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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

O Sítio do Picapau Amarelo

Sítio de “ver as vistas”!

Sítio PicapauAmarelo in. pinterest.pt.jpg

(in. pinterest.pt)

Neste postal, 799, vou também entrar num tema na moda, tal como referi no postal anterior. Compreende-se! É uma das minhas Cidades. De Rio e Mar! Tem vistas lindíssimas da Capital, do Tejo, do Mar da Palha, da Ponte, da Foz do Rio... Locais incomparáveis, como a Casa da Cerca, aqui documentada. Quinta de Almaraz! Também no Bairro Amarelo!

(Próximo postal: 800! Surpresa especial.)

 

Mas o título desta missiva é: Sítio do Picapau Amarelo. Acompanhei esta série há alguns anos. Uma delícia! Também já aqui citámos Monteiro Lobato, a propósito de Tieta. E que tem isso a ver com Almada?! (…)

 

Quem exerce cargos públicos de relevância está a ser permanentemente escrutinado. Então nestes tempos de telemóveis topo de gama, redes sociais e todos os quejandos virtuais… Não me vou alongar nestes considerandos.

 

Vou apenas tentar propor um exercício de ironia sobre o assunto.

As afirmações, as atitudes dos nossos políticos proporcionam verdadeiros quadros das célebres “Revistas à Portuguesa”.

 

Imaginem transpor a partir das afirmações da Senhora Dona Inês, um quadro de humor, contextualizado a partir da série mencionada.

Não vou escrever a rábula, que as minhas capacidades não chegarão a tanto.

Proponho a distribuição de papéis da série, por personagens da política, nacional e local.

 

Dona Benta: Senhora Dona de S. Bento, num papel trasvestido, peculiar nas Revistas.

A Narizinho seria Dona Inês, para não meter o nariz onde não é chamada.

Pedrinho, precisamente, o peculiar Pedro, passando o tempo a faltar às Aulas de Cidadania, que o Pai não lhe dá cavaco para assistir.

Emilinha?! Pois só poderá ser Dona Emília, nem era preciso mudar o nome.

Visconde de Sabugosa? O Senhor Maestro, que tão boa música nos tem dado, Pai de Dona Inês.

 

A Cuca? Dependerá de vários aspetos. Se atentarmos na ideologia e face ao que vivemos atualmente, será essa chaga que por aí anda a atormentar as gentes. Noutra perspetiva ideológica, bem poderá ser outro papão qualquer. Dependerá do guionista. E já agora do produtor, financiador, patrocinador da Revista. Que poderá ser ópera – bufa, desfile carnavalesco ou programa de humor televisivo.

 

Dos personagens principais, falta-me atribuir o papel de Tia Nastácia.

E também gostaria de atribuir o de Saci.

E faltam vários e interessantes papéis mais secundários.

 

Disse não tratar das falas, guião, roteiro, mas… tenho que informar que, Dona Benta, Dona de S. Bento, mandou dizer a Dona Inês, através do Saci, que não se ficasse por Almada, “só a ver as vistas”. Senão vem o Papão / Dona Cuca e tira-lhe o mandato!

E também que não se mudasse para o Sítio. Para não haver especulação imobiliária, nem aumento das rendas!

A Teia de Aranha

Cicuta? Foto original. 2019. 05. jpg

Futebolices… Politiquices… Séries… Spin Doctor!

Argoladas!

Este postal era para ter sido designado “A Estratégia da Aranha”, mas como o título não seria original, reportando-se ao célebre filme de B. Bertolluci, resolvi mudar para “Teia de Aranha”.

Rosa Loureira. Foto Original. 2020. 08. jpg

Volto ao tema do célebre triunvirato, agora tão falado, a propósito de uma comissão de honra, de uma candidatura à presidência de um celebérrimo e glorioso clube de futebol.

Discordo em absoluto das promiscuidades de futebol e política, que designo habitualmente por futebolices e politiquices. Andam demasiado interligados e precisam de ser separados.

