetinada” (11/10). Numa perspetiva invulgar e enquadrada pela folhagem das plantas que rodeiam a roseira: folhas de videira, a das melhores uvas do quintal; ramagem de jasmineiro e de outras plantas cujo nome desconheço.
Rosa da Gulbenkian
Rosa Branca
Rosa rosa
(As 3 fotos anteriores são de 20 de Outubro.)
Em seguida:
Botão de rosa de Stª Terezinha
(4 de Out.)
Rosa acetinada
(8 de Out.)
E uma “rosa” que não é rosa.
(Que não está no meu quintal. E que não fui eu que plantei.
Está no jardim junto do prédio de Almada, plantada por um vizinho, que a recolheu do lixo.)
(É a flor de um Hibisco, mas o vizinho chamava-lhe “rosa”!)
Falamos de rosas, para não falarmos de coisas tristes, que todos os dias nos atormentam, ademais nesta fase de transição da hora, de redução dos dias, de pôr-do-sol cada vez mais cedo e que me perturba sempre um pouco esta adaptação!
Saúde, Paz e bom Outono!
Abençoada “Alma Caridosa” que se empenhou na respetiva manutenção!
Quando venho à “Cidade de Rio e de Mar”, das coisas que observo, logo que chego junto ao prédio, é ver como está o Jardim.
Da última vez que viera, na sequência da reunião de condomínio, ficara apreensivo com a eventualidade de quererem “estragar” o Jardim.
Desta vez, mal cheguei, pude constatar que o Jardim lá está, recomenda-se e está óptimo. Fora devidamente arranjado, limpo de ervas daninhas, de malva de cheiro invasora, mantendo as plantas, arbustos e flores nos conformes. Um brinco! Eu não faria melhor, nem pouco mais ou menos.
Pensei: quem terá sido a “Alma Caridosa” que se empenhou na respetiva manutenção, com tanto esmero, trabalho e cuidado?!
Empresa externa não me parecia. O modo de trabalhar não era de empregados que por aí abundam, nessas empresas de manutenção de jardins, que não destrinçam uma urtiga de uma bonina. Entram com as máquinas e é só arrasar!!!
De habitantes do prédio também não via jeitos. Não percebem nada de poda e, pior, não só não se interessam, como desdenham e “desprezam” o que se faz! E pessoas que se interessam, não podem.
Só poderia ser de Vizinho que, não morando no edifício, mas tem uma das garagens e é Pessoa capaz, competente, para fazer este tipo de trabalho.
Não o vi logo no dia que cheguei, mas no dia seguinte, mal o avistei, dirigi-me a ele, cumprimentando-o, interpelei-o sobre o facto.
Fora ele que se empenhara no trabalho. Dei-lhe os parabéns, felicitei-o pela obra feita, agradeci-lhe. Elogiei o resultado.
“Fazemos o que podemos.” Está excelente, retorqui. “Então, quer dizer que fiquei aprovado?!” Aprovado, com distinção, rematei eu.
E está! Eu não faria nem mais, nem melhor!
As fotos não são deveras elucidativas do resultado, estão aquém do observado. Mas valem pelo que valem.
Ainda bem que há sempre “Almas Caridosas” que se empenham pelo bem comum!
Renovados agradecimentos e muitas felicitações pelo trabalho desempenhado e respetivo resultado.
SCALA – Sociedade Cultural de Artes e Letras de Almada
Oficina de Cultura
Bem que gostaria de participar e de estar presente.
(Participações em anos anteriores.)
Votos de Saúde. De Paz. E Excelente Festa!
Intolerância(s)!
No postal anterior não coloquei fotos. Venho, neste, complementar a temática.
A 1ª foto é de um narciso florido.
