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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Covid 19: Descoordenação na 3ª Fase de Vacinação?!

Descoordenação...?!

Lírios roxos. Foto Original. 2021.03.04.jpg

Estávamos convocados, a partir do SNS, via SMS, para vacinação de Pessoa com mais de 80 anos. Desde 15 de Outubro, especificando que a vacinação se realizaria no Salão dos Bombeiros Voluntários do Crato, no dia 19 de Outubro de 2021, pelas 9h 43’. Respondemos afirmativamente.

Veículo antigo Bombeiros. Foto original. 2021.03.04.jpg

Estruturámos as nossas vidas, para concretizarmos tal finalidade. Para levarmos a nossa Rainha, à vacinação. Que mora em freguesia do concelho do Crato, distante alguns Km.

No próprio dia de vacinação, 19 de Outubro, pelas 06h. 05’, recebemos novo SMS, para não nos esquecermos da vacinação às 09h.43’, em salão dos Bombeiros Voluntários do Crato.

Pelas 9h 30’, lá estávamos junto ao Salão dos Bombeiros Voluntários do Crato.

Surpreendemo-nos ver a porta fechada e ninguém esperando, como ocorrera nas anteriores vacinações. Dirigi-me ao portão. Um aviso afixado, informando que não haveria vacinação, porque não tinham vacinas! Para nos dirigirmos ao Centro de Saúde…

Surpreendente, no mínimo. Surpreendente, para ser simpático.

Não acha Caro/a Leitor/a?!

Houve uma evidente falta de coordenação entre os serviços centrais do SNS e os serviços locais, a Unidade de Saúde do Crato. Digo descoordenação, para não dizer outra coisa.

(Não sei precisar onde residiu a falha: se nos serviços centrais, se nos locais, se em ambos. Porque sermos lembrados às 6h.05’, para vacinação às 9h43’, quando não havia vacinas, não lembra ao tal…

Não sei se esta situação ocorreu a mais pessoas, nem noutras localidades.

Tem conhecimento de situações idênticas, Caro/a Leitor/a?!)

Valha-nos…

Igreja Misericórdia. Foto Original. 2021.03.04.jpg

Só desejo que em próxima convocatória haja maior precisão. Porque causou bastante transtorno, como é evidente.

Que haja muita saúde e vacinas suficientes para o processo ter continuidade, sem atropelos e falhas despropositadas.

(Fotos tiradas junto ao Quartel dos Bombeiros, em anteriores ocasiões.)

Montado e Serra em fundo!

Montado e Serra I. Foto Original. 2021.10.09.jpg

"Ao longe... a Serra!

Serra ao longe. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Uma miragem...

Serra miragem. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Duma impossível viagem!"

Montado e serra. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Os "versos" anteriores fazem parte de um poema que escrevi...há muitos anos!

Agora, exemplo de "Montado de Azinho"

Montado de azinho. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Montado de Sobro.

Montado de Sobro. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Uma árvore está truncada!

Um Sobreiro! O montado em fundo. E um vislumbre da Serra!

Sobreiro. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Obrigado pela sua atenção. Muita Saúde! Bons Passeios.

 

Pedras… Pedras… Pedras… Pedras… (IV)

Intervenções Humanas!

Neste postal nº 977, apresento imagens de rochas que, de algum modo, foram sujeitas a intervenções do Homem.

A primeira tem os cinco círculos que observamos e que são por demais intrigantes.

Pedra dos 5 círculos. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Terão sido elaborados há milhares de anos? Supostamente sim! Por que povos? Com que finalidades? Com que instrumentos? Que utilidade teriam?! Muitas mais questões poderiam ser levantadas. As respostas seriam certamente escassas.

Ainda tentarei limpar a pedra, para visualizar melhor os círculos.

A 2ª foto é de um muro de uma propriedade.

Muro tradicional. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Observe, S. F. F., o trabalho arquitetónico: a forma e a função / funções. O conjunto e as partes. As pedras e cada pedra, no respetivo lugar.

Na 3ª, umas escadinhas, para subir à pedra maior.

Escada de pedras. Foto Original. 2021.10. 09.jpg

Hei-de pedir ao proprietário para me deixar entrar no terreno, para observar e fotografar melhor. (Espero que não tenha cães bravos.) E, subir à pedra, se conseguir.

Na 4ª foto, também intervenção humana, no aproveitamento de um espaço natural para utilização funcional. Também trabalho antigo!

Pedras estruturadas. Foto Original. 2021.10.09.jpg

E este “corte”, nas pedras seguintes, terá resultado de intervenção humana?