 

Voltando aos triúnviros. Se eu tivesse jeito para elaborar um cartoon, gostaria de criar um sobre o assunto. Uma teia de aranha, em que no centro colocaria uma aranha e, presas na teia, duas moscas.

Mas sou sincero. Não sei bem quem colocaria como aranha e quem colocaria como moscas.

 

Agora sobre séries, que subintitula o postal.

 

Se houve série que gostei de ver na RTP2, foi “Borgen”. Já passou várias vezes neste canal e também noutros. Foi este seriado que, de certo modo, me “enfeitiçou” no acompanhar das Séries RTP2 e também me agarrou na escrita sobre as mesmas. Que tenho continuado praticamente desde que iniciei o blogue, mas que não fora um tema previsto à partida. (A preferência dos/as leitores/as foi a motivação primeira. Obrigado!)

 

Em “Borgen” figurava um personagem designado por “spin doctor”. Um assessor da Primeira Ministra, que a ajudava, em múltiplas circunstâncias, para que não fossem cometidas gaffes, que a desprestigiariam.

Em Portugal não há assim uma figura personificada que ajude o Senhor Primeiro Ministro?!

Muito sinceramente, neste ano tão peculiar, e por isso mesmo, tenho acompanhado a atuação política com um pouco mais de atenção. Principalmente após a eclosão de Covid.

Inicialmente houve uma atuação muito assertiva. Mas principalmente com o designado “desconfinamento”, não sei se por Portugal ter sido tão gabado, muitas ações públicas caraterizaram-se pela desconexão, pela incongruência, por vezes desadequadas. Infelizes, em suma, se quiser ser simpático.

Esta última, total e completamente. Deveria ter havido discernimento para a separação das águas, principal e fundamentalmente pelo cargo desempenhado. Costuma-se dizer: Trabalho é trabalho, paisagem é paisagem.

 

Não haverá, por aí, algum Spin Doctor que ajude o Srº Drº António Costa, Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro?!

(…)

(As fotos?! Como nenhuma aranha me disponibilizou a respetiva teia, arranjei estas duas flores, terrivelmente enganadoras, porque venenosas. Cicuta, a primeira, embora não tenha a certeza. Rosa Loureira, a segunda, até no nome engana. Nem é rosa, nem loureiro. Alandro, aloendro, loendro, adelfa, tem mais nomes que eu sei lá!

Quem irá provar o veneno destas simbioses politiquices - futebolices?!)

 

Futebol - Covid - Politiquices - Cidadania

Política - Anda tudo ao molho… Jogatana de amigalhaços!

Figos Índia. Foto Original. 2019. 05. jpg

 

Quando os casos de Covid aumentam… No futebol jogos são suspensos, por haver contagiados nos plantéis, mas “o futebol não pode parar”… anunciam uma verdadeira futebolice ou futebolada: uma jogatana de amigalhaços.

A. Costa e F. Medina fazem parte da lista de honra de L. F. Vieira.

 

Isto só visto! Mas esta gente não se enxerga?! Não têm a noção dos cargos e funções que ocupam?! Que lá diz o aforismo: “À mulher de César…”

Há pouco tempo havia sido lá para o lado dos azuis. Agora dos encarnados. Até me custa acreditar!

Ainda há quem rejeite as Aulas de Cidadania. O que mais falta faz, a muito boa gente, é frequentar Aulas de Cidadania obrigatórias! Encarnados, azuis… Se calhar, de futuro, também verdes, todas as cores.

E como pode esta gente querer que se cumpram ordens de restrição das liberdades e garantias individuais, como as que sistematicamente impõem, quando dão exemplos destes?! (Para além dos que já deram.)

Misturam tudo. Confundem-se nos diversos papéis que representam, julgam-se acima de quaisquer críticas, não mostram coerência nas atitudes e comportamentos. Eu sei lá!

