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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Lembra-se da Primavera?!

Na Cidade, nas Serras!

Você, que anda pelas praias quer lá saber da Primavera, da Serra, do Alentejo…

Cidade e Serra. Foto Original. 2021.07.06.jpg

Mas a Cidade oferece sempre perspetivas interessantes, no respetivo enquadramento nas Serras. Que, na essência, são apenas uma: Serra de São Mamede.

Lembra-se da Serra em Maio?!

Pois, agora, a paisagem está assim. Ou pior! Que as fotos são de há um mês.

Serra e Cidade. Foto original. 2021.07.06.jpg

As acácias mimosas foram desbastadas no Inverno e Primavera. A dita, chegados Abril e Maio, acompanhados de alguma chuva, proporcionou as imagens surpreendentes que apresentei documentando os passeios e passeatas nos percursos assinalados, do Boi d’Água, da Fonte dos Amores, do Salão Frio.

Simultaneamente as acácias, infestantes como são, foram sempre rebentando.

Chegado o Verão, com ele os meses de Julho e Agosto, “os cardos e os nardos não sei onde estão”!

Cardos Secos. Cidade. Foto Original. 2021.07.06.jpg

Acácias, essas não pediram licença ao tempo, cresceram e medraram, como é seu hábito. Proliferaram ainda mais.

Nos últimos passeios realizados pela Serra, pela tarde, em pleno Verão, sem o encanto e magia primaveris, constatamos os campos, outrora pinturas impressionistas, agora assim como as imagens documentam.

Acácias. Serra. Cidade. Foto original. 2021.07.06.jpg

As acácias que, continuariam no respetivo verde acinzentado de Verão, estão ainda mais secas que os pastos.

Houve certamente intervenção humana “atacando-as” com algum produto tóxico a ver se elas secam de vez. Isto deduzo eu que não tive oportunidade de questionar alguém de direito sobre o assunto.

Coisas da Vida!

Acácias, mimosas ou não, de espigas ou lá o que sejam, de espinhos também, é nunca plantar.

Serra. Serra da Penha. Cidade. Foto Original. 2021.07.06.jpg

A Cidade e a Serra, apesar de tudo, do Verão e do calor, proporcionam sempre imagens por demais sugestivas. Enquadradas na vegetação autóctone: sobreiros, carvalhos negrais, lentiscos, medronheiros, sanguinhos, carrascais. E também: pinheiros mansos, oliveiras, zambujeiros.

Sobreiro e Cidade. Foto Original. 2021.07.06.jpg

Aproveite, apesar de tudo, para passear! Se, no Alentejo, aproveite as sombras. Dos sobreiros...

Se for na praia... Bem! Ainda melhor! Bons passeios. Muita saúde.

 

 

Sabe que planta é / são esta(s)? – XV

Ainda no Jardim da Gulbenkian

(Piquenique 1 de Agosto 2021 - III)

Roca da Velha. Foto original. 2021.08.01.jpg

O Jardim – Parque da Gulbenkian é um oásis em Lisboa.

Surpreendente a floresta criada no meio da Cidade. (A Praça de Espanha também está bastante diferente, mas ainda não deu para uma apreciação global e avaliativa. Mas, na questão de circulação automóvel, pareceu-me melhor. Mas ainda terei que ajuizar com mais atenção.)

Voltemos à Gulbenkian e apreciação do coberto vegetal do Jardim. Alguns aspetos de pormenor e outros de por maior. De algumas plantas conheço nome vulgar, de outras não. Nomes científicos, mais corretos, em latim, não conheço. Lamento!

A foto de capa: Roca da Velha

Imagem de por maior: Canavial, de Canas da Índia

Canavial Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Lantana

Lantana Gulbenkian. Foto Original. 2021.08.01.jpg

Roseira florida.

Rosa na Gulbenkian. Foto Original. 2021.08.01.jpg

Rosas muito bonitas existem no Roseiral da Gulbenkian. Mas perdem muito do fulgor dos roseirais, porque o arvoredo que limita o espaço a sul – sudoeste cresceu imenso e priva-as de luz solar. Digo eu… Jardim ou parque sem roseiral, não é jardim nem parque, em Portugal!