Pedras cortadas. Foto Original. 2021.10.09.jpg

E estas pedras, aparentemente espalhadas a esmo, terão resultado de intervenções de humanos com vista a alguma utilização?

Pedras a esmo. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Terão constituído alguma estrutura funcional? Terão sido desativadas dessa primitiva função? ... ?...?

E, a “Pedra da Cantareira”!

Pedra da Cantareira. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Esta tem nome, que é designada, como mencionei. Tal como a propriedade que delimita. Não me pergunte porquê, que não sei!

Se visitar, respeite a Natureza! Não deixe lixo, SFF!

****

P. S. - O "Verão dos Marmelos" parece estar a terminar. Ontem, o céu esteve sempre coberto de nuvens. Hoje, um capacete cerrado de nuvens cobre completamente a Serra. Parece que chuviscou.

Saúde. Muita! E Obrigado!

 

Pedras… Pedras… (II)

Rolantes?! Roliças?!... Cogumelos Gigantes!

Rocha cogumelo I. Foto original. 2021.10.09.jpg

Neste postal, o novecentos e setenta e cinco, continuo divulgando imagens das rochas peculiares do Norte Alentejano. Neste caso, figurando Cogumelos! Gigantes!

Rocha cogumelo II. Foto Original. 2021.10.09.jpg

As focagens permitem perspetivas diferentes.

Rochas cogumelos I. Foto original. 2021.10.09.jpg

Rochas cogumelos. Outra perspetiva

Rochas Cogumelos II. Foto original. 2021.10.09.jpg

Nalgumas verifica-se intervenção humana. Estes granitos tinham muita utilidade e nem sempre a perceção dos povos sobre a Natureza é estética ou artística. Ou transcendental!

Rocha intervencionada. Foto Original. 2021.10.09.jpg

A maioria das vezes é utilitária.

Rochas e parede. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Mas, por vezes, essa intervenção resulta interessante esteticamente, como na quinta foto!

Outras Imagens e paisagens:

Cogumelos na paisagem. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Cogumelo com sobreiro em fundo. Brincando ao esconde, esconde.

Cogumelo e sobreiro. Foto original. 2021.10.09.jpg

Rocha cogumelo agindo na sua função decompositora sobre sobreiro morto!

Cogumelo e sobreiro morto. Foto original. 2021.10.09.jpg

Paisagem: Rochas cogumelos e sobreiros.

Paisagem e rochas cogumelos. Foto original. 2021.10.09.jpg

Rocha Cogumelo à sombra!

Rocha Cogumelo à sombra. Foto original. 2021.10.09.jpg

Gostou? Bonitas paisagens, não são?!

Faça passeios, pela sua Saúde.

Obrigado!

 

 

… a Caminho do Miradouro

Ao encontro do Pôr do Sol!

Pôr do Sol. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Por Terras de Régio - 2ª Parte

Nova vista do “Cabeço do Mouro”, de junto aos depósitos da água.

Cabeço do mouro. Foto original. 2021.08.02.jpg

Falda da Serra, a montante do Colégio.

Serra. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vê-se a crista da Cidade. Duas habitações antigas, em ruínas. E os campos com as ervas secas e as acácias “tostadas”, pelo efeito de produto que lhes aplicaram, a ver se as erradicam.

Ervas e acácias secas. A precisarem limpeza.

Ervas secas. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vista da Cidade, perspetiva de Nordeste.

Vista Cidade. Nordeste. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Tronco de sobreiro cortado, resultante de desbaste.

Tronco Sobreiro. Foto Original. 2021.08.02.jpg

Fazer desbastes aos pinheirais, que bem precisam, no Cabeço do Mouro.

Nova vista da Cidade, já no Passadiço e próximo do Miradouro.

Cidade vista do Passadiço. Foto original. 2021.08.02.jpg

Uma “Catalpa” ou “Árvore dos Feijões”...

Catalpa. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vendo-se, ao fundo, a entrada do Miradouro.

Um excerto do Miradouro e o pôr do sol.

Miradouro. Foto original. 2021.08.02.jpg

(Na imagem inicial, que titula o postal: o pôr do sol, na sua plenitude! A Norte  da Serra da Penha. Ainda era Verão! Agora, apesar de o calor lembrar o Verão, "Verão dos Marmelos", o sol já se põe mais a Sul. Já estamos no Outono.)

Estes postais, para além de mostrarem a beleza da Cidade de Régio, dos agradáveis passeios pelos campos, das vistas de conjunto ou de pormenor, também pretendem alertar para:

Necessidade de limpeza dos campos. As encostas acima do Colégio, todo o ervaçal seco e as acácias “tostadas” precisam ser cortadas.