*******

A Foto?! - Original. Agora está no tempo de colher figos da Índia. Era o castigo que dava ao pessoal das politiquices e futebolices. Irem apanhar figos da Índia que, agora, já estão maduros.

(Sim! Alterei este postal. Quero organizar outro, com a temática de "Os Durrell". Obrigado pela atenção e o meu pedido de desculpas.)

The Durrells - 4ª Temporada

 

Uma Série bem disposta! Vai gostar, de certeza!

The Durrells. httpswww.radiotimes.comnewstv.jpg

“Na próxima segunda, 10/08/20, começará nova temporada de “Os Durrell”, série engraçada, mas que, até aqui, não apreciei demasiado.” Escrevi em 9 Agosto de 2020.

 

Pensava eu que começariam nova temporada nessa data. Não! O que iniciaram foi a repetição das três temporadas, que já haviam apresentado na RTP2. Como forma de prepararem a visualização da 4ª temporada, que efetivamente se iniciou ontem, 7 de Setembro, 2ª feira, no horário habitual das Séries da RTP2: cerca das 10h. 15’.

Nesta repetição das três anteriores temporadas, segui os vários episódios, com bastante assiduidade, contrariamente ao que fizera na primeira apresentação. E segui com muito interesse, naquele quase hábito de ver e apreciar as Séries da RTP2, no tradicional horário fixo de serão. Gosto do horário, após as notícias, que também são as que sigo com mais frequência.

Se gostei da série?! Pois claro! Gostei e recomendo. Mais que engraçada, achei-a engraçadíssima. Tem imensas cenas de pura diversão, em que o riso nos ocorre espontaneamente. E faz bem seguir assim um seriado de gente bem disposta, a bem da Vida!

As peripécias da Família Durrells, na Ilha de Corfu – Grécia, nos idos de 1935 – 1939. Britânicos, nascidos na Índia, nos tempos do Império, finais séc. XIX, inícios do XX. Inadaptados na Inglaterra, aonde regressaram após a morte do chefe da família, ocorrida em 1928, a Mãe de família, Louisa, decide ir para a ilha grega, em 1935.

A narrativa novelística baseia-se na vida real desta família, mãe viúva, na casa dos quarenta e os quatro filhos: Lawrence / Larry, Leslie, Margaret / Margot e Gerald / Gerry. (Larry, já com mais de 20 anos e Gerry, doze.)

E dos seus amigos gregos que os ajudaram na adaptação ao modo de vida nesse ambiente: o taxista Spiros, a empregada Lugaretzia, o cientista Theo.

Bem, fica muitíssimo por contar… Pode sempre retroceder nos programas da RTP2, caso não tenha visto ou ir a RTPplay. Ou começar na 4ª temporada. Hoje será o 2º episódio.

Vai divertir-se, de certeza!

Quem dá o que tem!

Outras Sugestões - Plano de Recuperação Económica e Social (IV)

 

Tenho de me despachar! Senão o plano entra em ação, sem as minhas sugestões. Com plena consciência que as sugestões lançadas, por um Portugal melhor, são apenas isso.

(Mas são as minhas e se as seguirem, ainda pode ser que ganhe alguma coisa com isso. Que eu estou a trabalhar “pro bono”, diga-se.)

Foto original. 2020. 07. jpg

Acho que as referentes às “Casas Abandonadas” e à “Prevenção primária dos fogos”, a serem concretizadas, teriam reflexos muito positivos.

 

Atrevo-me a lançar mais alguns desafios.

 

Portugal não é só Lisboa. Nem só o eixo Setúbal – Lisboa – Porto – Braga – Guimarães. Nem só o Litoral. É também o Interior. E o Interior é um território vastíssimo que precisa de ser devidamente valorizado. A valorização do Interior, um dos aspetos passa pela fixação populacional, trará benefícios para todo o País.

