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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Cacela Velha… ainda!

Cacela Velha. Set. 23

Se Velha, nunca foi nova?! Ou Velha, para distinguir de Vila Nova de Cacela?!

Volto a divulgar mais algumas fotos.

Cacela Velha. Set. 23

Harmonioso povoado, singelo, é certo, mas muito cativante.

Lá estão as chaminés e as platibandas, marcando a identidade algarvia.

Cacela Velha. Set. 23

(As frontarias geométricas, o azul-ferrete.)

O lindo portal renascentista da igreja.

Cacela Velha. Set. 23

Um pormenor dos relevos enigmáticos no calcário.

Cacela Velha. Set. 23

O interior da igreja, a leveza harmoniosa das colunas. A luminosidade.

Cacela Velha. Set. 23

A força majestosa da fortaleza.

Cacela Velha. Set. 23

Os aloendros rosa-claro, de entre os meus preferidos!

Cacela Velha. Set. 23

Uma flor, para mim desconhecida, brotando no canteiro do restaurante famosíssimo, atraindo clientela variada, até de Espanha!

Cacela Velha. Set. 23

(Mais uma vez, aí almoçámos. Atum de cebolada, com batata-doce. Excelente. Sobremesas: deliciosas!)

E, para finalizar, mais uma foto da belíssima paisagem envolvente.

Cacela Velha. Set. 23

(É neste lado leste da fortaleza que parte da colina também ruiu.)

Ainda...

E também...

 

Cacela Velha - Velha Cacela

Cacela Velha. Set. 23

Barco de mastro sem vela… ...

Em 2014, no Verão… fomos a Cacela Velha. Uma pequena e antiga povoação, no Algarve – Sotavento - Concelho de Vila Real de Santo António.

(À data, inspirado pela beleza do singelo povoado e surpreendente paisagem envolvente, quiçá pelo espírito poético que aí se respira, a marca identitária de vários Poetas e Poetisas, escrevi um poema de 9 versos: 3 tercetos! Cacela Velha.

Publicado neste blogue a 15 Dez. de 2015, na sequência da divulgação do lançamento da XIII Antologia do CNAP, onde também figura.

Documentado por duas lindas fotos de DAPL.

Voltaria a ser publicado no Boletim Cultural do CNAP nº 124 – Ano XXVII, Jul. 2016.

E também em: "Encontro-alem-mar-brasil-portugal" - Antologia.

E voltará a figurar na Coletânea de 21 poemas meus, que organizei, a convite da APP, para ser publicada em Nov./Dez.)

Cacela Velha. Set. 23

Este ano, quase dez anos depois, lá voltámos. Ainda no Verão, já em Setembro.

O encanto persiste. A singeleza e particularidade do pequeno povoado, a paisagem da Ria, o perder de vista do mar, que as fotos anteriores testemunham.

Mas achei demasiado o turismo! (Algum lixo na encosta envolvente da colina.)

Os efeitos da força do mar!

Cacela Velha. Set. 23

Receei pela base envolvente em que assenta a pequena localidade; a fortificação, que continuava fechada e num dos baluartes mostra os efeitos do tempo; a muralha, a belíssima igreja, desta vez aberta; a escadaria, o cemitério…

Impõe-se restringir o acesso à “laguna”, vedar esse acesso (?), construir um passadiço, como os de Monte Gordo, permitindo a circulação das pessoas em redor da colina, da fortaleza, mas condicionando a ida para a Ria. (Digo eu, que não sou de lá, nem lá vivo, que vou só ver as vistas, de dez em dez anos! Os moradores têm, evidentemente uma palavra a dizer.)

Mais uma foto:

Cacela Velha. Set. 23

(Marcas do Tempo!)

Voltarei a publicar outras em futuro postal.

E ainda...

Cacela Velha. Set. 23

O Largo do Poeta!

 

XIII Antologia de Poesia do CNAP – Poema: “A Jornada”

Círculo Nacional D’Arte e Poesia

Antologia

 

Neste Post nº 260, divulgamos o Poema “A Jornada”, de Maria Manuela de Mendonça, de Faro.

 

“A Jornada”

 

“Naquelas horas mortas da jornada

Quando o cansaço mui pouco se tolera

Pensamos que afinal a caminhada

Não é tão doce quanto se quisera…

 

Subindo a montanha enviesada

Parece-nos de altura não severa

Mas, olhando p’ra trás, rude estirada,

Acreditamos que a rota foi austera!

 

Chegados ao cume, alto e belo,

Sofremos, afinal como fazer

A descida tem sempre mui anelo

 

Um solo derrapante vem trazer

Ingente e mui difícil duelo:

É mais fácil subir…do que descer?!!”

