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Aquém Tejo

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Há quem do Tejo só veja o além porque é distância. Mas quem de Além Tejo almeja um sabor, uma fragrância, estando aquém ou além verseja, do Alentejo a substância.

Visualizações dos Postais no SAPO (II)

Aquém – Tejo: Análise e algumas considerações

Altemira no quintal. Foto original. 2021.05.jpg

 

A 31/05/21, registei as visualizações a mais de dois anos.

Apresentavam os seguintes resultados, desde Nov 2016 a 31 Maio 2021 (Quase 5 anos!)

Páginas mais visitadas:

 

Algumas considerações:

As Séries ocupam lugar de destaque. Onze postais entre os vinte primeiros lugares, sendo os dois posts mais visualizados precisamente dois da Série “El Princípe”, sobre que escrevi em 2016. Outras séries também: “Uma Aldeia Francesa” e “Agência Clandestina”, sobre as quais escrevi, também em 2016, mas continuam a ser visualizadas. (Sempre que a RTP as repete ou são passadas, por ex. no Brasil, recomeçam as visualizações dos postais.

Aliás, na Origem das Visualizações, outra funcionalidade SAPO, é dominante a proveniência de Lisboa e do Brasil. Dia 24/06/21, respetivamente: Lx = 13108 e Brasil = 11518. No mesmo enquadramento temporal já referido: vários anos.)

Mas as Séries perdem realce nas visualizações referentes ao último ano.

 

Há um item cujo significado, na realidade, não descortino muito bem que é “Aquém–Tejo”!

 

O postal sobre a “Cremação”, de 2017, tem tido uma pesquisa constante, mas veio aumentando bastante a partir de 2020. Ano da Covid e do aumento das cremações.

Peculiar que esse ano da Covid também tenha sido aquele em que a problemática da cremação mais se tenha acentuado. (Também gostaria de passar pelo Cemitério dos Olivais e perceber se os constrangimentos que observei na altura terão sido modificados.)

 

O postal “Ter um Limoeiro à Porta” escrito em Março, também de 2020, digamos que “assentou que nem uma luva” na fase que vivíamos de início da pandemia. Muitas dúvidas e inquietações sobre como nos prevenirmos face ao Corona. Simultaneamente e talvez também por isso, a Equipa SAPO destacou o postal. Esse fator potenciou a respetiva subida exponencial de visualizações.

Todavia foi um caso pontual, específico desse mês de Março de 2020, tendo “inflacionado” as inerentes visualizações (4616).

Mas foi um fenómeno típico e inerente às condições ocorridas nessa data da pandemia e ao destaque inerente.

Nos meses seguintes praticamente deixou de ser visualizado, conforme podemos observar nos dados estatísticos de um ano: de Maio 2020 a 31 de Maio de 2021. Este item já aí não figura.

 

“Alentejo, Meu Alentejo”, poema lindíssimo de Dona Maria Águeda, publicado em 07/10/17, mantem uma “procura” crescente e tenho observado que após a situação de ter sido proposto para gravação editorial de Fadista José da Câmara, a respetiva pesquisa vem-se mantendo regular e aumentativa.

(Pena tenho eu que não queiram gravar nenhum dos meus poemas, apesar da Equipa SAPO já ter destacado: “Venceremos”, “Selfie 2ª versão” e “Primavera das Flores”.)

 

Vou observando mensalmente, e verifico que alguns itens têm “procura” periódica.

As poesias dedicadas às “Mães” têm habitualmente mais visualizações no mês de Maio.

As “Quadras Tradicionais” aumentam as visualizações na proximidade e no próprio mês de Junho.

Mas mantem-se uma constância na “procura”, desde que foram publicadas, em 2015 e 2016. Mantêm visualizações tanto nos cinco anos transatos, como no último.

 

A "Amendoeira na história da arte e dos jardins", também é visualizada regularmente. Há muita gente interessada na questão das Plantas, da Natureza. O que é bom sinal!

 

Tempo de Poesia”, de António Gedeão mantém “procura” mais ou menos constante, desde que foi publicado em 2016. O mesmo direi de Florbela Espanca: “Torre de Névoa”, também de 2016.

