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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Coisas da Net (II)

Mais algumas coisas que tenho constatado, apreendido e aprendido!

Foto Original. 2020. 08. jpg

Coisas que tenho observado e sobre que tenho aprendido, principalmente nos últimos meses, em que me tenho embrenhado um pouco mais nestas coisas da net.

Muitas desconhecia e assim tenho aprendido também.

A questão dos plágios: não é recente, tomei consciência desta situação mal comecei.

Os perfis falsos: algo de que já conhecia a existência, mas que constatei na prática, há pouco tempo.

Mais recentemente apercebi-me de perfis falsos de comentadores que são “outros eus” dos autores do blogue. De Anónimos, que respondem por vários perfis. Agora procuro selecionar onde comento, para não ficar enredado nessa teia confusa de quem é gente e de quem é apenas pseudónimo, sem conteúdo pessoal. Tenho aprendido!

Os indignados, os irritados da net. Há gente que anda sempre a dizer mal de tudo e todos. Há os que selecionam os respetivos ódios de estimação. Esta indignação segue ondas e modas. Se aparece uma gaffe qualquer, de um tipo ou tipa na moda, cai-lhe tudo em cima.

Também me apercebi que há “bloguers” / “bloguistas”, que têm uma agenda política e partidária muito bem definida. Só me apercebi disso há bem pouco tempo. Fazem propaganda de determinadas correntes políticas e partidárias, como se estivessem a opinar de forma isenta e inócua. Vamos percebendo com o tempo.

Há direcionamentos muito específicos sobre determinados assuntos. A ponto de, perante ocorrências do mesmo teor, face ao acontecimento x ou y, se for encarnado ou verde, toda a gente se atira, mas se for amarelo ou roxo, omite-se completamente opinião. Caso bem recente foi o das festas, festinhas, festanças e festarolas, romagens e romarias, que houve por aí.

Qualquer coisa serve para o pessoal se indignar, arrotar postas de pescada, quando não ofender.

Mas também tenho aprendido com todos estes cambiantes e atuações. Aprender até morrer!

E volto aos erros ortográficos?

Querer dizer. “Há” e escrever “Á”. É mais frequente do que parece.

E sobre o “Acordo”, com que metade dos internautas está em desacordo?!

Quem escreve errado? Quem o segue ou quem escreve segundo o normativo anterior?!

E continuamos a ter de estar sempre a verificar dados quando entramos nos vários sites. Um aborrecimento!

E algo positivo que aprendi a partir da comunicação na net, ainda não há muito tempo. Nos postais, dimensioná-los para uma página. Tenho a mania de escrever muito texto. Agora esforço-me por escrever menos e quando ultrapasso, faço dois postais. Obrigado a quem me ensinou!

Poema em Verso Desconverso!

Poema em 3 - 9 – 9 ou 27 Versos controversos!

 

Com isto de Covid

Não há quem nos convide

Para irmos passear

 

Vai-se a qualquer lado

Anda tudo mascarado

Dá para desconfiar

 

Com tanta mascarilha

Mais parece uma quadrilha

Que nos quer roubar

 

E por falar em roubo

Deu-se-me um arroubo

Pus-me a versejar

 

Que a roubalheira é tanta

Que até se assarapanta

Este meu pensar

 

E, pensando o pensamento

Pensei, breve momento

Em me despoetar

 

Mas pode a Poesia

Nossa maior Alegria

A gente abandonar

 

E por falar em abandono

Tirou-se-me o sono

E vou rematar

 

Que isto de Covid

Pode crer, não duvide

Vai um dia acabar!

 

Poema em 3 x 9 = 27 ou 3 / 9 / 9

9 estrofes de 3 versos (tercetos) – 27 versos controversos.

(Este postal também é o 797!)

 

Costa Caparica Foto Original. 2020. 08. jpg

Dado por concluído no dia em que terminou o Verão e começou o Outono – 22 de Setembro, de 2020. (22 / 09 / 20). (Esta é a 1ª versão deste texto poético, para ser “Dito” oralmente. Assim haja oportunidade. Que, com isto de Covid…)

(A foto, original, é da Costa. Da Caparica! As gaivotas, em volta dos restos do pescado, da "Pesca de arrasto", num dia de final de tarde, de finais de Agosto.)

Candidaturas à Presidência da República 2021

Entrevista de Drª Ana Gomes à RTP3, anteontem, 16 de setembro, 4ª feira.

