Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Voltamos ao Jardim da Gulbenkian.

Fotos de 31 de Agosto 2025 - Domingo.

(De madrugada ou pela manhã, havia chovido!)

Ficaram as nuvens, guardiãs da preciosa água que se evaporara! 

20250831_143902.jpg

Voltamos ao Jardim, reportando nova foto deste emblemático parque lisboeta.

(Delineado por Gonçalo Ribeiro Teles e António Viana Barreto.)

Também para voltarmos ao novo espaço, incorporado com as alterações no CAM - Centro de Arte Moderna.

(A partir do que fora de Dona Gertrudes - Jardins de Santa Gertrudes!)

(Museu, edifício central e até estacionamento estão para obras.)

Queríamos observar como se aguentaram as novas plantas, neste Verão escaldante.

À "pala", também chamada "Engawa", pouca gente já liga.

Faz boa sombra!

20250831_144658.jpg

Quanto às plantas, recomendam-se. Também estão muitíssimo bem regadas. Raríssimas as que não terão sobrevivido, pesem embora as altíssimas temperaturas destes meses de Junho, Julho e Agosto, de 2025.

É reconfortante observar tantas, mas tantas plantas, árvores e arbustos autóctones. Do nosso universo mediterrânico. Plantas habituadíssimo a observar nos terrenos, nos matos da nossa charneca Alentejana. Nos terrenos da minha Aldeia.

Todavia, algumas extravasam estes considerandos.

A seguinte, não sei o que é. Mas também está muito bem integrada, entre murtas.

20250831_145751.jpg

Sobre muitas das plantas nos canteiros já abordei em postais anteriores.

(Em todos os canteiros a densidade é muita. Mas, nalguns, surprende-me como plantaram tantas árvores que, embora atualmente pequenas, um dia crescerão, atingindo porte arbóreo!

Mas até lá, o tempo o dirá!

Que cá estejamos, daqui a alguns anos, para constatar. 

Até lá, bons passeios!)

 

Gulbenkian, CAM, Pala e Jardim da “Dona / Santa Gertrudes”

Relevância da Flora Autóctone...

...ademais Mediterrânica

Bem, como já referi, o que mais me agradou, nesta remodelação do CAM, foi o jardim. Melhor, a flora aí inserida: árvores, arbustos, plantas, flores. Não é que não valorizasse a pala, bem pelo contrário. Mas sou fascinado por jardins e pelos seus elementos fundamentais: as plantas, que acabam por condicionar todos os outros componentes, nomeadamente os humanos e os animais.

Já consciencializou que, para respirar, precisa das plantas?! (Com tudo o que isso representa.)

Já aqui falei das novas plantas que observei incorporadas no “Jardim da Dona Gertrudes”. Que afinal é de “Santa Gertrudes”. (Santa, aos olhos do filho, o Eugénio. Sabemos lá nós se a Senhora era Santa ou não!)

Mencionei: sobreiros, azinheiras, carvalhos cerquinhos. Acrescento: Carvalho roble, até observei um recém-nascido; alfarrobeira, amieiro, olaia. (Pluralize-se!)

Plantas mais arbustivas: referi aroeiras, lentiscos, murtas, loureiros… Também há: espinheiros, sanguinhos, sabugueiro. E medronheiro.

De arbustos, especifiquei: alecrins, alfazemas, rosmaninhos (?), troviscos.

Alfazemas e alecrins são mais que muitos. Alfazemas não sei quantas variedades.

Ainda: tomilhos, pascoinhas, sálvias, vincas, heras, acantos, fetos, avencas. E montes de violetas!

E mais não sei quantos tipos de plantas, muitas e variadas, de que ignoro os respetivos nomes.

Um cardápio enorme de plantações, da nossa flora autóctone, ademais da mediterrânica.

E mantiveram as árvores já existentes que, per si, constituem um elemento patrimonial de destaque.

