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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Em Abril… Águas de Bacalhau!

Aí está Abril… em todo o seu peculiar esplendor!

Foto Original. Primavera é esperança 2014. jpg

 

O mês de Abril proporciona alguns ditos proverbiais, no respeitante ao tempo meteorológico, que este ano se têm materializado.

Em Abril… águas mil! Gravanadas de Abril… Ou “Granizadas de Abril”?!

 

De facto, estes dias de Abril têm sido característicos nesses aspetos.

Hoje, tem estado a chuviscar. Saí de guarda-chuva.

Ontem, esteve mais ou menos. Mas ao entardecer dizia que choveria, quando fui ao supermercado.

No domingo, dia onze, esteve um dia maravilhoso de sol e temperatura amena. Um sol agradabilíssimo, calor, até! Deu para um passeio rápido até ao Boi D’Água. E fizemos uma viagem ótima.

Já, no sábado, dia dez, houve verdadeiras tempestades, chuvas torrenciais, granizadas, imensa destruição, por esses campos e caminhos.

 

Na sexta-feira, dia nove, também aconteceu enorme tempestade. Do tempo meteorológico não me lembro, terá variado conforme os locais, certamente… Mas a nível da “Res Publica”, uma verdadeira saraivada, granizada, trovoada política!

 

Na quinta-feira, dia oito, chuva a potes, trovões, relâmpagos.

Já no dia um, primeiro de Abril, falo mesmo a sério, apanhei uma valente “cacada de água”, enquanto fui aos espargos. Cheguei a casa todo repassado.

Nos outros dias não me lembro muito bem, mas têm sido muito variados.

Certo, certo, é que a Primavera dá uns dias de Verão, outros de Inverno, tal como afirmam os ditados.

Malmequer no Inverno. Foto Original. 2020. 01. jpg

Na sexta, dia nove?! Bem! É mesmo: Em Abril… águas de bacalhau! Ou então: “A montanha…” Cala-te, boca. Isto sem qualquer ofensa.

Tanto trabalho dos profissionais envolvidos, tantos anos, meses, dias, horas de pesquisa, de leitura, de análise, reflexão, tantos crimes que constavam na acusação, tantos arguidos!

Dos 189 crimes que constavam na acusação vão 17 a julgamento! Dos 28 arguidos, irão 5!

Tudo isto, e somente, como resultado da fase de instrução do celebérrimo megaprocesso designado por “Operação Marquês”.

Não percebo nada dos mecanismos legais inerentes a estas “coisas públicas”.

Como qualquer cidadão, fico unicamente surpreendido. Ou talvez não! Infelizmente já estamos tristemente habituados que estes mega processos, envolvendo gente poderosa, deem “em águas de bacalhau”…

O que sucedeu a tanta página sobre o assunto para dar este resultado?! Mais de seis mil páginas! Não ponho em causa o trabalho de quem esteve envolvido, como é evidente, ademais nada percebo… Mas que “fico com a pulga atrás da orelha”, fico.

 

Quanto ao dito cujo, sujeito principal deste megaprocesso, nunca beneficiou das minhas simpatias, friso!

*******

(Fotos Originais. A última está desfocada. Nestes assuntos, por vezes não haverá enfoque, mas talvez desfoque. Digo eu. Sei lá!

Se utilizar as fotos, por bem, noutro contexto, cite a origem, SFF!)

 

“O Milagre das Rosas” (III - Epílogo)

E o que guardava a Rainha no regaço?!

Rosa rosa. Foto original. 2020.01. jpg

Pois. Finalmente, a Rainha Santa, Dona Isabel, resolveu-se a largar o avental, abrindo o regaço…

E o que saiu, que tão ciosamente a Rainha guardava?!

 

Pois… Nem pães, nem rosas.

O que caiu do regaço da Rainha foram… pasme-se, segure-se, Caro/a Leitor/a… centenas, milhares e milhares de raspadinhas. (Nem mais, nem menos!)

 

E a populaça, gritando “Milagre! Milagre!”, atirou-se aos papéis das raspadinhas. Que caíam do regaço da Rainha, esvoaçavam pela muralha e barbacã, e eram tantas e tantas, que até os cavaleiros desmontaram dos seus cavalos e se puseram a arrecadar os quadradinhos, alguns logo começaram a raspar, julgando que, na presença da Rainha Santa, teriam mais sorte e lhes calharia alguma premiação mais sortuda.