Azevinho

Azevinho. Gulbenkian. Foto Original. 2021.08.01.jpg

Acanto

Acanto. Foto Original. 2021.08.01.jpg

As imagens seguintes são de plantas cujo nome desconheço.

Jardim Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Sabe os respetivos nomes?!

Jardim Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Se souber, agradecemos que os nomeie, Se Faz Favor!

Jardim Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

Obrigado. Muita Saúde. Bons Passeios e Passeatas. E Piqueniques!

 

Caril de Camarão e Arroz Basmati

Centro Interpretativo. Foto original. 2021.08.01.jpg

 

Piquenique no Jardim da Gulbenkian (II)

Afinal, o caril não era de gambas, mas de camarão. Correção feita!

 

Chegados ao Jardim para o piquenique, depressa os preconceitos voaram. O que mais havia era gente a piquenicar. As mesas junto aos eucaliptos estavam ocupadas, precisamente com pessoal a comer. Os bancos em redor, vários deles, em idêntica funcionalidade. Pela relva, também havia grupos, na função digestiva. Debaixo das sombrosas árvores, várias pessoas observei, comendo.

Um dos preconceitos: o “cesto do supermercado”. No final da visita, observaria um senhor, todo descontraído, com um desses cestos a tiracolo, onde levava o que sobrara do piquenicar que ele e a família haviam feito num dos bancos de cimento, debaixo dos eucaliptos!

Não tenho memória, se antes da eclosão da pandemia, era costume ver-se tanto pessoal a almoçar pelo parque. A hora de almoço costumávamos passá-la nessa função.

Comemos, piquenicando, divertimo-nos e tivemos direito a sobremesa, após termos arrumado os apetrechos, conforme foto do postal anterior. Não deixámos restos, nem papéis. Não demos nada, nem aos pombos, nem aos patos, que, gulosos, nos abordaram, enquanto comíamos. Seguimos as instruções que nos interpelam logo à entrada leste do parque, junto ao Centro Interpretativo Ribeiro Teles, conforme foto documental.

Instruções Parque. Foto original. 2021.08.01.jpg

 

Foi precisamente na gelataria que pedimos a sobremesa. Por mim, decidi-me por gelado de alfarroba, nunca havia provado. Gostei. Sou guloso! Mas também houve de morango e de chocolate. Para mim, triviais.

E houve direito a café, para quem quis, com ou sem açúcar! Em chávena. Havia quem não bebesse assim café, há imeeennso tempo! Na bandeja, levei-os para a sombra do exterior, que no espaço interior, apenas se podia ficar tendo o tal certificado. Devolvi a bandeja à origem, claro!

Passeata Jardim. Foto Original. 2021.08.01.jpg

 

Uma tarde muitíssimo bem passada. Passeata no jardim. Exercícios, à moda olímpica. Aproveito para felicitar os nossos atletas, os medalhados e os não medalhados, que também se esforçaram para tal.

Parque Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

 

O Jardim oferece excelentes sombras, nalguns locais, verdadeira floresta temperada, sempre bem irrigada. Ouve-se a passarada. Pareceu-me rouxinol, quando chegámos. Gaio também me pareceu no seu “grasnar”?

Candeeiro Joana Vasconcelos. Foto Original. 2021.08.01.jpg

 

Não me atrevi a visitar a exposição na galeria principal.

O candeeiro da “prima” Joana está exposto num dos átrios principais. É tão grande que não passa nada despercebido.

A fila para o museu manteve-se sempre crescida até depois das cinco, quando partimos.  Também não queríamos visitar. Já o fizemos por diversas vezes.

As esplanadas, a do restaurante do Museu e a do Centro Interpretativo, estavam cheias.

A quase totalidade do pessoal andava de máscara, aonde ela era devida. Nós, inclusive.

Casal Gulbenkian. Foto Original. 2021.08.01.jpg

 

No final da visita, encontrámos este casal, bem simpático. Entre oitenta e noventa. Com a devida autorização, fotografei-os. Não costumo colocar, no blogue, fotos com Pessoas. Mas não resisto a esta. Há sempre uma excepção, o que só confirma a regra.

