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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Cápsula do Tempo – Oficina de Cultura – Almada

“Time Capsule”

Agrupamento de Escolas Francisco Simões

Curso Profissional de Técnico de Multimédia

 

“Uma Cápsula do Tempo é um recipiente especialmente preparado para armazenar objetos ou informações com o objetivo que eles possam ser encontrados pelas gerações futuras. Tal expressão começou a ser utilizada a partir de 1937.” In. Wikipédia.

 

Terminou ontem, domingo dia sete, a Exposição “Time Capsule” na Oficina de Cultura, em Almada. Uma das muito excelentes exposições ocorridas neste espaço cultural da Cidade. Esta, até ao momento, a Exposição mais visitada neste ano.

No encerramento, muita gente, muitos alunos e pais, professores e outras personalidades.

Encerrada a exposição, mas não a cápsula nem o respetivo enterramento, que não havia técnicos da Câmara para a realização dessas tarefas, que era domingo, à noite, fora dos respetivos horários... Essas tarefas terão ocorrido hoje, 2ª feira, não sei a que horas que, ontem, o coordenador, Professor Américo Jones, a alma – mater deste evento cultural, ainda não sabia.

 

A Exposição de Multimédia, englobada em “Março à Solta – 2019”, realizada de 22 de Março a 7 de Abril, tem a sua génese e construção a partir do Agrupamento de Escolas Francisco Simões – Curso Profissional de Técnico de Multimédia, integrante do trabalho desenvolvido por Alunos e Professores, no âmbito das atividades e funcionamento dos Cursos Profissionais e especificamente, do citado Curso.

Na finalização, entre várias personalidades presentes, vários participantes de algumas das atividades de dias anteriores da Expo. E, peculiaridade desta Escola, houve a presença do respetivo Patrono: o escultor Francisco Simões. Nem mais nem por menos! Que Escola poderá presenciar António Gedeão, Elias Garcia, Romeu Correia, Alexandre Castanheira, Cristóvão Falcão, Mouzinho da Silveira, Pedro Nunes; São Lourenço (?!)… Sem falarmos em José Régio, este, perfazendo cinquenta anos de falecido, e premente de ser lembrado, evocado, comemorado!

Pois, neste encerramento, também lugar à degustação de bolos e acepipes, confecionados por alunos e pais e oferecidos aos visitantes. Serviço esmerado dos Alunos do Curso Profissional de Turismo e seus Professores.

(Todos, evidentemente trabalhando fora do seu horário!

E surge-me uma entre várias questões:

- Como traduzem os professores todas estas atividades, funcionalidades, especificidades, na avaliação dos respetivos alunos?)

 

(E, a propósito de personalidades, personagens… também a peculiar presença de uma senhora, frequente em eventos culturais da Cidade, que logo se instalou bem visível, junto ao palco e à cápsula e que tanto incomoda o sentido do olfato de qualquer outro visitante, seja nestas ocorrências, seja no metro…

Em Almada, circulam vários personagens assim, meio desequilibrados, “encerrados na sua cápsula do tempo”, que precisam de uma ajuda urgente das Entidades competentes para estas situações. Que não são assim tantos e a Cidade não é assim tão grande… Um alerta de ajuda para estas Pessoas!)

Falta de Serviços Essenciais…

… Em Entidades que já foram Fundamentais!

Crónica de Descontentamento (s) VI

 

Os títulos, levados à letra, reportar-nos-iam para ene assuntos, n serviços e atividades que nos faltam, nos mais diversos contextos e enquadramentos.

 

Até podia ser sobre a chuva… Que “estragou” os Carnavais!

Mas então a chuva não faz falta?!

Não! Não?! Não vou falar da chuva. Que faz imensa falta. Ela que venha!

 

Hoje vou falar de Correios; os CTT, que já foram das Entidades que melhor terão servido as Comunidades ao longo de décadas, neste País, nomeadamente no Interior. Quando não existiam nenhumas das modernidades que hoje temos, telemóveis, internet, computadores, estas e outras funcionalidades existentes que, ainda há escassos anos, eram pura ficção.

Não falo nas dezenas ou centenas de lojas que fecharam por todo o país, especialmente no Interior, onde mais eram necessárias. Têm valido as Autarquias que se organizaram para servir as populações, institucionalizando esses serviços nas respetivas Sedes…

 

Falo de serviços elementares que faltam nas ainda existentes Lojas de CTT.

Concebe-se que numa Loja de CTT não haja uma máquina para comprar selos de correio, automaticamente, sem ter que esperar nas filas enormes?! (E, a este propósito, as filas são sinal de que os serviços são necessários.) Já houve! Mas foi retirada. E porquê? Bem sei que hoje quase ninguém escreve cartas…

(!!!…?)

Ou concebe-se que uma carta enviada de uma Aldeia do Interior, para chegar ao Litoral Suburbano de um Concelho da Margem Sul, demore dez dias até ao destinatário?! Nem no tempo da mala posta!

Ou que cartas vão parar regularmente aos vizinhos, até noutros prédios, e algumas até com documentos importantes?!

Ou que num posto de CTT, numa Capital de Província, ademais no Interior, a cabine telefónica não funcione há mais de um ano?!

 

Mas, agora os CTT até têm um Banco! E é verdade! E que promete… que promete…

Mas os bancos… nem assado, nem assim, nem mesmo os de jardim!

 

E são só esses os seus descontentamentos?!

