Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

“El Príncipe” – Temporada 2 – Episódio 17

Série Espanhola – RTP2

(3ª Feira – 04/10/2016)

 

(Episódio Global Nº 30)

“Tudo por Ti”

 

Intróito:

 

Vou tentar expor algumas ideias sobre o décimo sétimo episódio, desta segunda temporada de “El Príncipe”, correspondendo ao episódio global nº 30. Daí que, em consulta que fiz há algum tempo e mencionei em post, tenha encontrado referências a um trigésimo primeiro episódio (31º).

Intitulado com o sugestivo “Tudo por ti”, correspondente à justificação apresentada por Khaled, sobre as suas atitudes, comportamentos e ações, que tudo fizera por Fátima.

Em última e derradeira instância, ainda será ela a culpada de todas as suas malandrices! Registe-se!

Igualmente, uma forma de se desculpabilizar.

 

Mas antes, ainda tenho alguns pontos prévios a referir:

 

1 – Ontem quase ao iniciar-se este 17º Episódio ainda tive oportunidade de publicar um post sobre o 16º. Muito sintético e com duas imagens.

Esteve publicado, mas, hoje de manhã, acedi ao mesmo e voltei a trabalhar nele, nalguns pormenores.

Mas, não sei, nem como nem porquê, perdeu-se. Tentei recuperá-lo, mas não consegui.

Comuniquei com a Equipa Sapo. Veremos se têm oportunidade de me dar resposta.

Se não conseguirem, ainda verei se edito esse post, pois tenho o texto guardado e as fotos.

Entretanto vou escrever sobre o 17º.

Interessante que, na ficção, o atentado também era no dia 17!

 

2 - Já sabe o/a caro/a leitor/a que, ao escrever, também me reporto quase sempre para a realidade.

E hoje não posso deixar de o fazer.

Já reparou que dia é hoje?!

Dir-me-á: 4ª feira, cinco de Outubro.

E não observou nada de diferente?!

Se estiver na mesma situação que eu, não notará grandes alterações.

Mas, de facto, há!

Hoje, voltou a ser feriado nacional! Nem mais.

Registe-se também, que não é de somenos importância.

 

Provavelmente, se por acaso foi logo pela manhã a alguma grande superfície comercial, também terá verificado a diferença.

No supermercado a que fui, logo cedo, já havia imensa gente, muito pessoal filando as carnes e os peixes “frescos”, carrinhos super cheios, produtos específicos com várias unidades, certamente em promoção.

E outro pormenor, a não desprezar. Famílias com as três gerações presentes, avós, pais e netos: as infatigáveis crianças. Que, nestes dias sem escola nem infantário, são uma “dor de cabeça” para os papás e mamãs. Nem eles, pais, sabem o que lhes fazer, nem elas, crianças, como se comportar. Nem eles, papás e mamãs, sabem ou têm paciência para o como fazer.

Pasme-se e registe-se também!

E observe, quando puder e tiver oportunidade, se faz favor!        

 

3 - E já que falamos em crianças e agora reportando-me para a série, e ainda nos pontos prévios, acentuar como é chocante a utilização gratuita de crianças como bombistas suicidas.

 

E, dir-me-á.

Mas é isso que se passa na realidade.

Mais chocante se torna esse facto atroz.

 

E já reparou, e relacionando a ficção na série e a realidade, que ocorre sistematicamente nesses atentados, sobre o papel desempenhado por essas mesmas criaturas, muitas crianças e jovens, que são apenas “usadas” como suicidas?! Que, sendo pessoas como nós, são “utilizadas”, como objetos, para explodirem?! Pura e simplesmente!

Acha que vão de livre vontade?!

A série, nesse aspeto, julgo ser bem elucidativa.

São enviadas como porta bombas, sem qualquer hipótese de fuga ou remissão, à mercê de um detonador, à distância de um clique, manipulado por um qualquer psicopata!

 

E como será chocante para quem tenha que intervir na ajuda às vítimas.

 

E, nestas questões das guerras, sim, porque o que estamos vivendo é uma autêntica guerra mundial, relembrar o que já referi quando tratei de “A Família Krupp”, isto é, aqueles que “mandam” nas guerras, mas estão resguardados delas.

Que mexem os cordelinhos do dinheiro, do financiamento das contendas!

