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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Encontro Além – Mar / Brasil - Portugal

Antologia Literária

Organizada por Márcio Martelli

Editora In House – 1ª Edição Maio 2019 - Jundiaí – SP

 

Coordenação em Portugal: Jorge Trigo. Apoio da APP – Associação Portuguesa de Poetas

 

Mais um post que é publicado com atraso, mas sobre um tema que não quero deixar de explicitar, embora já tenha referenciado o assunto, enquadrado num âmbito mais geral.

 

Foi apresentada em Portugal, a 10 de Junho, feriado nacional, “Dia de Camões”, na Sede da APP – Associação Portuguesa de Poetas, aos Olivais – Lisboa – Rua Américo de Jesus Fernandes 16 A. Posteriormente, na Feira do Livro de Lisboa. (Não sei se terá sido apresentada em Portugal em mais algum local). Anteriormente, fora no Brasil – 1 de Junho.

 

Nela participam 68 Autores, com prosa e poesia. Em ambos os géneros, temáticas bastante diversificadas. Lê - se com muito agrado. Resulta um conjunto heterogéneo, mas deveras interessante, leitura variada, com muitos itens apresentados.

Destes Autores, pelos meus conhecimentos, nove são portugueses. Além de Jorge Trigo, F. Corte Real, Felismina Mealha, Francisco Carita Mata, Helena Madeira, João de Deus Rodrigues, Josefa de Maltezinho, Leonor Carvalho, Rosa Fonseca.

Alguns já com poemas apresentados neste blogue.

De duas pessoas não tenho a certeza: F. de Lemos e Fabiana Moutinho.

Os autores sublinhados estiveram na sede da APP, no dia da 1ª apresentação.

Acho curioso que a Sede da Editora se situe em Judiaí, cidade brasileira próxima de São Paulo. Precisamente a cidade de onde escrevem vários autores, que habitualmente participam no blogue PAZ - https://solpaz.blogs.sapo.pt - PAZ - Blogue luso-brasileiro.

Alguns dos escritores / bloguers também participam nesta Antologia. Pelo menos, João Carlos José Martinelli e Renata Iacovino. Pelo menos estes, que eu me aperceba.

E porque referir este aspeto?!

Porque este blogue é um dos que subscrevem o meu e que eu também subscrevo. E onde participam também portugueses, nomeadamente também Euclides Cavaco, igualmente da APP.

 

Se estiver interessado/a em adquirir a Antologia… Não hesite. Vale a pena!

 

Pela minha parte, participei com: O menino / o futuro morre na praia!; Cacela Velha; Futebol é arrebol; Amor do facebook. E "Vesúvio", prosa poética, inspirada na série "Gomorra".

 

Dizendo Poesia! APP / Vá - Vá!

Tertúlia APP no “Vá – Vá” - 9 de Junho 2019

Associação Portuguesa de Poetas

 

Jacarandás. Foto Original. jpg

 

No passado domingo, Tertúlia no Vá Vá. Catorze pessoas marcaram presença! Marcaram e disseram de sua justiça, “Dizendo Poesia”! E também cantando, quem sabe. E declamando ou recitando. E lendo.

Houve duas rondas de Poesia, enquanto estive. Numa primeira, um breve esboço de cada um, sobre o seu ser e querer poéticos. Na segunda, o versejar / poetar, simplesmente!

 

Maria Bia: “Esqueci-me do amor” e “Rosa que chorava”. Aborda o tema do “Amor”. Escreve sobre a Mãe e acerca do que a “toca” mais.

 

Aline Mamede, integrante dos Jograis da APP: “Novo amanhecer” de um seu livro. E “Jardim do tempo”. Gosta de escrever. Escreve sobre o tema do “Amor”, até ao que observa!

 

Graça Melo, atual Presidente da APP: “Pastor do monte” e “Vou para onde o vento me leva”. Do seu livro “Poemas Desconexos”, dedicado a Fernando Pessoa (Alberto Caeiro).

 

Fernando Afonso, um dos decanos dos Poetas da APP: “Brinca na poeira, brinca”, de Graça Melo. (Poema inspirado pelo neto da autora e na sua forma de brincar.) E um poema de Gonçalves Crespo, “… a farda não é morte…”. Como só ele sabe…!

