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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

O Pote da Fortuna!

O Vaso do Dinheiro!

Vaso do Dinheiro. Foto Original. 2021.04.02.jpg

Pote, vaso, bacio, penico, vaso de noite, … chame-lhe o que quiser.

Numa das minhas deambulações, passeatas pelos campos, deparei com este insólito achado.  Perdida a função utilitária, o valor de uso, foi por ali abandonado. Ficou a apanhar "moedas".

Será uma Metáfora?! Uma Ironia?! Uma pitada de Humor?!

Caro/a Leitor/a, faça a leitura que muito bem entender.

Poderá reportar-se, metafórica, irónica, humoradamente, para o resultado, para o desempenho da Seleção Nacional ou para os respetivos, correlativos e associados, que muito bem lhe aprouver.

Ou para uma “Obra de Arte”, a chamada “Trash Art”. Aqui só a Natureza interveio, construindo, produzindo esta Obra. Pouca intervenção humana, para além do “despejar o bacio”.

Não é bem feito despejar lixo em qualquer lado, mas neste caso ter-se-á reportado a épocas em que ainda não haveria recolha de lixo… Digo eu… sei lá!

Haja Saúde! Não nos falte a boa disposição, nem o sentido de Humor!

 

Eleições Legislativas antecipadas?!

Não, Obrigado!

(Política e Politiquices!)

Pela minha parte, dispensava completamente que houvesse eleições antecipadas.

Será perceção minha ou todos os partidos, a modos que estavam pugnando para que o orçamento não fosse aprovado e viessem as eleições?! Todos com exceção do PAN e de alguns deputados a nível individual que tiveram o bom senso de se abster.

Atitude que outros partidos também poderiam ter tido. Tanto da dita esquerda parlamentar como da respetiva direita. Sim, porque se os partidos se centrassem nos interesses do País, porque não haveriam de viabilizar a aprovação do orçamento?! E porque não haveriam de se abster todos?! Que viessem eleições, sim, mas na altura própria.

Um País que está como está, endividado, que interesse para o País, advém de se ir gastar uma dinheirama em “propaganda” eleitoral?!

E Sua Excelência o Senhor Presidente da República antecipou-se desde logo a cenários desnecessários ou seria melhor que muitas e santas vezes se resguardasse mais um “poucochinho”?!

Não teria sido melhor que se situasse apenas enquanto Presidente?! Que se abstraísse da sua condição de Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, das suas antigas funções de político e partidário e ainda mais da de comentador televisivo?! Isto digo eu, que não sei nada.

Só sei que o País pouco ganhará com este cenário de eleições antes do tempo.

Não haveria outro modo de resolver o assunto?!

O Senhor Primeiro-Ministro começou logo a fazer campanha, mal houve a desaprovação do orçamento. E a pedir maioria absoluta? Mas que nos interessam maiorias absolutas com gente que não quer negociar com os outros partidos?! São sempre de más memórias.

E porque não fizeram acordos credíveis e viáveis, preto no branco, no papel, logo à partida?! Com os partidos com que se sentissem mais identificados. Porquê este “navegar ao sabor da maré”, sem uma definição de princípios e objetivos que melhorem a condição do país?!

Estamos…. Estou farto de eleições desnecessárias que só interessam às estratégias partidárias e aos respetivos líderes efetivos ou putativos. Este ano já tivemos presidenciais e autárquicas.  Cada uma no seu tempo e respetivo modo. Bastava-nos! No tempo próprio viriam as legislativas.

Agora já “anda tudo aí de rabo alçado”, a mandar vir uns com os outros. Até, internamente, alguns partidos são verdadeiros “sacos de gatos”!

Gatos. Foto Original. 2021.10.28.jpg

E, a propósito de gatos, ilustro com foto recente, dos gatinhos do meu quintal que, por enquanto, se dão mui bem.

Gatos gatinhando. Foto original. 2021.10.28.jpg

Também continuo sem saber se são gatos, se gatas, se gato e gata! Eles ou elas que se amanhem!

