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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Passeio Virtual por Cidades... e Aldeias

Não é um Passeio por "Cidades e Serras"...

Mas pela Natureza nas Cidades, Vilas e Aldeias, em "Aquém - Tejo"!

Volto a modelo de postal que já apresentei várias vezes, inicialmente sob o título Locais Pitorescos…” e que, no último post sobre o tema, intitulei de “Passeio Virtual na Cidade! Já ando para elaborar este, há semanas. Sai hoje!

 

Nestes tempos de passeios problematizados, recordamos algumas imagens de passeios já realizados. Propositadamente não explicito onde se situam as imagens. São todas de Aquém Tejo! Em todas elas a Natureza se apresenta na sua beleza e magia, nos locais mais inimagináveis e na sua simplicidade aparente, mas também na sua enigmática riqueza. A ação humana também nelas se apresenta, explícita ou implicitamente.

Foto original. Azinhaga Atafona. jpg

A 1ª imagem é de um local de todos os dias. “Azinhaga da Atafona”, assim se nomeia. Azinhaga – caminho estreito e antigo. Atafona – antigo lagar, puxado a animais. Não há memória de tal indústria artesanal no dito caminho, mas dado que o nome persiste, provavelmente terá havido em tempos por demais recuados. Persistência da memória e tradição oral, provavelmente...

Caminho bordejado de papoilas. Sabe que às plantas que dão as lindas flores das papoilas se chamam “papoilegos”? (Será certamente um regionalismo.)

A foto será de há três anos. Nos últimos dois, pelo menos, já o caminho não se bordejou com tal garridice, porque a autarquia persiste em “adubar” o espaço com um daqueles produtos maravilhosos que secam as plantas. Detesto este procedimento!

 

Foto Original. Castelo Sesimbra. 2019. 04.jpg

A 2ª imagem é de duas plantas floridas num local bem distante do primeiro, junto ao mar, e num castelo. Vila, com porto de pesca e excelentes praias, abrigadas pela serra. (2019)

Duas plantas nascidas entre as pedras da muralha. A Natureza tem destas peculiaridades.

A do 1º plano conheço bem. Costuma chamar-se “Coelhos” ou “Bocas de Lobo”. São cultivadas nos jardins, mas também nascem muito espontaneamente, caso desta. A planta, em segundo plano, que foi a que me motivou para a foto, não conheço de todo.

 

Foto Original. Romeira. 2018.jpg

A 3ª imagem é de um pequeno jardim, particular, mas na rua, um “alegrete”, com duas plantas do mesmo tipo, em tons rosa e branco. Conheço-as por malmequeres. Num bairro popular, duma Cidade, com rio e mar, na freguesia da Pietá! A foto foi colhida em 2018, por ocasião de uma celebração tradicional, habitualmente evocada a 1 de Maio!

Foto original. Alter Pedroso. 2018. 02.jpg

A 4ª imagem (2018) - com junquilhos e alecrim, também num alegrete, numa aldeola antiga, situada numa colina, no meio da planície, com uma vista incomensurável. Tem topónimo replicado na Vila, situada no plaino.

Foto Original. Gulbenkian. 2019. 03. jpg

E esta 5ª imagem?!

Num local icónico da Grande Cidade - 2019. Espaço natural, mas construído pelo Homem, tentando seguir a Natureza. As espécies animais presentes também foram introduzidas pelo Homem. O pato não tenho a certeza.

Foto Original. Maranhão. 2019. 10. jpg

A 6ª imagem é de uma Barragem, à data, Outubro 2019, quase completamente seca. Entretanto, Dezembro, choveu e voltou a encher-se. A estrutura central, sempre submersa, intriga-me sobremaneira.

Foto Original. Cidade. 2018. 03 .jpg

A 7ª. Uma bela laranjeira carregada. (2018) - Junto a muro de antigo cinema ao ar livre, na Cidade. Que é o que mais jeito dá agora. Eventos ao ar livre, mas com lugares marcados e devidamente distanciados.