Sim, porque as guerras são financiadas e fomentadas e os seus fautores são, por vezes, os personagens mais insuspeitos e de mãos mais “lavadas”.

 

Este seriado, quer o observemos ou não nessa perspetiva, remete-nos também para esses factos.

 

E será que já me sinto capaz de agarrar a narrativa, propriamente dita, do episódio dezassete?

A ver vamos!

 

Festa Granada in. www.hola.com

 

Desenvolvimento:

 

Antes de mais, e ainda, informar que a vestimenta vermelha da heroína, quando ela contemplava, extasiada, o Alhambra, era composta não só pelo véu, mas também pelo vestido. Uma verdadeira rosa encarnada.

Assim vestida de vermelho, cirandou por todo o episódio dezassete, no meio daquele descalabro das bombas rebentando no seio do “Carmen”.

 

Esclarecer que a bomba colocada nas cisternas por Ismail e que Morey tanto se esforçou por desativar, que aparentemente pareceria não ir conseguir, foi realmente neutralizada. O nosso herói, com a sua persistência e saber, e expondo-se em risco de vida, tal como Fran, conseguiu despoletá-la, evitando que explodisse.

Dessa se livraram eles e os chefões também. Que Robledo e a Securité, ao “comprarem” Khaled não avaliaram as consequências, pura e simplesmente brincaram com o fogo e a bomba ainda não lhes rebentou nas mãos, mas bombas já mataram e feriram muitos inocentes.

 

A das cisternas não rebentou, Ismail foi preso, mas fanático e, apesar de pressionado, não cedeu, nem informou sobre as outras. Apenas se ria loucamente e cuspia, sangue e veneno nas palavras.

 

De entre os mentores bombistas, Khaled pavoneava-se pelo evento, mas sempre em conciliábulo com Salman, que detinha os detonadores e comandava à distância e, por sinais, as quatro moças acopladas com os explosivos na cintura.

Estas circulavam aterrorizadas, por entre os convidados, oferecendo-lhes refrescos, às ordens de uma promotora de catering, armada em parva.

 

Nasirah, não sei se por mais fanatizada, se por medo ou desespero, se por não aguentar a pressão, decidiu, abruptamente, fazer-se explodir.

Por ironia do destino, ou decisão do guionista, bem junto de Sophie, agente da Securité, que tanto brincou com o fogo, que com ele pagou.

Seria uma das vítimas, ainda que não imediatamente.

 

Uma outra miúda, ao ser transportada para o hospital numa ambulância, explodiria no meio da cidade de Granada, na sequência de o enfermeiro, desconhecedor da situação e involuntariamente, ter mexido no aparelho explosivo, quando tentava auscultá-la.

 

Outra, a terceira, que se refugiara na casa de banho, e proporcionara situações deveras caricatas, envolvendo nomeadamente Salman, foi também explodida, precisamente pela ação deste anjo exterminador, detonando o manipulador.

 

A reportagem destas ações, melhor, das suas consequências, era mostrada em todas as televisões.

Era a guerra em direto, mais uma vez a vender a desgraça alheia.

E, sempre, o pilim, o money a tilintar na caixa registadora, precisamente e talvez a ouvir-se à distância, na mansão dos Robledos e Krupps deste mundo.

 

Medite nestes factos quando vir as notícias sobre os próximos atentados!

 

Na esquadra, em Ceuta, agora chefiada por Nilab, também assistiam às reportagens em direto.

 

E também intervieram na ajuda à jovem que fugira de Granada, do grupo das falsas serviçais de catering, que chegou ao enclave não sei por que meios e de que forma tão rápida, mas tremendamente desfalecida, que foi hospitalizada.

E, no hospital, quase foi assassinada pelo célebre Sérgio, transfigurado em Mohamed, não fora o tiro certeiro de Mati, que, pelos vistos, recuperou a pontaria e a frieza na ação, quando o falso galã juvenil ameaçava degolar a rapariga.

 

E mais, que ainda fica por contar…

 

E não posso deixar de falar sobre algo sobre que me interrogo e sobre quem não tenho observado nestes dois últimos episódios, dezasseis e dezassete, que não vi o quinze.

Que é feito de Faruq, de Aisha, de Leila?!

Faruq conseguiu transferi-los para lugar mais seguro que o Bairro de Ceuta?!