Gato maltês. Foto Original. 2021.10.28.jpg

Tenho dito! A Saúde é que nos move.

A chuva já chegou. Está cá desde sexta, dia vinte e nove.

Dos Marmelos, já se foi o Verão.

Falta o  do Martinho: Santo ou São?!

 

Pedras… Pedras… Pedras… (III)

Rolantes? Roliças? Cogumelos?...

Intervenções: Naturais!

Neste postal, apresento imagens de rochas que, de algum modo, foram sujeitas a intervenções. Do Homem, ou da própria Natureza. Esta, aliás, modelou-as a todas, de alguma forma. Podendo o Ser Humano ter intervindo também, de alguma maneira.

Neste Postal Nº 976, apresento rochas predominantemente "intervencionadas" naturalmente!

 Acho-as muito peculiares. Até as batizei! Se quiser, também lhes pode acrescentar nomes. SFF!

A seguinte, intitulo-a de: “Beijo”!

Rocha Beijo. Foto original. 2021.10.09.jpg

Esta de: “Marrada”!

Marrada. Foto original. 2021.10.09.jpg

“Pedra Parideira??”!

Pedra Parideira. Foto Original. 2021.10.09.jpg

“Dedos de Gigante: Impressão Digital”!

Impressões digitais. Foto Original. 2021.10.09.jpg

A "Baleia"!

Rocha Baleia. Foto Original. 2021.10.09. jpg

 

Sobre esta não lhe encontrava um título adequado. Mas acho-a original. Entretanto ocorreu-me, talvez "Crokete"ou "Pastel de Bacalhau"!

Croquete. Foto Original. 2021.10.09.jpg

A verdadeira "Pedra Parideira" ou a "Galinha dos Ovos de Pedra"!

Pedra Parideira. Foto Original. 2021.10.09.jpg

Obrigado pela sua leitura.

Quer tentar batizá-las também?!

Se visitar, respeite a Natureza. Não deixe lixo, SFF!

 

Euro 2020 ou Euro 2021?!

Futebol, futebóis…e outros arrebóis

Se calhar, uma série de disparates desconexos!

 

Malmequeres. Foto original. 2021.05.jpg

 

Começo por referir que pouco percebo de futebol.

Gosto de ver alguns jogos.

Gosto que Portugal ganhe e que jogue bem.

Também gosto do Benfica.

Gosto que as equipas portuguesas ganhem às estrangeiras.

Embora, atualmente, cada equipa portuguesa seja tão ou mais estrangeira que as ditas como tal. Enquanto nas da estranja podem jogar mais portugueses que nas nacionais. Enfim… Questões da globalização e do mercado dos futebóis.

Que o diga Ronaldo, Rei Naldo dos futebóis, na estranja, que só jogou em equipa portuguesa, no início de carreira. Mas que é imprescindível e motor de combustão na nossa seleção.

E, sim, sou fã de Ronaldo, e desejo que ele bata os recordes que puder, neste Euro. (2020? Ou 2021?)

E, até agora, ainda não vi nenhum dos jogos.

Comecei por embirrar com o aproveitamento de "politiquices" das nossas “governanças”. A deslocarem-se para aqui e para ali, para verem os jogos…ao vivo e a cores. A cores?!

Numa fase em que a Vida de tanta e tão boa gente, está no preto e no branco. E, sim, não apenas por causa da Covid, mas também por isso.

Por isso mesmo se exigiria um pouco mais de recato.

E, amanhã, também não sei se irei ver o jogo com a Bélgica.

Que não quero presenciar o mesmo que ocorreu com o Uruguai, em 2018, no Mundial na Rússia. Vai fazer três anos (30/06).

Bye, Bye, Uruguai”, poesia que escrevi, inspirado no universo futebolístico.

 

E, a propósito de Poesia, a SCALA, hoje, vai organizar a Tertúlia “Poesia à Solta”. Desejo tudo do melhor aos Tertulianos e Scalanos. Muita Saúde. Que a Poesia é sempre engrandecida!