Não, não é ainda do jardim do prédio. (Este espaço ajardinado situa-se no lado norte da edificação de três andares. Nesta fase de Inverno, o sol pouco lá bate. O desenvolvimento das plantas atrasa-se mais. Mas os narcisos florirão, que por lá plantei alguns bolbos. Bem como rizomas de lírios roxos e brancos, de junquilhos, bolbos de nardos, de despedidas de verão. Violetas, malvas sardinhas, malvas rosas, roseiras várias, alecrins, lúcia-lima, açucenas, aloés. E mais plantas que não me recordo e outras morreram. Um vizinho plantou um hibisco e malmequeres. Outro deu-me uma planta exótica, cujo nome desconheço.)
De onde é a flor do narciso?! Do “Quintal de Cima”, na minha Aldeia, onde tenho várias plantas destas, espalhadas em redor do espaço. Este floriu num dos locais virados a nascente, onde o sol logo surge pela manhã, iluminando e aquecendo o espaço. Por isso foi o primeiro a florescer.
As outras imagens são efetivamente do “Jardim do Prédio”, de algumas das plantas, que pela razão anteriormente referida, pouca exposição solar, e ser Inverno, ainda não abriram.
Mas abrirão! É preciso é ter paciência. Que a Natureza não funciona exatamente como nós queremos, segundo os nossos caprichos. Tudo tem o seu tempo.
As imagens finais são de um bordo-negundo e de uma olaia, árvores ainda jovens que podei no mês passado. Semeei olaias naquele espaço semipúblico. Uma acabou por vingar. O bordo negundo nasceu no “Jardim do Prédio”. (Há vários nas ruas.) Transplantei-o para o local onde está, que não existem construções perto e assim se pode desenvolver.
Que haja Paz, especialmente nos países em guerra. Saúde para todos. Que nos países martirizados pelos terramotos, ainda encontrem muitos sobreviventes. Que também tenham Paz!
Reunião de Condomínio!
Face às desgraças que ocorrem por esse mundo fora, o que vou abordar não passa de trivialidade!
Sim. Os sismos ocorridos na Turquia e Síria, altamente destruidores. A guerra neste próprio país e noutros países do Oriente Médio. A guerra na Ucrânia. Guerra(s) sem sentido. Nestas situações tornam-se ainda por demais absurdas. A Natureza comanda, domina a vida na Terra, por mais que o Ser Humano se julgue omnipotente. Os “donos” do mundo, os “senhores da guerra” não consciencializarão que não faz qualquer sentido a respetiva ação destruidora das guerras que promovem e alimentam?!
Mas o assunto que quero abordar também contém esse gérmen destrutivo da violência sem qualquer ideário.
Na passada 2ª feira, dia 6 de Fevereiro, participei numa reunião de condóminos. Já não vinha a reuniões há quatro ou cinco anos, ainda antes da eclosão da pandemia. Não mais participara, pelo ambiente tóxico que se vinha criando nas assembleias. Desta vez, resolvi deslocar-me propositadamente para comparecer, julgando que o ambiente houvesse melhorado. E porque não podemos ausentar-nos sistematicamente, pois demitimo-nos das nossas próprias responsabilidades e arriscamo-nos à tomada de decisões com que não venhamos a concordar.
O ambiente não melhorou. Pelo contrário, piorou deveras. Quase chegaram a confronto físico. Houve ameaças, ofertas de porrada e milhentas cenas que não vou escalpelizar, que são desprovidas de conteúdo válido. A “violência” verbal, intolerância, as acusações que intoxicam o relacionamento interpares. Adiante…
Apenas vou referir o aspeto que me implicou mais, relacionado com um pequeno jardim, pertencente ao prédio, localizado a norte do edificado, no respetivo lado esquerdo.
Jardim que delineei, estruturei, que nele trabalhei durante alguns anos, a partir de 2014 ou 15. Que fui mantendo, regando, regularmente.
Entretanto, ainda antes da pandemia, por diversas razões, nomeadamente as minhas ausências mais prolongadas, deixei de fazer a manutenção. Mas alguns vizinhos esporadicamente foram fazendo alguns trabalhos de arranjos. Foram também regando.