 

Maria Manuela de Mendonça (Faro)

 

 

Cacela Velha Foto  original de D.A.P.L. 2014 .jpg

 

Ilustramos também com uma fotografia lindíssima de D.A.P.L., 2014, também de Cacela Velha, Algarve, de que uma idêntica  também ilustra o meu Poema “Caminhadas”.

Consulte também, SFF, C. N. A. P.

 

XIII Antologia do C. N. A. P. - Poema: "Cacela Velha"

Ponto Prévio:

Tem este post o objetivo de relembrar que é hoje o lançamento da XIII Antologia de Poesia, do Círculo Nacional D'Arte e Poesia, conforme já referido no blogue.

Também como previsto, divulgo a segunda das minhas poesias que figuram na mencionada Antologia.

Acompanhadas de duas belas fotos originais de D.A.P.L., de 2014, já apresentadas noutros posts, da tão peculiar e bonita localidade algarvia. Li, algures, que a UNESCO propôs que esta linda povoação, bem como a Vila Real de Santo António, fossem candidatas à categoria de Património Mundial. Inteiramente justo!

 

Foto original de DAPL Cacela Velha 2014.jpg

 

Cacela Velha

 

Cacela, Velha Cacela

Barco de mastro sem vela

Ancorado frente ao mar.

 

És farol de sentinela

Varanda abrindo janela

Donde se espraia o olhar.

 

Cacela Velha, gazela

Talvez corça, talvez donzela

Presa em teias de luar.

Foto Cacela Velha 2014  original de D. A. P. L. jpg

 Fotos originais de D.A.P.L.

(Publicado também em  Boletim Cultural do CNAP - Nº 124 - Ano XXVII - Jul. 2016.)

XIII Antologia do C. N. A. P. - Ficha Técnica e Poema

XIII Antologia do Círculo Nacional D’Arte e Poesia

Ficha Técnica

 

Volto a escrever sobre a Antologia.

 

Já informei sobre o lançamento e os participantes antologiados.

 

Já apresentei o Prefácio.

 

Hoje, pretendo abordar mais alguns aspetos da mesma.

 

Informar que:

 

- A Coordenação é de Maria Olívia Diniz Sampaio, a "maestrina" mencionada no Prefácio.

- O Prefácio, já apresentado, é de Francisco Carita Mata.

- A Capa é da autoria de Luís Ferreira.

- Contém Desenhos de Francisco Carita Mata, José Narciso e Luís Ferreira.

- A Edição é do Círculo Nacional D’Arte e Poesia.

 

- Sobre a Edição, pretendo ainda apresentar uma imagem digitalizada da Capa. Mas ainda não tive oportunidade de executar esta tarefa.

 

Desde já refiro que aprecio muito a Capa. Muito minimalista, informando-nos do essencial, com um tipo de letra apelativa: a antologia, a sua ordem sequencial, a respetiva autoria.

Uma imagem estilizada, que nos remete para diversas figurações/significações.

Vejo nela um fruto. Talvez cereja, quiçá maçã. Simultaneamente um coração. Simbolicamente Amor, significante, Mulher, maçã. Cereja, que apetece trincar! Remete-nos para um rosto? Para um corpo?

 

Dir-me-ão… Como quer que saibamos, se não vemos a imagem?!

Pois, lamento. Peço desculpa, mas tereis que esperar que possa dar-vos a conhecer a imagem digitalizada. Até lá, remeto-vos para a V/ imaginação criativa!

 

Também pretendo, se conseguir, dar-vos a conhecer os Desenhos de José Narciso e Luís Ferreira, digitalizados, ou de outro modo, caso alguém mos proporcione.

 

Outro propósito, relativamente a esta Antologia, será divulgar um Poema de cada um dos Antologiados.

 

Cacela Velha - Foto original de D.A.P.L. .jpg

 

Informar ainda que nesta Antologia figuram duas fotos, a cinza no livro, de D.A.P.L., de 2014, ilustrando “Cacela Velha”.

Uma delas é a sugestiva e bonita foto, a cores aqui no blogue, exposta anteriormente, ilustrativa do mencionado Poema  sobre a belíssima localidade, que tantos Poetas e Poetisas encantou. 

 

A outra já foi divulgada em post deste blogue, noutro contexto. Expo-la-ei novamente, talvez, quando apresentar o poema referido, com que pretendo fechar o ciclo dos poemas dos vinte e nove antologiados.

 

E inicio a divulgação dos Poemas com:

Búzio. Digitalização de desenho de F. C. M. - jpg

 

 

 

 

 

 

 

"Sussurra-me ao ouvido...

 

Diz-me palavras doces, calmas, serenas

Murmúrios de brisas, cantos de sereia

Toca-me de leve, tão somente e apenas

Teus leves passos musica sobre areia…"

 

 

Conchas. Digitalização de desenho de F. C. M. .jpg

 

Francisco  Carita  Mata, 07/10/07

 

 

 

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