Enfim, um frenesim, a que só escaparam a Rainha e o Rei. Que até as damas também entraram no jogo.

(Bem, os cavalos também não entraram na jogatana!)

raspadinha. in. jogossantacasa.pt.jpg

E esta Caro/a Leitor/a é a estória vera, verdadeira, do celebérrimo “Milagre das Rosas”, adaptada aos tempos de hoje.

 

(Me perdoem os/as mais puristas destas coisas da História…)

 

Moral da estória: Deste modo, a Rainha Santa ajudou a Santa Casa!

 

(imagem raspadinha: in. jogossantacasa.pt)

 

“O Milagre das Rosas” (II)

“São rosas, meu senhor, são rosas…”

Rosa de Alexandria. Foto Original. 2019. 05. jpg

Voltamos às perguntas do Rei, Dom Dinis, a Dona Isabel, a Rainha.

E às respostas.

Face à primeira, “- Onde ides…?”, a Rainha foi lesta, expedita.

- Pois saiba, meu Senhor e Rei que eu e minhas damas de companhia e de corte vamos a um “passeio higiénico”, aspirar uns ares puros da serra e brisas do mar. (Isto supondo que estaria em Óbidos). Não queremos saber de confinamentos, aliás, ninguém quer saber.

Rosas. Quintal. Foto original. 2020. 05. jpg

E que levais no regaço? Repetiu Sua Alteza Real, Dom Dinis.

Rosas. Alagoa. Foto original. 2020. 04. jpg

Esta é que era a questão fulcral, pois toda a gente sabia que a Rainha era uma esmoler, que dava a pobres e necessitados e o Rei um sovina, que achava que ela delapidava o tesouro real, com uns papo secos que ia distribuindo aqui e ali, pelas terras onde se deslocava a corte.

E essa fora a razão pela qual Dinis antecipara a sua vinda das javalinas.

E qual a resposta de Dona Isabel? (…)

Rosa grená. Foto Original. 2018. 07. jpg

Um murmúrio de vozes foi ecoando…

São rosas, senhor, são rosas… São rosas, senhor, são rosas… São rosas, senhor, são rosas…

O povoléu, incomodado com a interpelação do rei e querendo defender e ajudar a rainha, que estimavam e também sabedor da necessidade dos pãezinhos que lhes matavam a fome, recitava esta cantilena ancestral, pois também todos conheciam a estória do milagre.

“São rosas, senhor, são rosas…”

 

O Rei - o homem, Dinis, estava atónito, com aquele vozear em surdina pela barbacã, ecoando nas muralhas do castelo palaciano.

 

E a Rainha, continuava segurando o avental carregado e arrebanhado no regaço.

 

(E, agora, Caro/a Leitor/a, façamos um pequeno interregno, para nos questionarmos.

Acha que a Rainha, Dona Isabel, a Rainha Santa, trazia pãezinhos ou eram realmente rosas?!)

 

 

Bancos Interditados!

De confinamento, conversados!

Bancos Interditados. Foto original. 2021. 02. 13. jpg

As fotos apresentam um panorama comum a muitas das cidades, vilas e aldeias de Portugal.

Praça F. L. Graça. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Bancos, (de sentar), impedidos de exercerem a sua mais banal e primitiva função. Permitirem aos habituais caminhantes, descansarem os cus no tabuado.

Centro de Saúde. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Com esta coisa da Covid, o pessoal das conversadeiras de café, não só não tem os ditos cujos, nem as proverbiais esplanadas e nem sequer os bancos de jardim!

 

A mim não me faz qualquer diferença. Gosto de caminhar, mas não tenho hábito de me amesendar em quaisquer dos citados utensílios.

 

E, sim! Se estamos de confinamento não é hora, nem tempo de abancar. (O tempo até tem estado de chuva! Que também nunca mais acaba! Já estamos fartos de tanto chover!)

 

E sobre o confinamento, sim, aguentem-se até depois da Páscoa. Depois, sim, iniciem o desconfinamento, mas gradual e de forma faseada.