 

Dados referentes ao Último Ano

Data de recolha: Desde Maio 2020 a 31 de Maio 2021, inclusive

13.912 Visitas – 36 Média diária de visitas

24.947 Visualizações - 64 Média diária de visualizações

Páginas mais visitadas:

 

(As rubricas a negrito são algumas das que foram destacadas neste espaço de tempo.)

 

Talvez, para Si, Caro/a Leitor/a, que teve a amabilidade de ler até aqui...

Tudo isto sejam manias minhas, idiossincrasias, talvez "deformação profissional". Talvez!

Mas eu quero ter estes dados e reflexões para me poder "orientar" neste espaço de intervenção a que me propus. Porque o blogue ultrapassou, de certo modo, o que eu esperava.

E não me esqueço do que escrevi no postal anterior e por analogia com o futebol. Jogo nem na 3ªdivisão. Sou simplesmente um amador, na equipa dos reformados.

E ainda sobre futebol... Se for a Sevilha, leve castanholas!

Grato à Equipa SAPO.

Os "Destaques" são uma boa medida para incentivar os "SAPOS". Incentivem também os Sapinhos, como eu e outros que vão escrevendo por aqui! Grato.

A Si, Caro/a Leitor/a que me motiva à escrita e análise, o meu Muito Obrigado!

(Foto? Original. De Altemira fiz um ramo... Evocação das Quadras Tradicionais.)

 

“O Milagre das Rosas” (III - Epílogo)

E o que guardava a Rainha no regaço?!

Rosa rosa. Foto original. 2020.01. jpg

Pois. Finalmente, a Rainha Santa, Dona Isabel, resolveu-se a largar o avental, abrindo o regaço…

E o que saiu, que tão ciosamente a Rainha guardava?!

 

Pois… Nem pães, nem rosas.

O que caiu do regaço da Rainha foram… pasme-se, segure-se, Caro/a Leitor/a… centenas, milhares e milhares de raspadinhas. (Nem mais, nem menos!)

 

E a populaça, gritando “Milagre! Milagre!”, atirou-se aos papéis das raspadinhas. Que caíam do regaço da Rainha, esvoaçavam pela muralha e barbacã, e eram tantas e tantas, que até os cavaleiros desmontaram dos seus cavalos e se puseram a arrecadar os quadradinhos, alguns logo começaram a raspar, julgando que, na presença da Rainha Santa, teriam mais sorte e lhes calharia alguma premiação mais sortuda.

Enfim, um frenesim, a que só escaparam a Rainha e o Rei. Que até as damas também entraram no jogo.

(Bem, os cavalos também não entraram na jogatana!)

raspadinha. in. jogossantacasa.pt.jpg

E esta Caro/a Leitor/a é a estória vera, verdadeira, do celebérrimo “Milagre das Rosas”, adaptada aos tempos de hoje.

 

(Me perdoem os/as mais puristas destas coisas da História…)

 

Moral da estória: Deste modo, a Rainha Santa ajudou a Santa Casa!

 

(imagem raspadinha: in. jogossantacasa.pt)

 

Bancos Interditados!

De confinamento, conversados!

Bancos Interditados. Foto original. 2021. 02. 13. jpg

As fotos apresentam um panorama comum a muitas das cidades, vilas e aldeias de Portugal.

Praça F. L. Graça. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Bancos, (de sentar), impedidos de exercerem a sua mais banal e primitiva função. Permitirem aos habituais caminhantes, descansarem os cus no tabuado.

Centro de Saúde. Foto Original. 2021. 02. 13. jpg

Com esta coisa da Covid, o pessoal das conversadeiras de café, não só não tem os ditos cujos, nem as proverbiais esplanadas e nem sequer os bancos de jardim!

 

A mim não me faz qualquer diferença. Gosto de caminhar, mas não tenho hábito de me amesendar em quaisquer dos citados utensílios.

 

E, sim! Se estamos de confinamento não é hora, nem tempo de abancar. (O tempo até tem estado de chuva! Que também nunca mais acaba! Já estamos fartos de tanto chover!)

 

E sobre o confinamento, sim, aguentem-se até depois da Páscoa. Depois, sim, iniciem o desconfinamento, mas gradual e de forma faseada.

 

E estudem bem os assuntos, aliás têm tido muito tempo para isso. Não façam as coisas precipitadas e atabalhoadas.

 

E por aqui me fico!