 

A execução total do IP2, anulando os vários estrangulamentos que tem ao longo do seu percurso, será uma obra a realçar.

 

A modernização e / ou reativação de vias férreas.

Linhas da Beira Alta e Beira Baixa, Linha do Douro até Barca D’Alva e até Salamanca, Linha do Leste. (…)

Linhas preparadas tanto para passageiros como para mercadorias. Eletrificadas. (E porque não o Ramal de Cáceres?!)

A Linha do Leste bem poderia servir de transporte de mercadorias do “porto seco” de Badajoz para Lisboa, Centro e Norte de Portugal. Modernizada!

Quem viaja por Estremoz, Vimieiro, Montemor – O – Novo, constata o corredor diário, dia e noite, de camiões, em ambos os sentidos, com as mais diversas mercadorias, nesse transportar constante entre Espanha e Portugal. Centenas? Talvez milhares!

 

Via Sines – Caia - Badajoz - Espanha e Europa? E a bitola da via?! Só mercadorias?! E passageiros? E o traçado, o mais direto ou anda às voltas pelo Alentejo?!

 

E aeroporto dentro da Grande Lisboa?!

E porque não valorizar Beja?! Aeroporto é obra de longo prazo.

 

E as Pessoas?! Ter sempre em atenção as Pessoas: Jovens quase sem futuro, sem carreiras definidas. E as Pessoas em risco de pobreza. E as pequenas reformas?! As Pessoas precisam de ser tratadas com dignidade.

 

Erradicar a corrupção.

E esse Banco de Fomento, agora criado, como vai ser gerido?

E os Fundos que aí vêm da Europa?! Já anda tudo a ver como abocanhar?!

E a Educação e a Saúde: Setores fundamentais.

 

Quem dá o que tem!

Centrais de Produção Energética através da Biomassa

 Uma forma de Prevenção de Incêndios?!

 

Mais uma sugestão de medida para recuperação de Portugal

(“Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal”  III )

 

Em Portugal, os incêndios têm-se tornado cíclicos. Há três anos, 2017, a partir de 17 de Junho, vivemos um ano terrível, no que a este assunto se reporta.

 

Especialistas no assunto afirmam que os fogos fazem e farão parte, cada vez mais marcante, da nossa “paisagem” de Verão. Mas terá que ser inevitavelmente assim?!

Quando se abordam as problemáticas da prevenção aponta-se muito para a dotação de meios para combater os incêndios. E é na aquisição desses meios que mais se investe.

Mas a prevenção, primária e primordial, começa bem antes. E pouco se faz!

Ao viajarmos pelo nosso país, o que mais observamos são os campos, com especial incidência nas zonas florestais, cheios de mato, não limpos, não desbastados, prontos a serem pasto para chamas. Até bem dentro das cidades, situações dessas se verificam.

Essas limpezas, esses desbastes têm que ser realizados anualmente. Todos os anos.

Foto Original. 2020. 07.jpg

 

A respetiva utilização para a produção energética, através da biomassa, podia e devia ser um meio de dar utilidade aos milhares de toneladas de materiais herbáceos, lenhosos, que não são devidamente aproveitados, sendo queimados, sem qualquer utilidade; ou deixados ao abandono nos campos, ou pura e simplesmente sem serem colhidos, cortados, desbastados, preparando a cama para futuros incêndios calamitosos e incontroláveis.

A construção e ativação de pequenas e médias centrais de produção de energia utilizando tais materiais poderia ser uma forma de dar alguma rentabilidade a esses materiais, incentivar a respetivo corte e desbaste, funcionar como forma de prevenção de fogos, reativar economias rurais, trabalho para muita gente.

 

Poderão dizer que ocorrerão situações que cada vez mais potenciam incêndios, e é certo, mas se não existirem as condições para essas ocorrências, se não houver substrato pronto a arder, com mais dificuldade o fogo se propagará. Como estão as coisas é só acontecer.

 

Só não vê quem não quer ver!