 

E estudem bem os assuntos, aliás têm tido muito tempo para isso. Não façam as coisas precipitadas e atabalhoadas.

 

E por aqui me fico!

 

E sobre bancos, os que precisavam de serem interditados, bem sei eu quais são.

Ai! As comissões… as comichões que me fazem!

*******

As fotos?!

Bem... As fotos seguirão quando o sistema me permitir efetuar a transferência do computador para o postal. Ultimamente anda com imensa dificuldade em efetuar essa operação. Não sei o que se passa. Bem sei que as fotos não são por aí além... mas funcionam como documentais. Tenho que perguntar à Equipa SAPO. 

Bem... Finalmente! Já depois das 21 horas e após uma viagem, e consequente mudança de local, consegui transferir as fotos documentais, para o postal. 

Obrigado pela atenção e amabilidade de ler este postal. Votos de Muita Saúde!

 

Deixem o Alentejo em Paz!

Portalegre. Foto original. 2021. 01. jpg

Presidenciais 2021: Rescaldo, ainda!

Ramalhete de Questões: 7º de 2021

 

Algumas Questões que formulo a quem de direito:

Ventura teve maior percentagem eleitoral em que concelhos Alentejanos?!

Haverá alguma relação com o respetivo discurso contra determinada etnia e a existência de comunidades desse grupo étnico nessas localidades concelhias?

Terá algo a ver com etnocentrismo, discriminação, estigmatização? Algo com racismo? Não? Há racismo em Portugal?

E as políticas de Integração?! E as condições em que vivem as comunidades?!

Mas para quê tanto ódio?! Tanta divisão? Tanto exacerbamento! Ademais neste contexto pandémico em que estamos todos sujeitos ao mesmo.

Quem quer ser Presidente, tem de unir! Estruturar laços entre os Portugueses. Não desuni-los.

Interessante agora que, na América, Trump perdeu as eleições, surja em Portugal um aprendiz dos respetivos métodos, invocando também dádiva de Deus. Absurdo! Até nestes aspetos Portugal anda atrasado! 

Aproveito para felicitar Joe Biden. (Não vá ele ler o blogue… e este "fique mal na foto".) 

Ainda…

As sociedades e os diversos contextos sociais são imutáveis? Serão ou não naturais as consequentes mudanças na orientação de voto?

E ainda no Alentejo, de que tanto se tem falado…

No distrito de PortalegreAlto Alentejo - qual o partido que foi maioritariamente vencedor nas diferentes legislativas, ao longo destes quase cinquenta anos de Democracia?

Que partidos têm dado “Deputados à Nação”, a partir do Distrito?

Não esqueça também que Ventura foi 2º lugar em mais distritos, para além dos Alentejanos.

E lembrar ainda: Na legislatura em vigor, ele foi eleito deputado pelo Alentejo?

 

Deixem o Alentejo em Paz! Se Fazem Favor!

Visitem, sim, mas quando isto da Covid acabar.

Até lá, vão tirando as vossas Selfies, mas nos vossos confinamentos! SFF!

 

(Notas Finais:

Não esquecer também que os dados eleitorais são apresentados percentualmente face aos votantes e a abstenção ultrapassou os 60%. Logo, os eleitores votantes foram menos de 40%.

E ao "sétimo" ramalhete, "descanso"!

E... este postal segue o "politicamente correcto".)

O Sítio do Picapau Amarelo

Sítio de “ver as vistas”!

Sítio PicapauAmarelo in. pinterest.pt.jpg

(in. pinterest.pt)

Neste postal, 799, vou também entrar num tema na moda, tal como referi no postal anterior. Compreende-se! É uma das minhas Cidades. De Rio e Mar! Tem vistas lindíssimas da Capital, do Tejo, do Mar da Palha, da Ponte, da Foz do Rio... Locais incomparáveis, como a Casa da Cerca, aqui documentada. Quinta de Almaraz! Também no Bairro Amarelo!

(Próximo postal: 800! Surpresa especial.)