Flor Gulbenkian. Foto original. 2021.08.01.jpg

 

Também fotos de plantas. Esta de uma plantinha minúscula. Para contrapor ao tamanho do candeeiro da “prima”! Há beleza e harmonia em toda a Arte. A natural e a humana, que “copia” a da Natureza?!

 

 

Barragem do Pisão: Talvez Sim ou Talvez Não?!

Novas Promessas ou Concretizações?!

Li esta notícia recente. “Barragem do Pisão vai mesmo avançar.

 

O Senhor Primeiro-Ministro, Drº António Costa, foi a Portalegre… (Cidade do Alto Alentejo…) e a Flor da Rosa, para anunciar que as Obras da Barragem do Pisão vão mesmo arrancar. Repetiu a dose de visitas alentejanas! É caso para dizer que “não há fome que não dê em fartura!”

Sobre a dita Barragem do Pisão, eu sou mesmo como São Tomé. É ver pra crer!

Desde criança que me lembro de ouvir falar de uma barragem a construir perto da aldeia do Pisão, localidade que iria ficar debaixo de água. Na altura não conheceria a palavra submersa. Nem sabia onde ficava o dito Pisão. O meu Mundo era muito pequeno, embora eu avistasse a Serra ao longe.

(“Ao longe, a Serra / Uma miragem / Duma impossível viagem.” - Esta estrofe será já da adolescência.) Adiante…

Quanto à dita construção da aludida Barragem, prometida e reprometida, como a “Sempre Noiva”, algumas questões se me tecem.

Neste ano de eleições, é um afã de realizações futuras, a prometer. E é por todo o lado. 

É um apostar forte nas câmaras que se querem manter ou recuperar. “Ganhar” é o termo que se usa, mas de que não gosto. O espírito dos Autarcas deverá / deveria ser: “Servir”.

O PSD também “aposta” forte. Já nas anteriores eleições, os partidos investiram fortemente nas respetivas candidaturas na Cidade. Todavia a candidatura de Independentes – CLIP, conseguiu manter a liderança da Câmara. Conseguirá também desta vez?

Barragem Maranhão. Foto Original. 2019.10.03.jpg

Ainda sobre a Barragem e respetivos usos múltiplos.

Não esquecer!

Vai situar-se na Ribeira de Seda, que é uma das principais fontes de abastecimento da Barragem do Maranhão. A montante desta. Logo parte do caudal da Ribeira ficará retido nesta Barragem do Pisão.

Barragem do Maranhão. Foto original. 2019.10.03.jpg

A do Maranhão, cujas fotos ilustram o postal, já tem falta de “liquidez”. Porque chove pouco. A foto é de Outubro de 2019, no culminar de uma seca de vários anos. Mas também porque há um uso superintenso nas regas dos olivais que a rodeiam.

Esta Barragem acolherá as águas pluviais da bacia hidrográfica da Cidade e Zona Industrial e Comercial e arredores. Bem como das respetivas estações de tratamento dos esgotos. Ou será que estarei enganado?

Água de qualidade para abastecimento das populações?!

(Eu vou ali… já venho.)

E se, no espaço territorial de acesso de águas, forem plantar novamente olivais como os que vemos no Maranhão, que precisarão intensamente de água para regar… então será melhor deixarem-se estar, deixarem a água correr no seu percurso natural, a ver se enche o Maranhão.

A ideia da central fotovoltaica, julgo interessante.

É uma barragem que vai dar para muita coisa, já se vê!

E terei dito tudo o que será importante e importa dizer sobre a Barragem?!

Ah! O Turismo também!

E… as Barragens para Abastecimento das Populações deveriam ser um Santuário!

 

E, por promessas:

Não se esqueçam do IP2 e dos vários estrangulamentos que tem no Norte Alentejano e que são urgentes de resolver.

  • Atravessamento dos Fortios,
  • Cruzamento de Alagoa / Flor da Rosa,
  • Entrada em Portalegre,
  • Variante de Estremoz, a das célebres rotundas.

São troços mais do que necessários.

Sem rotundas!

Com Muita Saúde!

P. S. - Fotos e Texto Originais. Não esqueça!

 

Poema sobre Serra da Arrábida

Foto Original. 20210715_104859.jpg

«A cadeia da Arrábida»

 

«És calcária cadeia montanhosa,

Na península de Setúbal, meridional,

Relevos, vultos, paisagem rochosa,

Notável orografia à vista da capital.

