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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Sabe que planta é esta (V)?

E em que Castelo está implantada?!

Planta. Castelo Sesimbra. Foto original. 2019. 04. jpg

Esta é uma pergunta de genuína ignorância. Na verdade, eu também não sei, nem conheço esta extraordinária planta. Nunca tinha visto, até à data, tal exemplar herbáceo (?), com floração tão peculiar. Nascida nas muralhas de um castelo de uma Vila piscatória, a sul do Tejo.

Foto tirada há cerca de dois anos, também neste mês de Abril, de 2019. Num passeio pelos castelos de que Portugal possui excelentes testemunhos por todo o País.

São também os meus Votos de Excelentes Festividades Pascais, neste enquadramento tão peculiar em que se devem processar, uma vez mais neste ano.

Muita Saúde! Feliz Páscoa!

Sabe que planta é esta (III)?

Glicínia. Foto Original. 2019. 04. jpg

Volto a este registo de identificação das plantas. Esta é uma trepadeira, que deve ser bem antiga.

Encostada a uma casa, certamente também cheia de história(s).

Numa localidade também ela repleta de História.

Sabe em que localidade?! Posso dizer que fica Além Tejo. (Não se esqueça que estamos no blogue Aquém-Tejo!)

É uma Vila muito visitada, antes desta coisa da Covid. Estivémos lá em 2019. Também já aqui apresentei fotos da mesma.

Hei-de organizar um postal específico.

Até lá, ou até próximo postal. Com muita saúde. Resguarde-se, apesar de tudo. Que andam por aí uns malucos a negarem o vírus e a espalhá-lo, que é o que fazem.

Mas ninguém tem mão neles?!

 

Adiafa de Poesia – 1986 (I)

Sala Experimental do Teatro D. Maria II – Lisboa - Portugal

 

Já abordei no blogue, pelo menos uma vez, a realização deste evento de natureza poética, de divulgação de Poesia, realizado no final de 1986, Dezembro, no Teatro Nacional Dona Maria II, em Lisboa – Portugal.

Uma rosa rosa. Foto original. 2020. 01. jpg

A partir do Diário de Notícias, de 23/12/1986, 3ª feira, quando saía o DN Jovem, transcrevo parte da notícia sobre o acontecimento, citando Manuel Dias, Jornalista do referido Diário matutino e autor da reportagem.

 

«No Teatro D. Maria II

Trinta e cinco poetas entraram em cena nos primeiros quatro dias da Adiafa, que prosseguirá na sexta-feira (às 21 e 45) e no sábado e domingo (às 16 e 30) na Sala Experimental do Teatro D. Maria II, em Lisboa. A iniciativa, que visa divulgar a poesia de autores consagrados e iniciados, é da responsabilidade do actor-declamador João d’Ávila, em colaboração com «DN Jovem», «JL», Assírio e Alvim («Anuário de Poesia») e Centro Nacional de Cultura.

A condução das sessões (quinta, sexta, sábado e domingo) evidenciou a extraordinária capacidade de João d’Ávila para estabelecer a comunicação entre as pessoas, mas concedeu talvez ao lado humano das questões uma projecção mais acentuada do que esperávamos. Feito este pequeno reparo, só justificado pelo desejo de que a Adiafa possa ter ainda melhor nível, é preciso dizer que se assistiu a bons momentos de poesia e a curiosos apontamentos de comunicação, teatralidade e testemunho de vivências.»

(…)

«…nomes dos que leram ou deram a ler poemas seus…

Sexta-feira – José Silva Teixeira, Cecília Rodrigues, Paulo Garcia, Luís Graça, Joaquim António Oliveira, Vitor Perdigão, Zé Manel, Domingos Galamba e Armindo Silva. (…)»

In. Diário de Notícias Jovem 1986/12/23 (3ª Feira)

 

Notas Finais:

A notícia é acompanhada com fotos de vários intervenientes.

(Negritos, de minha lavra.)

Eu participei na 6ª feira, 19 de Dezembro, de 1986. (Pseudónimo: Zé Manel)

Que poema(s) terei lido? Li mesmo ou dei a ler a João d’Ávila?

Não me lembro. Tentarei ainda pesquisar em apontamentos meus… Mas já lá vão quase quarenta anos…

Alguns poemas que escrevi em 1986…

Caminhadas

Ícaro

Um pouco mais...

Fachada

Somos Mar

 

Foto? Original. Um botão de  Rosa, sinal de Poesia e de Primavera, que vem aí!

 

Confinamento e Chuva!

Crónica de Confinamento - 1ª de Fevereiro 21

 

Os dias de chuva continuam. Não é sempre igual em todo o lado, mas parece que onde estamos e quando estamos, é tempo de chover. A Senhora das Candeias ou se enganou ou nos trocou as voltas bem voltadas. Seja lá como for ou pelo que for, continua a chover. Aquela chuva miudinha, todos os dias, quase todo o dia. A chamada “molha parvos”!