 

Mas o título desta missiva é: Sítio do Picapau Amarelo. Acompanhei esta série há alguns anos. Uma delícia! Também já aqui citámos Monteiro Lobato, a propósito de Tieta. E que tem isso a ver com Almada?! (…)

 

Quem exerce cargos públicos de relevância está a ser permanentemente escrutinado. Então nestes tempos de telemóveis topo de gama, redes sociais e todos os quejandos virtuais… Não me vou alongar nestes considerandos.

 

Vou apenas tentar propor um exercício de ironia sobre o assunto.

As afirmações, as atitudes dos nossos políticos proporcionam verdadeiros quadros das célebres “Revistas à Portuguesa”.

 

Imaginem transpor a partir das afirmações da Senhora Dona Inês, um quadro de humor, contextualizado a partir da série mencionada.

Não vou escrever a rábula, que as minhas capacidades não chegarão a tanto.

Proponho a distribuição de papéis da série, por personagens da política, nacional e local.

 

Dona Benta: Senhora Dona de S. Bento, num papel trasvestido, peculiar nas Revistas.

A Narizinho seria Dona Inês, para não meter o nariz onde não é chamada.

Pedrinho, precisamente, o peculiar Pedro, passando o tempo a faltar às Aulas de Cidadania, que o Pai não lhe dá cavaco para assistir.

Emilinha?! Pois só poderá ser Dona Emília, nem era preciso mudar o nome.

Visconde de Sabugosa? O Senhor Maestro, que tão boa música nos tem dado, Pai de Dona Inês.

 

A Cuca? Dependerá de vários aspetos. Se atentarmos na ideologia e face ao que vivemos atualmente, será essa chaga que por aí anda a atormentar as gentes. Noutra perspetiva ideológica, bem poderá ser outro papão qualquer. Dependerá do guionista. E já agora do produtor, financiador, patrocinador da Revista. Que poderá ser ópera – bufa, desfile carnavalesco ou programa de humor televisivo.

 

Dos personagens principais, falta-me atribuir o papel de Tia Nastácia.

E também gostaria de atribuir o de Saci.

E faltam vários e interessantes papéis mais secundários.

 

Disse não tratar das falas, guião, roteiro, mas… tenho que informar que, Dona Benta, Dona de S. Bento, mandou dizer a Dona Inês, através do Saci, que não se ficasse por Almada, “só a ver as vistas”. Senão vem o Papão / Dona Cuca e tira-lhe o mandato!

E também que não se mudasse para o Sítio. Para não haver especulação imobiliária, nem aumento das rendas!

A Teia de Aranha

Cicuta? Foto original. 2019. 05. jpg

Futebolices… Politiquices… Séries… Spin Doctor!

Argoladas!

Este postal era para ter sido designado “A Estratégia da Aranha”, mas como o título não seria original, reportando-se ao célebre filme de B. Bertolluci, resolvi mudar para “Teia de Aranha”.

Rosa Loureira. Foto Original. 2020. 08. jpg

Volto ao tema do célebre triunvirato, agora tão falado, a propósito de uma comissão de honra, de uma candidatura à presidência de um celebérrimo e glorioso clube de futebol.

Discordo em absoluto das promiscuidades de futebol e política, que designo habitualmente por futebolices e politiquices. Andam demasiado interligados e precisam de ser separados.

 

Voltando aos triúnviros. Se eu tivesse jeito para elaborar um cartoon, gostaria de criar um sobre o assunto. Uma teia de aranha, em que no centro colocaria uma aranha e, presas na teia, duas moscas.

Mas sou sincero. Não sei bem quem colocaria como aranha e quem colocaria como moscas.

 

Agora sobre séries, que subintitula o postal.

 

Se houve série que gostei de ver na RTP2, foi “Borgen”. Já passou várias vezes neste canal e também noutros. Foi este seriado que, de certo modo, me “enfeitiçou” no acompanhar das Séries RTP2 e também me agarrou na escrita sobre as mesmas. Que tenho continuado praticamente desde que iniciei o blogue, mas que não fora um tema previsto à partida. (A preferência dos/as leitores/as foi a motivação primeira. Obrigado!)

 

Em “Borgen” figurava um personagem designado por “spin doctor”. Um assessor da Primeira Ministra, que a ajudava, em múltiplas circunstâncias, para que não fossem cometidas gaffes, que a desprestigiariam.