Malva Rosa. 2019. 05. jpg

Algumas recomendações:

Precisa de preparar melhor a respetiva candidatura, estudando bem o correspondente programa.

Fez bem em apresentar-se de preto, temi que se vestisse com alguma cor, só para chocar. (O adereço dourado na blusa fica bem!)

Não atire para todo o lado, não se esqueça que é candidata a Presidente da República, de todos os Portugueses, mesmo dos monárquicos, queiram eles ou não e dos que não gostam de si, nem vão com a sua cara.

Falar da família dá sempre uma sensação de proximidade e de afeto. Mas não é preciso exagerar, nem se deixar resvalar para a pieguice. (Bem sabemos, todavia, que vive fase problemática na vida.)

Alguma calma e contenção, sem deixar de ser quem é, e de defender o que defende e realmente a motiva.

Quanto às diatribes ventureiras, o melhor é ignorar. Não entre em despiques desnecessários. Foque-se no essencial, deixe o acessório.

Esta recomendação é para todos os candidatos.

Para Sua Excelência, o Senhor Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, que toda a gente sabe que será candidato, pelos vistos, apenas o próprio ainda não sabe, para o Senhor Professor, dispensam-se recomendações deste tipo. Pois que, Sua Excelência, sabe mais que o Mestre da Música, enrola todos os candidatos e vai efetivamente recandidatar-se e desempenhar novo mandato.

E boa sorte! E muita saúde, para todos. Candidatos e todos os Portugueses e Portuguesas, já se vê!

*******

P. S. - A foto?! Uma Malva Rosa. O seu partido diz-se que é o da Rosa. Como ele não a vai apoiar, nem oferecer-lhe essa flor e nós também não podemos fazê-lo, oferecemos-lhe uma Malva Rosa. Que também é uma flor bem bonita!

Politica-eleicoes-e-algumas-questoes

Eleicoes-presidenciais-o-obvio

Futebol - Covid - Politiquices - Cidadania

Política - Anda tudo ao molho… Jogatana de amigalhaços!

Figos Índia. Foto Original. 2019. 05. jpg

 

Quando os casos de Covid aumentam… No futebol jogos são suspensos, por haver contagiados nos plantéis, mas “o futebol não pode parar”… anunciam uma verdadeira futebolice ou futebolada: uma jogatana de amigalhaços.

A. Costa e F. Medina fazem parte da lista de honra de L. F. Vieira.

 

Isto só visto! Mas esta gente não se enxerga?! Não têm a noção dos cargos e funções que ocupam?! Que lá diz o aforismo: “À mulher de César…”

Há pouco tempo havia sido lá para o lado dos azuis. Agora dos encarnados. Até me custa acreditar!

Ainda há quem rejeite as Aulas de Cidadania. O que mais falta faz, a muito boa gente, é frequentar Aulas de Cidadania obrigatórias! Encarnados, azuis… Se calhar, de futuro, também verdes, todas as cores.

E como pode esta gente querer que se cumpram ordens de restrição das liberdades e garantias individuais, como as que sistematicamente impõem, quando dão exemplos destes?! (Para além dos que já deram.)

Misturam tudo. Confundem-se nos diversos papéis que representam, julgam-se acima de quaisquer críticas, não mostram coerência nas atitudes e comportamentos. Eu sei lá!

*******

A Foto?! - Original. Agora está no tempo de colher figos da Índia. Era o castigo que dava ao pessoal das politiquices e futebolices. Irem apanhar figos da Índia que, agora, já estão maduros.

(Sim! Alterei este postal. Quero organizar outro, com a temática de "Os Durrell". Obrigado pela atenção e o meu pedido de desculpas.)

Árvores para Crescer!  Aves para Voar!

Educação para a Cidadania (III): Volto ainda a este Tema.

Foto Original. 2020. 01. jpg

 

Para quem não se tenha apercebido, os diplomas legais sobre a “criação” desta Disciplina reportam-se a 2012! Lembre-se quem exercia funções de Estado, tanto no Governo, como na Presidência!

(É caso para citar o aforismo: “Uns comem os figos, a outros rebenta-lhes a boca!”)

Frisar que concordo com a existência da mesma.

Repetir que, caso tivesse filhos em idade de a frequentar, mesmo não concordando, não os proibiria da respetiva frequência.