 

E sobre bancos, os que precisavam de serem interditados, bem sei eu quais são.

Ai! As comissões… as comichões que me fazem!

*******

As fotos?!

Bem... As fotos seguirão quando o sistema me permitir efetuar a transferência do computador para o postal. Ultimamente anda com imensa dificuldade em efetuar essa operação. Não sei o que se passa. Bem sei que as fotos não são por aí além... mas funcionam como documentais. Tenho que perguntar à Equipa SAPO. 

Bem... Finalmente! Já depois das 21 horas e após uma viagem, e consequente mudança de local, consegui transferir as fotos documentais, para o postal. 

Obrigado pela atenção e amabilidade de ler este postal. Votos de Muita Saúde!

 

Deixem o Alentejo em Paz!

Portalegre. Foto original. 2021. 01. jpg

Presidenciais 2021: Rescaldo, ainda!

Ramalhete de Questões: 7º de 2021

 

Algumas Questões que formulo a quem de direito:

Ventura teve maior percentagem eleitoral em que concelhos Alentejanos?!

Haverá alguma relação com o respetivo discurso contra determinada etnia e a existência de comunidades desse grupo étnico nessas localidades concelhias?

Terá algo a ver com etnocentrismo, discriminação, estigmatização? Algo com racismo? Não? Há racismo em Portugal?

E as políticas de Integração?! E as condições em que vivem as comunidades?!

Mas para quê tanto ódio?! Tanta divisão? Tanto exacerbamento! Ademais neste contexto pandémico em que estamos todos sujeitos ao mesmo.

Quem quer ser Presidente, tem de unir! Estruturar laços entre os Portugueses. Não desuni-los.

Interessante agora que, na América, Trump perdeu as eleições, surja em Portugal um aprendiz dos respetivos métodos, invocando também dádiva de Deus. Absurdo! Até nestes aspetos Portugal anda atrasado! 

Aproveito para felicitar Joe Biden. (Não vá ele ler o blogue… e este "fique mal na foto".) 

Ainda…

As sociedades e os diversos contextos sociais são imutáveis? Serão ou não naturais as consequentes mudanças na orientação de voto?

E ainda no Alentejo, de que tanto se tem falado…

No distrito de PortalegreAlto Alentejo - qual o partido que foi maioritariamente vencedor nas diferentes legislativas, ao longo destes quase cinquenta anos de Democracia?

Que partidos têm dado “Deputados à Nação”, a partir do Distrito?

Não esqueça também que Ventura foi 2º lugar em mais distritos, para além dos Alentejanos.

E lembrar ainda: Na legislatura em vigor, ele foi eleito deputado pelo Alentejo?

 

Deixem o Alentejo em Paz! Se Fazem Favor!

Visitem, sim, mas quando isto da Covid acabar.

Até lá, vão tirando as vossas Selfies, mas nos vossos confinamentos! SFF!

 

(Notas Finais:

Não esquecer também que os dados eleitorais são apresentados percentualmente face aos votantes e a abstenção ultrapassou os 60%. Logo, os eleitores votantes foram menos de 40%.

E ao "sétimo" ramalhete, "descanso"!

E... este postal segue o "politicamente correcto".)

Covid  – 19 e Poesia!

Covid 19 e Poesia?!

 

Surpreende - se, Caro/a Leitor/a?!

 

Pois… Poesia, mas nenhum poema que eu tenha escrito sobre o tema. Ainda que goste de escrever sobre temáticas de cariz social, muitos textos poéticos, mais ou menos originais, melhor ou pior escritos, têm sido publicados neste blogue sobre assuntos dessa natureza.

Desde “Amor do facebook”, até “Selfie” ou “Sexta - feira negra”, muitos têm sido os “postais” que tenho publicado, divulgando poesias dessas áreas.

 

Todavia este tema, assunto, que agora assoberba os meios de comunicação, pela sua importância e gravidade, não me suscita a criatividade poética.

Então a que propósito a Poesia se interliga com o célebre dito “bicho”, que nos atormenta e inquieta, nos condiciona, a todos nós, em todo o mundo?

 

Bem… Várias das Associações ligadas à Poesia, a que estou associado, decidiram, e muitíssimo bem, suspender as diversas atividades programadas para Março, aplicando as medidas de contenção face à propagação do vírus. Decidiram bem, tive oportunidade de manifestar a minha concordância através do mail, tanto para a APP, como para a SCALA.