 

Se os fosse a desfiar todos, eram um rosário… E eu já não vou nem em terços… Não falo das Agências da Caixa encerradas, na falta de Centros de Saúde… Não falo dos disfuncionamentos da Caixa… Não falo na falta de profissionais de Saúde nalguns Centros…

 

(E estes escritos surgiram-me na sequência de ter precisado de enviar um simples postal ilustrado… no dia 7! E quem ainda envia postais ou cartas?! Só mesmo os cotas dos cotas! E ao pretender um simples selo de correio, corri as freguesias e só havia numa loja particular… E os CTTs não são também particulares?)

 

E, dir-me-á… Preocupa-se você com estas ninharias quando há Pessoas, digo, Pessoas que vivem e dormem na rua, ao relento!...

Poesia na Escola!

“Grupo de Poetas da SCALA” na Escola D. António da Costa – Almada

A Dizer Poesia!

12 – Fevereiro - 2019

 

Cerejeira quintal Original DAPL 2014.jpeg

 

Uma Crónica que também poderia ser um Poema!

 

Gostei! Sim, gostei de ir “Dizer Poesia” à Escola D. António da Costa.

Gostei, sim, de voltar à Escola.

Gostei, sim! De presenciar a forma como os Professores ultrapassam as dificuldades e contratempos, encontrando soluções paras os problemas. Parabéns às Senhoras Professoras!

Gostei, sim, gostei de presenciar turmas de vinte alunos! (Espero que seja esse o número máximo de todas as turmas. Que os famigerados trinta alunos por turma tenham sido erradicados do sistema… ou é apenas uma ilusão minha?!)

Gostei! Sim, gostei imenso de ver alunos interessados em Poesia, a levantarem dúvidas, a pedirem esclarecimentos, a questionarem, a fazerem perguntas. Parabéns aos Alunos presentes!

Gostei, sim, gostei de ouvir Poetas a “Dizerem Poesia”, sua ou de Autores consagrados para duas turmas (uma do 5º ano, outra não tenho a certeza, mas também deveria ser de nível idêntico).

É importante, sim ! É muito importante divulgar, difundir Poesia, entre os Jovens, em Escolas, por Almada, pelo País!

Parabéns aos Poetas da SCALA que levaram Poesia à Escola. Parabéns à SCALA por mais esta ilustre iniciativa cultural.

 

E quem disse: Presente!

Gertrudes Novais, que disse “Caminho” e “Homenagem a Romeu Correia”, de seu livro, “Entre o Céu e Natureza”.

Palmira Clara, que disse: “O beijo” e “Nas tuas mãos”, a partir do telemóvel.

Este cronista e poeta, que disse: “Meu amor do facebook” e “Selfie”, a partir de um livro hipotético, a sair futuramente.

Amélia Cortes, que disse, “Voltei, voltei à montanha” e “Primavera”, a partir de um livro seu.

Clara Mestre, que disse “Reminiscências”, de Fernanda de Castro e “O estudante alsaciano”, de Acácio Antunes.

Luís Alves, que disse “O estudo – A educação dos nossos filhos…” e “Poetas anónimos… que nos perdemos em ilusões…”

 

E que é a Poesia e a Vida (?), senão uma Ilusão?!

 

Gostei, sim! Gostei muito de Dizer, Ouvir, Escutar Poesia, na Escola. De Ver, Presenciar Alunos interessados. De observar Professoras empenhadas num projeto, como é apanágio de Docentes.

 

Achei muitíssimo peculiar a forma de ovacionar, apenas abanando as mãos!

 

Gostei, gostei sim, de observar a Professora coordenadora da Biblioteca, interpelando os Alunos, sintetizando cada intervenção, envolvendo a comunidade de ouvintes – participantes. Reportar-nos para Luís Vaz de Camões!

 

Parabéns e obrigado a todos!

 

Gostei! Sim, gostei muito de Dizer Poesia e de voltar à Escola!

Notícias de última hora!

Notícias fresquinhas!

 

Foto original DAPL. 2015.jpg

 

Fresquinhas e vivinhas, mas não da Costa, nem de Costa!

Fresquinhas, porque continua frio e porque são recentes; Vivinhas, porque de Gente viva!

De última hora, sim! Sim, mas não… de telefonema em direto para um qualquer programa de TV de expectável audiência.

De nenhum despedimento de treinador, de nenhuma transferência milionária… muito menos de centenas ou milhares que procuram emprego; emprego compatível com habilitações, que essas notícias são o boletim diário de muita Gente e não interessam ao menino Jesus e também já passou o Natal. Nem de alguns que porventura apesar de desempregados, preferem o subsídio, ao emprego. Alguns!?

Não! Também não são das promessas eleitorais que se avizinham neste 2019, de futuros aeroportos, novas ferrovias, desenvolvimento e investimento no Interior… Não!

Nem das tricas, trocas e baldrocas, entre esquerdas e direitas, centros à mistura… Não!

Nem dos amores e desamores das nossas floribelas. Nem dos remates certeiros dos nossos reis -  naldos. Não!

