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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

«Poesia foi só o pretexto»

Adiafa de Poesia – 1986 (III) 

Sala Experimental do Teatro D. Maria II – Lisboa - Portugal

(Balanço Final?)

«Cerca de doze horas de espectáculo, quase 70 novos poetas em cena, mais de 500 entradas. Eis alguns números globais da Adiafa, que se estendeu por sete dias na Sala Experimental do Teatro D. Maria II, em Lisboa: de 18 a 21 e de 26 a 28 de Dezembro. Mas a Adiafa foi, sobretudo, um fenómeno não quantificável: a comunicação. Dentro e fora da sala. Lá dentro, graças à enorme experiência de João d’Ávila, que conseguiu despistar todos os nervosismos e criar ambiente para curiosíssimos diálogos e variadíssimas manifestações de espontaneidade; cá fora, em virtude de simpatias geradas nas próprias sessões e por afinidades poéticas de mais longa data.

(…)

Não será despropositado dizer que para este entendimento, concorreram muito os laços criados no DN-Jovem que foi, como se sabe, um dos apoiantes da iniciativa, ao lado do JL, da Assírio & Alvim e do Centro Nacional de Cultura.

Os colaboradores deste suplemento vieram de toda a parte e estiveram em toda a parte (dentro e fora da sala). (…) »

Bordado de Nisa. Foto original. 2020. 01. jpg

O Jornalista nomeia cerca de trinta nomes de intervenientes nas sessões e respetivas localidades de origem, desde António Ladeira, de Sesimbra… a Daniel Pinto Rodrigues, “vindo expressamente do Porto”. “O Zé Manel, da Mata” também lá aparece no meio dessa lista.

Bordado de Nisa. Foto original. 2020. 01. jpg

«A poesia foi para todos quase só um pretexto para a comunicação.

O balanço desta primeira experiência foi muito positivo.  (…)

A Adiafa foi um acontecimento cultural, que seria uma pena não ter seguimento.»

 

In. Diário de Notícias, - DN Jovem, 06/01/1987 – (3ª Feira). Transcrição de parte da notícia sobre o acontecimento, citando Manuel Dias, Jornalista do referido Diário matutino e autor da reportagem.

(Negritos, de minha lavra.)

Houve seguimento em anos subsequentes? (…)

*******

Fotos? De "Bordados de Nisa": Verdadeiras "Poesias Visuais"!

Hei-de elaborar um postal sobre os mesmos.

*******

E porque, hoje, é “Dia do Pai”. Que Saudades!… Todos os dias são Dias dos Pais!

 

Adiafa de Poesia – 1986 (I)

Sala Experimental do Teatro D. Maria II – Lisboa - Portugal

 

Já abordei no blogue, pelo menos uma vez, a realização deste evento de natureza poética, de divulgação de Poesia, realizado no final de 1986, Dezembro, no Teatro Nacional Dona Maria II, em Lisboa – Portugal.

Uma rosa rosa. Foto original. 2020. 01. jpg

A partir do Diário de Notícias, de 23/12/1986, 3ª feira, quando saía o DN Jovem, transcrevo parte da notícia sobre o acontecimento, citando Manuel Dias, Jornalista do referido Diário matutino e autor da reportagem.

 

«No Teatro D. Maria II

Trinta e cinco poetas entraram em cena nos primeiros quatro dias da Adiafa, que prosseguirá na sexta-feira (às 21 e 45) e no sábado e domingo (às 16 e 30) na Sala Experimental do Teatro D. Maria II, em Lisboa. A iniciativa, que visa divulgar a poesia de autores consagrados e iniciados, é da responsabilidade do actor-declamador João d’Ávila, em colaboração com «DN Jovem», «JL», Assírio e Alvim («Anuário de Poesia») e Centro Nacional de Cultura.

A condução das sessões (quinta, sexta, sábado e domingo) evidenciou a extraordinária capacidade de João d’Ávila para estabelecer a comunicação entre as pessoas, mas concedeu talvez ao lado humano das questões uma projecção mais acentuada do que esperávamos. Feito este pequeno reparo, só justificado pelo desejo de que a Adiafa possa ter ainda melhor nível, é preciso dizer que se assistiu a bons momentos de poesia e a curiosos apontamentos de comunicação, teatralidade e testemunho de vivências.»

(…)

«…nomes dos que leram ou deram a ler poemas seus…

Sexta-feira – José Silva Teixeira, Cecília Rodrigues, Paulo Garcia, Luís Graça, Joaquim António Oliveira, Vitor Perdigão, Zé Manel, Domingos Galamba e Armindo Silva. (…)»

In. Diário de Notícias Jovem 1986/12/23 (3ª Feira)

 

Notas Finais:

A notícia é acompanhada com fotos de vários intervenientes.

(Negritos, de minha lavra.)

Eu participei na 6ª feira, 19 de Dezembro, de 1986. (Pseudónimo: Zé Manel)

Que poema(s) terei lido? Li mesmo ou dei a ler a João d’Ávila?

Não me lembro. Tentarei ainda pesquisar em apontamentos meus… Mas já lá vão quase quarenta anos…

Alguns poemas que escrevi em 1986…

Caminhadas

Ícaro

Um pouco mais...

Fachada

Somos Mar

 

Foto? Original. Um botão de  Rosa, sinal de Poesia e de Primavera, que vem aí!

 

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