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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

«O Chamiço, antiga freguesia do Priorado do Crato»

 (Cap. I)

pelo Prof. Manuel Subtil

in. “A Mensagem”. p.5

«Em muitos mapas corográficos de Portugal, figura, ainda hoje, como freguesia do Crato, a velha povoação do Chamiço, situada a meio de uma linha recta cujos extremos são Vale do Pêso e Monte da Pedra.

E contudo o Chamiço desapareceu há muito tempo como povoação, e há mais tempo ainda como freguesia.

Quem, indo da Torre das Vargens, viajar pela linha de Cáceres, que atravessa o distrito de Portalegre, poderá ver, à esquerda, entre as estações da Cunheira e de Vale do Pêso, quando já se avista o perfil airoso da Serra de S. Mamede, uma espessa mancha de arvoredo, constituído por azinheiras, principalmente o cercado de velhas paredes. São as Tapadas do Chamiço.

Em tempos passados, essas tapadas denunciariam, logo de longe, a existência ali de uma povoação; porque no antigo Priorado do Crato, onde predominava o regime compáscuo, só eram permitidas tapadas nas proximidades dos povoados, para uso exclusivo dos seus habitantes. Tudo o mais era aberto e livre.

Situado num vale sem horizonte, em sítio pedregoso e triste, onde os terrenos são de fraca produção, o Chamiço foi sempre povoação pequena.

Assim, quando, em 1527, o rei D. João III ordenou que os Corregedores das seis Comarcas do reino mandassem proceder ao arrolamento de todos os moradores, achou-se que o Chamiço tinha trynta e seys moradores (a). Em 1708, segundo a Corografia Portuguesa do Pe. António Carvalho da Costa, tinha só 22 fogos.

Era, porém, freguesia mais antiga do que Monte da Pedra, que não existia ainda em 1527, e até mais antiga do que Flôr da Rosa, que só foi elevada a sede de freguesia em 21 de Setembro de 1749, por Decreto do Grão Prior Infante D. Pedro, irmão do rei D. José.

A igreja era pequena e só tinha três altares, no século XVI, com duas portas: uma na modesta fachada, outra lateral. Anexa à igreja havia uma pequena sacristia, em comunicação directa com o altar-mor.

Era orago da freguesia o mártir S. Sebastião, cuja imagem – que ainda existe, já retirada do culto, na igreja paroquial de Vale do Pêso – era muito venerada, como advogada contra as epidemias, tão frequentes naqueles tempos.

Não havia baptistério: a pia baptismal estava a um canto do corpo da igreja, à esquerda da porta principal, e esta era voltada para poente, como as da maioria dos templos católicos.

No vértice da empena da frontaria estava colocada a única sineta existente, sob uma pequena cúpula apoiada em quatro colunelos.

Os moradores do Chamiço eram, na sua maioria, pobres trabalhadores que, ou serviam como criados ou viviam de apascentar gado – lanígero principalmente – próprio ou alheio.

Como acabou a freguesia do Chamiço? Porque desapareceu uma povoação que, apesar de pobre e pequena, se manteve durante alguns séculos independente?»

(…)

*******

(a)– Mestrados e priorado do Crato em Alentejo – Arquivo Nac. Da T. do T. Gav.5, M.I, nº 47.

*******

(Notas: Segui o mais fielmente o original do Jornal. A divisão em capítulos pretende estruturar a leitura nos postais. Não tenho fotos de minha autoria do Chamiço.

Remeto para outros postais em Aquém Tejo e Apeadeiro da Mata. S.F.F.

E, também.)

O apelido Carita e o Alto Alentejo

Carita não será propriamente um apelido muito vulgar.

Lopes, por exemplo, é muitíssimo mais difundido.

Todavia, no Alto Alentejo, conheço várias pessoas com este apelido. Dir-me-á: Pudera, é um dos apelidos na sua família, logo é natural que conheça um razoável número de pessoas assim apelidadas.

Verdade! Todavia muitas dessas pessoas não as conheço como pessoas da família. Aliás, essa é uma das minhas questões. Será que todos os Carita(s) têm ligações familiares entre si?! Não sei, realmente.

Os Caritas que conheço são da minha família, nomeadamente os que ascendem às localidades de Aldeia da Mata, de onde sou natural e os de Monte da Pedra. Mas no concelho de Crato, município a que pertencem as duas freguesias referidas, existem indivíduos com este sobrenome, mas que não conheço como familiares.

Portalegre. Foto original. 26.11.22.

No distrito de Portalegre – Alto Alentejo, Norte Alentejano, este sobrenome também existe noutros concelhos. No próprio concelho de Portalegre existem Caritas. No de Castelo de Vide, no de Nisa e no de Campo Maior. Não sei se existem noutros concelhos deste distrito ou fora dele. Para além desta Região, também há pessoas assim nomeadas, mas integrantes da designada “Diáspora Alentejana”. Conheço em Almada e em Lisboa. Existirão também noutras regiões de Portugal?! Ignoro.