Por enquanto, o Jardim tem muitos espaços abertos, claros, iluminados e luminosos.

Quem me dera estar cá, ainda, daqui a dez anos e em condições de visitar o espaço e as transformações que absorverá, com o crescimento das novas plantas. Muitas são árvores e arbustos que crescerão, com ajuda das excelentes regas de que já dispõem.

(Na verdade, não observei aloendros, não digo que não existam, mas não vi. São também plantas autóctones, que embelezam e perfumam os jardins e têm imensas cores e tonalidades que os pintam de garridice. Eu também não tenho nos meus jardins devido à toxicidade, mas penso reconsiderar.)

(Um trabalho excelente, de Pedro Neves, sobre este novo Jardim da Gulbenkian. Entre nas ligações nele inseridas, SFF.)

Visitar o Novo Jardim da “Dona / Santa Gertrudes” foi um dos objetivos da última visita à Gulbenkian, passado domingo, dia 6/10.

(P.S. - Não se esqueçam que, hoje faço 10 aninhos!)

 

Ainda sobre a pala.. Crónica III, quase quatro!

Olha a pala!... Olha a pala!...

Na fila do almoço, no restaurante do Museu, onde teremos estado mais de meia hora, observámos muitas cenas, variadas personagens, e ocorrências diversas. Umas mais caricatas que outras. Aliás, uma das coisas que aprecio, quando estou nas filas, é a observação dos casos e ocasos que vemos e assistimos!

À entrada do espaço de restauração, vemos surgir uma rapariga grávida, entrando e saindo. Um funcionário, algumas das pessoas esperando, nós, inclusive, indicámos-lhe a direção da caixa, para pedir a refeição, que tinha prevalência, dada a sua condição. Supostamente era o que deveria fazer. Mas não. Andou por ali, não sei por onde, mas não foi comprar a refeição, como era seu direito. Nós estivemos aguardando e prosseguindo até à nossa vez, à vontade, mais de meia hora. Pois não é que, quando nós estávamos precisamente para comprar a refeição, ela se apresenta, numa trupe de quatro elementos, a requerer o respetivo direito de grávida?! Nada que não pudesse fazer, nem que nós lhe negássemos essa prerrogativa, como é óbvio. Mas porque o não terá feito anteriormente?!

Deduzimos que seria porque estivera esperando que chegassem outros acompanhantes, pois quem pediu as refeições foi outra senhora. Para seis! Estariam todos grávidos?!

Ela, a grávida, a senhora requerente dos almoços, mais dois cachopos traquinas. E um indivíduo e outra senhora, que já se haviam amesendado, açambarcando os lugares e a quem os funcionários chamaram à atenção, por se terem instalado antes de compra dos repastos e respetiva atribuição de mesa.

Há gente que se anda sempre a aproveitar! (Eu que, ultimamente, não me calo quando vejo as coisas desarticuladas e gente a aproveitar-se, acabei por “lhes puxar as orelhas”!

(Elas?! Ter-lhes-á entrado por um ouvido, saído por outro…)

*******

Nesse último domingo de Setembro, vinte e oito, consequência óbvia da reabertura do CAM – Centro de Arte Moderna, a vinte e um; na Gulbenkian, muito especialmente nos jardins e no abrigo da pala, havia multidões. Como nunca me lembro de ter visto!

Quando saímos do CAM para irmos ao edifício principal – sede da Gulbenkian, já a tarde se prolongara. Já na rua, dirige-se-nos um japonês (?), apontando para um livro turístico, com algumas fotos pequenas e a escrita na respetiva língua. Pretendia saber a ida para o museu. Deduzimos pelas fotos e após lhe perguntar, no meu inglês atravessado, se queria ir para o Museu Gulbenkian. Que sim, reforçando com o abanar da cabeça e expressão cordialmente contente. Lá lhe expliquei. Mas, como íamos na mesma direção, sugeri-lhe nos acompanhasse. E fomos. Pela parte do parque ou jardim(?) sudoeste, atualmente uma verdadeira floresta.