 

Maria Augusta: “Nidação” e um soneto de Amor – “Metamorfose”. Começou a escrever mais, após a reforma. A escrita funciona como um processo de autoconhecimento, introspeção. Gosta de escrever com serenidade e paz!

 

Maria Teresa Pais da Rosa: “Desejo… nas ondas revoltas…” e “A demência do sentir”.

Abordou uma situação, que lhe aconteceu, ao ter “perdido” uma pasta com poemas seus…

 

Pais da Rosa: “Amor errante” e “Mãe eterna”. Muito jovem, 1944, sentiu-se “cortado” pela mãe, que não queria que ele escrevesse poesia. Ficou traumatizado. Mas escreve muito. Não publica nada. Satisfaz o seu ego!

 

Maria Deodata: “Fé na luta”, excerto adaptado, “… dividindo, faço a multiplicação…”, de Gabriel, o Pensador. E ”Sonho”. Gosta de Dizer e Ler, essencialmente. Às vezes escreve.

 

Angelina Fonseca: “Voluntário é um amigo”, dedicado ao filho. E “Mais um ano se passou”. Escreve Poesia, quando pensa em algo a que dá valor!

 

Feliciana Maria: Disse um poema de apresentação, versejando sobre si enquanto pessoa, integrante da sua Família. E três quadras de António Aleixo. Escreve desde criança. Na adolescência, para as desgarradas entre rapazes e raparigas. Assinou como “Maria do Tempo”. Publicou um livro de canções e poemas.

 

Júlia Pereira: “Numa noite de ilusão” e “Pudesse eu ser”. Vida de muito trabalho, numa família de dez irmãos, que ajudou a criar. Fez os estudos possíveis para a época. Após a reforma, começou a escrever. Ainda hoje com muitas atividades: Voluntariado, Universidade Sénior… estilista das suas roupas. Um livro de Poesia Tradicional: Quadras!

 

José Castrelas: “Sem nome” e “Carga d’água”. Exerceu trabalhos variados ao longo da vida, desde pastor a pintor / trolha… Começou a escrever na tropa e ainda mais quando enviuvou. Dois livros publicados.

 

José Branquinho: “E hoje era a vida sem sol”. E “Canção a Lisboa e Portalegre”. E cantou um fado na linha melódica do fado coimbrão. Professor aposentado, Alentejano, Ribeira de Nisa – Portalegre; sportinguista. Poeta lírico e bucólico. Vários livros.

 

E eu, Francisco Carita Mata, disse: “Meu amor do facebook” e “Na revista cor-de-rosa”.

 

(Gosto imenso de ir ao “Vá – Vá”. Todavia, tenho que frisar, que o “ruído de fundo” se torna incomodativo!)

 

(E a foto?! Jacarandás! Exuberantes por essas Cidades!)

 

 

Pisão – Portalegre – Portugal – Poesia!

Celebrou-se, ontem, o "Dia de Portugal"!

 

Das Comunidades Portuguesas! Da Portugalidade! Das Portugalidades! Da Diáspora Portuguesa! Das Comunidades de Língua Portuguesa! Da nossa Língua como Pátria, ou Mátria. De Luís Vaz de Camões. Do Grande Camões! Da Poesia, e porque não?!

(Tudo isto digo eu, acrescentando ou sublinhando o(s) verdadeiro(s) significado(s) desta data comemorativa, evocativa, celebrativa! Que não sei se são todas estas as significações… Mas eu resolvo comemora-las!)

E, hoje?! Após a deslocação dos holofotes mediáticos, a recolha dos restos / lixos, que sempre ficam após concentrações populacionais?!

É ou não também Dia de Portugal?!

 

Portalegre. Foto original. 2015. jpg

 

 

Por acaso, ou talvez não, esta data foi escolhida para ser celebrada precisamente em Portalegre. Em Portalegre, Cidade…! E também em Mindelo – Cabo Verde.

 

Não pude estar presente. Não tenho o dom da ubiquidade. Optei por estar na APP – Poesia, na Sede, onde foi lançada, em Portugal, a Antologia de Poesia Luso Brasileira: “Encontro além – mar – Brasil Portugal, Antologia Literária – Editora In House- Jundiaí - 2019”.

Uma forma muitíssimo digna de celebrar / comemorar todos os Valores consignados no primeiro parágrafo.

Houve Poesia! Dita, lida, declamada, cantada. Congratulações à APP, aos sócios que compareceram, que participaram. À sua Direção. Aos Organizadores da Antologia, no Brasil e em Portugal!  “Antologia…é um sonho realizado”.