Relativamente aos Carita(s) da minha Família há uma particularidade que sempre me suscitou interesse e curiosidade. Uma parte significativa desses familiares teve ascendência num povoado que se extinguiu em meados do séc. XIX. Concretamente a aldeia do “Monte Chamisso”. Localizada no concelho do Crato, relativamente próxima de Aldeia da Mata, Monte da Pedra e Vale do Peso.

Uma das minhas trisavós paternas ainda viveu com a sua família nesta antiga aldeia. Daí tendo abalado, provavelmente nesses meados de Novecentos. Chamava-se Rosa de Matos, o marido, João Carita.

A minha Avó, Rosa de Matos Carita, 1893 -1978, falava dessa sua Avó e contava a história dessa abalada!

Em próximos postais irei escrevendo sobre este tema, contando algumas histórias.

(Umas em Aquém-tejo. Outras no Apeadeiro.)

Se O/A Caro/a Leitor/a conhecer algo relevante sobre este apelido, CARITA, comunique, SFF!

 

Descortiçamento: Árvores com História

 Ervedal - Aldeia da Mata

15/06/22

Sobreiros na carreteira. Foto original. 2022.06.15.jpg

Estes sobreiros, recentemente descortiçados, também podem fazer parte da série “Árvores com História”. Ou com histórias!

Como já referi anteriormente, foram semeados pelo meu Pai e por mim. Os que o meu Pai semeou são os melhores. A data da respetiva semeadura, pelo menos os que semeei, terá sido aí por meados ou segunda década de setenta. Ou inícios de oitenta, não tenho certezas. Terão cerca de cinquenta anos. Alguns já foram descortiçados pela segunda vez.

Os que semeei, que me lembre, cerca de oitocentos, fi-lo junto à carreteira, que atravessava a propriedade no sentido longitudinal, Sul /Norte ou vice-versa.

É essa a orientação das várias parcelas das várias propriedades do Ervedal, dos vários donos. Terá sido uma área relativamente extensa, dividida por diferentes proprietários, alguns familiares entre si.

A que nos pertence atualmente, já referi, foi herda, após as partilhas da minha Avó paterna, mas que a herdara do meu Avô Manuel. Não conheci este meu ascendente. Morreu tinha o meu Pai 16 anos. Certamente em 1942, em plena 2ª guerra mundial! Mas adiante… que andamos noutra guerra

A propriedade a Leste da nossa era de um Tio do meu Pai, de que me lembro muito bem dele, ainda nos idos de sessenta e setenta. Era conhecido por “Ti Cruzado”! Os herdeiros venderam-na. Já passou por mais que um proprietário.

(No respeitante às propriedades que circundam a Aldeia e outras localidades do concelho do Crato, intrigam-me os impactos da célebre extinção das Ordens Religiosas, em 1834, na alienação dos territórios que eram pertença dessas Ordens.

Como terá ocorrido? Quem os terá adquirido?)

Mas estou-me a perder do cerne da narrativa.

Dessas cerca de oito centenas de sobros, muitos não nasceram, outros foram medrando lentamente, o gado foi comendo vários. Muitos foram morrendo, entretanto. Algo que acontece a muitas árvores da família de “quercus”, sejam sobreiros, azinheiras ou carvalhos.

Alguns permitiram a retirada da cortiça. A foto inicial exemplifica alguns.

A terra onde os semeei, sempre no lado Oeste da carreteira, não era a melhor da propriedade, por isso o respetivo desenvolvimento foi sempre problemático.

Sobreiro do Pai. Foto original. 2022.06.15.jpg

Os que o meu Pai semeou, em melhores terras, também medraram melhor.

(A 2ª foto mostra um exemplar, com retirada de cortiça já secundina ou mesmo já na terceira tirada.)

Mas relativamente a esta tirada da cortiça, o/a Caro/a Leitor/a, há de pensar: “Mas que pipa de massa este gajo terá ganho!”

É legítimo esse pensamento, pois, habitualmente, no “nosso” Alentejo, faz-se ou fazia-se essa associação entre tirada de cortiça e umas brasas de notas.

Mas Caro/a Leitor/a vai desculpar-me, mas ainda não divulgo.

Fica para próximo postal.

Obrigado pela sua atenção. E paciência.

Saúde, Paz e bom Verão!

*******

P.S. – A propósito de Verão, hoje o dia amanheceu com um ar mais primaveril, que de veraneio. Chuviscou, inclusive, aqui pelo Norte Alentejano!

Também, hoje, sábado, 25/06/22, ouvi o “Gentes da Gente”, dedicado ao Colega e Amigo, Professor João Banheiro.

Parabéns ao entrevistado, ao entrevistador, Sr. César Azeitona, à Rádio Portalegre. Obrigado, também.

 

Descortiçamento: Trabalho Agrícola peculiar!

Ervedal – Aldeia da Mata – 15 junho 2022

Descortiçamento. Ervedal. Foto Original. 2022.06.15.jpg

Volto a escrever sobre esta atividade agrícola tão peculiar.