Foto Original. Costa. 2019. 02. jpg

A 8ªMar. Na Cidade de rio e mar!

Foto Original. A flor da 1ª do Ano. 2019. 02. jpg

A 9ª fecha o ciclo com que abrimos. Bem perto do local da 1ª imagem.

Já viu que extraordinário o nascimento de tão peculiar, como singela e bela flor, brotando na própria parede centenária?!

Atente bem, SFF!

Que flor? É a primeira do ano…

 

E, deste modo, com a primeira flor, terminamos este Passeio Virtual pela Natureza, em Cidades, Vilas e Aldeias deste Portugal de Aquém Tejo!

 

Um passeio virtual pela Cidade de Régio (I)

Que é também um passeio pelo campo!

 

Como referi no postal anterior, neste, vamos passear um pouco pela Cidade. Não vai ser um passeio real, mas virtual. E como realmente nos fazem falta os passeios! Temos que cumprir a reclusão, mas se nos confinamos demasiadamente, é caso para se dizer que. “Se não morremos do mal…” nos vamos da cura.

Nesta fase que vivemos, um dos aspetos que impressiona quando saímos à rua, a tratar do que é indispensável, para além de quase não se verem pessoas, poucos carros, felizmente (!), é a ausência do barulho excessivo. Nalguns momentos e locais até chega a raiar o silêncio e até faz impressão. O silêncio, nas nossas cidades tão ruidosas! Adiante!

 

Mas bem, o que vos proponho é um passeio virtual por alguns locais da Cidade. Uns mais conhecidos que outros, alguns icónicos, emblemáticos. Todos peculiares.

Foto Original. Azulejo num palácio. Antigo Liceu. *Cena de caça. 2018. 11. jpg

 

A primeira imagem que apresentei é de um azulejo, bem sugestivo, cheio de movimento, uma autêntica banda desenhada, até cena cinematográfica, tal o realismo que dela se depreende e a sensação de movimento inerente. Infiro que será do séc. XVIII.

Uma caçada a um “bicho”, que é o que mais precisamos. Que cacem o “bicho”, de vez!  Na cena é um javali. E estes bichos bem precisam de ser caçados. Durante grande parte do séc. XX pouco existiam, como muitos outros animais selvagens, a partir de finais do século e atualmente, chegam a constituir praga. Pois que os cacem!

Onde se encontra  este azulejo?!  (...)

Foto original. Enquadramento da Fonte. Vista da Serra da Penha. 2017. 12. jpg

 

Do azulejo passei para outro local. Este, já foi emblemático…É uma das Fontes da Cidade. Mas já não corre…

Foto original. Sobreiro descortiçado. 2019. 01. jpg

 

Corremos já para o Passadiço. Puxa! É uma zona de passeio imprescindível. Excepcional! (Assim mesmo com p! E, para mim, disse uma interjeção, que não escrevo, por causa da etiqueta.)

Para esta bela sobreira! (Sim, pode dizer-se sobreira, árvore em pleno rendimento e também sovereiro e mais, certamente. Fora descortiçada nesse ano.)

 

Foto original. Passadiço e casa amarela. 2017. 12. jpg

 

E uma imagem sugestiva de uma casa, à beira do Passadiço. Já foi Casa Amarela, agora é Casa Branca. Bonito demais todo o enquadramento da Casa. A dita não sei, mas deve ser bem interessante. Lembra uma varanda debruada da Serra!

Foto original. Corredoura. Plátanos. 2018. 11. jpg

 

E, agora, um passeio por um dos locais maís visitados da Cidade! A Natureza na Cidade. Está mais desprovido do encanto que tinha, antes da intervenção ocorrida à data do célebre tsunami, mas sempre proporciona um passeio alegre. E, no Outono, ainda mais bonito!

Mas este espaço precisa e ainda pode ser melhor arborizado. Já o escrevi noutro postal.

Foto original. Corredoura e gato preto. 2018. 11. jpg

Nesta foto, circula também um “bicho”. Este, "caseiro". E que o tal “bicho” não passe para os “bichos domésticos”…

 

E vamos terminar com duas imagens do espaço urbano.