 

A notícia que vos quero dar, informar (a notícia deverá ser sempre para informar), é que foram eleitos para dirigir os destinos da APP – Associação Portuguesa de Poetas, no próximo mandato, triénio 2019 / 2021, os seguintes Sócios, integrando os correspondentes Órgãos Sociais:

 

Mesa da Assembleia Geral

Presidente - Sócio n.º 95 - João Coelho dos Santos

Vice-Presidente - Sócio n.º 304 - Joaquim Pereira Marques

Secretária - Sócia n.º 159 - Maria Alcina Adriano Garcia Magro

 

Direção

Presidente - Sócia n.º 46 - Maria da Graça Ferreira de Araújo

Vice-Presidente - Sócia n.º 320 - Mabel Solange de Figueiredo Cavalcanti

Tesoureira - Sócia n.º 448 - Maria Helena Heitor Matos Barradas

1.º Secretário - Sócio n.º 413 - Victor José Antunes das Neves Camarate

2.a Secretária - Sócia n.º 411 - Márcia Cabral da Rocha

 

Conselho Fiscal

Presidente – Sócio n.º 113 - António Adriano Pais da Rosa

1.a Secretária – Sócia n.º 24 - Virgínia Maria da Silva Mendes Branco

2.º Secretário – Sócio n.º 330 - António Fernando Cadavez Correia.

 

Formulo Votos de Sucesso. Parabéns e Obrigado por se disponibilizarem ao exercício de funções.

Parabéns e também Obrigado aos Sócios estruturantes dos Órgãos Sociais cessantes. E Votos de Felicidades e Êxito para todos.

E tenho dito.

Ah! Não gosta de Poesia?! É pena!

 

Também recebi o livro / antologia “Espontâneos de Natal”, de Vários Autores, coordenação Maria Graça Melo.

 

(Bem... afinal, a fotografia, original DAPL, é mesmo da Costa!)

Quem conta um conto…

…Acrescenta-lhe um ponto!

Efabuladeiras da Associação Almada Mundo – Galeria e Sede da SCALA - Almada

Ontem - 5 de janeiro 2019

 

Foto original DAPL. 2018. jpg

 

Nas várias vertentes das Artes que Associações como a SCALA promovem, no respetivo programa de atividades anuais, ainda não tivera o grato prazer de assistir a esta verdadeira Arte da Efabulação. Em boa hora fui e assisti.

Quatro narradoras: Joaninha Duarte, Alexandra Lima, Rosa Gonçalves, Marília Calado.

Cinco contos, histórias, efabulações, centradas na temática do Natal - Nascimento.

 

Bebendo em fontes impolutas de Arte de Contar.

Um conto, por Joaninha Duarte, centrado no Nascimento, a partir de história de Mª Alberta Meneres e António Torrado. “Histórias em Ponto de Contar”?

Alexandra Lima - O 4º Rei Mago, que também viu a estrela brilhar e a seguiu e através dela foi seguindo a Jesus, sempre à distância, mas sempre perto, nas ações de espalhar e fazer o Bem pelo Caminho. Seguiu a sua Estrela, a sua Luz. E todos nós temos a nossa Luz!

Rosa Gonçalves – O Pouco Juízo e a Pouca Vergonha (?) a Morte – História tradicional da Beira Baixa.

Marília Calado – Conto de Miguel Torga, do homem que passou a Noite de Natal consoando com a Santa Virgem, no adro da ermida, aquecendo-se na fogueira feita com a madeira do andor, e fazendo de São José.

Joaninha Duarte contou e encerrou esta parte da narrativa, a partir do Poema do Menino Jesus, de Alberto Caeiro.

Que dizer?!

Fiquei maravilhado, maravilhadíssimo, com tão extraordinária Arte de contar histórias, de contar e recontar com tanta beleza e maestria narrativas, recriando-as, embelezando-as com tanta Sabedoria, Arte e Engenho.

 

Friso o que venho escrevendo no blogue, desde que comecei.

Neste País, no nosso País, existem verdadeiros e extraordinários talentos, que passam completamente despercebidos!

Porque os nossos meios de comunicação nacionais insistem em promover as mediocridades: são as novelas dos Bê – dê – Cês, as toupeiras eletrónicas, os senhores que não sabem o bê (ah!) bá e que foram para o El Ali – Arábia Feliz; as Rei – Naldices; a promoção de energúmenos a estrelas de programas matinais… Eu sei lá!

 

(Mas adiante, que já quase escrevi uma página. E não quero ultrapassar!)

 

Com tão extraordinárias dádivas e tão maravilhosas Artes de Dizer Poesia, através de narrativas em contos, também chegou a vez das Mestres da SCALA dizerem da sua Maestria, agradecendo e retribuindo!

Clara, a Mestre, disse, declamou, cantou e encantou!

Gertrudes, a mestre da sala e da SCALA, não lhe ficou atrás.

E eu, Francisco, fiz o que pude, que não sou mestre, apenas licenciado, que no meu tempo, os cursos eram de cinco anos!

Gabriel, o Sanches foi-nos também sempre maravilhando, tocando as suas melodias.

Estamos todos de Parabéns. A SCALA, como sempre, faz do melhor! Almada é impagável em termos culturais! (Os media, ignorando, prestam um péssimo serviço ao Povo Português.)

Viva a Poesia! Viva a Efabulação!

(A fotografia?! Como quase sempre, original DAPL. Reporta-nos para a magia do final da tarde, quando a hora de contar se propiciava, fosse ao canto do lume, no Inverno; fosse no poial, na rua, no Verão...)

Almada: Tantas atividades aonde ir!

SCALA, Casa da Cerca, Oficina da Cultura , São Silvestre de Almada, Ciclo de Cinema Católico

 

Ontem, quinze de Dezembro, na SCALA, Almada, decorreu a Festa de Natal. Houve canções alusivas à quadra natalícia, acompanhadas musicalmente por Gabriel Sanches e pelo Grupo em que se integra, bem como por todos os presentes, que quiseram compartilhar as suas competências vocais.