Ao observarmos estes trabalhadores a desenvolverem esta labuta, há algo que se releva de imediato. Para além do esforço físico exigido, a maestria do desempenho, o empenhamento e cuidados que se observam, esta tarefa é puramente humana, com recurso a um instrumento elementar: a machadinha. Basicamente temos: a Árvore, o Homem e a Ferramenta! Uma interação entre três elementos, numa luta desigual, em que o sobreiro, numa postura aparentemente passiva, premeia a capacidade do profissional que o enfrenta neste combate. Ofertando-lhe, como prémio, a preciosidade da sua casca, da sua couraça protetora: a cortiça!

A tecnologia é por demais rudimentar. Apenas a machada. Ela mesma também tão original e tão adaptada à função a exercer e à dimensão do seu possuidor e dono. A lâmina de corte é em forma de meia-lua. Para, ao cortar, ao vincar os cortes longitudinais ou transversais, ao descascar, permitir o descasque, sem ferir, sem magoar a planta. É uma ação de luta, mas também se vislumbram sentimentos de carinho, de consideração, ousaria dizer até de amor pela árvore, que resiste, mas também se entrega a quem a abraça, sim, para medir o tronco, conhecer as possibilidades de agir ou não, também se abraçam as árvores! E sempre, sempre, o ser humano - o trabalhador; o ser vegetal e o utensílio humano aliado à sabedoria, à técnica, ao fazer, ao saber fazer. Ancestral! Medieval! Centenário! Milenar?!

O cabo de madeira, de azinho(?), termina não cilindricamente, mas num espigão, para penetrar a casca, para a descascar, retirar a cortiça do tronco, sem o ferir. Com a machadinha, tanto se usa a lâmina, quanto o espigão, numa alternância funcional, para se obter o resultado final: o sobreiro descascado, descortiçado. Descortiçamento!

Finalizando este postal: num mundo em que a tecnologia invadiu todos os modos de produção, seja na agricultura, na pecuária, agropecuária, agroindústria, em todas as indústrias, em todos os setores económicos: secundário, terciário; esta função, labuta, faina agrícola, mantém-se artesanal. Artística, até!

Até quando?! Até quando haverá Homens capazes de exercer este mister ancestral?!

(Esta pergunta, dúvida, inquietação, foi-me transmitida, de certo modo, pelas vozes de alguns dos intervenientes neste processo, quando fomos conversando.)

(Apresento mais uma foto documental, em que se observam dois dos intervenientes diretos: o Eng. Nuno, da Sertã e outro senhor, da Cunheira, de que ainda não consegui saber o nome. E as respetivas machadinhas em funcionamento, labutando com o sobreiro. Também se repara noutro senhor, do Crato, que se encarregava de acarretar as pranchas da preciosa cortiça para a camioneta. Aqui, sim, já as modernidades são usadas, há décadas. Não os antigos carros de bois, até aos anos cinquenta, quiçá inícios de sessenta, do século XX, mas as furgonetas.)

Ainda apresentarei foto global com todos os participantes, interventores diretos ou não.

Obrigado e Saúde!

*******

Hoje, terceiro dia de Verão, este vem envergonhadíssimo! Que até no Alentejo chove! Mais parece uma Primavera retardada. Um mês de Março ludibriado!

 

“Rota Histórica de Flor da Rosa” (I)

Percurso Pedestre de Flor da Rosa  a Aldeia da Mata, passando pelo Crato.

Evocação de “Alminhas” em tempos de guerra!

Alminhas Novas Aldeia da Mata. Foto Original. 2022.02.02.jpg

Tenho consciência que os dias não estão muito para passeios. A chuva finalmente chegou. Tímida, é certo, mas desde o dia sete tem caído alguma água. Na Grande Lisboa, que lá para os Alentejo(s) nem por isso. Bendita água pluviosa! Tanta falta faz!

De qualquer modo, haverá tempo para voltar às caminhadas. No ano passado, tivemos oportunidade de realizar várias. Este ano, não tantas!

Todavia, aproveito para alertar para alguns aspetos sobre o percurso pedestre citado. Iniciando-se em Flor da Rosa, junto ao Mosteiro, segue na direção do Crato, posteriormente para Aldeia da Mata, terminando na Anta do Tapadão. Em Aldeia, que é a parte que conheço, integra, devidamente assinaladas, as Fontes do Boneco, da Ordem e da Bica, desde 2021, quando este trajeto foi estruturado no terreno.

Já me congratulei com esse facto, que corresponde, parcialmente, ao que venho defendendo. Isto é, organização de um Percurso Pedestre pelos arredores da Aldeia, incluindo as várias Fontes já divulgadas nos blogues e as Pontes da Ribeira do Salto e da Ribeira das Pedras.

As Passadeiras: da Ribeira das Pedras, do Porcozunho e da Lavandeira. No acesso a esta Ribeira, a respetiva calçada.

Percurso que tenho designado: Por Fontes, Passadeiras e Pontes.