 

Parvos ou não, cá estamos em confinamento. E certo seja que, gostemos ou não, observa-se correlação entre confinamentos e diminuição do número de novos casos Covid 19. E com as temperaturas haverá alguma correlação?!

Não se apressem a desconfinar. Deixem estar as coisas como estão, por enquanto, sem pressas nem atropelos, nem folias carnavalescas. Mascarem-se online!

 

As Escolas, a não funcionarem presencialmente, colocam objetivamente muito menos gente a circular.

 

Em dias de confinamento, sai-se para o indispensável. Compras, principalmente.

E, saindo, mesmo à hora de almoço, muito menos gente se observa. A rapaziada das escolas, pura e simplesmente, não circula. Os papás e as mamãs também não. Não precisam ir a correr nos popós, buscar e levar meninos e meninas. O trânsito é muitíssimo menos.

Em dias de aulas presenciais, na hora de almoço, nas ruas de acesso aos estabelecimentos de ensino, é um ver se te avias e um castigo ter de atravessar as passadeiras. Agora não. Uma calmaria! “Há males que vêm por bem”!

 

Compras a um dos supermercados mais antigos da povoação. Antes de todas as grandes superfícies, de lojas por todo o país e estrangeiro. Bem antes do Fórum.

Este, a que chamo sempre “Europa”, mas cujo nome de registo é diferente atualmente, já nem sei há quantos anos. Para mim é sempre “O Europa”.  Gestão da mesma família há vários anos. Já numa segunda geração.

Indo a este supermercado, dou, com muito gosto, uma volta maior, ando mais a pé e percorro a povoação e “vejo as montras”. Isto como quem diz. Que impressiona tantas lojas, cafés, serviços vários, restaurantes, fechados.

Alguns destes últimos, em serviço de comida para fora, mas com muitíssimo menos movimento, sem os habituais comedores e bebedores, em cavaqueiras amenas. Enfim, tempos… Sem as esplanadas.

As lojas das raspadinhas, lotarias e afins têm sempre filas. Ele há pessoal que tem cá uma fezada! São lojas indispensáveis?! Para onde vai todo esse dinheirame dos jogos de fortuna e azar?

 

Mas há sempre gente a circular ou “confinados” em grupinhos, debaixo das arcadas ou das varandas, resguardando-se da chuvinha. Pessoal de “negócios”!

Também há quem não se coíba de cavaquear no meio do passeio, impedindo a passagem dos transeuntes.

Ainda os habitués passeantes de canídeos. Nem sei como tão boa e santa gente consegue colocar cães enormes, nos modestos apartamentos que possuímos! Animal sofre!

Sol e Aloés. Foto Original. 2020. 01. jpg

E, a gente também sofre. Tomara que isto da Covid acabe! E venha o Sol!

Selfie – Selfish (2ª Versão)

Foto Original. Lírio. 2014 .jpg

 

(Auto Retrato - Egoísta)

 

Me pediu pessoa amada

Que eu escrevesse um poema

Versejando sobre um tema

De cariz social.

 

Mas que maçada!

Não encontro mesmo nada

Que não seja banal.

 

Lembrei-me de selfie!

 

Mas… Que raio de palavra

Que ela não se destrava

Nem uma rima se lavra

Com tal roseira brava.

 

Associei com selfish

Palavra bem mais fixe.

Que rima com… egoísmo

Quadra com… narcisismo

Talvez egocentrismo

Quiçá cabotinismo!

 

E cismo!

 

Que achada a rima

Mais abaixo, mais acima

Uma selfie vou tirar

Com qualquer uma qu’encontrar.

Basta só me (em)quadrar.

 

E tirei!

Tirei comigo.

Tirei contigo.

Com amigo….

Com inimigo…

Com a vizinha do lado

Com peixeira no mercado.

 

E… na minha lista

Tenho até futebolista

E, bem afamado artista.

Até canário… com alpista!

 

Não há quem me resista!

 

Ao meu apelo, ao meu pedido

Nada me é indeferido.

 

E… é tal a premência

Que… só com Sua Excelência

O Senhor Presidente

E por mais que eu tente

Ainda não consegui

Tirar uma selfie!

 

E, agora… Nesta hora

Com isto da Covid

Mesmo que me convide

Selfies não vou tirar.

 

Bem me pode chatear!

 

Notas Finais:

Esta é a 2ªversão deste poema, já publicado anteriormente no blogue.

Resolvi republicá-lo, atendendo a todas as alterações que se têm verificado na sociedade. E também aos modos de dizer esta poesia, que também fui alterando.

Esta nova versão, com a referência à Covid, ainda não foi testada em público, pois que não tem havido tertúlias ao vivo.

