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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Arte Efémera (I)

“Instalação Artística” ao Ar Livre!

Arte Efémera I Quintal de Cima Foto Original Out 22

Caro/a Leitor/a, ficará intrigado/a com este mostruário. Ademais com o atrevimento, certamente.

Ou curioso/a! Quererá saber onde poderá observar tal “ousadia ou picardia estética”!

Questionará. Serralves?! Centro de Arte Moderna?! …?! Noutro local ainda mais emblemático?!

Pois, lamento desiludi-lo/a, mas esta “Obra… talvez de Arte?!” encontra-se bem longe desses Grandes Centros de divulgação da Arte Moderna! E estará apenas muito brevemente em exposição. Por isso efémera.

Já tenho apresentado no blogue “Mostras de Arte”, resultantes de intervenção humana num contexto natural. As que mostrei resultaram de ações aleatórias. Esta também.

De que terá resultado?! (...)

Uma ação provocatória?! Iconoclasta?!

Arte Efémera I Quintal de Cima Foto Original Out 22

A roseira será o item que mais se queixará do atrevimento. Uma roseira que nos dá rosas tão lindas, por várias vezes figurando nos blogues, ser assim destratada.

Mas não será também o que muitas vezes acontece com os museus e certas obras que neles são apresentadas?!

Bem, deixemo-nos de especulações…

Onde está exposta?!

Pois, no meu “Quintal de Cima”! (Um dos poisos dos gatos. Hei-de escrever sobre os ditos.)

Saúde, paz e boa disposição. E boas visitas aos museus.

 

Despedidas do Verão?!

Açucenas ou Despedidas de Verão?!

Despedidas de Verão. Fonte do Salto. Foto Original.

Nós, melhor, eu gostaria de me despedir do Verão. O Verão é que não se quer despedir. Teima em prosseguir com este calor e eu, contrariado, terei de voltar a regar. Na realidade não me apetece muito. Preferia tempo mais fresco, mais outonal, com alguma chuva. E a Natureza, toda ela, precisa de chuva. De muita chuva, diga-se.

Bem, este postal serve para testemunhar a beleza destas lindas açucenas. Há quem assim lhes chame. Inclusive, numa povoação da Madeira, julgo que Campanário, fazem uma romaria, em que estas flores, designadas de açucenas, têm honras de altar.

Eu conheço-as por “Despedidas de Verão”. Só que o dito não se quer mesmo despedir. Fiquemos pelas açucenas.

Estas não estão no meu quintal. Estão perto da Fonte do Salto, num antigo hortejo, ou “canchoço”, mesmo junto à Ribeira. A pequeníssima propriedade, em ambas as margens da Ribeira, a montante da ponte, era pertença da Ti Raposinha. (Nome peculiar, Aquiliniano! Não sei se próprio, se anexim. )

Resquícios de tempos em que qualquer pedaço de terra era uma preciosidade. Para além do mais, com água da Ribeira, à mão de semear. Até aos anos sessenta era cultivado. Lembro-me de ver a senhora ir para a horta. Atualmente está tudo ao abandono. Mas ainda restam pedaços do tanque para acumular água e lavar roupa. E ficaram estas lindas açucenas, testemunhando esses tempos. Que no final de verão, inícios de outono, florescem em todo o seu esplendor.

E, falando na ponte da Ribeira do Salto, uma foto, como não a víamos há muito tempo.

Ponte da Ribeira do Salto. Aldeia da Mata. Foto original.

A Junta mandou limpar as árvores que lhe tapavam a visibilidade e, agora, podemos observar a respetiva arquitetura. Vista de montante, sensivelmente de Leste.

Voltarei a este assunto.

Saúde. Paz. Bons passeios. Visite a Fonte do Salto. A Ponte. A Ribeira.

A localidade?! Aldeia da Mata - Alto Alentejo.

Não deixe lixo, SFF!

(P. S. - As fotos são originais, mas não são de minha autoria. Parabéns à Autora. E, Obrigado.)

 

Saúde, Saúde… A Covid… E outros bitaites!

Questões pertinentes, perguntas impertinentes.

 

E a Covid?! A pandemia lavra por aí. Agora, arredada dos focos mediáticos.

Mas o bicho continua a fazer das suas, minando a saúde. Dos portugueses, dos outros povos.