Voltando ao Percurso Histórico referido, atentando no que constatei e respetivos monumentos locais assinalados, verifiquei que as Alminhas de Aldeia da Mata, tanto as Alminhas Novas como as Alminhas Velhas não estão referenciadas.

Um contrassenso! Porque estes monumentos, singelos é certo, estão associados, por tradição oral, a um combate, trágico como todos os combates, ocorrido precisamente à entrada de Aldeia da Mata, em 1801, na designada “Guerra das Laranjas”. E que se iniciou, pasme-se(!) precisamente em Flor da Rosa, junto ao Mosteiro.

A ocorrência desse combate, historicamente designado “O Combate de Flor da Rosa”, está documentada. Consultei documentos sobre o facto, no Arquivo Histórico Militar, em Lisboa e tenho cópia em CD da respetiva descrição.

Para saber um pouco mais sobre o assunto, consulte, SFF, para melhor esclarecimento!

De modo que o que pretendo é lançar um apelo aos Organizadores destes percursos.

SR.s Organizadores, façam favor de assinalar devidamente as “Alminhas de Aldeia da Mata”, como parte integrante e estruturante desse Percurso Histórico!

Como?! Saberão melhor que eu.

Uma sinalefa condizente com a respetiva situação no percurso?!

Hei-de comunicar, nomeadamente a CIMAA.

Grato pela atenção.

*******

E a propósito de “Alminhas” e de guerras…

Que a guerra da Ucrânia termine!

Que o regime russo retire as tropas invasoras!

Ucrânia reconhecida, sob todos os aspetos, como Nação e Estado Independente.

Que haja Paz!

 

Covid 19: Descoordenação na 3ª Fase de Vacinação?!

Descoordenação...?!

Estávamos convocados, a partir do SNS, via SMS, para vacinação de Pessoa com mais de 80 anos. Desde 15 de Outubro, especificando que a vacinação se realizaria no Salão dos Bombeiros Voluntários do Crato, no dia 19 de Outubro de 2021, pelas 9h 43’. Respondemos afirmativamente.

Veículo antigo Bombeiros. Foto original. 2021.03.04.jpg

Estruturámos as nossas vidas, para concretizarmos tal finalidade. Para levarmos a nossa Rainha, à vacinação. Que mora em freguesia do concelho do Crato, distante alguns Km.

No próprio dia de vacinação, 19 de Outubro, pelas 06h. 05’, recebemos novo SMS, para não nos esquecermos da vacinação às 09h.43’, em salão dos Bombeiros Voluntários do Crato.

Pelas 9h 30’, lá estávamos junto ao Salão dos Bombeiros Voluntários do Crato.

Surpreendemo-nos ver a porta fechada e ninguém esperando, como ocorrera nas anteriores vacinações. Dirigi-me ao portão. Um aviso afixado, informando que não haveria vacinação, porque não tinham vacinas! Para nos dirigirmos ao Centro de Saúde…

Surpreendente, no mínimo. Surpreendente, para ser simpático.

Não acha Caro/a Leitor/a?!

Houve uma evidente falta de coordenação entre os serviços centrais do SNS e os serviços locais, a Unidade de Saúde do Crato. Digo descoordenação, para não dizer outra coisa.

(Não sei precisar onde residiu a falha: se nos serviços centrais, se nos locais, se em ambos. Porque sermos lembrados às 6h.05’, para vacinação às 9h43’, quando não havia vacinas, não lembra ao tal…

Não sei se esta situação ocorreu a mais pessoas, nem noutras localidades.

Tem conhecimento de situações idênticas, Caro/a Leitor/a?!)

Valha-nos…

Igreja Misericórdia. Foto Original. 2021.03.04.jpg

Só desejo que em próxima convocatória haja maior precisão. Porque causou bastante transtorno, como é evidente.

Que haja muita saúde e vacinas suficientes para o processo ter continuidade, sem atropelos e falhas despropositadas.

(Fotos tiradas junto ao Quartel dos Bombeiros, em anteriores ocasiões.)

Passeios por Aquém – Tejo!

Passeios e Passeatas (IV)

Aldeias, Vilas e Cidades: Excertos Fotográficos.

Na continuação dos postais anteriores, ainda vou publicar algumas fotos de passeios em diversas localidades. Todas de Aquém – Tejo.

Aldeias, Vilas ou Cidades em que ainda não houve a oportunidade de terem um postal específico, mas que um dia, haja tempo e vagar, terão.

De algumas o registo resultou de visita propositada. De outras aconteceu no contexto de outras realizações. Algumas “viagens” ocorreram ainda antes desta “Coisa da Covid”.

Arte Urbana. Crato. Foto Original. 2021.05.10.jpg

A 1ª foto, Maio, 21, Arte Urbana, com as suas peculiaridades: em prédio degradado, extremamente imaginativa, criativa. A merecer mais atenção, futuramente. Uma verdadeira Obra de Arte! E... "Talho"...

Na Vila do Crato, sede de concelho, localidade antiquíssima. Merecedora de visita pormenorizada.