Em Portugal não há assim uma figura personificada que ajude o Senhor Primeiro Ministro?!

Muito sinceramente, neste ano tão peculiar, e por isso mesmo, tenho acompanhado a atuação política com um pouco mais de atenção. Principalmente após a eclosão de Covid.

Inicialmente houve uma atuação muito assertiva. Mas principalmente com o designado “desconfinamento”, não sei se por Portugal ter sido tão gabado, muitas ações públicas caraterizaram-se pela desconexão, pela incongruência, por vezes desadequadas. Infelizes, em suma, se quiser ser simpático.

Esta última, total e completamente. Deveria ter havido discernimento para a separação das águas, principal e fundamentalmente pelo cargo desempenhado. Costuma-se dizer: Trabalho é trabalho, paisagem é paisagem.

 

Não haverá, por aí, algum Spin Doctor que ajude o Srº Drº António Costa, Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro?!

(…)

(As fotos?! Como nenhuma aranha me disponibilizou a respetiva teia, arranjei estas duas flores, terrivelmente enganadoras, porque venenosas. Cicuta, a primeira, embora não tenha a certeza. Rosa Loureira, a segunda, até no nome engana. Nem é rosa, nem loureiro. Alandro, aloendro, loendro, adelfa, tem mais nomes que eu sei lá!

Quem irá provar o veneno destas simbioses politiquices - futebolices?!)

 

Futebol - Covid - Politiquices - Cidadania

Política - Anda tudo ao molho… Jogatana de amigalhaços!

Figos Índia. Foto Original. 2019. 05. jpg

 

Quando os casos de Covid aumentam… No futebol jogos são suspensos, por haver contagiados nos plantéis, mas “o futebol não pode parar”… anunciam uma verdadeira futebolice ou futebolada: uma jogatana de amigalhaços.

A. Costa e F. Medina fazem parte da lista de honra de L. F. Vieira.

 

Isto só visto! Mas esta gente não se enxerga?! Não têm a noção dos cargos e funções que ocupam?! Que lá diz o aforismo: “À mulher de César…”

Há pouco tempo havia sido lá para o lado dos azuis. Agora dos encarnados. Até me custa acreditar!

Ainda há quem rejeite as Aulas de Cidadania. O que mais falta faz, a muito boa gente, é frequentar Aulas de Cidadania obrigatórias! Encarnados, azuis… Se calhar, de futuro, também verdes, todas as cores.

E como pode esta gente querer que se cumpram ordens de restrição das liberdades e garantias individuais, como as que sistematicamente impõem, quando dão exemplos destes?! (Para além dos que já deram.)

Misturam tudo. Confundem-se nos diversos papéis que representam, julgam-se acima de quaisquer críticas, não mostram coerência nas atitudes e comportamentos. Eu sei lá!

*******

A Foto?! - Original. Agora está no tempo de colher figos da Índia. Era o castigo que dava ao pessoal das politiquices e futebolices. Irem apanhar figos da Índia que, agora, já estão maduros.

(Sim! Alterei este postal. Quero organizar outro, com a temática de "Os Durrell". Obrigado pela atenção e o meu pedido de desculpas.)

The Durrells - 4ª Temporada

 

Uma Série bem disposta! Vai gostar, de certeza!

The Durrells. httpswww.radiotimes.comnewstv.jpg

“Na próxima segunda, 10/08/20, começará nova temporada de “Os Durrell”, série engraçada, mas que, até aqui, não apreciei demasiado.” Escrevi em 9 Agosto de 2020.

 

Pensava eu que começariam nova temporada nessa data. Não! O que iniciaram foi a repetição das três temporadas, que já haviam apresentado na RTP2. Como forma de prepararem a visualização da 4ª temporada, que efetivamente se iniciou ontem, 7 de Setembro, 2ª feira, no horário habitual das Séries da RTP2: cerca das 10h. 15’.

Nesta repetição das três anteriores temporadas, segui os vários episódios, com bastante assiduidade, contrariamente ao que fizera na primeira apresentação. E segui com muito interesse, naquele quase hábito de ver e apreciar as Séries da RTP2, no tradicional horário fixo de serão. Gosto do horário, após as notícias, que também são as que sigo com mais frequência.