 

E o Pisão?! Já lá vamos…

 

Não sei se a propósito ou despropósito, uns dias antes de se iniciarem as Comemorações em Portalegre, foi anunciado por um Senhor do Governo que a celebérrima Barragem do Pisão iria ser construída. Com várias funcionalidades, e estaria concluída lá para 2027!

Questionar-me-á: Mas que raio de barragem é essa?!

Bem! Há sessenta anos que eu ouço falar nessa barragem. Em criança ainda, lembro-me de ouvir dizer que iria ser construída uma barragem na Ribeira de Seda e que uma aldeia iria ficar submersa… Precisamente a aldeia do Pisão, no concelho do Crato, distrito de Portalegre. Isto ainda antes de setenta e quatro, no enquadramento das obras do Estado Novo, dos anos cinquenta e sessenta, em que se construíram muitas barragens por esse País fora, em que a do Pisão também fora projetada, e a também celebérrima do Alqueva. (Essa, entretanto construída e em funcionamento.)

A do Pisão foi sempre sendo protelada, periodicamente prometida e propalada, já depois de setenta e quatro e por várias governações, de diversas orientações partidárias.

Em 2019, precisamente antes do 10 de Junho… a celebrar em Portalegre, volta a ser prometida!

 

(Peculiar correlação entre as diversas variáveis de tempo, espaço, contexto, e agenda política!)

 

Eu, cá por mim, sou como São Tomé! Ver para crer!

 

E, já que celebramos a Poesia, sempre…remeto para… Promessas…

Apresentação de Livro na Tertúlia da APP - Olivais

“DE ALTEMIRA FIZ UM RAMO”

“Versos e Prosas da Aldeia”

 

Aldeia. Vale de Baixo. Foto Original. 2014. jpg

 

 

Associação Portuguesa de Poetas

Sede – Rua Américo de Jesus Fernandes 16 A – Olivais LISBOA

 

28 de Abril (Domingo) – 2019 – 15h

 

Conforme previsto, realizou-se ontem, dia vinte e oito, a Tertúlia de final do mês, da APP – Associação Portuguesa de Poetas, na Sede, aos Olivais – Rua Américo de Jesus Fernandes – 16 A - Lisboa.

Como habitualmente, Poetas e Poetisas presentes disseram Poesia!

 

Nesta Tertúlia, inicialmente e de forma muito gratificante para mim, a Poesia dita e até cantada, consta do livro “De Altemira fiz um ramo…”, que foi apresentado nessa tarde de “Domingo de Pascoela”, precisamente nesse enquadramento, conforme tenho feito questão: divulgar o livro e a “Poesia Tradicional”, no âmbito dos grupos poéticos em que participo, enquanto sócio.

Na sede da SCALA – Almada; no âmbito do CNAP, no Centro de Dia de S. Sebastião da Pedreira e domingo, enquadrado nas atividades da APP. O lançamento fora a 30 de Dezembro, em Aldeia da Mata, na sede da Junta de Freguesia, como só poderia ser.

 

Gostei! Gostei muito! Parabéns e muito Obrigado à Associação. Parabéns e muito Obrigado à Direção da APP, que disponibilizou a logística ao lançamento e respetiva divulgação. Parabéns e muito Obrigado aos sócios, que tiveram a amabilidade e a possibilidade de estarem presentes. Muitíssimo Obrigado aos que, simpaticamente, se aprontaram para lerem e até cantarem quadras simples, despretensiosas, mas ricas de conteúdo e filosofia de Vida! Obrigadíssimo ainda mais aos que puderam contribuir para a concretização deste Projeto, adquirindo um exemplar de “… Versos e prosas da Aldeia”.

 

No respeitante a livros de minha autoria, talvez até uma próxima oportunidade, quem sabe?!... Num futuro, porque não publicar um livro com as minhas poesias?! “O Futuro, a Deus pertence…”

Que, no Presente, irei continuando a participar nas Tertúlias… Sempre que puder!

 

E nessa tarde, também cada um de nós teve oportunidade de “Dizer Poesia”, de sua autoria ou de outros Poetas de sua estima. E também cantar. Os que têm essa maestria. Parabéns e muito Obrigado a todos e a cada um!

E Viva a APP, recentemente aniversariante. E Viva a Poesia!