 

*******

 

“… - Implementar a utilização de toda a matéria vegetal, obtida nas limpezas pelo País, na produção energética, incentivando precisamente as limpezas como fontes de rendimento, ao promover-se a venda do material lenhoso e vegetal a centrais energéticas ou outras finalidades, fertilizantes, estrumes, biomassa, etc.

Unidades industriais estrategicamente implantadas em zonas do Interior, onde é mais necessário criar riqueza, trabalho e fixar populações.” (…)

 

(Escrevi este parágrafo, em 16 de janeiro de 2017, subordinado ao Tema - “Consulta Pública sobre a Reforma das Florestas” - “Alteração ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios” - Algumas ideias…) Outras Sugestões…

* * * Nota Final: Este postal foi inicialmente publicado a 17 de Agosto. Era o meu postal 777. Hoje, não sei como, deve ter sido apagado por mim, quando estava a organizar o que se segue. Como não consegui recuperá-lo, pois só me apercebi bem mais tarde, e pouco percebo destas funcionalidades, acabei por publicá-lo novamente, mas já não aparece na sequência inicial. Entretanto publicara outros, a 21 e 28 de Agosto. E agora é o 780! (Isto das numerações até lembra "Os Irmãos Metralha". Se calhar até foram eles que me fanaram o post!)

“… Todo o mundo é seu!”

“Era uma uma vez... uma folha de couve. Veio uma ovelha e comeu-a.”

Foto Original. 2020. 05. jpg

 

 J. J. no Benfica! C. Ferreira na TVI!

 

Há dias que ando para escrever sobre as transferências mediáticas deste início de verão quente. Quentíssimo! Não gosto muito de escrever na berra do calor. Que é o que mais afronta. E porquê a relutância na escrita?!

 

Primeiro, porque considero que as pessoas são livres de escolher e aproveitar as melhores oportunidades que se lhes oferecem. Têm livre arbítrio para decidir, conforme os casos. É um direito que assiste a qualquer cidadão.

Segundo, porque não sendo nenhuma destas personalidades das minhas preferências, porque perorar sobre os ditos cujos?! Ademais tenho alguma antipatia, primária, reconheço, sobre os mesmos.

Relativamente a J. J., não gosto daquele ar enjoado, cumulativamente a mascar pastilha. Após a célebre ida para a concorrência leonina, fiquei a detestar. Pela atitude do próprio, não pelo clube, que aceito como qualquer outro, nada me move contra. Já as atitudes de dirigentes, de treinadores, de jogadores, dos balúrdios que os movem, das atitudes de muitos adeptos fanáticos, das claques, é outra coisa. De qualquer clube!

Quanto a C. Ferreira, detesto aquelas risadas sem jeito, antipatia também primária, aceito. Vejo pouca televisão, raramente a TVI ou a SIC, acho-as muito iguais, concorrem uma contra a outra, muitas vezes na estupidez. Mas são as preferidas da maioria dos telespetadores!

Ambos inundam as redes sociais, a comunicação social adora estas picardias.

 

(E os provérbios?! Alentejanos, talvez nacionais, não sei. “Era uma vez... uma folha de couve, veio uma ovelha e comeu-a.” “… Todo o mundo é seu.” Isto é, de quem não tem a dita folha de couve.)

 

Mas cá está a escrita. E porquê?

 

Pelo dinheiro que movimentam. Choca, quando falta tanto, em tantos locais. Poderia frisar na Saúde, mas já é um tema batido. Na casa de muito boa gente. Mas também poderá ser dito que será muito boa dessa gente que alimenta os egos destas vedetas, a concorrência destas televisões, a euforia dos futebóis. Das Futebolices!

E de onde provem toda essa dinheirama?! E como é que clubes, cheios de dívidas, ainda conseguem entrar nestas jogadas de contratações fabulosas?!

E onde vão TVIs e SICs buscá-lo?

E por aqui poderia ficar.