Alter do Chão. Castelo. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 2ª foto, Fev., 18: Castelo de Alter do Chão. Fizemos visita. Voltaremos!

Alter Pedroso. Igreja. Foto original. 2018.02.21.jpg

A 3ª foto, na data anterior: Igreja Matriz de Alter Pedroso.

Castelo de Vide. Porta. Foto original. 2018.02.22.jpg

A 4ª foto, no mesmo ano e mês, no dia seguinte: Um excerto de uma porta característica de Castelo de Vide.

Portagem. Foto Original. 2018.04.01.jpg

A 5ª foto, em Abril, 2018. Portagem: os choupos, ainda com vestes invernais, enquadram a torre guardiã da ponte da portagem.

Estas quatro últimas fotos resultaram de visitas propositadas e não são da minha autoria. À data, não me entendia ainda com estas modernices destes novos telemóveis! São de Autoria da minha Mentora!

A primeira foto, já do “artista” resultou de visita casual.

Alagoa. Foto original. 2020.04.21.jpg

A 6ª foto, Abril do ano passado – 2020: Alagoa. Uma porta, uma janela, abrindo vistas para um quintal, onde figura uma chaminé antiga, certamente de  um forno.

Ponte de Benavila. Foto original. 2019.10.03.jpg

A 7ª foto, Outubro 2019: a Ponte de Benavila sobre a Ribeira de Serrazola, parte da Barragem do Maranhão, na sequência da seca que grassava já há vários anos, antes das tempestades que trariam água, mas só em Dezembro desse ano.

Fica junto do Santuário da Senhora de Entre Águas, local de venerações milenares. Onde esta Ribeira se junta com a Ribeira de Seda.

Estremoz. Empedrado. Foto original. 2021.01.05.jpg

A 8ª foto, deste ano 2021, Janeiro: empedrado do chão da Cidade de Estremoz, mármore e basalto. Uma Cidade a merecer uma visão diferente. Merece um postal ou vários. Já falámos várias vezes desta Cidade, aonde passamos com muita frequência.

Não se esqueçam da alternativa rodoviária à passagem pelas rotundas da Cidade, continuação do IP2. É urgente!

E a rotunda junto da Escola Secundária?!?! ... ?!?!

Serra da Arrábida. Foto original. 2019.04.11.jp

A 9ª foto, de Abril de 2019: vista da Serra da Arrábida, a partir do Castelo de Sesimbra, já aqui divulgado em postal, na sequência de visita propositadamente realizada.

Assim fazemos a ligação com os postais sobre Setúbal. E quero publicar um poema sobre a Serra. Não será de minha autoria, nem de nenhum poeta muito consagrado.

Nos aguarde, SFF! Saúde! Bons passeios!

 

 

 

Sugestão para Percursos Pedestres (II)

Outros Monumentos: Uns singelos, outros mais grandiosos!

Aldeia. Foto original. 2019. 04. jpg

E também Paisagens… da ALDEIA

Moinho Ti Luís Belo. Foto original Marco. 2015. 09.JPG

E ficam ainda vários elementos patrimoniais dignos de visitas campestres: as Azenhas ou Moinhos: o do Ti Luís Belo, (foto supra, autoria de Marco Rego), o das Caldeiras, o do Salgueirinho, o da Ribeira da Midre.

E o(s) Lagar(es)?

 

E Caro/a Leitor/a, já reparou na variedade de nomes que já referi, respeitantes sempre à mesma Ribeira?!

Ribeira do Salto. Foto original. 2020. 08. jpg

De Cujancas, é o nome oficial.

Mas localmente, só tem essa designação, a montante da Aldeia, quando si inicia, junto à ponte da estrada, Crato - Monte da Pedra e, a jusante, junto à ponte da Linha de Leste. No intervalo entre estes dois locais, para além dos nomes que já designei, ainda o de Ribeira das Vargens e o de Ribeira da Lameira. (…)

Se souber mais algum, comunique-o neste postal, SFF.

 

E só estes itens para visitar?

E a Anta do Tapadão?! Esse monumento grandioso, com mais de cinco mil anos?!

E a Igreja e o Adro à volta? E as vistas da Torre?! E a Araucária? 

Aldeia. Foto original. 2019. 04. jpg

E as Oliveiras milenares?

Oliveiras. 2020. 08. jpg

E a Casa Museu? E as Ermidas, as da localidade, São Pedro e Santo António e a da Senhora dos Remédios?!

E as Alminhas?!

E os Cruzeiros? (São do séc. XVII!)

E um passeio pelas Ruas e as particularidades que vamos encontrando?!

Rua do Saco. 2019. 07. jpg

Bem, meus Caros Leitores… temos material não apenas para um percurso pedestre, mas para vários.

Chaminé da Padaria do Saboga. Foto original. 2019. 07. jpg

É só precisoorganização e trabalho!

Sem quaisquer constrangimentos, envolvendo todos, sem exceção.

Digo eu, sei lá!