Lisboa… Já foi coisa boa. Agora, até enjoa!

Bem, Lisboa ainda tem coisas boas!

 

Aliás, há tanta gente que procura a capital, certamente, porque tem coisas boas.

Mas tanta gente, alguns locais, Baixa, Chiado, Cais Sodré, Terreiro de Paço, Santos… ele é tanta gente, principalmente turistas, estrangeiros e mais estrangeiros, que uma pessoa se sente, mais fora que dentro. Cria-se algum desconforto, porque é tal a concentração, a correria, o atropelo, o tráfego automóvel tão asfixiante, que um sujeito não se sente confortável.

Ao final da tarde, o tráfego entope, a massa humana de portugueses corre para os transportes, de saída para a periferia, que Lisboa continua a ser a urbe, o centro, para onde diariamente se dirigem milhares e milhares de trabalhadores, estudantes, utentes dos mais variados serviços, provenientes dos vários concelhos limítrofes, seja da margem sul, quer da margem norte. O movimento pendular é diário, embora nos últimos anos se verifique não ser apenas unívoco.

É imperioso organizar um país mais harmonioso. Que o que temos é um monstro, com uma cabeçorra enormíssima, Lisboa; o Porto não lhe fica muito atrás, outras menores e o Interior, deserto!

(Hei - de abordar melhor este assunto…)

Foto DAPL. 2016. Gulbenkian. jpg

 

Em Lisboa há todavia coisas boas e que me interessam na cidade.

A imagem ilustra uma delas.

Depois há múltiplos serviços: profissionais, saúde, … que inevitavelmente se concretizam na capital.

E alguns deles bem que podiam ser descentralizados.

 

Depois há os eventos ligados às duas Associações Poéticas a que pertenço há vários anos…

APP - Associação Portuguesa de Poetas organiza regularmente duas tertúlias mensais, aos domingos, em Lisboa: a da Sede, aos Olivais, no último e a do Vá – Vá, no segundo.

No próximo domingo haverá Tertúlia na Sede – Rua Américo de Jesus Fernandes – Olivais – Lisboa.

A última do Vá – Vá ocorreu no passado dia dez.

Estivemos vinte e três pessoas presentes, sendo que a temática dominante foi Poesia subordinada genérica e especificamente à Mulher! Também houve canções. Alguns dos poetas e poetisas são habituais, também novas pessoas, que não conhecia. É bom sinal, a vinda de gente diferente, que enriquece o grupo, trazem novidades poéticas, outros enquadramentos e tradições.

Até houve a visita de talvez três futuros poetas, quem sabe?! Que também os três netos gémeos de Joaquim Sustelo visitaram o espaço do Vá – Vá!

(Desta vez não vou especificar nomes, que não consegui registar todos.)

 

O CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia organiza habitualmente Tertúlia em S. Sebastião da Pedreira, na Associação de Auxílio Social de S. Sebastião da Pedreira – Rua Latino Coelho, 95, nas terças-feiras, habitualmente de periodicidade mensal.

Foi aí que apresentei o livro “De Altemira…”, no dia vinte e seis de Fevereiro.

Também organiza exposições de artes plásticas.

No blogue temos várias documentadas, nomeadamente a penúltima, ocorrida, em Fevereiro, em Campo de Ourique, no antigo Cinema Europa, atual espaço Multiusos da Junta de Freguesia.

Também enquadrado nesta instituição, houve Poesia no passado domingo, dia vinte e quatro, no Jardim da referida freguesia, designado “Jardim da Parada”, atualmente “Jardim Teófilo Braga”. Não sei como correu, que não pude ir.

De momento, o CNAP tem nova Exposição a decorrer na Casa do Alentejo, inaugurada a dezasseis de Março. Não chegámos a tempo da inauguração, que os alentejanos não podem chegar a horas, cumulativamente à Casa… Mas vimos as pinturas expostas e há quadros bem bonitos, em diversificados estilos. De ver e recomendar!

Não chegámos a tempo, mas ainda a tempo de petiscarmos. Alentejanices: sopa de tomate com ovo, ovos mexidos com farinheira e ovos mexidos com espargos.

Nem mais, nem por menos.

E viva o Alentejo! E viva a Poesia! E que melhore Lisboa!