Proeminente e afortunada escultura,

Tuas serras se destacam da planura,

S. Francisco, S. Luís, Louro, Gaiteiros,

Teus vales são grenhas de verdura,

Barris, Alcube, Rasca e Picheleiros.

 

Na cordilheira, Arrábida sobressai,

A mais alta, debruçada sobre o mar,

Enamorado e meigo o Sado vai,

A sua alcantilada face beijar.

Serra-mãe, que de Deus és criação!

Será teu nome de origem Ribat?

Do muçulmano, lugar de oração,

Ou quem sabe, talvez Arrabdah?

Gelfa, pascigo, pastagem d’eleição. 

…   …   …   …   …   …   …   …   …    

Tu Arrábida, soberbo e mágico mirante,

Património histórico, científico, cultural,

Tua paisagem, desmesurada, fascinante,

Dádiva da natureza, meu parque natural!»

 

In. “Segredos da Natureza a dois passos de Lisboa”, pag. 26.

De: Professor Manuel Lima (Fotografias e Texto)

Edição de Autor

1ª edição – Dezembro 2012

Tiragem: 1000 exemplares.

 

Foto Original. 20210622_094741.jpg

Em postal anterior, “Passeios por Aquém Tejo”, na sequência de postais sobre Setúbal, havia escrito que publicaria um Poema sobre Arrábida. Só hoje foi possível.

Foto Original. 20210621_094621.jpg

Este livro citado é um trabalho de excelência, como pode ajuizar a partir do excerto do Poema, de que transcrevo apenas três estrofes. Doze estrofes o compõem. Onze nonas e uma quadra.

Excelentes Fotografias, excelentes Poemas, abordando seis grandes Áreas Temáticas: “Parque Natural da Arrábida, Cabo Espichel, Reserva Natural do Estuário do Tejo, Lagoa de Albufeira, Arriba Fóssil da Caparica, Parque Natural de Sintra – Cascais”.

Comprei o livro em 06/04/2013, num lançamento promovido pelo Autor. Não me lembro em que local de Almada. O preço não registei, contrariamente ao que costumo fazer. Mas sei que foi relativamente em conta, entre dez e quinze euros. Para o trabalho que nele está incorporado, que não tem preço e sem suporte de editora, foi baratíssimo.

 

Caro/a Leitor/a, desejo-lhe boas Leituras de Verão, com muita Saúde!

 

Percurso do Salão Frio (III): Conclusão

3º Capítulo da Narrativa

Finalmente, o Atalaião!

Passada a contrariedade dos cães, que, na altura, nem avaliei devidamente, continuámos.

Caminho a seguir. Foto original. 2021.05.12.jpg

Em breve chegámos à estrada que nos levaria ao Atalaião.

Passámos pela “Quinta D’Matinhos”!

Por outras quintas abandonadas…

Quinta abandonada. Foto original. 2021.05.12. jpg

Pela Estação de Meteorologia, também abandonada.

Estação de Meteorologia. Foto Original. 2021.05.12. jpg

(Lembro-me de uma visita de estudo, quando aluno do Liceu, para aí em 71 ou 72, no âmbito de Geografia!)

Roseiras na estação meteorológica. Foto original. 2021.05.12.jpg

Mas com lindos roseirais!

E, finalmente, o fortim que batiza este Bairro da Cidade: “Atalaião”.

Fortim Atalaião. Foto original. 2021.05.12.jpg

Também abandonado?! Particular? Fechado? Sem hipótese de visitas?

(Também me lembro de, quando jovem aluno, nesses idos iniciais de setenta, termos ido, de motu próprio, em visita espontânea.)

Rosa enjeitada. Foto original. 2021.05.12.jpg

E uma rosa, bordejando uma casa também meio abandonada, mas persistindo na sua vida e função primaveril. (“Dirá a corola para o gineceu!”)

E o último sinal do percurso!

Virar à direita. Foto original. 2021.05.12. jpg

Ou o primeiro?! Se quiser e se se sentir com forças de novamente subir a Estrada da Serra, até à Fonte dos Amores, até ao Miradouro e por aí, nesse percurso pedestre, por demais interessante.