Nunca consegui que houvesse uma aderência global da vizinhança, que era um objetivo subliminar que eu pretendia. A maioria não mostrava qualquer interesse. De algumas pessoas, até se deduzia alguma indiferença / oposição. (Estou a sintetizar a narrativa, que poderia ser um pouco prolongada.)
Estive vários anos ausente da participação nas assembleias, como disse.
Mas, na ata da penúltima reunião, li que equacionavam “betonizar” o jardim! Obviamente essa hipótese mexeu comigo. O considerar sequer essa possibilidade entendi como desconsideração pelo trabalho que ali investi. Que o espaço esteve anos às urtigas, sem que se ralassem. ("É gozar com quem trabalha..." Como diz o "Outro".)
Agora, “betonizar”?! Que fazer?! Voltarei a futura assembleia, apesar de ter dito que não mais iria, dada a toxicidade do ambiente?!
(… … …)
Carita não será propriamente um apelido muito vulgar.
Lopes, por exemplo, é muitíssimo mais difundido.
Todavia, no Alto Alentejo, conheço várias pessoas com este apelido. Dir-me-á: Pudera, é um dos apelidos na sua família, logo é natural que conheça um razoável número de pessoas assim apelidadas.
Verdade! Todavia muitas dessas pessoas não as conheço como pessoas da família. Aliás, essa é uma das minhas questões. Será que todos os Carita(s) têm ligações familiares entre si?! Não sei, realmente.
Os Caritas que conheço são da minha família, nomeadamente os que ascendem às localidades de Aldeia da Mata, de onde sou natural e os de Monte da Pedra. Mas no concelho de Crato, município a que pertencem as duas freguesias referidas, existem indivíduos com este sobrenome, mas que não conheço como familiares.
No distrito de Portalegre – Alto Alentejo, Norte Alentejano, este sobrenome também existe noutros concelhos. No próprio concelho de Portalegre existem Caritas. No de Castelo de Vide, no de Nisa e no de Campo Maior. Não sei se existem noutros concelhos deste distrito ou fora dele. Para além desta Região, também há pessoas assim nomeadas, mas integrantes da designada “Diáspora Alentejana”. Conheço em Almada e em Lisboa. Existirão também noutras regiões de Portugal?! Ignoro.
Relativamente aos Carita(s) da minha Família há uma particularidade que sempre me suscitou interesse e curiosidade. Uma parte significativa desses familiares teve ascendência num povoado que se extinguiu em meados do séc. XIX. Concretamente a aldeia do “Monte Chamisso”. Localizada no concelho do Crato, relativamente próxima de Aldeia da Mata, Monte da Pedra e Vale do Peso.
Uma das minhas trisavós paternas ainda viveu com a sua família nesta antiga aldeia. Daí tendo abalado, provavelmente nesses meados de Novecentos. Chamava-se Rosa de Matos, o marido, João Carita.
A minha Avó, Rosa de Matos Carita, 1893 -1978, falava dessa sua Avó e contava a história dessa abalada!
Em próximos postais irei escrevendo sobre este tema, contando algumas histórias.
(Umas em Aquém-tejo. Outras no Apeadeiro.)
Se O/A Caro/a Leitor/a conhecer algo relevante sobre este apelido, CARITA, comunique, SFF!
Haja Paciência!
Anda tudo numa grande azáfama, por aí. Não haverá localidade deste nosso País em que não andem caravanas de candidatos a cargos e funções em freguesias, câmaras.
É bom sinal, que é uma forma de exercício da Democracia.
Mas… por outro lado, será apenas uma perceção minha, ou muito boa e santa gente anda por ali mais para ganhar protagonismo? Para dar nas vistas? Para eventuais e futuras benesses?!
Faz-me confusão que haja câmaras, com candidaturas até à dezena ou quase.