 

Precisamente porque, ao proibi-los, estava a privá-los do exercício da Cidadania. Não lhes permitindo opinar, discutir ideias com os seus pares, serem confrontados com ideias contrárias ou simplesmente diferentes; dialogar, perspetivar ideias e ideais, compartilhar com iguais, ou contrapor; defender valores, princípios, atitudes; crescer, desenvolver-se com os Outros; saber aceitar, compreender as diferenças ou emparelhar-se com os seus iguais. Contrapor, opor-se construtivamente, de forma democrática.

Proibindo-os da frequência, não lhes proporcionava o direito e o dever de aceitar ou impor o contraditório, com base no diálogo, perspetivando a sua construção pessoal e social.

 

Mas reconheço que, ao agir desse modo, estava a exercer um Direito meu, enquanto Pai. Mas será / seria, que estava / estaria a ser justo com o meu filho?!

 

Agora, supondo que eu exercia essa prerrogativa.

Proibir o meu Filho de frequentar uma disciplina obrigatória.

(Não esquecer e acentuar que fora eu que o matriculara, com conhecimento da respetiva estrutura curricular, pelo que fora eu que sujeitara o meu filho a essa situação.)

 

Será que, não cumprindo, esperaria não haver nenhuma sanção?!

 

E havendo, ela iria recair sobre quem?! Sobre mim, quem, de facto, decidiu?

 

Como seria de esperar, o ónus não era sobre mim que recairia. Seria sobre o meu filho, sujeito a reprovação.

Será que consideraria justo?!

Obviamente que não!

 

Também por tudo isto, eu, que estou escrevendo este postal, não o proibiria da frequência. Porque, se alguém devesse ser castigado era eu e não ele. Ele que é menor! O castigo recairia sobre a parte mais fraca!

A culpa iria recair sobre o elo mais fraco, sobre quem, de facto, não tem autonomia jurídica para decidir!

*******

E a Foto Original?! Os Ramos das Árvores são para Crescer. As Aves para Voar!

E vamos também discordar das outras Disciplinas?!

E proibir os Filhos de as frequentar?!

Educação para a Cidadania (II)

Foto Original. 2020. 01. jpg

 

E volto ao tema!

E, antes de mais, referir que, Informática, atualmente, também é uma disciplina estruturante e base do currículo. Ferramenta indispensável ao ensino e à aprendizagem. (Havia-me esquecido!)

 

E, novamente, ao Direito inalienável a opinar, concordar ou discordar. E à sua livre  expressão!

 

Todos concordarão que a Disciplina Base, estruturante de qualquer modelo de Ensino, do processo de ensino – aprendizagem formal, a nível do Básico e Secundário, é a Língua Materna – Língua Portuguesa.

 

Mas, também a este nível, existirão variadas perspetivas de análise e discordância.

Apresento, por hipótese, três.

(Está sempre presente o conceito de Cidadania, o Direito ao seu exercício, e o pressuposto base, de que, como Seres Humanos, somos eminentemente Sociais.)

 

Um Cidadão Estrangeiro, matriculando seu filho numa Escola Portuguesa, mas porque é estrangeiro, acha-se no Direito de que a Língua base não seja o Português. Proíbe, por isso, o seu educando de frequentar a disciplina de Língua Portuguesa. (?!...)

 

Um Cidadão Português, de pleno Direito, discorda da aplicação do normativo de escrita em vigor, obrigatoriamente aplicado nas Escolas desde 2011, dimanado do célebre Acordo Ortográfico 90. Ele próprio não o aplica. (Em muitas situações, faz de facto muita confusão e tem pouca lógica, diga-se. Mas é o que está em vigor e é ensinado nas Escolas.)

Resolve proibir o seu educando de frequentar as aulas de Língua Portuguesa!

 

Um terceiro Cidadão, também Português de pleno Direito, discorda dos textos apresentados na disciplina de Língua Portuguesa e ainda mais de alguns Autores / Escritores consignados nos programas, apresentados nos manuais e recomendados, como leituras fundamentais.

Também por essa razão, proíbe o seu educando de frequentar aulas de Língua Portuguesa!

 

(Não teço comentários sobre estes exemplos / hipóteses. Deixo-os à sua reflexão, Caro/a Leitor/a!)