Foto original. Porta de Alegrete. Casco urbano. 2018. 11. jpg

A anterior, de uma das “Portas da Cidade”. Imagem sugestiva do casco histórico, que é merecedor de visita bem detalhada. Apesar de estar muito degradado e tenha perdido muita da sua vitalidade.

E a seguinte é um pormenor dessa mesma Porta. Repare na estrutura construtiva. Simultaneamente simples e complexa, altamente segura e defensiva. E como o nosso organismo precisa, necessita, de defesas!

Foto original. Trecho de muralha. Porta de Alegrete. 2018. 11. jpg

 

Concluo o passeio por hoje. Mas ainda voltaremos! Obrigado por nos acompanhar na visita. Volte sempre, SFF.

 

Afinal ainda apresento esta foto das coisas simples que nos passam despercebidas.

Foto original. Folha Plátano. Ex-libris da Cidade. 2018. 11. jpg

 

E o Futebol e os futebóis?!

Não escrevo mais nada!

Desenho Original. 2020. 03.jpg

 

Neste ramo sócio profissional onde os milhões proliferam como areia no deserto, e muitos desses milhões vêm precisamente desses campos no deserto (!), no futebol, digo, têm surgido iniciativas meritórias, da parte de futebolistas, empresários, clubes. Valorizem-se essas atitudes!

É altura de quem mais ganha abdicar em favor dos que menos auferem, ajudar clubes e colegas onde há menor poder financeiro. (Que no futebol também há filhos e enteados.)

E para que precisam uns de ganhar tanto, tanto, e outros tão pouco?!

Agora ninguém está a jogar.

 

E, a propósito, de o aqui e o agora sem futebol…

Têm notícias de alguém que tenha morrido por não se estarem a realizar jogos de futebol?!

(...)

 

E quantas Pessoas têm morrido devido ao corona?!

(…) Não digo mais. Para bom entendedor…

 

Então, distribuam os salários exorbitantes dos futebolistas e associados a todos os que trabalham para assegurar a Vida de nós todos, sem excepção!

Essas Pessoas são os Verdadeiros Heróis!

 

(Ainda ontem foi noticiado que Jota Jota, lá no seu Mengão, renovou por milhões.

Então, mas esta gente não se enxerga?!

Num país em que a miséria é o que é, tão gritante?!

 

Não escrevo mais nada!)

(Foto de Desenho também na mesma onda da "reclusão", de Março.)

Portugal - Covid – Educação - Saúde

Conexões. Trabalho Original. 2020. 02. jpg

Deixando um pouco de parte o “Limoeiro…

E como gostaríamos de ir colher limões e sair desta reclusão e abraçar quem gostaríamos e não podemos…

Foto Original Limoeiro 2020. 01. jpg

 

Vou debitar algumas ideias sobre esta situação que vivemos.

 

No que respeita a Portugal e à Educação, há que definir medidas já, de curto prazo, que contemplem esta situação excecional.

 

Medidas e normativos gerais, comuns a todo o País, em função dos vários ramos de Ensino, mas também com alguma flexibilidade, deixando margem de manobra às Escolas, porque há, de certeza, múltiplas variedades e especificidades.

E mesmo em cada Escola haverá casos e casos, tanto no referente a Alunos, como no respeitante a Professores. Ter também em conta as particularidades disciplinares, porque se nalgumas disciplinas os processos definidos foram mais fáceis de aplicar, noutras não terá sido assim tão fácil.

 

Ouvir as Escolas, e os Agentes Educativos!

Equacionar uma Avaliação o mais justa possível. Pensar e definir sobre Exames, sobre Acesso ao Ensino Superior. (…)

 

Há muito que fazer e atempadamente, porque é óbvio que não haverá aulas presenciais no 3º período. (Não se iludam nessa possibilidade.)