 

Voltando aos futebóis… Euro 2020 ou 2021?!

Também não conto ir a Sevilha. Nem percebo, no contexto em que vivemos, que haja gente importante e bem pensante (!), que pense nisso.

Ir a Sevilha?!

Se for… não se esqueça, de levar castanholas. E trazer caramelos… (Isso era antigamente, e era de Badajoz!)

Também não entendo este modelo em diversos países. (Herança de Platini?! Ora bem…) Deambular de seleções, ademais com a Covid, outras jogando em casa… E público nos estádios… Bem sei que futebol sem público, nem é bem futebol! Mas, e a Covid?!

E também discordo que o “Reino Unido” nestas coisas de desporto esteja dividido. Unido para umas coisas, desunido para outras. Eu percebo. São resquícios ainda do “imperialismo britânico”.

E fico por aqui. Euro 2020 ou 2021?!

E que Portugal ganhe, claro.

(Foto: um campo pleno de bem-me-queres! Que a seleção nos proporcione um dia assim belo, como este campo de malmequeres. Ou bem-me-queres?!)

 

Em Abril… Águas de Bacalhau!

Aí está Abril… em todo o seu peculiar esplendor!

Foto Original. Primavera é esperança 2014. jpg

 

O mês de Abril proporciona alguns ditos proverbiais, no respeitante ao tempo meteorológico, que este ano se têm materializado.

Em Abril… águas mil! Gravanadas de Abril… Ou “Granizadas de Abril”?!

 

De facto, estes dias de Abril têm sido característicos nesses aspetos.

Hoje, tem estado a chuviscar. Saí de guarda-chuva.

Ontem, esteve mais ou menos. Mas ao entardecer dizia que choveria, quando fui ao supermercado.

No domingo, dia onze, esteve um dia maravilhoso de sol e temperatura amena. Um sol agradabilíssimo, calor, até! Deu para um passeio rápido até ao Boi D’Água. E fizemos uma viagem ótima.

Já, no sábado, dia dez, houve verdadeiras tempestades, chuvas torrenciais, granizadas, imensa destruição, por esses campos e caminhos.

 

Na sexta-feira, dia nove, também aconteceu enorme tempestade. Do tempo meteorológico não me lembro, terá variado conforme os locais, certamente… Mas a nível da “Res Publica”, uma verdadeira saraivada, granizada, trovoada política!

 

Na quinta-feira, dia oito, chuva a potes, trovões, relâmpagos.

Já no dia um, primeiro de Abril, falo mesmo a sério, apanhei uma valente “cacada de água”, enquanto fui aos espargos. Cheguei a casa todo repassado.

Nos outros dias não me lembro muito bem, mas têm sido muito variados.

Certo, certo, é que a Primavera dá uns dias de Verão, outros de Inverno, tal como afirmam os ditados.

Malmequer no Inverno. Foto Original. 2020. 01. jpg

Na sexta, dia nove?! Bem! É mesmo: Em Abril… águas de bacalhau! Ou então: “A montanha…” Cala-te, boca. Isto sem qualquer ofensa.

Tanto trabalho dos profissionais envolvidos, tantos anos, meses, dias, horas de pesquisa, de leitura, de análise, reflexão, tantos crimes que constavam na acusação, tantos arguidos!

Dos 189 crimes que constavam na acusação vão 17 a julgamento! Dos 28 arguidos, irão 5!

Tudo isto, e somente, como resultado da fase de instrução do celebérrimo megaprocesso designado por “Operação Marquês”.

Não percebo nada dos mecanismos legais inerentes a estas “coisas públicas”.

Como qualquer cidadão, fico unicamente surpreendido. Ou talvez não! Infelizmente já estamos tristemente habituados que estes mega processos, envolvendo gente poderosa, deem “em águas de bacalhau”…

O que sucedeu a tanta página sobre o assunto para dar este resultado?! Mais de seis mil páginas! Não ponho em causa o trabalho de quem esteve envolvido, como é evidente, ademais nada percebo… Mas que “fico com a pulga atrás da orelha”, fico.