E foi aí, no decurso da viagem, que tive uma das minhas ideias peregrinas. Em tempos, fiz coleção de moedas (não do Carlos!), mas de diferentes países, nomeadamente os que visitei, que até foram pouquíssimos.

Perguntei-lhe se tinha algumas moedas do Japão e me podia dar uma, que fazia coleção.

Achou piada, riu-se ao jeito dele, que aquele pessoal não parece muito expansivo, não se riem abertamente, são mais uns risinhos. E sacou do bolso várias moedas, quis dar-me duas, mas aceitei apenas uma. Não sou açambarcador!

E só mais tarde me questionei! E se aquele japonês fosse o artista – autor da pala?!

E por aqui me fico, crónicas a partir da pala já vão três, quase quatro.

Quando, e se puder, visite a Pala!

Muita Saúde e Paz! Que tanta falta faz!

 

Ainda a propósito da pala… (II)

Chico – Espertices… no restaurante

O objetivo do nosso passeio de domingo na Gulbenkian não fora propriamente ir ver a pala. Todavia, ouvimos pessoas comentar terem ido ver a pala. Dá nas vistas, obviamente.

Por vezes, quando podemos, vamos almoçar na Gulbenkian e aproveitar o passeio pelo jardim, durante a tarde. Costumávamos ir à cafetaria / restaurante no Centro de Arte Moderna, antes deste ter fechado. Nos últimos anos, quando passou a ser possível após as clausuras da Covid e quejandos, experimentámos o restaurante do Museu. Não era tão interessante como o do CAM, mas que fazer, se esse esteve fechado até final deste verão de 2024? Todavia temos constatado que veio melhorando, a ponto de gostarmos de lá almoçar, como fizemos no pretérito domingo. Domingo em que tudo esteve cheio. Uma multidão nos jardins, como nunca me lembro. A fila no CAM era demais, à sombra da pala. Imensa gente esparramada pela relva. Crianças por todo o lado, numerosas famílias jovens com crianças atreladas. Onde estas se juntavam, era uma vozearia ensurdecedora. Os pais não têm, nem estão para ter, qualquer controle nos filhos. Estes mexem em tudo sem qualquer reparo dos papás. Nesse domingo andava tudo frenético, talvez do sol, do calor, dum ar de férias. Este jardim tem uma restrição saudável: não dá autorização à entrada de cães. Se fosse livre, haveria de ser uma canzoada!

O restaurante do Museu também esteve cheíssimo, a ponto de alguns funcionários comentarem. Não davam pano para mangas, apesar de serem eficientes. São também eles que controlam a amesendação, pois que a procura é muita e há picos que exigem atenção redobrada, gerindo quem termina a refeição e quem pode usar mesa. Após encomendarmos e pagarmos, atribuem-nos um identificativo numérico, que colocamos na mesa. Onde nos irão servir. São lestos, práticos, sem salamaleques, mas com eficiência. Não param!

Não nos sentamos previamente, para apanharmos lugar. Alguns clientes em grupo, por não saberem ou por cretinice, mandaram um elemento açambarcar lugar. A uma estrangeira, disse-lhe, no meu inglês arrevesado, que deveria esperar na fila. Ou porque não percebesse, ou se fizesse desentendida, não fez caso da minha sugestão. Acabou por se ver confrontada com uma família, com a respetiva marcação numérica, de mesa destinada e almoços pagos, sugestionando que saísse. Mesmo assim teve de ser o empregado a reforçar-lhe o pedido/ordem. Acabou por se levantar, ir para fila e, mais tarde, verifiquei que ficou com as amigas em mesa ainda melhor. Não valia a pena ter-se feito de desentendida. Mas situação idêntica ocorreu ainda mais duas vezes.