 

Não esqueça que essa prerrogativa / direito de opinar, concordar ou discordar e agir em conformidade, ao aplicar-se a Língua Portuguesa pode e deve ser extensiva a todas as Disciplinas.

 

Não! Não apenas às de Ciências Sociais e Humanas. Também às Exatas e Naturais. Sim! Também às Áreas de Expressões. Sim! Também Educação Física!

Agora, imagine, Caro/a Leitor/a, que dava um amoque aos mais variados Encarregados de Educação, Pais e Mães e que se ponham a contestar os mais diversos conteúdos das variadas disciplinas. (Que é possível encontrar sempre motivos para a discordância nos mais variados conteúdos.)

E que proibiam os respetivos Educandos de frequentar as Disciplinas!

Educação para a Cidadania (I)

Sim! Concordo com esta disciplina no Currículo Escolar. Sim, concordo!

Foto Original. 2020. 01. jpg

 

Nos tempos que correm, é por demais importante que os jovens tenham possibilidade de análise e discussão de temas como os que são propostos na disciplina.

Todos somos Cidadãos / Cidadãs. Prepararmo-nos para o exercício da Cidadania, pressupondo Direitos e Deveres, nos tempos tão problemáticos e complexos em que vivemos, é fundamental.

 

Percebo que a Disciplina possa, eventualmente, ser polémica. Que Pessoas, Cidadãos, Encarregados de Educação, Pais de Alunos/as, discordem.

Se, atualmente, fosse Encarregado de Educação de Aluno/a e, eventualmente, discordasse da obrigatoriedade da disciplina, proibiria o/a meu/minha Filho/a da respetiva frequência?! Não! De modo algum!

 

Aproveitaria, sim, essa oportunidade para, com ele/ela, conversarmos, analisarmos, discutirmos os temas propostos. Perspetivando-os segundo o meu ponto de vista, ouvindo e escutando o meu filho ou filha, proporcionando espaço e tempo para nos enriquecermos mutuamente, permitindo crescimento e desenvolvimento pessoal. Ajudava-o como Filho/a e também como Cidadão / Cidadã.

Ele / Ela, eventualmente, em contexto de sala de aula, portador/a desses instrumentos de análise, poderia, com mais propriedade, discutir esses temas com Professores e Colegas. Porque, de certeza, essa disciplina proporciona espaço e tempo de reflexão, discussão, troca de ideias.

 

Hoje, todos temos opinião sobre tudo e mais alguma coisa. E ainda bem que temos. É um Direito que nos assiste. E, porque vivemos em Liberdade, temos Liberdade de Expressão.

Todavia, também deveremos ter a Humildade suficiente para aceitarmos que não percebemos de tudo e mais alguma coisa, com propriedade.

 

No referente à estrutura curricular no Ensino, ela abrange desde Disciplinas de Línguas, a Língua Materna como dominante, em Portugal, a Língua Portuguesa; várias disciplinas das designadas Ciências Sociais e Humanas, das Ciências Exatas e Naturais, das Expressões Artísticas, Educação Física. Que me lembre, estes campos do Conhecimento, de entre as obrigatórias.

 

Ainda que possamos formular opinião sobre conteúdos ou sobre as diversas disciplinas, é completamente impossível, ao comum dos mortais, opinar, de forma conceituada, sobre todas elas.

 

Todavia também reconheço que deveríamos ter mais acesso, também mais interesse, por estes assuntos. Mas não temos. Mas sempre podemos enviar, para quem de direito, a nossa opinião sobre as mais diversas temáticas.

Sempre tenho tomado essa atitude sobre os mais diversos campos e para diferentes entidades.

Desde que tenho o blogue, faço-o nesse enquadramento genérico e também específica e oficialmente. Já aqui documentei sobre o facto. Algumas ações não passam por este meio de comunicação.

 

E tenho dito, e por agora. Talvez ainda volte ao tema.

Quem dá o que tem!

Outras Sugestões - Plano de Recuperação Económica e Social (IV)

 

Tenho de me despachar! Senão o plano entra em ação, sem as minhas sugestões. Com plena consciência que as sugestões lançadas, por um Portugal melhor, são apenas isso.

(Mas são as minhas e se as seguirem, ainda pode ser que ganhe alguma coisa com isso. Que eu estou a trabalhar “pro bono”, diga-se.)