Mas que ficará para outra oportunidade.

 

Até breve. Faça caminhadas. Mas, agora com o calor, selecione devidamente os percursos, a hora, leve sempre água e companhia. E abrande no ritmo e na velocidade! E atenção aos cães!

SAÚDE! Muita!

 

Início de percurso. Foto original. 2021.05.jpg

(P. S. – No dia dez, “Dia de Camões”, passei pelo local de início de percurso, frente à Rádio, para saber o nome da Avenida.

À entrada do caminho, deparei-me com lixo e porcarias. Para além de um dos pinheirões mansos, parcialmente cortado.

Digamos que, para suposto caminheiro, deparando-se com essa primeira imagem desagradável, não será estimulante realizar caminhadas!

Há por aí muita gente que não merece a beleza que a Terra proporciona aos humanos. Destroem e conspurcam tudo com o lixo! Esquecem que o Mundo é um todo! E depois admiram-se de tanta lixeira nas praias!)

 

Presidenciais 2021 - Resquícios

Cartazes das Presidenciais 2021 – Ao Abandono!

Cartaz eleitoral i Foto original. 2021. 02. pg

Acho um exagero a utilização de cartazes em papel ou plástico e espalhá-los pelos mais diversos locais do País.  Nos outdoors / “fora de portas”, nas paredes, nos placards, nas estruturas energéticas ou outras, ou em qualquer lado. É um desperdício! Por demais em campanhas eleitorais, em que deverá haver exemplo de civismo. E ainda mais numas eleições presidenciais.

Cartaz eleitoral ii. Foto Original. 2021. 02. jpg

Para além do gasto desnecessário em papéis, tintas, eu sei lá que mais, em plásticos… é depois o resultado que as fotos documentam.

Cartaz eleitoral III Foto Original. 2021. 02. jpg

Julgo que nenhum dos candidatos gostará de ver este esboroar contínuo da respetiva imagem, mas é no que isso resulta.

Mas então… Porque, após os atos eleitorais, não promovem a remoção dos respetivos cartazes e os deixam ir morrendo aos poucos e oferecendo uma imagem pouco digna para si mesmos e para os partidos que representam?!

Deixo este refletir à consideração, de quem de direito.

Cartaz eleitoral IV. Foto original. 2021. 02. jpg

A última foto reporta-se não às eleições presidenciais deste ano, 2021, mas às penúltimas, as de 2016! O cartaz está no fim. O placard lá continua...

Um candidato peculiar de um partido ainda mais singular, o MRPP. Ainda se conseguem ver algumas letras “*eopoldo…”. Lembro-me perfeitamente do cartaz, afixado no respetivo placard, há mais de cinco anos! Do personagem político também, figura icónica do partido referido, nos idos de 75/77, no ISE – Instituto Superior de Economia – Lisboa!

Para futuros/as candidatos/as ou partidos:

Futuramente, deixem-se destes tipos de publicidade de campanha.

Agora e ainda… Removam toda a papelada, cartazes, placards, tarjetas, nos mais diversos locais, por esse País. Como forma pedagógica e elucidativa.

Cartaz eleitoral V. Foto original. 2021. 02. jpg

As imagens são destes candidatos, mas haverá de outros por aí. Estas recolhi-as numa simples volta de “passeio higiénico”. Numa Freguesia… Por aqui!

 

Vacinas e... Visons

Que tem a letra a ver com a careta, além da letra inicial – V?!

 

Ainda se ouvem os ecos da vacina da gripe, já aí vem a vacina da Covid. Faz falta, sim!

Discutem-se os possíveis critérios de vacinação, as prioridades, quais os grupos que deverão ser vacinados primeiro: se os velhos, se os novos, se certos grupos profissionais, se utentes de instituições, se trabalhadores desta ou daquela atividade…

(Ao mesmo tempo, já os detentores de opinião formada sobre tudo e sobre nada, opinam, peroram, procuram influenciar, manipulam, formulam juízos de valor sobre critérios supostos, em estudo, ou já saídos nos media.)

Também vou na onda!