 

Não faltaram os poemas relacionados com a temática, de autoria própria dos “Dizedores de Poesia”, ou de outros Poetas e Poetisas de suas preferências.

Toda esta dinâmica artística decorreu na habitual sala da Sede, emoldurada pela Exposição dos quadros oferecidos pelos Artistas associados, tendo em vista a angariação de fundos para a Associação. Evento que decorrerá no próximo dia vinte e nove.

Poesia Visual.jpg

 

(Desta vez não consigo nomear todos os presentes, éramos cerca de vinte, porque estavam várias pessoas cujo nome ainda não sei. O meu pedido de desculpas.)

 

Compartilhou-se o bolo – rei, oferecido pela SCALA. E que bolo! (Alguém foi contemplado com a fava?!)

Também terá ocorrido a tradicional troca de prendas, a que já não assisti, que me ausentei. (O que me terá calhado? E quem terá recebido a lembrança que levei?)

Almada tem um carisma especial, em termos culturais. Habitualmente acontecem variadas atividades de diversas tipologias (música, teatro, desporto, literatura, poesia,… cinema) e torna-se difícil escolher e impossível estar em todas simultaneamente.

Deixei a SCALA, passei pela Casa da Cerca onde era inaugurada a Exposição “o futuro do passado”. Estava imensa gente na sala. Não fiquei. Hei - de voltar com mais tempo.

Passei pela Oficina da Cultura, onde decorria o “Mercado de Natal Amigo da Terra”. Igualmente cheio. Uma pequena volta e já não voltarei, que terminou hoje. P’ró ano haverá mais…

Na Praça São João Batista, onde antigamente havia o “Mercado dos Ciganos”, (Onde é que isso já vai?! Mas que me inspirou para escrever uma narrativa fantástica…) Na Praça, além de uma parte do Mercado da Terra, também se iniciara, havia mais de meia hora, a São Silvestre de Almada.

Apanhei o metro, até à Bento Gonçalves. Parte da Avenida, o sentido ascendente, vedado ao trânsito. Por aí vinham calcorreando os maratonistas. Eles subindo, eu descendo o troço até à Piedade. Uns mais estafados que outros, lá seguiam eles para a Praça onde seria a meta.

É assim Almada. Capricha em várias vertentes culturais. Ombreia com Lisboa. Nalguns aspetos mede meças. Difícil é escolher. Com a vantagem de ocorrer tudo relativamente próximo.

No Auditório Fernando Lopes Graça também decorreu o Ciclo de Cinema Católico. Este ano não assisti, apesar de títulos interessantes, nomeadamente dois clássicos italianos.

 

Voltando à SCALA, nesta narrativa.

No que a Poesia se refere, disse “O Menino / O Futuro morre na praia”. E “Natal 2”, de Luís Ferreira. “Publicitei” o livro “De Altemira fiz um Ramo”, cujo lançamento se prevê para 30 de Dezembro, domingo, em Aldeia da Mata - Alto Alentejo.

Lembrei o repto lançado semanas atrás, de trabalhos sobre o Mar: Poetar-Partilhar.com. Mar - Antologia Virtual.

E, a propósito, com grato prazer, informo que já temos alguns trabalhos, todos diferentes, mas super interessantes. Aguardamos mais!

E esse desafio é alargado a um público-alvo mais vasto, que é dirigido a Pessoas da SCALA, mas também aos Amigos: SCALA & Amigos. Participe, SFF!

E até próxima crónica e/ou post seguinte.

 

 

Cidades e Jacarandás!

Crónica numa cidade congestionada,  num País de Faz de Conta!

 

Foto original DAPL. 2017.jpg

 

Tertúlia e Exposição de Pintura do CNAP - Círculo Nacional D’Arte e Poesia

São Sebastião da Pedreira – Lisboa

Dia 11 de Dezembro 2018 – 16h 30’

 

Éramos sete! Sete personagens expressando um ideário poético. Ainda que nem todos escrevessem ou dissessem poesia.

É impressionante que num país de poetas, isto é apenas um lugar – comum, a Poesia seja tão pouco divulgada, não faça parte da educação diária do cidadão.

Poucos minutos após o telejornal, diariamente, um pequeno programa com alguém a “Dizer Poesia”. Não necessariamente alguém famoso. Pelo contrário! Ele há tanta gente por este País que sabe Dizer Poesia!

(Aproveitem esta ideia, que eu não a vendo. Ofereço-a!)

Em vez de, todos os dias, nos massacrarem com as mesmas coscuvilhices, promovidas à categorização de notícias. E as futebolices e as reinaldices!

 

Na cidade, acotovelam-se multidões nos passeios, nas passadeiras, nas horas do final da tarde, no início da noite que, em Dezembro, chega tão cedo! O sol põe-se pouco depois das cinco. Acendem-se as luzes e é uma azáfama de hora de ponta, tanta gente apressada, tanta gente a correr, tanta gente ligada, vidrada no telemóvel…Dos empregos ou das compras para casa, na pressa de chegar. Carros e mais carros entupindo o asfalto. Cada carro, apenas com um passageiro, não há - de a cidade estar atolada de trânsito e os acessos à Grande Cidade congestionados!?

Contraste com a minha Aldeia em que há dias que não vejo ninguém! Este País para onde caminha?! É um País do Faz de Conta!