 

Quanto ao dito cujo, sujeito principal deste megaprocesso, nunca beneficiou das minhas simpatias, friso!

*******

(Fotos Originais. A última está desfocada. Nestes assuntos, por vezes não haverá enfoque, mas talvez desfoque. Digo eu. Sei lá!

Se utilizar as fotos, por bem, noutro contexto, cite a origem, SFF!)

 

“O Milagre das Rosas” (III - Epílogo)

E o que guardava a Rainha no regaço?!

Rosa rosa. Foto original. 2020.01. jpg

Pois. Finalmente, a Rainha Santa, Dona Isabel, resolveu-se a largar o avental, abrindo o regaço…

E o que saiu, que tão ciosamente a Rainha guardava?!

 

Pois… Nem pães, nem rosas.

O que caiu do regaço da Rainha foram… pasme-se, segure-se, Caro/a Leitor/a… centenas, milhares e milhares de raspadinhas. (Nem mais, nem menos!)

 

E a populaça, gritando “Milagre! Milagre!”, atirou-se aos papéis das raspadinhas. Que caíam do regaço da Rainha, esvoaçavam pela muralha e barbacã, e eram tantas e tantas, que até os cavaleiros desmontaram dos seus cavalos e se puseram a arrecadar os quadradinhos, alguns logo começaram a raspar, julgando que, na presença da Rainha Santa, teriam mais sorte e lhes calharia alguma premiação mais sortuda.

Enfim, um frenesim, a que só escaparam a Rainha e o Rei. Que até as damas também entraram no jogo.

(Bem, os cavalos também não entraram na jogatana!)

raspadinha. in. jogossantacasa.pt.jpg

E esta Caro/a Leitor/a é a estória vera, verdadeira, do celebérrimo “Milagre das Rosas”, adaptada aos tempos de hoje.

 

(Me perdoem os/as mais puristas destas coisas da História…)

 

Moral da estória: Deste modo, a Rainha Santa ajudou a Santa Casa!

 

(imagem raspadinha: in. jogossantacasa.pt)

 

“O Milagre das Rosas” (II)

“São rosas, meu senhor, são rosas…”

Rosa de Alexandria. Foto Original. 2019. 05. jpg

Voltamos às perguntas do Rei, Dom Dinis, a Dona Isabel, a Rainha.

E às respostas.

Face à primeira, “- Onde ides…?”, a Rainha foi lesta, expedita.

- Pois saiba, meu Senhor e Rei que eu e minhas damas de companhia e de corte vamos a um “passeio higiénico”, aspirar uns ares puros da serra e brisas do mar. (Isto supondo que estaria em Óbidos). Não queremos saber de confinamentos, aliás, ninguém quer saber.

Rosas. Quintal. Foto original. 2020. 05. jpg

E que levais no regaço? Repetiu Sua Alteza Real, Dom Dinis.

Rosas. Alagoa. Foto original. 2020. 04. jpg

Esta é que era a questão fulcral, pois toda a gente sabia que a Rainha era uma esmoler, que dava a pobres e necessitados e o Rei um sovina, que achava que ela delapidava o tesouro real, com uns papo secos que ia distribuindo aqui e ali, pelas terras onde se deslocava a corte.

E essa fora a razão pela qual Dinis antecipara a sua vinda das javalinas.

E qual a resposta de Dona Isabel? (…)

Rosa grená. Foto Original. 2018. 07. jpg

Um murmúrio de vozes foi ecoando…

São rosas, senhor, são rosas… São rosas, senhor, são rosas… São rosas, senhor, são rosas…

O povoléu, incomodado com a interpelação do rei e querendo defender e ajudar a rainha, que estimavam e também sabedor da necessidade dos pãezinhos que lhes matavam a fome, recitava esta cantilena ancestral, pois também todos conheciam a estória do milagre.

“São rosas, senhor, são rosas…”

 

O Rei - o homem, Dinis, estava atónito, com aquele vozear em surdina pela barbacã, ecoando nas muralhas do castelo palaciano.