Antes de tudo mais, o que acho importante é que as vacinas sejam realmente eficazes. Que correspondam, em termos de efeitos, ao que delas se espera. Isto é, que permitam neutralizar o vírus, erradicar ou combater a Covid, a curto, a médio, a longo prazo.

Que não tenham efeitos colaterais. Que tenham sido devidamente testadas, dando garantias da sua eficácia, da sua fiabilidade. Que nas testagens efetuadas não tenham sido detetados danos residuais sobre os pacientes. Projetar efeitos a longo prazo, realizar previsões a esse plano temporal, não será fácil, mas é conveniente que, ao ser aplicado um plano de vacinação, nós possamos ter confiança no que tomamos, a que nos sujeitamos.

(Esclareço: Não faço parte de movimentos anti vacinas. Não, de modo algum!)

 

E os visons?!

Esses, a modos que vão ter uma vacinação radical! (Perdoe-se-me a ironia, pois que considero o assunto sério.)

No Reino da Dinamarca… um daqueles países do Norte da Europa, que habitualmente ficam bem na fotografia, no respeitante a índices de desenvolvimento, já começaram a matar milhões de visons.

Foi detetada uma variante do corona nestes animais, alguns humanos foram contaminados e antes que essa nova estirpe do vírus alastre e coarte a eficácia da vacina que irá ser utilizada nos humanos, o governo dinamarquês decidiu mandar abater todos os visons. O que já começou a ser feito, não sei se concluído. É tanto o drama, que a Senhora Primeira Ministra, do dito Reino, até chorou em público, sobre o assunto.

Mas atentemos bem na questão.

Esses bichos fofinhos são criados em quintas, certamente com todas as comodidades e confortos. E para quê?!

Para serem mortos e esfolados e as apreciadas peles serem convertidas em abafos de humanos. Para estes se pavonearem, satisfazerem a sua vaidade, enfeitados com as ditas, de não sei quantos animais assassinados, para seu bel prazer.

E questiono-me… O que é feito, nessa situação, às carcaças desses animais esfolados? São reutilizadas como subprodutos? São incineradas? Enterradas, como parecem ter sido as carcaças desses infelizes bichitos afetados ou em vias de infeção corona viral?

Reflitamos. Este abate em massa dos animais é de facto constrangedor.

Mas o que não o é menos, pelo contrário, é o que está na sua base.

Isto é, a criação de animais, a uma escala de milhões para serem abatidos para satisfação só e apenas da Vaidade Humana, para Ganância de alguns, pela febre do Lucro de uns quantos. 

(Não venha a Senhora Primeira Ministra chorar lágrimas de crocodilo, porque o que está errado e é chocante, é este modelo de produção!)

Agricultura? Agro indústria? Indústria? …?!

Não! Carnificina!

 

E sobre a Dinamarca:

A Fraude-bedrag-episodios-17-e-18

A Heranca-serie-dinamarquesa

Séries-borgen-politica-eleicões

Borgen

Vergonhoso-infame

Uma "carta" sem destinatários?! 100 Destinatários?!

Esclarecimento a Crónica “Falta de Serviços Essenciais…”

e

Crónica de Descontentamento (s) VII… E desabafos...

Marco de correio .apbp. artistas pintores boca pé. jpg

 

Na crónica que escrevi, em 09/03/19, referi alguns disfuncionamentos referentes aos CTT.

Agora, devo constatar que o postal enviado a 07/03 chegou ao seu destino a 11/03, demorando quatro dias. Situação regular, que corresponde a dois dias úteis, que de permeio houve fim de semana.

Também constatei, no dia 12/03, que a cabine telefónica, nos CTT da Capital de Distrito, já funciona. Segundo me foi informado, há cerca de um mês.

Ótimo. Parabéns e que assim continuem. A funcionar como deve ser!

 

O postal ilustrativo deste post é a digitalização de um dos que a “APBP – Artistas Pintores com a Boca e o Pé” habitualmente edita e que, há vários anos, vimos adquirindo.

É também uma forma de ajudarmos estes Artistas, divulgando a sua Arte!

E aproveito para enviar mais uma “carta” com os meus descontentamentos…

 

No referente a chuva, ela continua sem aparecer… Vislumbrou-se no início do mês, mas rapidamente se eclipsou.