 

Nem a propósito, no Boletim do Círculo Nacional D'Arte e Poesia, foram publicadas duas poesias minhas muito peculiares.

 

CIDADES

 

Cidades,

jardins zoológicos dos Homens,

cativeiros de quatro paredes.

Vidas condicionadas

a tempos e horas,

Formigueiro, de vidas agrestes,

lutando pela sobrevivência.

Oh! Liberdade,

onde estás tu?

Horizontes, longos de paz

onde estão?

Transeuntes que passam

e olham,

estes tristes animais presos,

na liberdade, da vida condicionada,

destas cidades.

 

(Este texto é bem antigo!)

Foto original DAPl. 2017.jpg

 

E JACARANDÁS.

 

Para chegar a São Sebastião, percorri a Avenida 5 de Outubro.

Já reparou nas árvores que estruturam toda a parte central da Avenida?

Nem mais! São jacarandás. E já observou que estas árvores, em finais de Outono, quase Inverno, contrariamente às outras plantas de folhagem caduca, estão muito mais verdes e a folha se mantem aparentemente como se fosse perene?

Que não é.

Leia o poema, se faz favor, e atente nesta peculiaridade arbórea!

As fotos ilustrativas são da época em que estão mais exuberantes. Se vive ou passa em locais em que existam jacarandás vá observando as suas transformações anuais. SFF.

(Estas são de Almada. Originais DAPL.)

 

Pois. No dia onze, pelo final da tarde, decorreu no Centro de Dia de São Sebastião da Pedreira, o habitual convívio poético, organizado pelo CNAP – Círculo Nacional D’Arte e Poesia. Igualmente decorria uma Exposição de Pintura, com bonitos quadros de diversos pintores e pintoras, que habitualmente expõem no âmbito do CNAP.

Vitor Hugo – “Évora”

Fernanda Carvalho: as quatro estações do ano – “Primavera”, “Verão”, “Outono”, “Inverno”.

Lurdes Guedes: “O prazer de ser mulher”, “Porto de abrigo”, “Esperança”.

Josefina Almeida: “Ouro sobre azul”, “Rochas da minha terra”.

Elmanu: “Fernando Pessoa no aeroporto” e uma obra sem título.

Méli: Duas obras sem tírulo.

Margarida Dias: uma obra sem título.

 

Tenho pena que os Artistas não possam estar presentes nestas tertúlias que, de certo modo, funcionam como encerramento. Seria importante compartilharmos ideias. (Digo eu, não sei…)

 

Entre muitos aspetos positivos que poderia mencionar, realço a capacidade criativa destes Artistas. Nas exposições que venho observando, vão sempre mostrando quadros novos. Daí poderei inferir que irão certamente elaborando diferentes trabalhos regularmente. (Digo eu! Será?)

 

Sortuda D. Maria Olívia, que no seu convívio com tantos Artistas, e em merecimento do seu trabalho de divulgadora da Arte, vai criando quase um Museu de Pintura. Uma Exposição um dia?!

 

Relativamente à Poesia, outra vertente artística que o CNAP vem promovendo e divulgando, ultrapassando ventos e marés, já quase há trinta anos, sem o devido e merecido reconhecimento, neste passado dia onze, compareceram: Maria Olívia Diniz Sampaio, Fernanda de Carvalho, Ana Alves, Carlos Pinto Ribeiro, Luís Ferreira, João Carrajola, e este cronista. Sete, como já referi!

 

Quase todos dissemos poesia, maioritariamente da nossa autoria. Para além de ter dito o meu poema de Natal, deste ano, “O Menino / o Futuro morre na Praia”, também tive a oportunidade de ler textos poéticos de Luís Ferreira, acedendo ao seu convite, nomeadamente “O Natal 2”, publicado no último post. Rarissimamente o tenho feito, mas já que as pessoas gostaram, talvez me aventure a fazê-lo mais vezes.

 

Já pensei em dizer, melhor, ler um poema de José Régio, de quem falei, a propósito de “Cântico Negro” e de tanta gente que o diz, lê, recita ou declama. Inclusive o próprio Autor!

 

E, a propósito, irei pedir a D. Olívia que me deixe dizer o seu texto poético sobre Portalegre!

 

O Poeta Pinto Ribeiro também é sempre lembrado, através do irmão, Carlos, e de Olívia.

 

E esta é uma crónica, como sempre, enviesada!

 

Ah! E falei sobre o livro que tenho pronto a ser lançado: “De Altemira fiz um ramo”!

 

E faltaram “Les chansons de Roland”!

Ementa de Natal à base de Poesia!

APP - Associação Portuguesa de Poetas

Tertúlia no Vá – VÁ - 9 de Dezembro 2018 (Domingo)

Avenida de Roma  - Lisboa

 

Volto à publicação no blogue. E com Poesia, que tem sido a temática dominante neste ano.

Muitos assuntos, poderia ter abordado neste interregno de não publicação. Neste mesmo domínio, vários acontecimentos ocorreram que não noticiei: tertúlias, lançamentos de livros, divulgação de Poesia… Mas não o fiz. Talvez ainda volte a algumas ocorrências. Que mais vale tarde…

(Outros acontecimentos, nomeadamente algumas das politiquices, me apeteceu abordar…)

 

Volto falando sobre Poesia!

Hoje, houve novamente Poesia no célebre café / restaurante da Avenida de Roma – cruzamento com a dos Estados Unidos, em Lisboa. A partir das dezasseis e trinta, como é costume.