 

Futuramente e de modo muito provável, o ensino à distância e as novas tecnologias em contexto de sala de aula ganharão outra dimensão e relevância, maior que a que já tinham. Digo eu, não sei!

A valorização da Escola e dos seus diversos Agentes Educativos, desejo que seja uma aprendizagem interiorizada por todos os seus principais beneficiários: Alunos, Pais, Encarregados de Educação. Digo eu, sei lá!

E, Senhor Encarregado de Educação, teve mais oportunidade de acompanhar o seu Educando?!

Bem sei que muitas Pessoas trabalham, enquanto eu debito estes bitaites. Bem sei!

 

Aproveito para agradecer a todos os Profissionais que trabalham, para assegurar a nossa vivência quotidiana.

A todos, sem exceção, não podendo, porém, deixar de realçar todos, mas todos os que trabalham no ramo da Saúde, direta ou indiretamente, nos mais diversos locais. Cuidem-se também, que são imprescindíveis.

(E tantos Profissionais infetados, porque as condições de trabalho têm sido terríveis e os meios e equipamentos escassos…)

E lembrar que nestes tempos, com especial realce, o Setor Privado tem as mesmas obrigações que o Público.

Porque o dito cujo “bicho” não faz quaisquer distinções.

Tanta gente, que há bem pouco tempo, achincalhava SNS, os Profissionais de Saúde e da Educação.

Mas, adiante, que se faz tarde…

 

O processo produtivo, no que é essencial, não pode parar. Os bens e serviços fundamentais não podem sofrer quebras desnecessárias.

Ruturas na sociedade serão prejudiciais para todos.

Há que tomar medidas para que a Economia não colapse, e que as Pessoas não percam os meios financeiros para acederem às condições básicas de Vida: Alimentação, Habitação, Saúde…

 

(Mas todos estes problemas se processam a uma escala global…Somos todos interdependentes.)

 

(Notas Finais: Foto do célebre Limoeiro. Árvore com mais de 40 anos. Foi o meu Pai que o comprou e plantou. Anos setenta!

E imagem de desenho que fiz, princípios de Fev. deste ano, já inspirado nesta situação do corona.)

Venceremos!

 

Foto Original. Cidade 2019. 07.jpg

 

Venceremos!

 

Voando rasante, à minha janela

Andorinha me acena Liberdade

Pena tenho eu não ser como ela

Poder voar livre sobre a Cidade!

 

Olaias abraçando Primavera

Alheadas à nossa tempestade

Matizadas de rosa aloé vera

Nos levam da cruel realidade.

 

Bem presente na tenda de campanha

Em frente, no largo, ao Hospital

Metáfora de luta tal, tamanha

No Mundo e em nosso Portugal.

 

Combate sem tréguas, até desigual

Venceremos, Poetas, a Gadanha!

 

Papoila Primavera 2019. 05.jpg

(Notas Finais:

 Poema inspirado, ainda, nestes tempos que nos percorrem.

Imagens da Cidade, captadas no ano passado, na vinda do “Boi D’Água”. Local icónico, uma aldeia na Cidade. Uma paisagem serrana em plena Planície.

E também fotos tiradas no mesmo local, em datas diferentes, de uma papoila garrida, verdadeira Primavera e de uma planta muito peculiar, folhas de forma lanceolada, guerreira, portanto, mas cujo nome desconheço.)

Foto original Boi D'Água 201907.jpg

 

Ter um Limoeiro à Porta…

Foto original Limoeiro I 2018.jpg

 

É como ter um Médico em casa!

 

Dizia-me o meu Pai (1926 – 2008), que lhe dizia o Ti Zé Tabaco, que “ter um limoeiro à porta é como ter um médico em casa”.

 

Foto Original Limoeiro II 2018.02jpg

Nestes tempos ou contratempos de reclusão forçada, tenho aproveitado também para arrumar o acervo de fotos tiradas com o telemóvel nestes últimos anos.

Entre elas, várias do Limoeiro que temos no quintal.

Foto Original Limão 2018. 02.jpg

Não sei porquê, acho por bem divulgar e publicar algumas delas e, deste modo, constituir este postal.