 

Em contrapartida, começaram os Incêndios.

 

Isto dito assim, tão a seco, até parece que são uma fatalidade natural, já esperada…! Que não são! Por mais que nos queiram impingir mediaticamente essa anomalia.

Falta muito, sempre muito trabalho de prevenção. Por mais que se faça, dificilmente estará completo a tempo e horas.

Basta olharmos a beira das estradas, as próprias autoestradas, dentro dos próprios limites destas… e dentro das próprias cidades.

 

Em Almada, friso, está um designado “Koi Park”, frente ao Fórum, rente à A2, na saída da “Ponte 25 Abril”, que é um matagal há anos, sem limpeza. É imperioso e urgente que seja feita, ademais numa zona com tanto tráfego e congestionada nos acessos.

 

E porque é que os meios de comunicação dão tanta cobertura mediática aos fogos?! Tanto espetáculo desnecessário. Porque não são objetivos, concisos, informativos e formativos?!

 

E para quando a implantação de unidades de transformação dos milhares de toneladas de inertes produzidos com as limpezas, em vez de as termos que queimar?!

 

E ainda esta situação do tempo meteorológico

Em Portugal, estamos em seca severa… Em Moçambique, vemos toda aquela desgraça… E, mais uma vez, a exploração da miséria alheia, do sofrimento atroz, trazido à ribalta comunicacional. Uma certa contensão, precisava-se!

Estas ocorrências regulares pelo mundo fora, quando acontecidas em países pobres, subdesenvolvidos, têm repercussões muito mais catastróficas.

 

E tanto investimento feito em guerras totalmente absurdas e desnecessárias! Que os "Donos do Mundo” fomentam pela ganância. Tanto que podiam fazer pelo Bem da Humanidade, dotando os países pobres das infraestruturas basilares. E esta responsabilidade é prioritária dos respetivos dirigentes desses países! Realce-se!

“Cabras Sapadoras” – 'Batismo' Polémico!

Mais uma Reflexão sobre a Prevenção dos Fogos Florestais!!!

 

Estamos quase no final de Janeiro, deste ano de 2018, que ainda mal se iniciou.

 

Como tem acontecido nestes últimos três anos, pouco tem chovido. Os ribeiros nem sequer correm. E faz imensa falta chover!

 

Todos sabemos o ano trágico que foi o de 2017, a partir do grande incêndio de Pedrogão, a 17 de Junho, ainda não se tinha iniciado o Verão e todos os que se seguiram, nos meses subsequentes, culminando no fatídico 15 de Outubro!!!

 

Ninguém deseja que se repita tal tragédia neste 2018.

 

Para isso é preciso que esteja já em ação, todo o trabalho de PREVENÇÃO.

Tanto pela Entidades Públicas, como pelas Privadas.

Sem demora!

 

Têm surgido notícias sobre as ações a desenvolver ou já desenvolvidas, umas que nos deixam esperançados de que se age ou irá agir. Outras nem por isso.

 

Sem qualquer pretensiosismo, gostaria de reportar para o que escrevi, e publiquei e que enviei para Entidades Competentes - Governativas, no âmbito da designada:

Consulta Pública sobre a Reforma das Florestas

“Alteração ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios”.

 

Este texto além de o ter publicado no blogue em 16 de Janeiro de 2017,

enviei-o, via mail, também para

Excelentíssimos Senhores Ministros de:

- Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural,

- Administração Interna,

- Ambiente.

 

Recebi respostas de:

 

- Secretário de Estado da Administração Interna, datado de 23/01/17, titulado “Prevenção contra incêndios florestais”, em que refere: “… informar que o contributo será considerado no âmbito da discussão pública da Reforma da Floresta.”

 

- Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, igualmente titulada “Prevenção contra incêndios florestais”; Resposta – SEOTCN – ofº nº 110 – Data: 23/01/17 – 30/04/17 – “…foi tomada a devida nota sobre as sugestões enviadas.”