Foto original. 2020. 07. jpg

Acho que as referentes às “Casas Abandonadas” e à “Prevenção primária dos fogos”, a serem concretizadas, teriam reflexos muito positivos.

 

Atrevo-me a lançar mais alguns desafios.

 

Portugal não é só Lisboa. Nem só o eixo Setúbal – Lisboa – Porto – Braga – Guimarães. Nem só o Litoral. É também o Interior. E o Interior é um território vastíssimo que precisa de ser devidamente valorizado. A valorização do Interior, um dos aspetos passa pela fixação populacional, trará benefícios para todo o País.

 

A execução total do IP2, anulando os vários estrangulamentos que tem ao longo do seu percurso, será uma obra a realçar.

 

A modernização e / ou reativação de vias férreas.

Linhas da Beira Alta e Beira Baixa, Linha do Douro até Barca D’Alva e até Salamanca, Linha do Leste. (…)

Linhas preparadas tanto para passageiros como para mercadorias. Eletrificadas. (E porque não o Ramal de Cáceres?!)

A Linha do Leste bem poderia servir de transporte de mercadorias do “porto seco” de Badajoz para Lisboa, Centro e Norte de Portugal. Modernizada!

Quem viaja por Estremoz, Vimieiro, Montemor – O – Novo, constata o corredor diário, dia e noite, de camiões, em ambos os sentidos, com as mais diversas mercadorias, nesse transportar constante entre Espanha e Portugal. Centenas? Talvez milhares!

 

Via Sines – Caia - Badajoz - Espanha e Europa? E a bitola da via?! Só mercadorias?! E passageiros? E o traçado, o mais direto ou anda às voltas pelo Alentejo?!

 

E aeroporto dentro da Grande Lisboa?!

E porque não valorizar Beja?! Aeroporto é obra de longo prazo.

 

E as Pessoas?! Ter sempre em atenção as Pessoas: Jovens quase sem futuro, sem carreiras definidas. E as Pessoas em risco de pobreza. E as pequenas reformas?! As Pessoas precisam de ser tratadas com dignidade.

 

Erradicar a corrupção.

E esse Banco de Fomento, agora criado, como vai ser gerido?

E os Fundos que aí vêm da Europa?! Já anda tudo a ver como abocanhar?!

E a Educação e a Saúde: Setores fundamentais.

 

Quem dá o que tem!

Centrais de Produção Energética através da Biomassa

 Uma forma de Prevenção de Incêndios?!

 

Mais uma sugestão de medida para recuperação de Portugal

(“Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal”  III )

 

Em Portugal, os incêndios têm-se tornado cíclicos. Há três anos, 2017, a partir de 17 de Junho, vivemos um ano terrível, no que a este assunto se reporta.

 

Especialistas no assunto afirmam que os fogos fazem e farão parte, cada vez mais marcante, da nossa “paisagem” de Verão. Mas terá que ser inevitavelmente assim?!

Quando se abordam as problemáticas da prevenção aponta-se muito para a dotação de meios para combater os incêndios. E é na aquisição desses meios que mais se investe.

Mas a prevenção, primária e primordial, começa bem antes. E pouco se faz!

Ao viajarmos pelo nosso país, o que mais observamos são os campos, com especial incidência nas zonas florestais, cheios de mato, não limpos, não desbastados, prontos a serem pasto para chamas. Até bem dentro das cidades, situações dessas se verificam.

Essas limpezas, esses desbastes têm que ser realizados anualmente. Todos os anos.

Foto Original. 2020. 07.jpg

 

A respetiva utilização para a produção energética, através da biomassa, podia e devia ser um meio de dar utilidade aos milhares de toneladas de materiais herbáceos, lenhosos, que não são devidamente aproveitados, sendo queimados, sem qualquer utilidade; ou deixados ao abandono nos campos, ou pura e simplesmente sem serem colhidos, cortados, desbastados, preparando a cama para futuros incêndios calamitosos e incontroláveis.

A construção e ativação de pequenas e médias centrais de produção de energia utilizando tais materiais poderia ser uma forma de dar alguma rentabilidade a esses materiais, incentivar a respetivo corte e desbaste, funcionar como forma de prevenção de fogos, reativar economias rurais, trabalho para muita gente.

 

Poderão dizer que ocorrerão situações que cada vez mais potenciam incêndios, e é certo, mas se não existirem as condições para essas ocorrências, se não houver substrato pronto a arder, com mais dificuldade o fogo se propagará. Como estão as coisas é só acontecer.