Oliveira Milenar. 2019. 12. jpg

Lembra-se de “Portugal O’Meeting 2017”?!

Aproveito para lembrar e para algo que me impressionou imenso. Envolveu centenas de pessoas de diferentes países, de vários continentes. Calcorrearam vários dos locais que mencionei nestes postais.

Pois, digo-lhe. NÃO deixaram lixo nos campos.

É também esse pedido que lhe faço. Quando visitar os nossos monumentos e / ou percorrer os nossos campos, NÃO deixe lixo: sacos, garrafas de plástico ou latas, restos de roupas ou calçado, maços de cigarros, eu sei lá!

Por favor!

Para além do mais... Passeie... E proteja-se, a si e os outros! SFF!

“Portugal “O” Meeting – 2017”

ALDEIA da MATA

25 Fevereiro 2017 – Sábado

(Ou como uma ida aos espargos se converteu numa observação “participante” de um acontecimento desportivo mundial.)

 

in. sportlife..jpg (in. opraticante.pt/)

 

Nestes dias finais de Fevereiro, 25 a 28, tem estado a decorrer no Alto Alentejo, concelhos de Alter do Chão, Crato e Portalegre, um evento do Desporto designado “ORIENTAÇÃO”, palavra, para mim, tão carregada de significações.

 

Inesperadamente, para muita gente, de surpresa, viu-se a Aldeia envolvida, “invadida”, tomada, por este evento desportivo extraordinário, que nos dias 25 e 26 decorreu em Aldeia da Mata. No povoado e nos campos limítrofes.

 

Apenas presenciei uma parte do acontecimento, não em todas as suas vertentes, nem em todos os espaços em que decorreu, mas pude observá-lo naqueles locais, que, habitualmente, frequento. E quero realçar que gostei, não direi muito, mas muitíssimo, do que pude observar e, de algum modo, vivenciar.

 

Antes de tudo o mais, realçar algo extraordinariamente positivo. Na sequência e no decurso do acontecimento e após a sua finalização, em todos os espaços que percorri, observei algo que raramente acontece nos variados eventos, espetáculos, acontecimentos, que ocorrem por esse Portugal e mesmo no dia-a-dia das localidades portuguesas.

Neste evento, não constatei uma “gota” de lixo por lugar algum dos que eu tenha observado e percorrido.

Esperemos que acontecimentos destes, com esta envergadura ou noutra escala, se venham a repetir!

 

Foi extraordinariamente belo, ver, campos, por onde não aparece vivalma, percorridos por pessoas de todas as idades e condições, homens e mulheres, jovens e velhos, crianças e adolescentes e das mais diversas nações, de todo o Mundo, dando cor e movimento, a terrenos onde só as ovelhas e bezerros pisoteiam e estrumam todo o ano.

E praticando DESPORTO!

 

in. o praticante.pt.jpg

 (in. sportlife.com)

 

Nessa manhã e tarde de sábado, ausentes os animais, as Tapadas das Freiras, do Rescão, das Cegonhas, da Lavandeira, o Chão Grande, ganharam outros habitantes, que os humanos raramente as frequentam. (Alguns caçadores, na respetiva época, alguns colhedores de espargos ou túberas, no seu tempo devido.)

 

Tapada do Rescão - Original DAPL 2016.jpg

 

Quando chegaram os primeiros corredores, já eu havia executado uma das tarefas que vinha delineando desde o ano passado.

 

“O que são os espargos?”, me interrogou um português, que acompanhava o filho e a filha, participantes na corrida.

 

Foi um espetáculo divertido e reconfortante ver, tanta gente e tão colorida, descendo e subindo os alcantilados destas terras com passagem obrigatória pela Ponte do Salto e respetiva Fonte.

 

Fonte Salto Original DAPL 2015.jpg

 

Es potable?”, me perguntou um jovem, sobre a água refrescante, enquanto eu enchia um garrafão.

Lá bebeu e terá ido mais reconfortado.

 

A Fonte, onde havia um posto de controlo, terá ficado intrigada com tão inusitado movimento, há anos que debita, quase inútil, mas persistente, a excelente água que produz, desligada da indiferença dos conterrâneos!

Já mais pela tarde, uma senhora descia do Caminho da Arca da Fonte, talvez um pouco desorientada, um contrassenso numa prova de orientação, me questionou, aflita:

“- Onde fica a ponte? Onde fica a ponte?”

E a Ponte ali, tão perto… E lá seguiu, agradecendo muito.

 

Salto Original DAPL 2015.jpg

 

(E, a propósito da Ponte, sobre que por vezes se refere a sua provável, possível, hipotética, antiguidade, sabe que nas “Memórias Paroquiais”, tanto nas de 1747, como nas de 1758, não vem qualquer referência à Ponte?!)

 

Nunca, os Caminhos, do Salto, da Arca da Fonte; as Azinhagas, do Porco Zunho, do Poço dos Cães, a Azinhaga Estreitinha, foram tão movimentados, nem nos tempos em que os campos eram a base da sustentação do povoado, nem sequer quando, crianças e adolescentes ainda brincavam por tapadas, caminhos e ribeiras.