Só os chineses ou porque realmente o bicho os incomoda especialmente ou ainda e principalmente, porque outros “bichos” os incomodam ainda muito mais, periodicamente “fecham” cidades que são autênticos países. Mas isso, se calhar, são chinesices!

 

Em Portugal, a pandemia deixou de estar sob os holofotes dos media.

 

Nestes meados e finais de Julho acaloradíssimos, são os fogos.

São vistos quase como uma fatalidade. Um destino! Uma inevitabilidade. Não! Já não sei! Do que constato é que a Prevenção será a melhor arma para os combater. Que nunca se pode baixar a guarda, durante todo o ano. Que deverá envolver muitos meios diversos, em diferenciados níveis, envolvendo muitas entidades. E, sim! Os Particulares. Que se esquecem muito das respetivas responsabilidades. Falha muito a Prevenção. É um facto! Não é executada. E as Entidades Públicas também falham nos diversos níveis de ação. A ação deve processar-se desde logo nas bases.

As Juntas de Freguesias, as Câmaras, os corpos de intervenção das Autoridades, a GNR, por ex., agir perante os particulares que não providenciam as limpezas. A Proteção Civil.

Um trabalho de coordenação conjunta dos vários agentes no terreno, os Bombeiros incluídos na prevenção. E, porque não e também o Exército?!

Não é depois do mal feito que anda tudo a correr e não se chega a lado nenhum. É todos os anos a mesma coisa!

Investe-se, mas não na Prevenção. E a Prevenção é Trabalho, Trabalho, Trabalho…

 

Antes dos fogos, houve aquele “fogo-fátuo” do SNS. Ou "fogo de Santelmo"! Que continua. Não sei! A modos que chegaram à conclusão que é primordialmente uma questão de Gestão. De Autonomia de gestão! Será?! Autonomia em que aspetos?! Autonomia financeira? Mas os recursos financeiros são ilimitados?

Falam sempre em milhões. Milhões para aqui, milhões para ali.

E os Recursos Humanos?

Urgências! Já terá estado em contexto de urgências, certamente. Sabe que, nesse contexto, os profissionais trabalham habitualmente doze horas? E há profissionais que trabalham vinte e quatro horas?!

É uma desumanidade! Tanto para os profissionais como para eventuais doentes. E, agora, nalguns hospitais, querem oferecer aos profissionais, x em dinheiro, para não terem férias em Agosto...!

Mas terão ideia do estado de exaustão em que fica quem trabalha 12 horas? E 24 horas?!

 

Antes e simultaneamente com estes acordes mediáticos – comunicacionais, houve e há a guerra da Ucrânia. Nunca houve uma cobertura mediática tão acentuada nem tão acutilante duma guerra, como esta. Um horror! Podemos, através das reportagens efetuadas, observar a inutilidade das guerras, desta muito em particular. Apesar de outras que também vêm destruindo o Médio Oriente há dezenas de anos. A África. Guerras sem qualquer sentido!

Esta muito especificamente, despoletada por um indivíduo paranoide e seus sequazes. Esperemos que alguém, a bem ou a mal, lhe(s) consiga pôr alguma racionalidade.

Saudar o acordo sobre os cereais, sob a égide da ONU. Poderá ser um princípio para outros futuros acordos… Quem sabe?!

 

Com todos estes desvios do foco central de combate à Covid, ela alastra por aí, sem ninguém fazer caso dela. “Atacando”, inclusive Profissionais de Saúde!

E as palmas e ovações onde estão?!

Nos Festivais de Verão, já se vê!

 

Calor! Calor! E fogos. Fogos!

Estas ondas de calor deixam-nos transtornados. Prostrados! Incapazes de fazer alguma coisa de jeito.

E os fogos! Uma desgraça todos os anos. Depois da tragédia que foi 2017!... O que me leva a inferir que não se aprendeu nada, mesmo nada, com essas ocorrências trágicas. Nem com Pedrogão, nem com o Pinhal de Leiria, e todos os incêndios calamitosos que aconteceram e voltaram a acontecer nos anos subsequentes.

Considero que o fundamental é sempre a Prevenção.

Sobre este assunto dos fogos, escrevi e tornei a escrever nesse ano. Gastei o meu latim.

Agora a desculpa é a falta de cadastro dos terrenos. Não se sabe de quem são os terrenos. Sobre esse aspeto, saber ou não a quem pertencem… leia “Limpeza dos quintais…” SFF!. Deduza o procedimento realizado.