 

Não quer dizer que as reuniões, encontros poéticos, tertúlias, tenham assim números assombrosos de gente, é verdade, e é pena, mas não sendo muitos, que geralmente não somos, de facto, somos muitíssimo importantes, como, aliás, todo e qualquer Ser Humano, apesar de haver por aí grandes camafeus…

 

Mas, reconheça, Caro/a Leitor/a que não é toda a gente que tem o dom da Poesia…

E o que seria do Mundo e de Portugal sem os Poetas, as Poetisas e a Poesia?!

 

Está, deste modo, explicada a interligação Covid 19 – Poesia. E logo neste mês tão emblemático, dedicado à Primavera e à Poesia.

 

Ainda farei a conexão deste dito cujo, cujo nome se omite para afugentar maus presságios, com outros contextos.

 

E quanto à criatividade poética sobre o mesmo, nada me garante que ela não possa acontecer, pois que não mando no meu pensamento criativo, por vezes surgem-me poemas, poesias, versos, prosas poéticas, quando menos espero. Ser Poeta é um Destino, é uma Condição, em que não me determino. Acontece Poesia… muitas vezes, independentemente da minha vontade.

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/tens-c-roa-de-rei-em-reino-de-terror

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/venceremos

https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/da-janela-o-hospital-vejo

E por hoje, e por agora, termino este meu postal!

 

Saudações Poéticas!

No rescaldo de ontem… 4 de Outubro

No rescaldo de ontem…

Portugal dos pequeninos. In wikipedia enciclopédia livre

 

Hoje, pela manhã, Dona Maria da Fonte foi passear ao Portugal dos Pequeninos, acompanhada por três sobrinhos: o Cinco de Outubro, o Vinte e Cinco de Abril e um terceiro, enjeitado, mal amado, mal aceite e mal assumido.

 

No passeio, encontrou o seu conhecido e quase contemporâneo, o Ti Zé Povinho!

Vai daí, não resistiu…

Oh, Ti Zé, então você, apesar de eles lhe fazerem o mesmo que os pombos fazem ao Camões, continua a dar-lhes a sua arma, não?!

(…)   (…)

 

In wikipedia. free enciclopedia.jpg

 

Intrigado com a pergunta, o sobrinho, Vinte e Cinco de Abril, questionou-a.

Oh Titi! Oh Titi! O que é que os pombos fazem ao Camões?!

O Cinco de Outubro, pressuroso, já ia responder…

Ah! Eu sei… Ah, eu sei…

Não fora a intervenção do outro sobrinho, o mal amado, mas sobrinho também, chamado Estado Novo, que o interrompeu.

Não dizes nada, que eu risco com o lápis azul. E riscou! Que neste blogue não se dizem nem escrevem palavrões. Pelo menos até agora!

 

A Tia Maria da Fonte, contudo, acrescentou.

Pois eu digo!

Meus sobrinhos, para quem não saiba, o que os pombos fazem ao Camões é poisarem na estátua a comerem pipocas, enquanto veem TV!

Estatua Camões Lisboa In wikipedia.JPG

 

Moral da estória:

 

“Eles não sabem, nem sonham….”, e aqui parafraseamos Gedeão…

Eles não sabem ou fingem não saber, que os pombos nas cidades são ratos voadores…

E, por isso, lhes continuam a dar milho.

 

Enquanto eles aproveitam para nos poisarem nas estátuas… Lamenta o amigo Eça.

 

Eça Queiros in Lisboa.com

 

Epílogo!

 

E com esta termino…(...)

Soubera eu desenhar e quem faria um cartoon, seria eu! Ou uma BD.

 

P.S.-

Se houver algum dotado para essa arte, que queira aproveitar a ideia, disponha!

 

Não se esqueça, contudo, de citar a Fonte onde veio beber a ideia!

 Ler também aqui! S. F. F.

Nota Final: As imagens foram retiradas de Wikipédia  enciclopédia livre. Exceto a de Eça: in. Lisboa.com.

"Zé Povinho" in the "Antonio Maria", magazine 1880. In Wikipedia, the free encyclopedia. 

 

 

 

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