As encostas do “Cabeço do Mouro” estão infestadas de pinheiros, imensa caruma no chão, matos. É urgente a respetiva limpeza. Os particulares / donos. Não intervindo estes, as Entidades Públicas devem intervir. INCF, Parque S. Mamede, Câmara Municipal, Bombeiros. O corte de todos aqueles pinheiros deve render uma boa pipa de massa!

Promover a caça dos javalis. Os parques naturais não podem ficar reféns de fundamentalismos ambientalistas, que impeçam a intervenção humana. Não se pode deixar tudo ao abandono, à espera do próximo incêndio devastador.

Criar centros de recolha de materiais lenhosos e herbáceos para centrais de produção de biomassa e energia subsequente. Criar unidades de produção de energia a partir da biomassa.

Nos terrenos a montante do Colégio e Hospital, onde as acácias pontificavam, plantar: sobreiros, azinheiras, carvalhos, medronheiros. Não plantar nem semear pinheiros. Pelo contrário, desbastá-los, cortar o máximo que puderem, especialmente os bravos. 

Obrigado pela sua atenção.

Votos de muita Saúde.

Faça bons Passeios e Passeatas. Não deixe lixo, SFF!

 

Passeio do Boi D’Água ao Miradouro!

Por Terras de Régio

No dia dois de Agosto realizámos uma passeata em conjunto. Depois, os afazeres têm dificultado esses passeios.

Fomos até ao “Boi D’Água”. Aonde já não íamos há algum tempo.

Vista do cerro a montante do Boi D’Água, onde pontifica o Cabeço do Mouro.

Boi D'Água. Foto original. 2021.08.02.jpg

Voltámos, para seguirmos na direção da Serra e passarmos junto dos depósitos de água.

Sinais de trajetos de javalis. Javalinices!

Javalinices. Foto original. 2021.08.02.jpg

É imperiosa a caça a estes bichos, apesar de alguns fundamentalismos, que acham que a bicharada deve proliferar a seu bel-prazer.

Planta que desconheço e que me intriga sobremaneira.

Planta desconhecida. Foto original. 2021.08.02.jpg

Frutos de giesta.

Frutos giesta. Foto original. 2021.08.02.jpg

Caídas no chão, as respetivas sementes. No Verão, são um maná para as ovelhas.

E as deliciosas amoras! Quem gosta? Quem gosta?

Amoras. Foto original. 2021.08.02.jpg

Vista da Cidade, no início do caminho para o Boi D’Água.

Vista Cidade. Foto original. 2021.08.02.jpg

Novos sinais de javalinices.

Javalinices. Foto original. 2021.08.02.jpg

Caro/a Leitor/a, ficamos por aqui, nesta 1ª parte de uma passeata realizada já em Agosto. Mas o calor que está, só lembra esse tempo. Para o bem e para o mal. Estamos no designado "Verão dos Marmelos".

Muita Saúde! E Obrigado!

 

 

Pôr do Sol na Aldeia!

Por do sol. Foto Original. 2021.09.01.jpg

1 de Setembro 21  

Pôr do sol. Adro. Foto Original. 2021.09.01.jpg

O pôr do sol é sempre aquele momento mágico do final do dia. Que acontece todos os dias, mas nem sempre com a majestade inerente a alguns dias especiais.

No dia um de Setembro, choveu bastante bem, na minha Aldeia. Mas, como é costume, ainda era Verão, de tarde, o sol veio luminoso, radiante. Esse tempo assim é benfazejo. Supostamente haveria um lindo pôr do sol.

E houve! As imagens documentam o facto.

Pôr do sol. Vale. Foto original. 2021.09.01.jpg

No Alentejo, esses finais de dias são sempre de nostalgia. Inigualáveis!

Mas é claro, também tenho saudades do Mar. E da Costa!

Pôr do sol. Costa. Foto original. 2020.08.24.jpg

Sim, mas esta foto final é do ano passado. Que, neste ano, pouco tempo houve de praia.

Haja Saúde! Que dias de praia ainda virão, se Deus quiser!

 

 

Eleições Autárquicas 2021 - Rescaldo

Inclusão e Tolerância!

Despedidas de Verão. Foto Original. 2021.09.19.jpg

No rescaldo das Eleições Autárquicas 2021, quero felicitar todos os envolvidos neste processo eleitoral. Não só os eleitos, mas todos os participantes nesta orgânica que englobou todo o País. (Bem sei que a grandessíssima maioria, se não a totalidade, é paga para o exercício dessas funções. Trabalhar pro bono acabou nos tempos de utopia, pós 25 de Abril de 74!)

