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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

A "gadanha" andou no "Vale de Baixo"!

Aldeia da Mata - "Vale de Baixo"

Anteontem, andaram gadanhando o feno no "Vale de Baixo".

As imagens ilustram o facto.

***

Parte Leste do "Vale de Baixo":

20240523_191749.jpg

(Observam-se os ícones de Aldeia: a Torre Sineira e a Araucária.

(Ao centro, o Eucalipto que o meu Pai plantou e, no lado esquerdo, uma Azinheira, nascediça entre pedras. Também se observam algumas oliveiras centenárias e outras árvores menos destacadas - catalpas, grevília, carvalhos.)

Parte Sudeste do "Vale de Baixo":

20240523_191718.jpg

(A foto anterior, de certo modo replica a primeira, realçando um dos ícones de Aldeia - a Torre Sineira. Mas a razão da respetiva publicação é destacar o Pinheiro Manso, que está em verdadeiro crescimento.)

A Amoreira da Barca D'Alva!

20240523_191327.jpg

(Carregadinha de amoras, em diferentes estádios de maturação. Um maná, um hipermercado de fruta, para a passarada. Um ver se te avias de melros, estorninhos, pegas azuis - uma novidade relativamente recente - praticamente foi no ano passado que tenho vindo a observar estas aves - e outros pássaros, passarinhos e passarocos, que desconheço.)

A parte Oeste do "Vale de Baixo":

20240523_190913.jpg

(Observam-se as leiras de feno cortado e respetivos espaços onde a máquina gadanhou.

No final da imagem, também término sul da propriedade, limitado por oliveira e pinheiro manso.

No lado esquerdo da foto, o conjunto formado pelo marmeleiro, a amoreira branca e o chorão, formando uma unidade.) 

A parte central do "Vale de Baixo":

20240523_190812.jpg

(A montante das leiras de feno gadanhado, observa-se, no lado esquerdo - Leste - o renque formado pelo choupo e pelos freixos. No centro, o salgueiro. E, na direita - Oeste - o conjunto constituído por um marmeleiro, a amoreira branca e um chorão. Parecendo uma árvore única!)

***

Quem andou a gadanhar?

O jovem que é o dono do Monte da Nave. Com uma potentíssima máquina. Não cheguei a tirar foto!

Um trabalho digno de realce e que proporciona estas geometrias estriadas no espaço!

 

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