E o espaço esteve bastante bem composto. Éramos vinte e três pessoas. Nem todos disseram poesia. Os que o fizeram, trouxeram fundamentalmente textos de sua autoria.

 

(O ruído mantem-se. Os talheres, o vozear, os pires e chávenas, a caixa registadora… Para o lado da cozinha, pudemos observar a preparação culinária, até vislumbrar ou ouvir algo sobre ementa e confeção dos pratos…

Bem… adiante!)

 

E, nesta tarde, e dada a próxima quadra festiva… a ementa poética foi precisamente sobre o Natal.

E quase todos os presentes procuraram seguir essa “carta”: poetar sobre o enquadramento natalício, segundo uma toada mais ou menos iconográfica e tradicional ou subvertendo um pouco essa imagem mais ideal e ritualizada da Natividade!

 

A Direção, ainda atual, fez-se representar por Carlos Cardoso Luís, Rogélio Mena Gomes, Mabel Cavalcanti e Fernando Afonso. Cada um teve oportunidade de expressar a sua opinião pessoal, face aos respetivos desempenhos, enquanto elementos diretivos. Justiça lhes seja feita! Cada um sabe de si e para além de os congratular pelo trabalho e agradecer pelo desempenho, ficou muito bem esta auto - avaliação pública.

Da minha parte, Parabéns e Obrigado, sempre!

E que a futura Direção continue o bom trabalho da cessante.

Igreja e araucária 2015 Foto original DAPL.jpg

 

E houve Poesia! Natalícia, na sua maioria. Bem como a formulação de Votos de Boas Festas!

 

Carlos Cardoso Luís disse: “Natal é uma aventura”.

Joaquim Sustelo: “Natal dos pobres”.

Mabel Cavalcanti: “O amor chegou de forma inusitada”.

Carlos Fernandes, do seu recente livro: “A minha velha casa”.

Francisco Carita Mata: “O Menino / O Futuro morre na praia!

Santos Zoio: “O Natal é um dia como outro qualquer”.

Fernanda Beatriz cantou: “Premonições”.

Catarina Malanho disse: Consoada.

Lu Lourenço: “Natal é todos os dias”, de Álvaro Giesta.

Daniel Costa também disse um poema, mas não de Natal.

Aurélio Tavares: “Natal hoje”.

Júlia Pereira: “Soneto da Visitação”.

Mário Bragança também disse poesia, mas não de Natal.

José Castrelas disse “Quadras de Natal”.

Lurdes Amaral: “Uma história sobre Jesus”.

Fernando Afonso disse, de Lurdes Amaral: “Anúncio de Natal”.

Lurdes Mano disse, de Catarina Malanho: “Acordem, poetas!”

 

Para além dos poetas e poetisas mencionados, ainda estiveram presentes, embora não tendo dito poesia: João de Deus Rodrigues, Ilda Rodrigues, Ivone Magalhães, Nelice Palocal, Adelaide Zoio.

 

(E esta foi a primeira parte desta ementa poética! Atrevo-me a dizer que o prato principal. Pelas dezoito, saí. Já outros confrades o haviam feito anteriormente. Houve habitual consumo. Já o havia feito logo no início.

A segunda parte não posso referenciar como decorreu, porque não assisti. Mas não desmereceu, de certeza, da primeira!

Votos de Bom Natal, para todos e um Ótimo Ano Novo.

Qualquer incorreção nesta crónica, deixe comentário sugestivo, SFF.

Obrigado!)

 

Ah! A fotografia?! Para mim, associo inevitavelmente o Natal à minha Aldeia. Esta é a imagem da Igreja de Aldeia da Mata, com a célebre araucária, de que me lembro de toda a vida, num quintal junto ao adro, onde brinquei em criança. Imagens iconográficas! Foto original DAPL, como a maioria das fotos do blogue. De 2015.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Casa da Cerca – Almada: Uma experiência multissensorial!

Uma visita em Dezembro, em Dia muito, muito especial!

Celebração Natalícia!

 

ALMADA é uma Cidade em que a ocorrência de eventos culturais, de diversificadas tipologias, é uma constante.

Por vezes, o difícil é escolher.

Agora, por ex., nestes meados de Dezembro, entre várias atividades possíveis, ocorrem o “Mercado de Natal Amigo da Terra” e o “Ciclo de Cinema Católico”! Ambos acontecendo bem no centro de Almada, na Praça São João Batista, com o Metro ali mesmo a jeito.

 

Mas não vos venho falar de nenhum destes acontecimentos, por agora…

Trago-vos a conhecimento, um espaço, para além de outros, em que regularmente acontecem atos culturais variados, ligados às Artes.

Para além desses eventos, acontecimentos, ocorrências, atividades, “happenings”, … o próprio espaço, o espaço envolvente, e o espaço disponível como visionamento… são uma montra artística permanente. Merecem uma visita, uma não, várias e periódicas visitas.

Já aí fiz voluntariado! Que é uma das atividades regulares que aí são promovidas.

 

Falo-vos da CASA da CERCA.

Que visitámos recentemente, neste final de Outono, quase Inverno, num início de Dezembro, em dia celebrativo e que fica de recordação.

Apresentamos, caso não conheçam, alguns espaços mais emblemáticos da “Casa”, pretendemos sugestionar-vos uma possível visita, caso não tenhais feito, deixamos algumas fotos, como quase sempre, originais de D.A.P.L. (De telemóvel, registe-se!)