Em primeiríssimo lugar, os cidadãos que votaram, exercendo o seu direito de cidadania, também obrigação. Mais deveriam ter votado. A abstenção foi muito elevada.

Dar os parabéns a quem foi eleito para o exercício de funções autárquicas.

Estas eleições são as que aproximam mais os cidadãos dos órgãos de soberania. Em todas as candidaturas conhecemos pessoas. Uns são nossos amigos, colegas de infância e adolescência, colegas de trabalho, outras pessoas com quem trabalhamos, vizinhos. Alguns familiares. Em todas as listas estamos ligados a alguém por laços de afinidades eletivas.

 

Choca-me a linguagem por vezes utilizada, o recurso a chavões, como “ganhar”, “perder”, “ganhou contra”, “contra tudo e todos”, derrota, vitória… a euforia, lógica e natural, mas exagerada, tantas vezes.

Figueiras da Índia. Foto original. 2021.05.24.jpg

Deve ser utilizada linguagem, promovidas atitudes e comportamentos mais inclusivos, mais tolerantes, mais positivos.

Quem foi eleito, foi-o para “servir” as populações que os elegeram, os territórios em que estão inseridos, sejam freguesias, concelhos, regiões.

Devem trabalhar em conjunto, e não uns contra os outros, para alcançarem objetivos que valorizem as comunidades na sua globalidade.

Servir e não servir-se! Gerir a autarquia, porque de um cargo de gestão se trata, sempre para melhorar.

Não conflituar desnecessariamente.

Quando há mudanças nos “gestores”, não deitar abaixo tudo o que os anteriores fizeram, só porque não. Dar continuidade ao que está começado ou a meio.

Não “fazer obra” só por fazer. Muitas obras devem ser intermunicipais, regionais.

Não é cada concelho ou freguesia querer um estádio de futebol emblemático para cada um, um centro cultural em cada sede de concelho. Muitos destes benefícios, que o são à partida e teoricamente, depois passam o tempo “às moscas”, mas sempre com os inerentes custos de manutenção, para além dos encargos financeiros da respetiva construção.

Rotundas nem se fala. Algumas perfeitamente supérfluas. Há sedes de concelho que é uma semeadura delas!

 

Houve algumas mudanças, umas esperadas, outras perfeitas surpresas. A comunicação social tem explorado bem o assunto. Para os meus lados, nas localidades a que estamos ligados, também houve de tudo.

 

Das nacionais, Lisboa foi talvez a maior surpresa. Mas continuo frisando que Portugal não é só Lisboa.

 

E o Interior, a que estou mais ligado afetivamente e que está mais desprotegido, também tem de ser olhado com outra visão.

Ao longo de vários postais tenho sugerido realizações, umas mais nacionais, outras mais regionais.

(P.S. - Fotos? Despedidas de Verão e Figueiras da Índia: metáforas)

 

Obrigado pela sua atenção.

Votos de muita saúde.

 

Frutos do meu Vale!

Rimando, em sotaque alentejano, com as “Flores do meu Quintal”!

(De Árvores com História!)

Amoras silvestres. Foto original. 2021.09.06.jpg

Estes frutos são maioritariamente de árvores que plantamos no Vale de Baixo, a partir de finais dos anos setenta. Muitas na década de oitenta. Eu, e meu Pai.

Mas resolvo titular o postal com frutos de uma planta silvestre: Amoras! Das silvas, balsas, balsedo...Quem não gosta de amoras silvestres?! “Minha amora negra…”

 

Figos de Pingo Mel.

Figos pingo mel. Foto Original. 2021.09.06.jpg

Ainda na figueira. É só colhê-los, Caro/a Leitor/a.

Mas para que não precise de se esforçar muito, ofereço este cesto de figos já colhidos. De pingo mel, verdeais, figo-rei...

Figos. Foto original. 2021.09.03.jpg

Saborosíssimos. À sua disposição. (Os figos são também de figueiras no Chão.)

 

Romã, ainda verde. Estarão boas lá para Novembro. Mês dos Santos.

Romã. Foto original. 2021.09.06.jpg

Romãzeira.

Romãzeira. Foto original. 2021.09.23.jpg

De um ramo de árvore do quintal da minha Avó Carita.

 

Marmelos

Marmelos. Foto original. 2021.09.23.jpg

De marmeleiro que veio de Peso de Régua. Um colega me trouxe uns bacelos, quando trabalhei no Cartaxo, em 84/85.