 

(…   …   …)

 

*******       *******

Agora, Caro/a Leitor/a,

Se tiver a amabilidade de ler o Texto enviado e as respetivas Sugestões nele registadas…

E se a nossa Governação Central e Local tivesse dado execução, pelo menos às medidas principais e, primordialmente, as respeitantes à PREVENÇÃO, nomeadamente a de curto prazo e que tem que ser feita anualmente.

(…)

Depois de tudo o que veio a acontecer!....

Não comento mais nada!

 

*******

 

Atualmente, preveem-se executar medidas de prevenção diversas.

E é importante e imperioso, e URGENTE, que elas sejam executadas, tanto pelas Entidades PÚBLICAS, como pelas PRIVADAS!

 

É deveras lamentável que neste País, no nosso País, só depois das desgraças acontecerem é que se providenciem ações concretas.

Que o que explicitei no texto, em muitos aspetos, foram sugestões que até já vêm vigorando há anos, só que os Poderes Instituídos e os Particulares, não lhes têm dado execução.

E não terão sido as únicas sugestões recebidas.

E, repito, a Legislação já consigna medidas de prevenção há muitos anos e em muitos diplomas legais.

Só que, neste nosso querido Portugal, “só depois dos trovões…”

 

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Muito é preciso fazer! Executar! Agir!

Muito se constata ainda que não está a ser feito e já há Autarquias a queixarem-se que não conseguem fazer os trabalhos necessários até Maio…

 

Não se esqueçam que os PARTICULARES também têm que fazer o que lhes compete e que da parte das Entidades Públicas será, muitas vezes, incentivá-los, obrigá-los, a essa execução.

O que é preciso é NÃO CRUZAR os BRAÇOS!

 

Serra Portalegre. Original DAPL. 2017.jpg

Porque se os Particulares fizerem o que é do seu Dever, ficam os Poderes Públicos com meios para executarem o que lhes respeita: caminhos públicos e vicinais, terrenos baldios ou de propriedade das freguesias, espaços confinantes com edifícios públicos, etc. e etc. …

 

Que trabalho para fazer é o que não falta!!!

 

E há por aí tanta gente que se queixa que não tem trabalho!!!

 

Por isso, “Mãos à Obra”!

 

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Não posso deixar de comentar uma notícia que surgiu sobre o ‘batismo’ de umas cabras que se prevê sejam usadas para prevenção primária.

As designadas “Cabras Sapadoras”.

Não discuto o nome, não sei se é um batismo feliz ou não, que nem sequer sou padrinho.

 

Mas que é importante que existam é!

Além de executarem uma atividade de prevenção primária, ainda serão uma fonte de riqueza e trabalho para as populações locais.

 

Eu até sugeri, primordialmente, ovelhas, para os caminhos vicinais, ribeiras, etc., porque são menos saltadoras.

 

Quanto ao nome das cabras se o acharem desadequado ou infeliz, chamem-lhes a elas, cabras, outros nomes:

Cabras Montesas”, “Cabras Serranas”, Cabras Sarranas”, como se dizia na minha Aldeia, “Cabras Saltadoras”, que é o que as cabras mais gostam de fazer… Há tantos nomes que não ferirão suscetibilidades.

Mas que é importante estas existirem, e exercerem a função prevista, lá isso é!

 

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E, também a propósito deste assunto, algo que também sugeri:

Implementação de unidades de transformação dos subprodutos das limpezas, dos matos. Situadas no Interior. E atenção sempre à poluição!

 

E globalmente relacionado com tudo isto, é imprescindível repovoar o Interior.

E uma das formas será a Descentralização de Serviços, Atividades, Unidades de Produção, também para localidades do Interior!

 

E tenho dito e terminado.

E, como eu gostaria que o conteúdo deste meu post fosse lido e refletido, pelas Entidades Competentes!

 

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E, já agora, é fundamental referir que a foto é um original de D.A.P.L. – Dez. 2017, minha colaboradora desde a primeira hora!

O que seria dos meus posts sem a sua imprescindível colaboração?!

 

Reporta-se a um terreno em socalcos, recentemente limpo, na Serra de Portalegre.

Que bem que precisa de ser limpa, nomeadamente e a começar, nos terrenos que estão a norte do Hospital Distrital e do Antigo Colégio, matos e acácias mimosas, a eito!

Daqui se faz um apelo às Entidades Competentes!

 

 

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