 

Igreja e araucária - Original DAPL 2015 (1).jpg

 

Junto ao Adro de São Martinho se estruturava a chegada dos atletas.

Igreja, torre sineira, araucária, ter-se-ão questionado sobre o porquê de tanto movimento inusitado.

 

Até a amendoeira, que tem história, gostaria de ter presenciado a ocorrência umas semanas antes, no início do mês, quando ainda estava florida!

 

Amendoeira florida - Original DAPL 2015 (2).jpg

 

Nas ruas só se viam essencialmente estrangeiros, uma verdadeira Babel instalada no povoado, o barulho característico das molas dos sapatos próprios para estas corridas!

Pena que o entrave da Língua, não tenha proporcionado uma maior interação.

Terminado o evento, resta-nos o silêncio das casas abandonadas ou de segunda estadia e a Lembrança e a Saudade dos ausentes.

 

Rua do Norte  - FMCL - anos 80.jpg

 

Na estrada até à ponte da Ribeira das Pedras estava todo o lado nascente da via, com carros estacionados. Não como nesta imagem!

 

Aldeia Original DAPL 2014.jpg

 

Não tirei qualquer foto do evento, por várias razões.

Primeiro, tenho sempre alguma relutância em fotografar pessoas e divulgar na net. Mas já abri exceções!

Segundo, estou de mal com o telemóvel.

E, terceiro, a minha colaboradora do blogue e que me documenta e fornece o acervo fotográfico, estava ausente.

Mas é precisamente desse acervo e dessa prestimosa colaboração que me sirvo para documentar este post. Para além de uma foto minha, já antiga, que digitalizei.

 

E este post, além de documental é também um convite, a si que nos brindou com o seu colorido, o seu entusiasmo atlético e desportivo, nos campos e ruas de Aldeia…

E que, preocupado com o mapa, para onde olhava permanentemente, para a localização dos pontos cardeais, eventualmente buscando a direção do sol, e principalmente a localização dos postos de controlo, preocupado em registar com o aparelhómetro no dedo…

Para si, que não olhou, nem observou a beleza destes campos, nem destas ruas e singelos monumentos…

Para que nos visite com mais calma, sem correrias, nem pressa de chegar, ou de ser o primeiro…

E aprecie estes belos campos, que a partir de Março atingem todo o seu esplendor, glorificando a Primavera, explodindo em Maio.

Numa apoteose de cores e perfumes e sinfonia de rouxinóis.

 

Maio Original DAPL 2014.jpeg

 

 

(Bem sei que você não lê Português…

É pena!

Pode ser que ainda consiga traduzir este excerto…)

 

E, para si que é Conterrâneo, que é Português.

Lembre-se do que frisei no início.

Este pessoal não deixou lixo nos terrenos!

Então, porque deixar lixo nos caminhos velhos, nas bermas da estrada, nas margens da Fonte, no leito da Ribeira do Salto ou de outra qualquer, arremessado para debaixo da Ponte?!

Porquê?! Porquê?!

 

*******       *******       *******

Deixo alguns links, se quiser aprofundar mais sobre o evento.

Agradeço as imagens que tomei a liberdade de retirar de sites alusivos à ocorrência.

http://pom.pt/2017/en/apresentacao/

http://pom.pt/2017/en/2017/02/20/final-bulletin/ 

http://pom.pt/2017/en/2017/02/26/day-1-video/

http://pom.pt/2017/en/252-middle-distance/

http://pom.pt/2017/en/262-long-distance/

http://news.worldofo.com/2017/02/26/portugal-o-meeting-2017-day-1-2-maps-and-results/ 

CURIOSIDADES sobre as Paróquias

Algumas CURIOSIDADES sobre as Paróquias

 

Nestas “Memórias”, para além do que já foi referido, há ainda mais alguns aspetos que gostaria de realçar. Ficando ainda muita informação, mas que convido a quem tiver interesse que pesquise nos “sites” já referidos e que assinalo no final, especialmente no da Universidade de Évora.

 

Todas as povoações tinham Pároco e algumas coadjutor(es) e outras pessoas adstritas ao trabalho religioso da Paróquia.

Todos eram remunerados, recebendo “ordenado / côngrua / renda”, na forma de géneros e dinheiro.

O nível de respostas é muito variado. Alguns párocos são bastante prolixos, desenvolvendo e pormenorizando nas respostas, incluindo até assuntos sobre outras paróquias, enquanto outros são bastante sintéticos.

Todos referem o orago, bem como os altares e santos das respetivas igrejas e ermidas existentes.

Todas as paróquias pertenciam ao “Priorado do Crato”.

Não tinham correio próprio, serviam-se do do Crato. Gáfete servia-se do de Portalegre.

Entre outros aspetos, referem-se também à situação das povoações, a distância às principais localidades e a Lisboa, em léguas.