Que a floresta deixou de dar rendimento. É verdade! As limpezas ficam caras. E não há um retorno qualquer imediato. É verdade!  

Valorizem os inertes resultantes das podas, desbastes, limpezas... Criem um sistema de recolha desses resíduos para produção de energia, de adubagem...

Também já escrevi tanta coisa sobre isso. Gastei o meu latim e a minha paciência.

Que venham temperaturas mais frescas!

Se as Entidades competentes têm responsabilidades?! Desde os topos das hierarquias, das nossas governanças até aos níveis primeiros, de base, dos Órgãos Autárquicos?! Os níveis de base que até estão no terreno?! Claro que têm!

E os Cidadãos não têm responsabilidades?! Claro que têm! Os donos dos terrenos, dos quintais, dos grandes e pequenos espaços florestais devem agir preventivamente.

Basta percorrermos o País, todo o País, com olhos de ver e observamos o desleixo completo.

Até nas autoestradas! É só observar as florestas de um lado e de outro!

Tem de haver muita ação da parte de todos. Todos temos de nos empenhar. As governanças, sim, desde os topos das hierarquias até aos níveis mais básicos. Os trabalhadores no terreno, sim!

E os Cidadãos, sim! Custe ou não, a muito boa e santa gente, admitir isso.

*******

E os criminosos que provocam os fogos de propósito?!...

Como proceder preventivamente com eles?!

...   ...   ...

 

As duas Quadras…  encontraram dois Tercetos!

Mas não acharam a Paz… ainda!

Um ser inominável…

 

Anda, por aí, ser inominável

Invadindo um País Soberano

Almejando ficar homem notável

Só se tornou ainda mais tirano.

 

Assim ficou por demais execrável

Espelhando seu juízo insano

Entre seus sequazes mor detestável

Perdendo sua condição d’humano!

 

Cinismo, crueldade: indecentes

De quem ordena matar inocentes

Destruir casas, civis estruturas.

 

Por mais que tu te expliques, só mentes

Inda que digas bem fazer… perjuras.

Só na tua paranoia perduras!

 

*******

(Este encontro das 2 quadras com os 2 tercetos deu-se ontem, 3 de Julho. As quadras já vinham de 17 de Maio, publicadas a 12 de Junho! Quando se encontrarão, quadras e tercetos, com a tão almejada PAZ?!)

 

 

Descortiçamento: Um Sobreirão!

Ervedal – Aldeia da Mata – 15/06/22

Sobreiro centenário. Foto original. 2022.06.15. jpg

Estou quase a encerrar este ciclo sobre “Descortiçamento”, no Ervedal, em Aldeia da Mata. Tarefa agroflorestal por demais icónica!

Realizada em propriedade nossa e também no Ervedal do Srº José Mendes, atualmente dos herdeiros.

Neste postal nº 1057, documento com foto  de um sobreiro situado na linda das propriedades, mas na parte dos terrenos anteriormente mencionados. São geralmente sobreiros melhores e mais antigos.

Este, que tutela o texto, terá cerca de cento e cinquenta anos, segundo me informou o eng. Nuno. Na respetiva tirada, na ação propriamente extrativa, envolveu três tiradores da cortiça, dois dos quais subiram ao sobreiro, conforme documenta a escada.

Fiz um vídeo sobre as várias fases do processo. E foi no final desta função que tirei uma foto de conjunto dos envolvidos em todo este “Descortiçamento”.

Foi também quando entrevistei o empresário João Alves e o filho, eng. Nuno Figueiredo. Os outros artistas não quiseram ser entrevistados. Estava na hora da bucha e de ligeiro descanso e descontração. Estavam visivelmente exaustos! Eram cerca das nove horas.

Acabei por não lhes perguntar os nomes, como pretendia. Penso concluir estas crónicas, documentando com foto final, em próximo postal, que pretendo publicar em “Apeadeiro da Mata”. Nomearei aqueles cujo nome sei, pois, por mais tentativas telefónicas que tenha feito, ainda não o consegui.

Mas isso será assunto para outro postal.

Votos de Saúde. De Paz!

Que goze o Verão que parece estar realmente a chegar.

Que, por mim, bem que podia estar primaveril!

Obrigado, por me acompanhar nestas narrativas.

 

Covid… nunca mais vai acabar!