Este post, como muitíssimos outros, resulta de um Trabalho de Equipa. Daí o plural...

(Caso não possais fazer de outro modo, que, ao menos, fique uma breve visita virtual. Conto ainda voltar a este tema!)

 

*******

 

Átrio Principal, visto do lado norte, mostrando a entrada na Casa propriamente dita. (Duas esculturas, integrantes de uma Exposição em curso.)

 

Atrio principal. Original DAPL. 2017.jpg

 

Entrada para o “Jardim dos Pintores

 

Entrada Jardim pintores. Original DAPL. 2017.jpg

 

Neste ano de 2017, neste Jardim enquadra-se um espaço especialíssimo intitulado “Jardim Sensorial”.

Nele, vários subespaços enquadram plantas, seus derivados, estruturas, elementos arquitetónicos, sugestionando-nos os cinco sentidos, no sentido de vivenciarmos a realidade subjacente, mais especificamente direcionada para: Visão, Olfato, Sabor, Audição e Tato. Com sugestivas etiquetas…

Contemple, não esquecendo que uma visita presencial torna a perceção muito mais apelativa.

 

4 Sentidos. Original DAPl.  2017.jpg

(Sim! Nesta imagem há apenas a perceção de quatro sentidos. O quinto, que falta na imagem, ouve-se, escuta-se, no contexto real!)

 

Eis cada um dos cinco sentidos!

 

Visão / Olhar: “Olhe para mim! Look at me!”

Visão. Original DAPL 2017.jpg

 

Olfato / Cheiro: “Cheire-me! Smell me!”

Olfato Cheiro. Original DAPL. 2017.jpg

(É neste conjunto que consigo identificar a maioria das plantas: alfazema, alecrim, erva-princípe, tomilho...)

 

Gosto / Sabor: “Prove-me! Taste me!”

Sabor Gosto. Original DAPL. 2017.jpg

(Neste caso, não abuse das malaguetas!)

 

Audição / Ouvido: “Escute-me! Listen to me!”

Audição. Original DAPL. 2017.jpg

(Este é o tal quinto sentido que falta na imagem inicial e também a muito boa gente!)

 

Tato: “Toque-me! Touch me!”

Tacto. Original DAPL. 2017.jpg

(Que impressão me faz ao tacto, melhor, aos cinco sentidos, escrever tato! E os pontos de exclamação (!) são meus.)

 

Ainda haveremos de voltar para observarmos melhor e elaborar novo post.

 

E ainda ficam as vistas gerais.

 

Da Cidade de Almada antiga.

Almada Velha. Original DAPL. 2017.jpg

 

Do Rio Tejo e de Lisboa.

Barco Rio. Original DAPL. 2017.jpg

(Bem sossegado o Rio! Só um barquinho...)

 

Da Ponte sobre o Tejo - “Vinte e Cinco de Abril” e do Cristo Rei e do pôr-do-sol!

 

Ponte e Cristo Rei Original DAPL. 2017.jpg

 

E ainda fica muito por contar…

 

E lembrar que no início do Verão, altura do solstício, aí promovem habitualmente uma Festa Final…

E, ao longo do ano, há múltiplos e variados eventos, em que já tenho participado, nomeadamente em colóquios.

 

E, no final desta parcelar, mas muito enternecedora visita, ainda pode tomar um chá especial - uma infusão de ervas aromáticas, bebido em especiais canecas, marca da Casa.

Mas não esqueça!

Bebe o chá, mas não leva as canecas!

 

Chá. Original DAPL. 2017.jpg

(E a propósito de canecas. Quem não leva o caneco da Taça, este ano, é o Benfica!)

Ação! Imbecilidades... E Raposices!

Crónica de Outubro I, em sete Pontos!

Algumas ações positivas – outras tantas imbecilidades

Crónica de Descontentamento(s) (IV)

E alguns Contentamentos

 

Intitulo esta crónica, de Outubro, desconhecendo se ainda virei a publicar mais alguma referente a este mês.

 

in. br.depositphotos.com

 

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(I)

 

Começo por uma ação de lado positivo, que observámos na passada 6ª feira, 13 de Outubro.

 

Na estrada de Estremoz – Vimieiro, constatámos algo de muito positivo.

Já perto da povoação do Vimieiro andavam técnicos a recolher o lixo, que os automobilistas “educados e asseados” atiram borda fora quando viajam pelas estradas deste nosso Portugal, que “muito boa e educada e asseada gente” insiste em transformar num enorme caixote de despejo das respetivas imundícies.

 

Nas bermas da estrada, haviam cortado o pasto que prolifera nas valetas e espaço circundante do alcatrão até às lindas das propriedades particulares.

Um trabalho que é imprescindível e imperioso seja feito todos os anos pelas entidades competentes, nomeadamente as autarquias ou outros órgãos e agentes públicos que têm que interiorizar essa obrigação anual.

Como forma preventiva de Incêndios.

E que além do mais dá trabalho a muito pessoal. (Tanta gente que se queixa que não tem trabalho!)

 

Na sequência dessa limpeza, desse desbaste de ervas e matos, chamemos-lhe aceire, fica visível toda a quantidade de garrafas de plástico e de vidro, garrafões, embalagens, sacos de plástico e papel, de lixos diversos, eu sei lá, que variedade de porcarias que atiram pelas janelas… (Nem falo das beatas de cigarro acesas…)

Pois, vários funcionários, não me perguntem de que Entidade, andavam juntando esses detritos em sacos. Deduzo que os levarão para reciclagem… pelo menos retiram-nos das bermas e valetas, com todos os perigos que aí representam.