Já sabe, se for ao restaurante do Museu, e acho que vale a pena, aguarde a sua vez na fila. Na altura própria terá o seu lugar de comensal.

E como é no restaurante do Centro de Arte Moderna? Não sei ainda. Fomos lá na hora de lanche, havia imensa gente, ainda estivemos na fila, mas fomos embora e acabámos por ir comer um gelado noutro local.

Um dos objetivos da nossa ida fora também irmos experimentar o restaurante – cafetaria. Ainda não aconteceu no pretérito domingo. Está bastante diferente. A equipa, que era excelente, não é a mesma, provavelmente nem a gestão. Por enquanto, desconheço completamente o respetivo funcionamento, não formulando qualquer juízo de valor. Aguardamos visitas futuras.

O acervo museológico também ficará para outra oportunidade. Afinal já o visitámos por diversas vezes, ao longo destes anos. Será, todavia, interessante observar as mudanças.

Também observámos mudanças nalguns espaços.

Talvez venhamos a falar disso, quando lá voltarmos.

Até lá, "Saúde e Paz, que tanta falta faz!"

 

Já foi ver a pala?! (I)

Mas, qual pala?! Perguntar-me-á, o/a caro/a leitor.

Pois… a pala da Gulbenkian, melhor, a pala do CAM – Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian.

É uma pala e peras!

Se em Lisboa ainda houvesse “Revista à Portuguesa” - na verdade, ignoro se há – mas se houvesse, já haveria cantiga dedicada à pala.

“Olha a pala, olha a pala…” isso é referente à mala. Também se diz que “quem tem capa, sempre escapa.” E sobre a pala?!

“Quem tem pala não se rala / Se há sol ou se chover / Vira cara, tira fala / Tem sempre que s’esconder!” Poderia continuar reportando-me para a situação atual. Com um pouco de brejeirice muito ou pouco poderia sair.

No domingo passado, tarde ensolarada de calor, milhares se abrigaram debaixo da pala. Foi um corrupio de gente sob a pala, serpenteando, na espera de entrar a visitar o renovado Centro. Fechado desde 2019.

Para ver esta nova estrutura, simultaneamente arquitetura, e obra de arte escultórica, e abrigo do sol, certamente também da chuva, não é preciso visitar o museu, pagar entrada, fazer fila. Ela é bem visível, até da rua, é marcante, estruturante e emblemática do Centro e da Fundação.

Tudo indica será uma nova identidade, uma novel marca, destas instituições.

Olha, vamos ali ver a pala da Gulbenkian. Ou, como perguntei no início: Já foste ver a pala?! Mas qual pala?! Mas das novidades do Centro e da Fundação só me interessa a pala?!

Não! Do que vi e está disponível para qualquer turista ou visitante ou passante, o que mais me agradou foi o novo espaço ajardinado, a partir do antigo “Jardim da Dona Gertrudes”! O Arvoredo! Que inveja – saudável – de tão belas e profusas plantas e ainda mais da possibilidade de regas autónomas e regulares. (Se as minhas árvores tivessem essa oportunidade! Regas sistemáticas, automáticas. Só São Pedro lhes vale!)

As árvores maiores, mais antigas, são certamente do “Jardim da Outra Senhora”. Não sei se ficaram todas, se só algumas, se tiveram de abater outras. Ignoro! Mas do que observei é que plantaram e tornaram a plantar uma boa plêiade – é mesmo este o termo – de árvores e arbustos notáveis! E da nossa flora autóctone e adaptados ao nosso clima mediterrânico.

Árvores de grande porte futuro: Sobreiros, Azinheiras, Carvalhos Cerquinhos!

Outras árvores mais arbustivas: Aroeiras, Lentiscos, Murtas, Loureiros… que, com as regas de que dispõem, depressão atingirão porte arbóreo.

Arbustos: Alecrins, Alfazemas, Rosmaninhos (?), Troviscos!