 

Entre as paróquias ainda figurava a de “Monte Chamisso”, que ainda era habitada nesta data. (Despovoar-se-ia cerca de um século depois.)

Também existia a “freguezia de Nossa Senhora dos Martires” como paróquia independente e que englobava três lugares: “Monte de Ordem, Monte da Velha, e Monte Pizam”.

100px-CRT-montepedra.png in wikipédia

O pároco de Monte da Pedra desenvolveu bastante sobre a sua localidade, explicando, entre vários outros aspetos, a origem do respetivo nome (topónimo), que se deve à notabilidade de duas pedras que estão no limite da terra: o “ Penedo Gordo” e a “Lagem de Santo Estevão”.

O pároco do Crato menciona que Monte da Pedra era povoação no Lugar do Sourinho, tendo os moradores mudado para o local atual, mas que em 1634 ainda a Igreja estava nesse Lugar.

Flor_Rosa_brasao_.gif - in wikipédia.

 A aldeia de Nossa Senhora de Flor da Roza tinha três feiras francas de direitos reais, que duravam um dia: na primeira 6ª feira de Março, a 15 de Agosto e a 8 de Setembro. Estas eram as três feiras existentes no espaço do atual concelho.

Fora recentemente elevada à categoria de Paróquia, em 21 de Setembro de 1749.

Fazia-se muita e singular louça de barro. Havia também um pinhal grandioso.

vale do peso.jpg. - in wikipédia.

Sobre a “Aldea do Val do Pezo” também são disponibilizadas pormenorizadas informações.

Refere-se a origem do nome da povoação. A antigamente cidade do Pezo, tomou o seu nome de uma formosa e bem parecida pedra, existente perto da aldeia, junto da qual se supunha existirem tesouros da antiga cidade.

Também a leste da aldeia existia uma pequena povoação, chamada Pedo Rodo, à data já em ruínas, mas de que existiam ainda nos livros da igreja, assentos de casamentos e batizados datados de cem anos antes, século XVII.

Em Fevereiro, havia duas romarias: a dois, a da Senhora da Luz e a doze, a de Santa Eulália.

100px-CRT-gafete.png - in wikipédia. -

A villa nova de São João de Gáfete, embora integrada no Priorado do Crato, tinha termo próprio, não pertencendo, à data, ao do Crato. Tinha Hospital e Casa de Misericórdia.

crato.gif

Na Villa do Crato houve um grande incêndio, a 29 de Junho de 1662, em que arderam todos os cartórios e papéis oficiais. Este incêndio ocorreu na sequência do ataque dos espanhóis, capitaneados por D. João de Áustria, na frente de um exército de 5000 infantes e 6000 cavaleiros. Este ataque integra-se na designada “Guerra da Restauração” (1640 - 1668), após Portugal ter recuperado a “Independência” em 1 de Dezembro de 1640.

Neste ataque a que a guarnição da praça resistiu durante cinco horas, apesar de em piores condições que o atacante, acabando a vila por ser invadida e sujeita à vontade do vencedor. Pelas cinco horas da tarde, entraram os vencedores e puseram fogo em muitas casas de cada rua, destruindo 282 moradas de casas na vila e 30 no castelo. Destruíram a torre, edifícios, fortificações, a igreja de S. João, arrasando completamente o castelo.

 

Estes são alguns aspetos que podem ser realçados da análise sobre o tema abordado “As Memórias Paroquiais de 1758”.

Muito ainda fica por abordar.

Formulo um convite à pesquisa sobre esta temática.

E, quem consultar o blog, a leitura de "posts" anteriores que enquadram todo o tema.

 

Notas Finais:

 Neste trabalho para o “post” resolvi documentá-lo com os “brasões de armas” das freguesias recentes, antes da última alteração de 2013, porque sendo embora brasões atuais, na imagiologia apresentada e simbologia imanente “vão beber informação às fontes” do passado.

 Uma versão deste trabalho global sobre as "Memórias Paroquiais de 1758" foi publicada no Jornal “A Mensagem”, em 2014.

Com este "post", concluo, em princípio, o trabalho sobre este tema e que me propusera divulgar na net.

 

Webgrafia

Algumas das Fontes pesquisadas:

Na elaboração deste trabalho também foram feitas pesquisas em documentação bibliográfica. Alguns livros também estão disponíveis online, nomeadamente:

- “Memórias Paroquiais de Campanhã”, versão online.

- Sinopse das “Memórias Paroquiais do Alandroal”, de Isabel Alves Moreira.

- (…)

 

Outra Bibliografia:

CARDOSO, P. LUIZ; DICCIONARIO GEOGRAFICO … ; Regia Officina SYLVIANA e da Academia Real, Lisboa, 1747.

 FLORES, Alexandre M.; Vila e Termo de Almada nas Memórias Paroquiais de 1758, Separata da Revista Anais de Almada, Nº 5 – 6; Almada, 2009; Edição de Autor.

 

(Imagens de brasões das freguesias, in wikipédia.)

 

 

 

 

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