 

Gamboas

Gamboas. Foto original. 2021.09.06.jpg

Dióspiros

Dióspiros. Foto original. 2021.09.23.jpg

De árvore que comprei em feira, no Cartaxo, 82/83/84 (?), que trouxe, de comboio, até ao Apeadeiro da Mata e posteriormente plantei no local onde ainda permanece. Muito produtiva, habitualmente. Agora, ainda não estão maduros. Mas dentro de uma ou duas semanas, alguns já estarão prontos a saborear. Vão amadurecendo gradualmente durante Outubro e Novembro.

 

Imagem final e global de parte do Vale de Baixo.

Vale de Baixo. Foto original. 2021.09.23.jpg

Bem no centro, ao fundo, meio escondida, a torre da Igreja Matriz. As árvores: lado esquerdo, ramos de salgueiro; ao centro e fundo, marmeleiros e freixo. À direita, figueira de pingo mel, diospireiro e romãzeira. O poço que o Pai mandou construir e em que também trabalhou, juntamente com Ti Marcelino e Padrinho Joaquim. Talvez mais alguém que não sei. Nos finais dos anos setenta.

 

Eleições Autárquicas 2021 - Campanha(s)

Haja Paciência!

Grafiti Almada. Foto Original. 2019.07.13.jpg

Anda tudo numa grande azáfama, por aí.  Não haverá localidade deste nosso País em que não andem caravanas de candidatos a cargos e funções em freguesias, câmaras.

É bom sinal, que é uma forma de exercício da Democracia.

Mas… por outro lado, será apenas uma perceção minha, ou muito boa e santa gente anda por ali mais para ganhar protagonismo? Para dar nas vistas? Para eventuais e futuras benesses?!

Faz-me confusão que haja câmaras, com candidaturas até à dezena ou quase.

As promessas são mais que muitas. Anda por aí uma “bazuca” que é uma espécie de varinha de condão. Vai permitir fazer tudo e mais alguma coisa. De repente vão surgir verbas de todo o lado e vai-se construir tudo o desejado e pensado. Até os sonhos mais sonhados vão ser realidade a curto prazo.

Tanta publicidade. Tanta papelada. Tantos outdoors. Chamar-lhes ia antes “fora de portas”. Porque são um exagero. Não vejo necessidade de tanta poluição visual.

Costa Caparica. Foto original. 2020.08.24.jpg

Numa das minhas Cidades, “Cidade de Rio e de Mar”, para além desses fora de portas há uma quantidade de “outDores” anunciando “Obra” em todo e mais algum “buraco” que esteja espalhado pelo Concelho. Alguns desses “buracos” são monos que por ali estão, há dezenas de anos, englobando vários períodos de gestão autárquica.

Pois, em todos, caso ganhe determinada força política e candidata… “Vamos ter obra”! É só obrar!

E não gostando de ver tantos e tantos cartazes e outdoors, menos gosto ainda de ver cartazes rasgados ou grafitados. Pese embora eles possam ser realmente exagerados em quantidade e enormidade. Mas não devem ser destruídos.

E, sim, logo que acabe a campanha eleitoral, devem ser removidos o mais rápido que puderem. O que muita vez não acontece, que ficam por ali esquecidos.

Portalegre. Foto original. 2021.04.05.jpg

Noutra das minhas Cidades, “Cidade de Régio”, na 5ª feira ao final da manhã, deparei-me com uma caravana que subia a “Rua do Comércio”, mesmo ao cimo, para lá do Conservatório. Muita gente jovem, por sinal.

(Agora, muita juventude adere a algumas forças políticas, mais ligadas ao Poder. Dizem que é uma forma de se “aparelharem”. Dizem!)

Desviei-me. Segui pela “Rua da Paciência”. Sugestivo o nome!

Sobre a “Rua do Comércio”, é como quem diz. Que essa nomenclatura é para apenas uma parte dela e o comércio já se foi, há muito.

E não é de agora. Nem das últimas eleições. Foi um derivar do comércio para as proximidades da “Zona Industrial”. Decisões de há anos…Onde concentraram uma data de grandes superfícies.

Para os Senhores e Senhoras Candidatos/as, já deixei sugestões noutros postais.

Portalegre. Foto original. 2021.02.16.jpg

Por agora e por aqui me fico. Ficam as mensagens. Esperemos que os mensageiros as levem aos destinos certos!

Portalegre. Foto original. 2021.06.14.jpg

Obrigado pela sua atenção e votos de muita Saúde! 

Portalegre. Foto original. 2021.06.14.jpg

 

 

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