 

É o que faz saltar um episódio, pelos vistos marcante, e não voltar atrás às gravações, como se vivesse na pré-história da TV digital!

 

Mas ainda tenho que contar, sem pretensão de contar tudo e bem, que, Robledo, cujo papel já conhecemos muito bem, em conversa com Salinas, arma-se em esperto ou parvo, que nem sei, e atira lama e porcaria para o lado, insinuando que todos são coniventes com ele e comeriam da mesma manjedoura.

Frise-se também.

 

E o final do episódio proporcionou uma daquelas cenas, mais ou menos James Bond, em que Khaled, literalmente, rapta Fátima.

Com ela foge de carro para destino incerto e Morey corre igualmente, mas a pé, perseguindo-os e perde, já se vê, nem que fora Usain Bolt.

Mais atrás, ainda e também a correr, o inseparável amigo, Fran; Zorro e Tonto, deixando escapar o bandido com o tesouro, neste caso a moura Fati!

 

E esperemos por logo à noite, em que será projetado o 31º Episódio, 18º da 2ª temporada.

Aguardemos!

 

“A Herança” – Série Dinamarquesa - T 2 – Ep. 7 - (17º Episódio)

Arvingerne” / “The Legacy

 (28/03/16 – 2ª Feira, de Páscoa)

 

Pela boca morre o “Peixe” ou como Gro não conseguiu fazer render o dito.

Nem ver os seus dotes artísticos reconhecidos pelos irmãos!

 

Em episódios anteriores, Gro fora fazendo dinheiro à custa de parciais “falsificações” das peças da Mãe.

“Falsificações”, apenas parcialmente, porque todas aquelas peças tinham sido produzidas, ainda que isoladamente, por Veronika. Gro limitou-se a juntá-las, enquadrando-as numa certa perspetiva pessoal, soltando, de certo modo, a sua própria veia de artista. E, ninguém como ela trabalhara tão de perto com a mãe, presenciando o seu processo criativo. Nada do que ela fez foi virgem no contexto da Arte, que esse comportamento foi ato corrente entre os Clássicos e mesmo com outros artistas, de que Salvador Dali é um exemplo paradigmático.

De outras peças produziu mais que um exemplar, que vendeu para diferentes países. E foi sempre por uma boa causa: obter dinheiro para conseguir libertar o irmão Emil, do presídio no paraíso tailandês.

Ao todo, terão sido quatro, as supostas falsificações.

 

E vem este assunto a propósito, porque Emil e Frederik, também já a viver no Solar, se puseram a esgaravatar no celeiro onde funcionava a arrecadação das peças sobresselentes da Artista, todos os restos de coleção e, a partir, precisamente das peças isoladas que foram encontrando, intuíram que a célebre Obra-Prima, intitulada latinamente “Corpus”, fora afinal fabricada postumamente à morte de Veronika e, portanto, falsificada. Por Gro.

Disso deram conhecimento a Signe, sempre acompanhada por Melody, e ficaram os três muito apreensivos, preparando-se para enfrentarem Gro, mal ela chegasse, o que não tardaria. Melody, cada vez mais da Família, que Isa, a mãe biológica, terá abalado de vez e o pai Tomás está preso a uma cama de hospital, paralisado, sem se conseguir mexer, e a alimentar-se por uma sonda. Melody, repito, limitou-se a chorar, mas de fome que, de legislação artística não percebe nada, e fomita e algum desleixo, apesar de tantos cuidadores, que até Frederik dela cuida, é do que ela padece, de falta de cuidados parentais, apesar de tantos pais e mães adotivas.

 

E Gro chegou ao local do crime. Melhor, ao lugar ou palco das suas encenações artísticas.

Confrontada pelos irmãos, primeiramente negou, mas acabou por confessar, que a sua expressão facial foi logo uma revelação. Justificou-se com a libertação de Emil, acusou Frederik de quase a ter morto. (...)

Mais uma vez estão nas mãos de Signe, que não quer ser envolvida, nem acusada de falsária. Que até já vendera essa célebre Obra-Prima ao sapientíssimo Kim. Com o dinheiro obtido, investira novamente na agricultura: o seu Sonho. (Mas ela tem lá direito a sonhar, com aqueles irmãos de permeio? Só pesadelos!)