Foto Original Limão 2018. 02.jpg

 

(Algumas notas finais:

O Ti Zé Tabaco era de uma geração anterior à do meu Pai. Terá nascido nos inícios do século XX ou mesmo no século XIX. Não sei. Não éramos de família. “Ti” é expressão comum nas Aldeias. Morava numa quinta frente à Horta do Carrasqueiro, ainda existente, com uma casa bem bonita, pintada de uma cor quase salmão, que me lembra paisagens de outros países.

 

Ainda sobre o limão, todos sabemos da sua componente Vitamina C e do respetivo poder preventivo que tem nas defesas do organismo.

 

Realço ainda a expressão “ O meu Pai dizia, que lhe dizia…”, forma tradicional de transmissão do conhecimento, em épocas transatas e entre Pessoas que maioritariamente não sabiam ler ou escrever, nem havia acesso generalizado a livros ou jornais, quanto mais a todas estas novas tecnologias e a este “informar” (?) segundo a segundo, em ene meios de comunicação!

E os limões lembram-me também as canções: "Limão, verde limão..." e a "Rosinha dos limões...", da Amália?)

Vai uma limonada ou um chá de limão?!

Foto Original.Limão Limonada 2018. 02.*jpg

 

 

 

 

Corona Connection

Fotos de trabalho que desenvolvi na sequência desta situação que estamos vivendo, quando ainda esta epidemia não estava instalada na Europa.

Elaborei estes desenhos no início de Fevereiro deste ano, quando ainda pouco se falava sobre "coronavírus", nem se imaginava toda a problemática que estamos a viver atualmente.

Perspetiva I

Corona Conection 2020 Fev. jpg

Perspetiva II

Corona Conection 2020 Fev.jpg

 

 

Reclusão Forçada: Expressão Artística

Fotos de trabalhos artísticos de relax, realizados nestes dias de stress

Nestes dias de reclusão forçada, a partir da generalização da pandemia “Covid – 19”, no dia 19 de Março, “Dia do Pai”, de que este ano mal se lembraram as “redes”, produzi estes trabalhos que aqui vos apresento.

Fiz separadamente cada um dos elementos, mas no final constitui um tríptico.

1º trabalho:

1º Quadro 20200319.jpg

2º a ser executado, mas que constitui o 3º elemento do tríptico:

3º quadro. 20200319.jpg

 

3º trabalho na execução, mas que foi criado para constituir  precisamente a ligação entre os outros dois, formando o 2º  elemento e intermédio do conjunto do tríptico.

2º Quadro. -20200319. jpg

Tríptico:

Triptico. 20200319.jpg

Tens c´roa de rei...

Triunfará o Amor!

 

Chegaste e quase nem te vimos chegar

Provindo mais o sol, do Oriente

Chegaste lesto, sem bem nos preparar

Ficaste entre nós assim de repente.

 

Empunhando gadanha entraste a matar

Ceifaste vida a eito…Tanta gente!

Cruel, impiedoso, tens de parar.

Vale heroísmo de quem te faz frente.

 

Tens c´roa de rei, em reino de terror

Puseste o Mundo todo às avessas

Não assumindo, nos invade o temor.

 

No dia-a-dia pararam as pressas

Mas lembro-te, para que não t´esqueças

Que, bem no fim, triunfará o Amor!

 

(Notas Finais:

Como referi em post anterior, sempre a inspiração chegou, a tempo de escrever um poema. De certo modo também para participar na Tertúlia online da APP - Associação Portuguesa de Poetas.

O tema é sobre o assunto que atualmente nos atormenta. Todavia reportando para uma certa esperança, que, no final, vencerá o Amor. Até porque, amanhã, começa a Primavera e é o "Dia da Árvore". Apesar dos dias sombrios que vivemos, melhores dias virão.

Ainda quero publicar uns posts divulgando trabalhos que tenho estado a elaborar, aproveitando estes dias de reclusão.

Me aguarde, SFF.)

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