 

Ações meritórias, sem dúvida: Limpezas e aceires. E subsequente recolha de lixo.

Pena e deplorável é que neste lindo País, à beira mar plantado, ande tanta gente a conspurcá-lo. O País e o Mar!

 

Porque não há razão para se atirarem os lixos para qualquer lugar, com tantos meios de recolha adequada.

 

*******

(II)

 

Extrato de Notícia de “RR – Renascença in. Sapo.pt/”, de 12/10/17 – 13:02, de Eunice Lourenço, Paula Caeiro Varela

 

«Relatório da comissão independente entregue no Parlamento.»

(…)

«No que diz respeito à prevenção, apontam como “maior constrangimento” a falta de cumprimento das regras sobre vegetação (50 metros em volta das edificações, 10 metros para cada lado da rede viária e 100 metros à volta dos aglomerados populacionais). Ou seja, havia vegetação onde não devia haver.»

(…)

 

Refere-se esta notícia ao incêndio de Pedrógão.

Realço este excerto, porque é na concretização desta ação que tem que residir a base primária e permanente de toda a PREVENÇÃO.

Pode crer, caro/a leitor/a que a serem realizadas, anualmente, estas atividades de limpezas, de aceires, haverá um risco bastante menor de incêndios.

E trabalho que assim é possibilitado a tanta gente que se queixa que não tem emprego! (!!)

E o que se pouca em tantos milhões e milhões e perdas de vidas humanas, que não têm preço!

 

E já agora e novamente, reforço uma sugestão que já fiz em diferentes contextos.

Estruturem e criem “unidades fabris” que aproveitem toda essa matéria vegetal: lenhosa, arbustiva ou herbácea.

Implementem centrais de produção de energia ou de produção de compostagem, a partir de todos esses materiais. Situadas estrategicamente no Interior do País.

 

Haja vontade, vontades políticas para concretizar tais projetos.

Fica a sugestão. Ficam as ideias!

 

*******

 

Também tenho que cronicar algumas imbecilidades.

 

(III)

 

Na passada 5ª feira, 12 de Outubro, decorriam também na minha Cidade, na Cidade de Régio, as imbecilidades das praxes.

Da zona antiga da Cidade desaguaram no lago do Jardim do Tarro…

Quem observe e tenha capacidade crítica, pode avaliar quão negativas são as ações praticadas.

Uma verdadeira imbecilidade. (É o termo mais adequado para qualificar tais práticas.)

Quando é que as Autoridades, todas as Autoridades, desde o topo da Administração do Poder Central, até às Autoridades Locais, resolvem agir sobre atos de desrespeito do Ser Humano, ademais perpetrados na via pública?! (?!)

 

*******

(IV)

 

Paralelamente ou nem por isso, nesse mesmo dia, à noite, decorreu na Praça do Campo Pequeno mais uma “tourada à antiga portuguesa”.

Com direito a transmissão televisiva via RTP1.

Sem mais e sem comentários!

 

*******

(V)

 

Ainda na mesma onda e em rota igualmente paralela, dia 13 de Outubro, 6ª feira, (é caso para dizer, sexta feira treze!) o Parlamento Português aprovou a “…permissão de animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração…”

 

(Já aqui informara sobre os bebedoiros comuns!)

Também não são precisos comentários!

 

Só pergunto:

- Então, mas os nossos legisladores não têm mais com que se ocupar?!

(E praticamente não houve oposição. Raríssimas vozes isoladas! Abstenção do PSD.

Uns, a grande maioria, concordam inteiramente que “cães e gatos” comam à mesa dos restaurantes, outros tanto lhes faz!

Simplesmente, fico confuso com tantas modernidades!

E admiram-se que o pessoal nem vote.

Mas votar em quem?! Se todos afinam pelo mesmo diapasão!)

 

Supõe-se, tradicionalmente, estarem a referir-se a “cães e gatos”, a “comerem e beberem” à mesma mesa dos restaurantes…

Mas, como esta questão de “animais de estimação” é dúbia e não está definida em termos de objeto, mas apenas de sujeito…

E se um sujeito qualquer se lembra de levar para o restaurante qualquer outro “Animal”?!

 

*******

(VI)

 

E já que entrámos na onda das politiquices…

Também quero perorar algo sobre as Autárquicas.

Principalmente a inquinação futebolística da linguagem exacerbada sobre as mesmas, após os resultados:

“Ganhou… perdeu… grande vencedor… grande derrotado…, meteu autarcas…” Eu sei lá!

 

Importante será que todos venham a trabalhar para o Bem Comum, de todos os Cidadãos, das Comunidades.

Irão?!

 

*******

(VII)

 

E já que nesta crónica também falámos de Animais, não posso deixar de terminar com uma questão em jeito de fábula.

 

E como é possível que, para guarda de alguns “galinheiros”, até tenham concorrido “raposos” e para um até foi um declarado raposão que "ganhou"?!

 

(……..)

 

E termino. Que a crónica já vai longa e tem sete pontos.

E se acrescentasse outro seriam oito.

E bem que gostaria de falar sobre algumas questões internacionais. Prementes. Mas ainda não é desta!

Obrigado por ter lido até aqui!

(Imagem in. br.depositphotos.com)

 

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