Através de Leone, sua advogada, diligenciou para que Kim lhe vendesse novamente a Obra, oferecendo-lhe mais dinheiro.

Mas é evidente que o especialista não quis. Com essa Obra única na sua posse, na sua Fundação, vai lá agora desfazer-se dela, nem pensar!

 

E Signe fica entre a espada e a parede.

Irá ela denunciar a meia-irmã ou não?

O que acha, caríssima leitora e caríssimo leitor?!

 

Façamos um hiato.

Como já constatámos, Frederik também assentou arraiais na Casa.

Separado da mulher, Solveig, que o abandonou, deduzo que já se terão divorciado também, perdeu a custódia dos filhos.

Mas neste episódio assistimos à visita de Villads e Hannah, ao pai, Frederik, acompanhados da mãe que os trouxe.

Encontro muito desejado, mas igualmente algo constrangedor para todos. Esse constrangimento observou-se muito especialmente no miúdo e na mãe, que, entretanto, após ter entrosado o filho nas brincadeiras do pai e do tio Emil, se ausentou, regressando ao final da tarde a buscá-los.

Emil faz habitualmente bem estas interligações, dadas as suas caraterísticas pessoais. Frederik revela sempre alguma tensão. Brincaram à “Casa na Árvore”, como já faziam em crianças com o progenitor, Carl Gronnegaard.

 

Vieram encontrar os elementos do núcleo principal da Família, na situação constrangedora da falsificação das obras de arte, como sabemos.

Mas se alguém se apercebeu teria sido, talvez, e friso, talvez, a rapariga, Hannah, que foi à arrecadação, a ver da tia Gro, andava esta naquela azáfama de esconder o “Peixe”.

Mas a miúda estava principalmente preocupada com a saúde mental do pai.

 

E, pós este excerto, voltamos à hipotética ação de denúncia de Gro, por parte de Signe.

 

É evidente que esta não vai denunciar a irmã, irmã, ainda que só pela metade materna.

Só que, e mais uma vez, diz que não a quer na sua cave a vasculhar as coisas dela!

O que acham, Gro irá nessa?!

 

Fazem mais um pacto familiar, encobrindo as falcatruas de Gro.

(E questiono, em futuros episódios, quiçá na terceira temporada, serão elas descobertas?

Robert também sabe e foi colaborante ativo. E Leone, sabe? Thomas também praticamente sabe, mas também coadjuvou ao confirmar verbalmente que vira Veronika a trabalhar na aclamada Obra-Prima! E o pai Tomás está numa situação tão periclitante!)

 

Está uma equipa constituída, de sete elementos. Não sei para que modalidade desportiva dará. Andebol?

A propósito, de John não me pareceu saber nada neste 17º episódio; de Andreas também não e Martin ficou estatelado no chão com o murro de John e, provavelmente, nunca mais se levantou.

 

E para completarem a falsidade e serem todos co-autores, Emil e Frederik entretiveram-se a reconstituir a Obra, a fotografá-la e a desenharem os respetivos esboços, em papel da época e com os lápis da Mãe, para serem formal e devidamente entregues ao grande especialista Kim, que fazia questão de os ter, para acompanharem documentalmente a peça, certificando-a ainda mais e atribuindo-lhe ainda maior valor comercial e artístico.

“Et, voilá! C’est fait le Chef-d’oeuvre!”

 

Contemplando Obras no Aterro in. pinterest.com

 

Mas os irmãos, Emil e Frederik, bem como Signe, não queriam compactuar com os procedimentos de Gro. E, para evitarem futuras tentações, resolveram desfazer-se do material restante na arrecadação, restos de coleção, levando-os para um aterro sanitário.

(Daqui a séculos, futuras civilizações, com sistemas ultra especialíssimos, que atualmente nem vislumbramos, descobri-los-ão soterrados e ficarão intrigadíssimas com tais obras de arte!)

Por enquanto, apenas vemos os quatro irmãos, acompanhados de Melody, também considerada irmã, ao colo de Signe, mãe subsituta, a contemplarem os restos da coleção, no fundo do aterro.

E, a regressarem, juntos novamente, ao Solar!

“O Grupo dos Cinco - A Família Gronnegaard!”

Final de Temporada?

Inferência para a terceira?!

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2023
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2022
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2021
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2020
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2019
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2018
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2017
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2016
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2015
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2014
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D