 

*****

Mas… Não posso deixar de frisar que acho deplorável que, em Portugal, ao mais Alto Nível dos Representantes Institucionais da Pátria Portuguesa, tenham andado, de gosto, a bajular estas personalidades. Lamentável!

 

*******

E para acabar, dois versos do Poeta dos Poetas, do livro que ando a reler, o exemplar velhinho do antigo 5º ano do Liceu!!! (Após “Tieta”)

 

«Ó glória de mandar, ó vã cobiça / Desta vaidade, a quem chamamos Fama! …»

In. Canto IV – 95 – Os Lusíadas – Luís de Camões – Porto Editora, Lda – 7ª Edição

 

*******

Ah! A foto…

Como O/A Caro/a Leitor/a pode ver, até na foto, a folha de couve mal se vê. Como se tivesse vergonha de se mostrar. Cumulativamente, ratada. Comida, picada, não sei se pelos pássaros, se pelos caracóis, ou outros animais, ou todos eles.

Destacável, em 1º plano, a açucena: pureza virginal. Também repetida em fundo. Entrelaçada com as folhas de uma amendoeira doce, muito nova. Ao lado direito, esporas de jardim, azuis. À esquerda e em terceiro plano, alecrins. Em último plano, acompanhando a parede cinzenta, murtas.

 

Covid: Portugal – Espanha – Inglaterra – Brasil

“Cada macaco no seu galho...”

 

Um postal com este título até parece que estamos num grupo do campeonato mundial de futebol. Que seria o “grupo da morte”, já se vê.

 

Voltamos ao blogue, que ando a adiar este postal há dias. Estou farto do Covid, por isso retardo em escrever. Espero que o faça de forma sintética. Tanta a coisa a dizer…

Figueira da Índia. 2019. 05.jpg

 

Caro/a Leitor/a, já sabe que eu sou contra estes desconfinamentos apressados, cujos resultados negativos estão bem à vista. Só não vê quem não quer ver!

 

Relativamente à nossa Vizinha Espanha, que o digamos nós, aqui mesmo ao pé e bem que gostamos de dar um pulinho a Valência. Tal como “nuestros hermanos” gostam de vir a este lado. Estas visitas entre vizinhos serão frequentes por toda a raia, digo eu. Mas dadas as circunstâncias pandémicas em que vivemos, acho melhor que cada um no seu lado. Como diz o ditado: “Cada rato no seu buraco…”

Por isso não vejo o porquê de tanta celebração e regozijo pela (re)abertura das fronteiras terrestres com Espanha. Já basta os que por cá andam sem quaisquer cuidados. Digo eu! Que até gosto muito de Espanha.

 

Menos ainda vejo razão para o “despeito” face ao facto de o Reino Unido não ter incluído Portugal no corredor aéreo para acesso direto ao reino de Sua Majestade. (Eu nomeei Inglaterra propositadamente.)

Mas o que esperavam?!

Em Portugal, em certos círculos bem pensantes, acha-se que entre Portugal e Inglaterra há (?) a “Velha Aliança de Séculos” a ligar-nos à Velha Albion. Uma relação privilegiada?! (…)

Vindo para factos mais recentes. Já este mês, foi divulgada uma foto, em que o atual Primeiro Ministro britânico recebia o enfermeiro português e a enfermeira neo zelandesa, que o acompanharam no respetivo “covidamento”, os três numa risota pegada. Riso, talvez pela ironia do destino, de quem tanto desvalorizou o corona e de quem se serviu dos argumentos anti imigração, para levar os ingleses ao Brexit! E acabaram por ser imigrantes quem o ajudou. Digo eu! Que não decifro pensamentos de ninguém.

 

Quanto ao nosso “País Irmão” - Brasil, não vamos lá como quem vai à vizinha Espanha. Aliás nunca lá fui. Mas posso dizer que estou a reler “Tieta, hei-de escrevinhar sobre o romance.