Se gostei da série?! Pois claro! Gostei e recomendo. Mais que engraçada, achei-a engraçadíssima. Tem imensas cenas de pura diversão, em que o riso nos ocorre espontaneamente. E faz bem seguir assim um seriado de gente bem disposta, a bem da Vida!

As peripécias da Família Durrells, na Ilha de Corfu – Grécia, nos idos de 1935 – 1939. Britânicos, nascidos na Índia, nos tempos do Império, finais séc. XIX, inícios do XX. Inadaptados na Inglaterra, aonde regressaram após a morte do chefe da família, ocorrida em 1928, a Mãe de família, Louisa, decide ir para a ilha grega, em 1935.

A narrativa novelística baseia-se na vida real desta família, mãe viúva, na casa dos quarenta e os quatro filhos: Lawrence / Larry, Leslie, Margaret / Margot e Gerald / Gerry. (Larry, já com mais de 20 anos e Gerry, doze.)

E dos seus amigos gregos que os ajudaram na adaptação ao modo de vida nesse ambiente: o taxista Spiros, a empregada Lugaretzia, o cientista Theo.

Bem, fica muitíssimo por contar… Pode sempre retroceder nos programas da RTP2, caso não tenha visto ou ir a RTPplay. Ou começar na 4ª temporada. Hoje será o 2º episódio.

Vai divertir-se, de certeza!

Quem dá o que tem!

Outras Sugestões - Plano de Recuperação Económica e Social (IV)

 

Tenho de me despachar! Senão o plano entra em ação, sem as minhas sugestões. Com plena consciência que as sugestões lançadas, por um Portugal melhor, são apenas isso.

(Mas são as minhas e se as seguirem, ainda pode ser que ganhe alguma coisa com isso. Que eu estou a trabalhar “pro bono”, diga-se.)

Foto original. 2020. 07. jpg

Acho que as referentes às “Casas Abandonadas” e à “Prevenção primária dos fogos”, a serem concretizadas, teriam reflexos muito positivos.

 

Atrevo-me a lançar mais alguns desafios.

 

Portugal não é só Lisboa. Nem só o eixo Setúbal – Lisboa – Porto – Braga – Guimarães. Nem só o Litoral. É também o Interior. E o Interior é um território vastíssimo que precisa de ser devidamente valorizado. A valorização do Interior, um dos aspetos passa pela fixação populacional, trará benefícios para todo o País.

 

A execução total do IP2, anulando os vários estrangulamentos que tem ao longo do seu percurso, será uma obra a realçar.

 

A modernização e / ou reativação de vias férreas.

Linhas da Beira Alta e Beira Baixa, Linha do Douro até Barca D’Alva e até Salamanca, Linha do Leste. (…)

Linhas preparadas tanto para passageiros como para mercadorias. Eletrificadas. (E porque não o Ramal de Cáceres?!)

A Linha do Leste bem poderia servir de transporte de mercadorias do “porto seco” de Badajoz para Lisboa, Centro e Norte de Portugal. Modernizada!

Quem viaja por Estremoz, Vimieiro, Montemor – O – Novo, constata o corredor diário, dia e noite, de camiões, em ambos os sentidos, com as mais diversas mercadorias, nesse transportar constante entre Espanha e Portugal. Centenas? Talvez milhares!

 

Via Sines – Caia - Badajoz - Espanha e Europa? E a bitola da via?! Só mercadorias?! E passageiros? E o traçado, o mais direto ou anda às voltas pelo Alentejo?!

 

E aeroporto dentro da Grande Lisboa?!

E porque não valorizar Beja?! Aeroporto é obra de longo prazo.

 

E as Pessoas?! Ter sempre em atenção as Pessoas: Jovens quase sem futuro, sem carreiras definidas. E as Pessoas em risco de pobreza. E as pequenas reformas?! As Pessoas precisam de ser tratadas com dignidade.

 

Erradicar a corrupção.

E esse Banco de Fomento, agora criado, como vai ser gerido?

E os Fundos que aí vêm da Europa?! Já anda tudo a ver como abocanhar?!

E a Educação e a Saúde: Setores fundamentais.

 

Quem dá o que tem!

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