Não observei ou não reparei, se também terão plantado medronheiros, aloendros. Bem sei que estas duas plantas poderão ser nefastas para jardins onde brincarão crianças.

Sim! Do passeio domingueiro, na Gulbenkian, o que mais me cativou foi o recente jardim. Mas percecionei a dimensão do espaço inferior ao que imaginara. Também não posso dizer que apreciei totalmente o derrube do muro. E questiono: O que foi feito do portão que “guardava” o “Jardim da Dona Gertrudes”?!

Poderiam tê-lo colocado perto da entrada, como uma peça escultórica!

Isto digo eu, que não percebo nada de poda!

E ainda voltaremos ao jardim e talvez a nova crónica sobre o passeio de domingo passado, que passou!

 

Fundação Calouste Gulbenkian: visita / passeata!

Gulbenkian. original. 04.06.23.

Excertos de quotidiano de 1º domingo de Junho e algumas opiniões!

Quem conheça os vários espaços da Fundação Calouste Gulbenkian não terá dúvidas em opinar que será uma das melhores Instituições Culturais, existentes no nosso país. As coleções de arte do Museu, as diferentes mostras culturais nos mais diversos enquadramentos artísticos, o Centro de Arte Moderna… a investigação, as empresas a que está ligada; uma vasta panóplia de ramos artísticos, científicos, educativos, económicos, culturais… (…)

Tem estado em exposição alguma parte do acervo do Centro de Arte Moderna, em obras desde antes da pandemia, em vários espaços do edifício central, nomeadamente no salão de exposições e também no exterior.

No 1º domingo de Junho conseguimos dar um saltinho, a visitar.

A Arte Moderna tem os seus quês e porquês e o que poderá parecer apenas trivial, ali, naquele espaço e contexto, ganha estatuto de Arte! Quem sou eu para opinar?!

Mas… Friso que, na Gulbenkian, entre muitos aspetos relevantes, algo que me fascina é o Jardim. (Designemos assim.) É de uma riqueza vegetal dificilmente igualável.

Mas… a meu ver, tem uma falha. As plantas deveriam estar classificadas, nomeadas. Não direi todas, mas por tipos. Gosto de conhecer os nomes (vulgares e científicos) e, embora identifique a maioria delas, algumas escapam-me.

Ilustro com algumas das “obras” expostas e começo por um enquadramento titulando o postal de duas, icónicas e, digamos, que mais “clássicas”, dentro da Arte Moderna. (Digo eu, sei lá!)

A 2ª foto reporta-nos para o enquadramento vegetal.

Rosas. original. 04.06.23

O roseiral no lado norte do jardim, flanqueando a entrada principal, a nordeste.

3ª foto: nova imagem da “Arte Vegetal”.

Carvalho. Original. 04.06.23.

O célebre “Carvalho”, que referem ter sido semeado por um Gaio!

Observa-se uma etiqueta e dirigi-me a ela, julgando ser identificativa da Árvore, porque quero conhecer o tipo de “Quercus”, dado que temos um pequeno exemplar envasado, nascido de uma bolota apanhada na Praça de Espanha. (Donde o gaio também terá levado a bolota que originou o exemplar da foto!)

Só que a etiqueta identifica a “Obra de Arte” seguinte.

Banco de jardim. original. 04.06.23

Um banco de jardim cromado!

(Lá está! Ali, naquele espaço e contexto e sendo de quem é, é Obra de Arte! É obra, mesmo!)

(Também já poetei sobre "banco de jardim"!)

E, para finalizar, um bonito enquadramento de Lantana e Madressilva, entrelaçadas.

Lantana e madressilva. original. 04.06.23.

Espero que tenha gostado e quando puder e, se puder, visite, SFF.

Obrigado pela sua atenção.

E… informo, a quem se interessar, que esteve a chuviscar aqui no Norte Alentejano!

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2025
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2024
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2023
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2022
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2021
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2020
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2019
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2018
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2017
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2016
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2015
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2014
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D