Bem, nesse querido País, o respetivo “Manda Chuva”, isto foi ele que disse sobre o dito corona, que ele diz que o infetou e que é como se fosse uma chuva… O cara é um tratado para inventar ideias metafóricas, um poeta certamente, pois, para cúmulo de delírio, anunciou publicamente, ao modo e como só ele sabe, que está contagiado pelo Covid!

Para ser sincero, e até prova em contrário, não acredito!

O dito cujo “Manda Chuva” tem no nome Messias, mas julga-se MESSIAS! E mais não digo, nem falo.

 

E para finalizar, volto ao Rincão Natal.

Acham que os transportes públicos não contribuem para disseminação do vírus?!

Pois façam o favor de os frequentar nas horas de ponta. É ver pra crer!

 

E as rapaziadas e festas do covid?!

E as manifestações sem jeito nestes tempos que correm?!

 

Pois, mantenham-se resguardados, saiam para o que é realmente preciso. Protejam-se. Protejam os Outros.

E não nos façam a vida ainda mais cara, pois, para além da propagação… estão todas as despesas referentes a testes, internamentos, eu sei lá…

E quando a fatura nos for apresentada?!

Porque vai ser. E com juros. Não pense que é tudo de graça, como agora…

 

Todavia e para finalizar, friso, que percebo que é preciso desbloquear a Economia. Pôr o País a funcionar. Mas nas atividades realmente necessárias e importantes.

E é preciso reequacionar o País, para ser mais de produção do que prestação de serviços.

Veja-se o turismo, os alojamentos locais…

 

E a foto?!

É para dar umas palmatoadas ao pessoal que anda nas festanças e quejandos de covid e associados.

Umas palmadas de figueiras da índia, nesta época de calor… não lhe digo nem lhe conto!

 

Boi D’Água: Uma Visita Virtual! Botânica?!

Um passeio para desconfinar: Boi D’Água?!

 

Desde logo a toponímia. Peculiar! Não conheço a respetiva etimologia. Pessoa amiga me disse ser assim designado, esse espaço entre Cidade e Campo. Povoamento de algumas casas, dispersas, tão diferente do território regional em que se insere: Alentejo, melhor, Aquém – Tejo!

O nome?! Entendo que será devido à fartura de água. Que é uma das suas peculiaridades. A água escorre pelas faldas da montanha, o murmurejar nas valetas, nas pequenas cascatas, no ribeiro que escoa na direção do Bonfim, para a Ribeira da Lixosa; mais a jusante irá para a Ribeira de Seda, desta para a da Raia, daí para o Sorraia, e depois, muito depois, lá irá parar ao Tejo, para os lados do Porto Alto! Muito corre a água!

 

Um local que estando na Cidade, deduzo que faz parte da freguesia urbana, portando citadino, na realidade não está na cidade. É campo, espaços de cultivo, hortas, floresta autóctone: sobreiros, carvalhos, loureiros, salgueiros; árvores de fruto: nogueiras, macieiras, aveleiras, figueiras; arbustos: giestas, lentiscos, troviscos, estevas e estevinhas, rosmaninhos, alecrins; medronheiro, de porte arbóreo; heras pelas paredes e carvalhais, rivalizando com o pegamassa… Muitas e variadas plantas que desconheço.

Floresta de pinheiros, enormes, mansos e bravos, adaptados aos nossos climas, há séculos. Floresta, a necessitar de limpeza, nalguns locais. Espaços tão dentro da Cidade, envolvendo – a, cercando – a, mas perigosamente muito sujos.

 

Um espaço territorial que estando em Aquém Tejo, é montanhoso, lembrando os territórios do Norte, pela orografia, o relevo, o arvoredo verdejante, a correnteza das águas.

 

É a este espaço que propomos uma Visita Virtual. Também Botânica! Utilizarei algumas fotos do ano passado, que as deste ano ainda não foram trabalhadas.