Festa das Artes da SCALA - Almada

OFICINA da CULTURA - ALMADA

25ª Exposição Anual

SCALA

 

Convite Festa Artes SCALA 2019. Cortesia Organização.png

Vou participar com o trabalho seguinte, de "Poesia Visual", que intitulei "Poema Psicadélico", para efeitos de concurso "Nau dos Sonhos" - 2018, promovido por APP - Associação Portuguesa de Poetas, que venceu.

"Poema Psicadélico" - 1986 A. Mata

Este quadro figurou pela primeira vez numa Exposição Coletiva, na Casa do Alentejo, em 2018. Exposição promovida pelo CNAP - Círculo Nacional D'Arte e Poesia.

E também englobou a Exposição Individual, organizada pela APP -Associação Portuguesa de Poetas, na respetiva Sede, aos Olivais, Lisboa, também no ano passado, com base precisamente nos vários trabalhos que elaborei na 2ª década de oitenta, inspirados na corrente estética designada por "Poesia Visual".

Notícias de última hora!

Notícias fresquinhas!

 

Foto original DAPL. 2015.jpg

 

Fresquinhas e vivinhas, mas não da Costa, nem de Costa!

Fresquinhas, porque continua frio e porque são recentes; Vivinhas, porque de Gente viva!

De última hora, sim! Sim, mas não… de telefonema em direto para um qualquer programa de TV de expectável audiência.

De nenhum despedimento de treinador, de nenhuma transferência milionária… muito menos de centenas ou milhares que procuram emprego; emprego compatível com habilitações, que essas notícias são o boletim diário de muita Gente e não interessam ao menino Jesus e também já passou o Natal. Nem de alguns que porventura apesar de desempregados, preferem o subsídio, ao emprego. Alguns!?

Não! Também não são das promessas eleitorais que se avizinham neste 2019, de futuros aeroportos, novas ferrovias, desenvolvimento e investimento no Interior… Não!

Nem das tricas, trocas e baldrocas, entre esquerdas e direitas, centros à mistura… Não!

Nem dos amores e desamores das nossas floribelas. Nem dos remates certeiros dos nossos reis -  naldos. Não!

 

A notícia que vos quero dar, informar (a notícia deverá ser sempre para informar), é que foram eleitos para dirigir os destinos da APP – Associação Portuguesa de Poetas, no próximo mandato, triénio 2019 / 2021, os seguintes Sócios, integrando os correspondentes Órgãos Sociais:

 

Mesa da Assembleia Geral

Presidente - Sócio n.º 95 - João Coelho dos Santos

Vice-Presidente - Sócio n.º 304 - Joaquim Pereira Marques

Secretária - Sócia n.º 159 - Maria Alcina Adriano Garcia Magro

 

Direção

Presidente - Sócia n.º 46 - Maria da Graça Ferreira de Araújo

Vice-Presidente - Sócia n.º 320 - Mabel Solange de Figueiredo Cavalcanti

Tesoureira - Sócia n.º 448 - Maria Helena Heitor Matos Barradas

1.º Secretário - Sócio n.º 413 - Victor José Antunes das Neves Camarate

2.a Secretária - Sócia n.º 411 - Márcia Cabral da Rocha

 

Conselho Fiscal

Presidente – Sócio n.º 113 - António Adriano Pais da Rosa

1.a Secretária – Sócia n.º 24 - Virgínia Maria da Silva Mendes Branco

2.º Secretário – Sócio n.º 330 - António Fernando Cadavez Correia.

 

Formulo Votos de Sucesso. Parabéns e Obrigado por se disponibilizarem ao exercício de funções.

Parabéns e também Obrigado aos Sócios estruturantes dos Órgãos Sociais cessantes. E Votos de Felicidades e Êxito para todos.

E tenho dito.

Ah! Não gosta de Poesia?! É pena!

 

Também recebi o livro / antologia “Espontâneos de Natal”, de Vários Autores, coordenação Maria Graça Melo.

 

(Bem... afinal, a fotografia, original DAPL, é mesmo da Costa!)

Ementa de Natal à base de Poesia!

APP - Associação Portuguesa de Poetas

Tertúlia no Vá – VÁ - 9 de Dezembro 2018 (Domingo)

Avenida de Roma  - Lisboa

 

Volto à publicação no blogue. E com Poesia, que tem sido a temática dominante neste ano.