As promessas são mais que muitas. Anda por aí uma “bazuca” que é uma espécie de varinha de condão. Vai permitir fazer tudo e mais alguma coisa. De repente vão surgir verbas de todo o lado e vai-se construir tudo o desejado e pensado. Até os sonhos mais sonhados vão ser realidade a curto prazo.
Tanta publicidade. Tanta papelada. Tantos outdoors. Chamar-lhes ia antes “fora de portas”. Porque são um exagero. Não vejo necessidade de tanta poluição visual.
Numa das minhas Cidades, “Cidade de Rio e de Mar”, para além desses fora de portas há uma quantidade de “outDores” anunciando “Obra” em todo e mais algum “buraco” que esteja espalhado pelo Concelho. Alguns desses “buracos” são monos que por ali estão, há dezenas de anos, englobando vários períodos de gestão autárquica.
Pois, em todos, caso ganhe determinada força política e candidata… “Vamos ter obra”! É só obrar!
E não gostando de ver tantos e tantos cartazes e outdoors, menos gosto ainda de ver cartazes rasgados ou grafitados. Pese embora eles possam ser realmente exagerados em quantidade e enormidade. Mas não devem ser destruídos.
E, sim, logo que acabe a campanha eleitoral, devem ser removidos o mais rápido que puderem. O que muita vez não acontece, que ficam por ali esquecidos.
Noutra das minhas Cidades, “Cidade de Régio”, na 5ª feira ao final da manhã, deparei-me com uma caravana que subia a “Rua do Comércio”, mesmo ao cimo, para lá do Conservatório. Muita gente jovem, por sinal.
(Agora, muita juventude adere a algumas forças políticas, mais ligadas ao Poder. Dizem que é uma forma de se “aparelharem”. Dizem!)
Desviei-me. Segui pela “Rua da Paciência”. Sugestivo o nome!
Sobre a “Rua do Comércio”, é como quem diz. Que essa nomenclatura é para apenas uma parte dela e o comércio já se foi, há muito.
E não é de agora. Nem das últimas eleições. Foi um derivar do comércio para as proximidades da “Zona Industrial”. Decisões de há anos…Onde concentraram uma data de grandes superfícies.
Para os Senhores e Senhoras Candidatos/as, já deixei sugestões noutros postais.
Por agora e por aqui me fico. Ficam as mensagens. Esperemos que os mensageiros as levem aos destinos certos!
Obrigado pela sua atenção e votos de muita Saúde!
Estruturação de Área Temática
Resolvi estruturar uma Área Temática no blogue, subordinada ao título supracitado.
Postais genérica ou especificamente ligados a este tema, tenho vindo a publicar vários.
Neles, divulguei alguns aspetos de interesse de Localidades Portuguesas. (No futuro, eventualmente estrangeiras, quando surgir essa oportunidade.)
Essa divulgação fotográfica concretizou-se após visitas a Aldeias, Vilas ou Cidades do nosso País.
Visitas, algumas vezes, “organizadas” propositadamente com esse fim.
Outras vezes, face a circunstâncias / ocorrências com objetivos variados e finalidades diversas, mas em que aproveitamos para passear.
“Passeatas” realizadas no contexto do nosso dia-a-dia, mas a que também atribuímos a categoria lúdica, porque, mesmo nas atividades diárias, podemos descobrir motivos de interesse e deles darmos conhecimento à Comunidade de Internautas.
Hoje, neste Postal nº927, faço uma retrospetiva de Locais, já apresentados no blogue, com postais divulgativos de paisagens, monumentos, vistas, iconografias típicas, aspetos peculiares de algumas das nossas Terras Portuguesas.