 

Este postal está conjeturado há algum tempo, tal como os anteriores sobre estas temáticas de visitas virtuais, funciona para descomprimir e talvez anteceder algum hiato na comunicação bloguista, espero que não tão demorado como o anterior, que foi quase um mês.

Interessante que nos últimos dias, 24 e 25 Junho, o postal mais visualizado no blogue foi Portalegre tem um Passadiço?!” Coincidências? (A quem se terá devido a divulgação?!...)

 

Vista da Cidade

Foto original. A Cidade. 2019. 07. jpg

 

Uma Avelã

Avelã. 2019. 07. jpg

 

Um Feto das Paredes

Foto Original. Feto. 2019. 05. jpg

 

Um Pegamassa ou Bardana

Foto original. Pegamassa. 2019. 05. jpg

 

Uma planta que desconheço o nome

Foto original. 2019. 05. jpg

 

Um sinal de caminheiros. Sabe o que significa?!

Foto original. Sinal de Caminheiros. 2019. 05. jpg

 

O Caminho!

Foto original. Caminho. 2019. 05. jpg

 

E as aves a cantar? E as ovelhas, os balidos? Os chocalhos? Os cheiros dos trevos, quando as ovelhas passam?

Vá, por si, Se Faz Favor! SFF! Experimente! Caminhe!

 

Ah! Um Mirone!

Foto original. Um mirone. 2019. 07.jpg

 

 

Futebol – “Champions”: Tapar o sol com a peneira!

Que viva o futebol! Isto é uma assombração! Futebol é arrebol: Areia para os olhos!

 

Que maravilha, princesa ervilha. A “Champions”, a final, em Portugal. Que bestial! É a salvação nacional. Não ligas a futebol?! É arrebol?! Não és bom português! Só tu não vês.

 

A Liga dos Campeões, a Taça dos Campeões Europeus, cá prós plebeus. Dá direito ao regozijo institucional, dos Altos Representantes da Nação. É quase uma assombração.

 

Em Lisboa! Que importa a Covid aumentar?! A Champions nos vai safar. A Grande Lisboa, o Corona a exportar?! Para locais improváveis?! São, da ciência, imponderáveis!

 

É, também, a irresponsabilidade das pessoas. É! A falta das zaragatoas. É! Culpa do Povinho, do Zé. Também é. Cada ação individual tem reflexos no geral. Porque tem! Mas não convém.

 

Festas e festarolas?! Manifs e manifs?! Venham os “bifes”. Turista está a vir. Fronteiras, abrir.

 

E os Bancos, aos solavancos?!

 

E o Algarve vai fechar?! E onde me vou banhar? Que o Verão vai chegar.

 

Que outros países nos ponham no vermelho?! Isso é dor de escaravelho. “Nós somos o melhor destino do mundo”. O resto é poço sem fundo.

 

E os das festas promotores vão ser indiciados? Isso é justo. São mais que culpados. E quem lá vai não é?! Quem paga é o Zé!

 

A situação está mais que controlada. Dizem os DDTs, para a manada!

 

*******

 

Hoje, deu-me para escrever assim. Tem sido uma semana muito stressante, apesar das coisas, por enquanto, terem corrido melhor do que temíamos.

 

Tenho alertado para as “desconfinaçõesapressadas e vejo coisas tão assombrosas! Surgir o “bichoonde nunca esperei ou imaginei.

 

E, esta do futebol, da “Champions” em Lisboa! É atirarem-nos areia para os olhos. Tapar o sol com a peneira!

O Poder instituído acaba por passar mensagens contraditórias!

 

Mas cada um de nós tem a obrigação de ser responsável. Ações individuais têm reflexo no coletivo.

 

Prémio aos profissionais de saúde”?! Mais trabalho e aumentarem-lhes os riscos, é que é.  

 

Saúde para quem está doente. Melhoras! Mas mantenham-se confinados, como é vosso dever!

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