 

E a Rainha, continuava segurando o avental carregado e arrebanhado no regaço.

 

(E, agora, Caro/a Leitor/a, façamos um pequeno interregno, para nos questionarmos.

Acha que a Rainha, Dona Isabel, a Rainha Santa, trazia pãezinhos ou eram realmente rosas?!)

 

 

Bancos Interditados!

De confinamento, conversados!

Bancos Interditados. Foto original. 2021. 02. 13. jpg

As fotos apresentam um panorama comum a muitas das cidades, vilas e aldeias de Portugal.

Praça F. L. Graça. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Bancos, (de sentar), impedidos de exercerem a sua mais banal e primitiva função. Permitirem aos habituais caminhantes, descansarem os cus no tabuado.

Centro de Saúde. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Com esta coisa da Covid, o pessoal das conversadeiras de café, não só não tem os ditos cujos, nem as proverbiais esplanadas e nem sequer os bancos de jardim!

 

A mim não me faz qualquer diferença. Gosto de caminhar, mas não tenho hábito de me amesendar em quaisquer dos citados utensílios.

 

E, sim! Se estamos de confinamento não é hora, nem tempo de abancar. (O tempo até tem estado de chuva! Que também nunca mais acaba! Já estamos fartos de tanto chover!)

 

E sobre o confinamento, sim, aguentem-se até depois da Páscoa. Depois, sim, iniciem o desconfinamento, mas gradual e de forma faseada.

 

E estudem bem os assuntos, aliás têm tido muito tempo para isso. Não façam as coisas precipitadas e atabalhoadas.

 

E por aqui me fico!

 

E sobre bancos, os que precisavam de serem interditados, bem sei eu quais são.

Ai! As comissões… as comichões que me fazem!

*******

As fotos?!

Bem... As fotos seguirão quando o sistema me permitir efetuar a transferência do computador para o postal. Ultimamente anda com imensa dificuldade em efetuar essa operação. Não sei o que se passa. Bem sei que as fotos não são por aí além... mas funcionam como documentais. Tenho que perguntar à Equipa SAPO. 

Bem... Finalmente! Já depois das 21 horas e após uma viagem, e consequente mudança de local, consegui transferir as fotos documentais, para o postal. 

Obrigado pela atenção e amabilidade de ler este postal. Votos de Muita Saúde!

 

Deixem o Alentejo em Paz!

Portalegre. Foto original. 2021. 01. jpg

Presidenciais 2021: Rescaldo, ainda!

Ramalhete de Questões: 7º de 2021

 

Algumas Questões que formulo a quem de direito:

Ventura teve maior percentagem eleitoral em que concelhos Alentejanos?!

Haverá alguma relação com o respetivo discurso contra determinada etnia e a existência de comunidades desse grupo étnico nessas localidades concelhias?

Terá algo a ver com etnocentrismo, discriminação, estigmatização? Algo com racismo? Não? Há racismo em Portugal?

E as políticas de Integração?! E as condições em que vivem as comunidades?!

Mas para quê tanto ódio?! Tanta divisão? Tanto exacerbamento! Ademais neste contexto pandémico em que estamos todos sujeitos ao mesmo.

Quem quer ser Presidente, tem de unir! Estruturar laços entre os Portugueses. Não desuni-los.

Interessante agora que, na América, Trump perdeu as eleições, surja em Portugal um aprendiz dos respetivos métodos, invocando também dádiva de Deus. Absurdo! Até nestes aspetos Portugal anda atrasado! 

Aproveito para felicitar Joe Biden. (Não vá ele ler o blogue… e este "fique mal na foto".) 

Ainda…

As sociedades e os diversos contextos sociais são imutáveis? Serão ou não naturais as consequentes mudanças na orientação de voto?

E ainda no Alentejo, de que tanto se tem falado…

No distrito de PortalegreAlto Alentejo - qual o partido que foi maioritariamente vencedor nas diferentes legislativas, ao longo destes quase cinquenta anos de Democracia?