Covid e mais Covid! A “nossa” responsabilidade!

 Em tempos escrevi, poetando “… que isto da covid / vai um dia acabar!”

Ainda em 2020, quando realmente acreditava que isso iria acontecer.

 

Passados estes dois anos em que o bicho anda e ciranda, por aqui e por ali, para cima e para baixo e não arreda pé, eu já não acredito que isso venha a ocorrer! Até receio que nunca mais vá acabar. Foi uma “Caixa de Pandora” que abriram, lá para a China, mas que nunca mais vão conseguir fechar. É este o meu receio e a minha perceção, atualmente.

Mais tarde ou mais cedo vai bater à porta de qualquer um, “vá de retro…”, que não o queremos por cá, mas ninguém está livre de isso lhe acontecer.

Se poderia haver alguma diminuição da probabilidade dessa ocorrência? Creio que sim! Qualquer pessoa observa, haver uma correlação direta entre a falta de cuidados das populações e a disseminação do bicho.

Reportando-nos a Portugal que é o observatório que temos disponível, verificamos que logo que acontecem as festanças dos eFes ou outras, em que se aglomeram milhares e milhares de pessoas, sem quaisquer cuidados, logo o número de casos aumenta.

São as urgências dos hospitais que entopem, porque o pessoal pode não ter cuidado quando anda no regabofe a bater a chocalha, abanando o capacete, mas mal tem leves dores de cabeça não se coíbe de marchar ao São João, à Santa Maria.

Valha-nos a Santa! É o que é, e o pessoal não tem mesmo cura. Nem a covid acaba!

Mas adiante… Sabemos que o Ser Humano, por natureza, é um “ser eminentemente social” e bem pode pregar Frei Tomás, que isto não vai, nem com Ferrabrás! Nem prá frente nem pra trás. Está sempre na mesma.

Também as nossas governanças persistem em manter posturas incoerentes sobre medidas preventivas.

Nem preciso especificar, mas o caso do uso das máscaras tem sido paradigmático.

Que nós também podemos e devemos saber agir. Sim!

Podemos e devemos.  Mas é escusado gastar o meu latim, de que aliás pouco sei. Isto vai andar tudo ao molho…

Até lá, resguarde-se, SFF! Que vem aí o São João.

E começou, hoje, o Verão. Fresco! Com ar primaveril. Que assim continue, fresco. Já basta a falta de água…!

Saúde e Paz!

 

Bloqueios de escrita... e guerra (s)!

Aquém-Tejo e Apeadeiro da Mata!

As escritas nos blogues têm andado muito bloqueadas. Dado o contexto, poderíamos dizer "blogueadas"!

Questões de natureza pessoal, outras de ordem logística e técnica.

Também temáticas...

A guerra, esta guerra absurda, atroz, atormenta-nos. Não se vislumbra um final próximo. Como, Quando,  ...conseguirão, ... Quem conseguirá... parar aquela figura inominável, aquele personagem execrável e seus sequazes, que desencadearam tal guerra e invasão de país soberano?! Que, por nenhumas razões plausíveis, lógicas, têm destruído todo um território, massacrado todo um povo inocente!? Que, permanentemente, ameaçam fazer ainda pior! Gente(?!) em que não se vislumbra um olhar, um sorriso, um sinal de Humanidade! 

Como, Quem, Quando, vai terminar essa guerra?!

E a Covid, acha que já acabou?!

Por decreto governamental?!

Votos de Saúde e de Paz!

 

Finalmente, voltou o Sol!

Fim do “Prenúncio de Inverno Nuclear”?!

Que saudades já tinha de ver o sol. Apesar da seca persistente. Que tarda e teima em não chover! Mas que podemos nós?! Não mandamos, não temos poder!

Nesta semana, houve dias que o sol nunca se viu. Parecíamos estar num “Inverno nuclear”! Desde segunda-feira, catorze de março, com especial incidência na terça e quarta-feira, quinze e dezasseis, uma concentração de persistentes poeiras, provindas do deserto do Saara, tapava completamente o céu. Não eram várias nuvens altas, era uma só nuvem, baixa, contínua, homogénea, impedindo-nos do acesso à visibilidade do azul celestial. Este adquiriu tons de castanho avermelhado, uma luz coada por esse manto de partículas contínuas, de pós, cobrindo casas, carros, territórios. O sol nunca se dignou mostrar aos olhos destes povos peninsulares. Melhor, não nos foi permitido vê-lo! Com maior incidência para o centro da Península, também no interior de Portugal o fenómeno terá sido mais marcante. Uma irritação respiratória constante, dores de garganta, expetoração, alergias…

Ontem quinta-feira, dezassete, ao aproximarmo-nos de Arraiolos, foi com alegria que observámos a luz poente, ainda coada por essa poalha castanho avermelhada, ilustrando o castelo, a escola secundária, o casario da Vila, as Ilhas.