Algumas em zoom, mas ainda não entrei nessas tecnologias.

E que saudades tenho das tertúlias ao vivo:

APP

CNAP

“Momentos de Poesia”

SCALA.

Até uma próxima oportunidade!

Adelaide João – Evocação / Evocações

Este postal aborda a certeza mais certa que todos temos!

Flor no quintal. Foto original. 2020. 04. jpg

Faleceu recentemente, 03/02/21, esta Atriz. No dia a seguir ao da Senhora da Luz. O funeral será só a 12 de Fevereiro, no crematório dos Olivais. Já aqui falei sobre cremação. Um modelo cada vez mais utilizado de inumação. (Com a pandemia não há crematórios que cheguem.)

 

Assisti a uma representação desta Atriz, numa peça extraordinária, na Casa da Comédia, um teatro existente em Lisboa, às Janelas Verdes, perto do Museu Nacional de Arte Antiga. Dirigida por Filipe La Féria, que aí desenvolveu um trabalho notabilíssimo. A “Paixão segundo Pier Paolo Pasolini”.

Esta peça foi impactante, tanto, que foi um êxito, estando muito tempo em cena. Ocorreu em 1980.

Tendo sido uma peça extraordinária, globalmente, acho interessante que a imagem que retive nestes anos todos, mais de quarenta, foi a representação desta Atriz. Desempenhava o papel de Mãe de Cristo e recordo a cena icónica de Pietá – Piedade – Senhora da Piedade. Ela, Mãe, com Cristo morto, O Filho, no seu colo. Era um papel secundário, mas marcante, na sua simplicidade, singeleza, de Mater Dolorosa, sofrendo em silêncio, dor profunda. O rosto na sua expressão, aparente quietude, reportava-nos para essa situação, de Dor sem peso nem medida, de Mãe que perde um Filho, ademais em situação tão trágica.

Num saber estar e ser de Artista que nunca terá desempenhado primeiros papéis, mas nos que representava, deixava a sua marca pessoal, conforme referem as crónicas sobre ela agora escritas. Peculiar que tenha sido essa lembrança que me ficou ao longo de todos estes anos, a imagem comovente da Atriz, naquele seu desempenho simples, modesto, mas carismático, traduzindo o sofrimento da Mãe que perde O Filho, um sentir universal, incomensurável.

 

A peça foi marcante até na construção do cenário. O palco entrava pela plateia, de modo que os atores representavam no meio da própria assistência e os espetadores era como se estivessem também dentro do palco, do enredo, da encenação. Vários atores se revelaram nessa peça.

 

Um dos atores marcantes, já com grande currículo, foi João D’Ávila.

Outra peça a que assisti também, na Casa da Comédia, foi Eva Péron. “Don’t cry for me, Argentina - Não chores por mim, Argentina…” Protagonizada por Teresa Roby, falecida há alguns anos. Também numa representação marcante, contracenando com o ator referido, que desempenhava o papel de Juan Péron.

 

Peças levadas à cena, naquela época, na Casa da Comédia, foram emblemáticas, no panorama do Teatro português naqueles anos: finais de 70s e década de 80.

 

João d’Ávila, também nos anos oitenta, realizou no Teatro Dona Maria uma atividade ligada à Poesia: “Adiafa da Poesia”. Participei nessa atividade. Hei-de procurar documentação sobre o assunto e divulgar no blogue. (Que um dos objetivos primeiros por que criei este blog, foi precisamente para registar online trabalhos que tenho publicados em papel. Entretanto foram surgindo outros caminhos e este espaço foi consideravelmente alargado na sua temática.)

P. S. – Ainda no âmbito do Teatro.

Já após ter escrito este postal, tive conhecimento do falecimento de José Mascarenhas, uma figura incontornável do Teatro Portalegrense. Do Teatro, em suma! Que Teatro é Teatro, seja qual for o local em que se desenrolem as representações. E o Teatro da Província não é menor que o da Capital. As peças até são muitas vezes as mesmas. Talvez tenha menos recursos. Por isso tem ainda mais valor.

José Mascarenhas, uma Alma inquieta numa Personagem irrequieta, neste Teatro do Absurdo, que muitas vezes é a Vida!

Vacinação: Atropelos e Faltas

Malmequeres amarelos. 2020. 04. jpg

 

E a Vacinação dos Finalistas dos Cursos de Saúde, em Estágios, em Contexto de Trabalho?!

 

Anda aí a vacinação e é um rebuliço em Portugal! O país espelhou-se e espalhou-se no seu pior.

Supostamente terminadas as inoculações da primeira fase… Terminadas? E as pessoas de lares e afins aonde havia a Covid e não puderam ser vacinadas?! E aquelas pessoas dos lares em que, após a vacinação, ocorreram situações da doença? A mesma situação para os profissionais de Saúde em que se verificaram infeções pelo Corona, mesmo após a vacinação.