Muitos assuntos, poderia ter abordado neste interregno de não publicação. Neste mesmo domínio, vários acontecimentos ocorreram que não noticiei: tertúlias, lançamentos de livros, divulgação de Poesia… Mas não o fiz. Talvez ainda volte a algumas ocorrências. Que mais vale tarde…

(Outros acontecimentos, nomeadamente algumas das politiquices, me apeteceu abordar…)

 

Volto falando sobre Poesia!

Hoje, houve novamente Poesia no célebre café / restaurante da Avenida de Roma – cruzamento com a dos Estados Unidos, em Lisboa. A partir das dezasseis e trinta, como é costume.

E o espaço esteve bastante bem composto. Éramos vinte e três pessoas. Nem todos disseram poesia. Os que o fizeram, trouxeram fundamentalmente textos de sua autoria.

 

(O ruído mantem-se. Os talheres, o vozear, os pires e chávenas, a caixa registadora… Para o lado da cozinha, pudemos observar a preparação culinária, até vislumbrar ou ouvir algo sobre ementa e confeção dos pratos…

Bem… adiante!)

 

E, nesta tarde, e dada a próxima quadra festiva… a ementa poética foi precisamente sobre o Natal.

E quase todos os presentes procuraram seguir essa “carta”: poetar sobre o enquadramento natalício, segundo uma toada mais ou menos iconográfica e tradicional ou subvertendo um pouco essa imagem mais ideal e ritualizada da Natividade!

 

A Direção, ainda atual, fez-se representar por Carlos Cardoso Luís, Rogélio Mena Gomes, Mabel Cavalcanti e Fernando Afonso. Cada um teve oportunidade de expressar a sua opinião pessoal, face aos respetivos desempenhos, enquanto elementos diretivos. Justiça lhes seja feita! Cada um sabe de si e para além de os congratular pelo trabalho e agradecer pelo desempenho, ficou muito bem esta auto - avaliação pública.

Da minha parte, Parabéns e Obrigado, sempre!

E que a futura Direção continue o bom trabalho da cessante.

Igreja e araucária 2015 Foto original DAPL.jpg

 

E houve Poesia! Natalícia, na sua maioria. Bem como a formulação de Votos de Boas Festas!

 

Carlos Cardoso Luís disse: “Natal é uma aventura”.

Joaquim Sustelo: “Natal dos pobres”.

Mabel Cavalcanti: “O amor chegou de forma inusitada”.

Carlos Fernandes, do seu recente livro: “A minha velha casa”.

Francisco Carita Mata: “O Menino / O Futuro morre na praia!

Santos Zoio: “O Natal é um dia como outro qualquer”.

Fernanda Beatriz cantou: “Premonições”.

Catarina Malanho disse: Consoada.

Lu Lourenço: “Natal é todos os dias”, de Álvaro Giesta.

Daniel Costa também disse um poema, mas não de Natal.

Aurélio Tavares: “Natal hoje”.

Júlia Pereira: “Soneto da Visitação”.

Mário Bragança também disse poesia, mas não de Natal.

José Castrelas disse “Quadras de Natal”.

Lurdes Amaral: “Uma história sobre Jesus”.

Fernando Afonso disse, de Lurdes Amaral: “Anúncio de Natal”.

Lurdes Mano disse, de Catarina Malanho: “Acordem, poetas!”

 

Para além dos poetas e poetisas mencionados, ainda estiveram presentes, embora não tendo dito poesia: João de Deus Rodrigues, Ilda Rodrigues, Ivone Magalhães, Nelice Palocal, Adelaide Zoio.

 

(E esta foi a primeira parte desta ementa poética! Atrevo-me a dizer que o prato principal. Pelas dezoito, saí. Já outros confrades o haviam feito anteriormente. Houve habitual consumo. Já o havia feito logo no início.

A segunda parte não posso referenciar como decorreu, porque não assisti. Mas não desmereceu, de certeza, da primeira!

Votos de Bom Natal, para todos e um Ótimo Ano Novo.

Qualquer incorreção nesta crónica, deixe comentário sugestivo, SFF.

Obrigado!)

 

Ah! A fotografia?! Para mim, associo inevitavelmente o Natal à minha Aldeia. Esta é a imagem da Igreja de Aldeia da Mata, com a célebre araucária, de que me lembro de toda a vida, num quintal junto ao adro, onde brinquei em criança. Imagens iconográficas! Foto original DAPL, como a maioria das fotos do blogue. De 2015.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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