Cito-os por ordem cronológica, dos mais recentes para os mais antigos, no blogue:
Sesimbra
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/castelo-de-sesimbra-266312
Óbidos
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/obidos-vila-medieval-260784
Nisa
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/artesanato-de-nisa-e-poesia-259303
Almada
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/passeio-virtual-por-almada-234101
Aldeia da Mata
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/sugestao-para-percursos-pedestres-ii-233543
Portalegre
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/passeio-virtual-na-cidade-de-regio-ii-231379
Ficam outros, por registar no postal, que o Caro/a Leitor/a, poderá ir descobrindo em “Aquém – Tejo”, navegando nas águas internáuticas desta plataforma virtual.
Futuramente, irei dando a conhecer, virtualmente, outras “visitas” que temos vindo a concretizar.
Nos aguarde, Se Faz Favor.
A próxima passeata será dedicada a SETÚBAL, Princesa do Sado.
Questões Pertinentes – Perguntas Impertinentes – Antes de Vinte e Cinco!
Bem te Queremos, Liberdade!
A pergunta, titulando o postal, poderá ser encarada numa perspetiva genérica e questionar sobre a efetiva e na prática quase inexistência de “Jardins nas Cidades”. Na verdade, e atualmente, o que os decisores políticos criam, nas nossas cidades, são parques.
Jardins, jardins, persistem alguns mais antigos, nalgumas das nossas localidades.
Mas esta pergunta é mais específica. Reporta-se a um jardim peculiar que havia num enquadramento entre prédios, de uma rua no Feijó, Cidade de Almada: (Foto anterior).
Peço-lhe Caro/a Leitor/a que faça o favor de ler um postal antigo que escrevi no blogue, em 18/11/2014, bem no princípio destas narrativas internáuticas e que intitulei precisamente “Um Jardim na Cidade – O Jardim de Dona Vanda”.
Pois, que aconteceu a este singelo e peculiar Jardim?!
Passei por ali recentemente, já neste mês, já por ali não passaria há mais de um ano, e constatei que foi transformado no espaço de parque que documento fotograficamente.
(O antigo Jardim ficava no espaço entre os dois prédios, a meio da fotografia seguinte. Correspondente ao espaço da foto anterior.)
No conjunto, todo aquele espaço foi valorizado. O que ali estava era uma espécie de buraco, nas traseiras de várias urbanizações e agora há um espaço arrelvado, arborizado, caminhos de fácil percurso pedestre, um jardim infantil. Globalmente, houve melhorias, não tenho quaisquer dúvidas.
Mas não teria sido possível manter o pequeno e modesto Jardim, integrando-o no contexto global do parque?! Digo eu…sei lá!
E para quando deixarem de arrelvar, e construírem efetivamente jardins?! Jardins de “flores”, com roseirais, arbustos autóctones, que floresçam nas épocas próprias.
Sempre os espaços de relvas. Manutenção cara, muito gasto de água e… para que servem?!
Já sabemos! Para que os/as modernos/as chiques levem os canídeos a defecar. Que até tirei fotos, precisamente no local do dito jardim. Que não mostro, evidentemente.
O que vale é que a Natureza floresce sempre, como provam as papoilas e os bem-me-queres!
Porque é que os nossos políticos, da nossa Democracia, decidem sempre de cima para baixo, não contemplam as decisões tomadas de motu próprio pelas populações?! Só pensam em nós para votarmos. Daí tantas vezes o desinteresse…
Estas são exclusivamente opiniões minhas.
Que era possível, viável e desejável que, embora construindo aquele parque, se mantivesse o Jardim, era! Espaço ajardinado, bem peculiar, simples, natural, trabalhoso, traduzindo o espírito de Cidadania de quem o idealizou. De quem o construiu, criou, manteve, sustentou de água que faltava, de espécies bonitas e florescentes que, na altura própria, coloriam aquele canto meio abandonado a que davam Vida! Era possível manter, sim!
E é ou não importante que os “nossos” políticos atendam também às vontades dos Cidadãos nestas pequenas e também grandes coisas e causas?!
E estarei ou não a exercer um dos Direitos fundamentais que o 25 de Abril nos proporcionou?
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