E ainda no ramo da Saúde…

Quando são vacinados os jovens estudantes finalistas dos vários Cursos de Saúde que, estando em contexto de trabalho, nos vários locais de estágio, em contacto diário com pacientes, não sabem sequer quando serão vacinados?!

Não deveriam ter sido vacinados logo na 1ª fase?

Querem pôr em causa, desde logo, toda uma geração de jovens profissionais que estando a trabalhar em locais de risco, como são Hospitais, Centros de Saúde, em contacto com doentes de patologias diversas, mas não estão, como deveriam estar, protegidos pela vacinação?!

Em contraponto, uns tantos espertalhões, a pretexto de cargos de poder de que dispõem, não se coíbem de atropelar pessoas muito mais necessitadas, pelas profissões que exercem, pela idade que possuem, pela situação de fragilidade e vulnerabilidade de que padecem.

Alguns têm tido um comportamento verdadeiramente execrável!

Insisto, reforço e friso novamente:

Quando é que os jovens finalistas de Cursos de Saúde, serão vacinados contra a Covid 19?!

Errar é Humano?!

Foto original.1931.jpg

 

O Meu Pedido de Desculpas!

Não sei o que me aconteceu ontem, mas o certo é que tenho dois postais subordinados ao mesmo tema “A Senhora das Candeias”. Que, pelos vistos, me iluminou demais! Ou foram efeitos do mês de Fevereiro, que é um pouco maroto. Ou o facto de ser dia dois, passei a postar a dobrar.

Não! Não foram efeitos de outras causas. Uma distração qualquer é o que foi.

Não vou apagar um dos postais, porque, entretanto, houve comentários adstritos aos mesmos e escolhas como favoritos. Agradeço às pessoas simpáticas que tiveram essa amabilidade.

Peço desculpa pela minha confusão ou distração. Não sei o que aconteceu.

Errar é Humano?!

Obrigado pela vossa atenção e paciência.

A foto: Uma linda amendoeira, que já só existe nas fotos e na nossa lembrança.

Presidenciais 2021: Rescaldo ou Cesto de Questões!

Ramalhete de Questões: 6º de 2021

Sexto, mas também poderia ser Cesto!

Foto Original. Ponte 25 Abril. 2015. jpg

O PSD está dirigido por um Rio que não sabe para onde corre. O CDS?! (…)

O PS precisa encontrar-se com uma liderança que assuma candidatura presidencial própria e abrangente. Que possa agregar diferentes conceções partidárias.

Porque não o faz? Porque não consegue alguém que una o partido, satisfazendo igualmente a respetiva direção. Quanto mais candidato que englobe outras perspetivas políticas… (Quem houveram idealizado, perdeu as condições. Candidatos entretanto surgidos não unem nem as bases, ainda menos as cúpulas. Candidatas, não acolhem muitos militantes nem votantes. Pode soar estranho, mas é verdade. Ainda vigoram muitos preconceitos.)

E os outros candidatos, além de Marcelo? 

Vitorino desempenhou o papel que se propôs. Esperaria mais votos, não os tendo tido, fica-lhe a consolação de afirmar que qualquer Português se pode candidatar a Presidente. Todavia, poucos terão a coragem que teve. Talvez a Filha lhe siga as peugadas, com outros meios.

Tiago Mayan, segundo o que pude ler, teve uma postura de serenidade, face ao achincalhamento e ao histerismo. Está de parabéns por isso. 

Ana Gomes conseguiu o 2º lugar. A respetiva candidatura poderia ter representação maior do eleitorado. O PS dar-lhe apoio?  Mas como, se ela é contra a direção?

Por outro lado, a respetiva "postura pública" precisaria ser burilada. Menos acintosa, mais moderada.

As correntes ideologicamente próximas, representadas em três candidaturas, ganhariam pujança unidas. Teriam outra interação, força eleitoral. Mas os partidos da esquerda estão demasiado centrados na respetiva agenda partidária - suicidária, no deve e haver. Até isso perderam, com a perda de votos.

Ganhou em votos o Ventura com toda essa falta de estratégia de todos os partidos. Principalmente os da sua própria matriz ideológica e partidária. Isto é, PSD e CDS!

Mas porque o indivíduo se exalta tanto?!

E como, quem se diz anti sistema, afirma tão peremptoriamente que fará parte de futura governação?! Está esfomeado por entrar nas governanças.

E como julgar-se ungido por Deus? A que propósito vem essa unção divina? Onde já ouvimos isso?

É um indivíduo cheio de contradições. Uma falácia pegada, mas que lhe deu votos.

(Foto? Ponte 25 de Abril. Pontes é o que precisamos que os nossos políticos construam e criem entre os Portugueses - Pontes. Não de quem as quer destruir.)

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