Hoje, 6ª feira, dezoito, na Cidade de Régio, a luminosidade já nos permitiu observar o azul do céu, algumas escassas nuvens destacando-se, libertando-se da submersão desse manto de poeiras, agora já mais cinzentas, alertando-nos para a perigosidade de um “holocausto nuclear”.

Para quê provocar guerras, para quê invadir territórios de povos livres, para quê ameaçar com o botão nuclear, se, periodicamente, a Natureza faz valer as suas próprias leis naturais?!

…São os vulcões, os terramotos, os maremotos, os tsunamis, os ciclones, as cheias, as secas, os fogos naturais, as epidemias… outros tantos desastres, que periodicamente assolam a face da Terra, independentemente da vontade humana.

Para além dos desastres que a Humanidade provoca por desmazelo, inépcia, ganância!

Ainda provocar as guerras… De vez em quando, solta-se um louco do manicómio do poder e põe o mundo em polvorosa.  Prendam-no, a esse louco que quer abrir a caixa de pandora da guerra nuclear. Já basta que abrisse a da guerra!

O problema é prendê-lo!

 (Dirá o/a Caro/a Leitor/a)

Saúde e Paz!

 

 

"Somos todos Ucranianos!"

O Povo Ucraniano quer a Paz! O Povo Russo quer a Paz! Todos os Povos querem a Paz!

Nesta “guerra da Ucrânia”, decorrente da invasão das tropas do regime russo, cuja fase recente se iniciou no mês passado, 24/02, que ela já dura há quase dez anos (!), não há como não estar solidário com os Ucranianos!

"Somos todos Ucranianos!"

(Digo eu, embora sabendo que muito boa e santa gente tem opinião contrária ou assim-assim, ou nem não, nem sim, isto é, nim!)

Que haja outras e variadas guerras por aí, todas condenáveis, porque o são, por várias vezes repudiadas no blogue, tanto em prosa como em verso, também esta repudio.

É preciso terminar a invasão. As tropas do regime russo devem sair da Ucrânia, país que deve ser independente e ser reconhecido como tal, sob todos os aspetos, pelo regime russo!

É preciso que o regime russo termine o que começou e desenvolvam conversações de Paz, sempre tendo na base a independência da Ucrânia. (E da sua integridade territorial, o que já será mais complicado, digo eu…)

Os Povos querem Paz! Não querem guerra. Todos os Povos.

(Os defensores da guerra são uma minoria, só que detêm o poder, como no vertente caso. E, depois, utilizam-no mal.)

 Não fazem sentido guerras, por disputas territoriais. Somos todos interdependentes, todos os países, todas as nações, todos os povos. Vivemos num mundo à escala global. Ele há tanta desgraça, calamidade, catástrofe natural; tanta degradação provocada pelo ser humano, nomeadamente no ambiente… para quê ainda buscar a guerra?! Ainda nem saímos da pandemia da Covid!

Senhores da guerra, desta e de outras: Buscai a Paz!

P.S. – Há muitas questões que poderiam ser analisadas sobre este assunto, nomeadamente as formas de se alcançar a Paz. Qual o papel ou papéis que deveriam desempenhar a União Europeia, os Estados Unidos, a NATO, a China, outros Países, outras Entidades, o Papa Francisco, por ex.

Mas há uma questão que é mais no domínio dos se…se… E se a Srª Merkel ainda chefiasse o governo alemão, quiçá, com papel determinante na União Europeia, as coisas teriam ocorrido assim?!

(Uma pergunta que fica no ar…)

Entretanto, resta-me apelar à Paz.

Negociações. Retirada das tropas. Acordos de Paz. O Povo Ucraniano não merece estar a sofrer esta calamidade.

(Que a guerra é a mãe de todas as desgraças!

As consequências projetam-se por todo o mundo.)

 

 

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