 

Só não vê quem não quer ver!

 

*******

 

“… - Implementar a utilização de toda a matéria vegetal, obtida nas limpezas pelo País, na produção energética, incentivando precisamente as limpezas como fontes de rendimento, ao promover-se a venda do material lenhoso e vegetal a centrais energéticas ou outras finalidades, fertilizantes, estrumes, biomassa, etc.

Unidades industriais estrategicamente implantadas em zonas do Interior, onde é mais necessário criar riqueza, trabalho e fixar populações.” (…)

 

(Escrevi este parágrafo, em 16 de janeiro de 2017, subordinado ao Tema - “Consulta Pública sobre a Reforma das Florestas” - “Alteração ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios” - Algumas ideias…) Outras Sugestões…

* * * Nota Final: Este postal foi inicialmente publicado a 17 de Agosto. Era o meu postal 777. Hoje, não sei como, deve ter sido apagado por mim, quando estava a organizar o que se segue. Como não consegui recuperá-lo, pois só me apercebi bem mais tarde, e pouco percebo destas funcionalidades, acabei por publicá-lo novamente, mas já não aparece na sequência inicial. Entretanto publicara outros, a 21 e 28 de Agosto. E agora é o 780! (Isto das numerações até lembra "Os Irmãos Metralha". Se calhar até foram eles que me fanaram o post!)

Um postal contra a corrente!

Na internet, na comunicação social, na "politiquice", anda tudo aos "tabefes" virtuais!

 

Andam todos indignados com tudo e mais alguma coisa. Mas é sol de pouca dura. Depressa partem para outra “luta”.

Quando as coisas correm bem ninguém fala. É por omissão que sabemos.

Bem sei, até demais, que os nossos políticos, ademais os dirigentes máximos, falam por demais. E quem muito fala, lá diz o ditado… Ou como dizia o outro que agora está não sei para onde… “Porque não te calas?!...”

Foto Original. 2020. 06. jpg

 

Estamos em finais de Agosto. As férias letivas estão em vias de terminar e iniciar-se novo ano letivo.

O ano de 2019/20 decorreu, grande parte do tempo, em modelo virtual. O que todos desejamos é que o próximo ano se concretize o mais possível com aulas presenciais.

 

No blogue, comecei a escrever sobre Covid, a 8 de Março.

A 16 de Abril, debrucei-me sobre Educação, Aulas Presenciais, Avaliação, Exames.

Perspetivei a análise com base nas premissas de incerteza e de desconhecimento que à data dispunha, melhor, dispúnhamos. Ainda hoje, a incerteza e o relativo desconhecimento são a tónica dominante da perceção do problema. Aos mais diversos níveis e enquadramentos.

 

Na altura, manifestei bastantes receios sobre o recomeço das atividades letivas e subsequentes ações, mas também desejando que tudo viesse a correr pelo melhor.

 

Quero constatar e frisar que o ano letivo transato, apesar de todas as “anomalias”, foi concluído com êxito, dentro das suas peculiaridades.

Decorreram as aulas virtuais para os anos de escolaridade em que foram exclusivas, concluíram–se as avaliações.

Para os anos terminais do Secundário, 11º e 12º anos, também se realizaram as aulas presenciais, as avaliações, os exames finais.

 

Ao longo deste processo, no decurso dos três meses anteriores, não ocorreram situações de monta, de cariz problemático, nomeadamente existência de casos de contágio, que significativamente tivessem levado ao disfuncionamento do sistema educativo.

 

Quero realçar satisfatoriamente esse aspeto.

 

Quero felicitar todos os Professores, Alunos, Funcionários, Encarregados de Educação, Ministério de Educação, Entidades envolvidas no processo educativo, pois apesar de todas as limitações e condicionamentos concluiu-se o ano com êxito.

Formulo votos que o próximo ano letivo possa realizar-se o máximo dentro da normalidade possível e também com redobrado êxito.

 

Porque todos merecemos o melhor!

 

A Educação como a Saúde são dois setores fundamentais ao desenvolvimento das Sociedades.

Nestes, como noutros campos de atividade, é imperioso e urgente diminuir as desigualdades existentes entre pessoas.

É necessário proporcionar aos jovens deste País um futuro promissor, reconhecer as suas competências, no seu e nosso País!

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