Que partidos têm dado “Deputados à Nação”, a partir do Distrito?

Não esqueça também que Ventura foi 2º lugar em mais distritos, para além dos Alentejanos.

E lembrar ainda: Na legislatura em vigor, ele foi eleito deputado pelo Alentejo?

 

Deixem o Alentejo em Paz! Se Fazem Favor!

Visitem, sim, mas quando isto da Covid acabar.

Até lá, vão tirando as vossas Selfies, mas nos vossos confinamentos! SFF!

 

(Notas Finais:

Não esquecer também que os dados eleitorais são apresentados percentualmente face aos votantes e a abstenção ultrapassou os 60%. Logo, os eleitores votantes foram menos de 40%.

E ao "sétimo" ramalhete, "descanso"!

E... este postal segue o "politicamente correcto".)

O Sítio do Picapau Amarelo

Sítio de “ver as vistas”!

Sítio PicapauAmarelo in. pinterest.pt.jpg

(in. pinterest.pt)

Neste postal, 799, vou também entrar num tema na moda, tal como referi no postal anterior. Compreende-se! É uma das minhas Cidades. De Rio e Mar! Tem vistas lindíssimas da Capital, do Tejo, do Mar da Palha, da Ponte, da Foz do Rio... Locais incomparáveis, como a Casa da Cerca, aqui documentada. Quinta de Almaraz! Também no Bairro Amarelo!

(Próximo postal: 800! Surpresa especial.)

 

Mas o título desta missiva é: Sítio do Picapau Amarelo. Acompanhei esta série há alguns anos. Uma delícia! Também já aqui citámos Monteiro Lobato, a propósito de Tieta. E que tem isso a ver com Almada?! (…)

 

Quem exerce cargos públicos de relevância está a ser permanentemente escrutinado. Então nestes tempos de telemóveis topo de gama, redes sociais e todos os quejandos virtuais… Não me vou alongar nestes considerandos.

 

Vou apenas tentar propor um exercício de ironia sobre o assunto.

As afirmações, as atitudes dos nossos políticos proporcionam verdadeiros quadros das célebres “Revistas à Portuguesa”.

 

Imaginem transpor a partir das afirmações da Senhora Dona Inês, um quadro de humor, contextualizado a partir da série mencionada.

Não vou escrever a rábula, que as minhas capacidades não chegarão a tanto.

Proponho a distribuição de papéis da série, por personagens da política, nacional e local.

 

Dona Benta: Senhora Dona de S. Bento, num papel trasvestido, peculiar nas Revistas.

A Narizinho seria Dona Inês, para não meter o nariz onde não é chamada.

Pedrinho, precisamente, o peculiar Pedro, passando o tempo a faltar às Aulas de Cidadania, que o Pai não lhe dá cavaco para assistir.

Emilinha?! Pois só poderá ser Dona Emília, nem era preciso mudar o nome.

Visconde de Sabugosa? O Senhor Maestro, que tão boa música nos tem dado, Pai de Dona Inês.

 

A Cuca? Dependerá de vários aspetos. Se atentarmos na ideologia e face ao que vivemos atualmente, será essa chaga que por aí anda a atormentar as gentes. Noutra perspetiva ideológica, bem poderá ser outro papão qualquer. Dependerá do guionista. E já agora do produtor, financiador, patrocinador da Revista. Que poderá ser ópera – bufa, desfile carnavalesco ou programa de humor televisivo.

 

Dos personagens principais, falta-me atribuir o papel de Tia Nastácia.

E também gostaria de atribuir o de Saci.

E faltam vários e interessantes papéis mais secundários.

 

Disse não tratar das falas, guião, roteiro, mas… tenho que informar que, Dona Benta, Dona de S. Bento, mandou dizer a Dona Inês, através do Saci, que não se ficasse por Almada, “só a ver as vistas”. Senão vem o Papão / Dona Cuca e tira-lhe o mandato!

E também que não se mudasse para o Sítio. Para não haver especulação imobiliária, nem aumento das rendas!

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